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WorksheetsQuiz sobre Tecnologia Médica
Total questions: 52
Worksheet time: 26mins
A principal vantagem de um robô cirúrgico é:
Substituir totalmente o cirurgião.
Realizar cirurgias sem qualquer incisão.
Oferecer maior precisão e visão ampliada.
Garantir cirurgias 100% seguras.
A IA analisando radiografias é mais útil para:
Substituir todos os radiologistas.
Identificar padrões sutis de doença.
Criar imagens a partir de texto.
Realizar cirurgias automaticamente.
Descobrir uma predisposição genética a uma doença deve levar a:
Prescrição imediata de medicamentos.
Um plano de monitoramento preventivo.
Ignorar a informação por ser incerta.
Isolamento do paciente.
A IA em exames de sangue se destaca em:
Coletar amostras com mais eficiência.
Encontrar correlações complexas em grandes dados.
Produzir resultados sem equipamentos.
Diagnosticar com precisão absoluta.
A medicina personalizada é mais eficaz para:
Fraturas ósseas.
Cânceres com mutações específicas.
Doenças infecciosas comuns.
Apendicite.
A operação segura de um robô cirúrgico depende de:
Sua autonomia total.
A habilidade do cirurgião que o controla.
Sua velocidade.
Não precisar de manutenção.
Para uma doença rara, o genoma pode ajudar a:
Dar um diagnóstico sem outros exames.
Encontrar uma terapia-alvo específica.
Garantir que os filhos não a herdem.
Curar a doença instantaneamente.
Um desafio ético da IA em diagnósticos é:
Seu consumo de energia.
A responsabilidade por erros do algoritmo.
A cor da interface.
A velocidade de processamento.
A genômica no desenvolvimento de drogas permite:
Criar uma pílula para todas as doenças.
Projetar fármacos para alvos moleculares específicos.
Testar mais rápido em animais.
Reduzir a validade dos medicamentos.
Se um robô cirúrgico detectar um pulso inesperado, deve:
Parar e alertar o cirurgião.
Ignorar e continuar.
Cauterizar automaticamente.
Desligar sozinho.
Prever surtos com IA é um exemplo de:
Diagnóstico individual.
Medicina reativa.
Saúde pública preditiva.
Cirurgia automatizada.
A edição genética é eticamente mais aceita para:
Melhorar atletas.
Tratar doenças graves em células somáticas.
Criar bebês personalizados.
Alterar cor dos olhos.
A biópsia líquida é inovadora porque:
Elimina qualquer biópsia.
É menos invasiva (usa sangue).
É mais barata que todos os métodos.
Dá resultados instantâneos.
IA treinada com um grupo específico pode falhar em outro devido:
Ser mais rápida.
Ao viés nos dados de treinamento.
Ser imune a vieses.
Exigir menos processamento.
Telemedicina + dispositivos vestíveis permitem:
Cirurgias à distância.
Monitoramento contínuo e consultas remotas.
Substituir hospitais.
Diagnosticar pela voz.
Um remédio baseado no genoma deve ter:
Maior eficácia e menos efeitos colaterais para aquele paciente.
Eficácia garantida para a família.
Preço mais baixo.
Sabor melhor.
Robôs na fisioterapia são úteis para:
Substituir o fisioterapeuta.
Exercícios repetitivos com dosagem precisa.
Motivação psicológica.
Diagnosticar novas lesões.
Robôs na fisioterapia são úteis para:
Substituir o fisioterapeuta.
Exercícios repetitivos com dosagem precisa.
Motivação psicológica.
Diagnosticar novas lesões.
O maior risco do vazamento de dados genômicos é:
Perda de equipamentos.
Discriminação por empregadores.
Paralisação de pesquisas.
Alteração dos dados.
Prever risco de readmissão hospitalar ajuda a:
Negar atendimento.
Oferecer acompanhamento pós-alta intensivo.
Cobrar mais pelo plano.
Isolar pacientes.
A impressão 3D na medicina cria:
Órgãos completos para transplante.
Próteses personalizadas e modelos cirúrgicos.
Remédios caseiros.
Robôs autônomos.
Se um paciente metaboliza um remédio rápido, pode precisar de:
Dose menor.
Dose maior ou remédio diferente.
Parar todos os remédios.
Dose mensal.
Realidade aumentada ajuda o cirurgião a:
Reduzir o stress.
Sobrepor imagens de exames no campo cirúrgico.
Deixar a cirurgia por conta do sistema.
Substituir anestesia.
"Diagnóstico digital" significa:
Nomear doenças com números.
Analisar dados de saúde de sensores e apps.
Digitalizar prontuários em papel.
Robôs darem o diagnóstico.
Um desafio da medicina genômica é:
Falta de interesse.
Custo alto e interpretação complexa.
Inexistência de máquinas.
Ser ultrapassada.
Nanorrobôs no sangue podem:
Fazer cirurgias sozinhos.
Liberar remédios em células doentes.
Substituir o coração.
Produzir sangue.
Um teste de ancestralidade que revela risco de doença gera dilema sobre:
Quem deve acessar a informação.
O custo do teste.
A precisão da ancestralidade.
A cor do relatório.
IA na pesquisa de antibióticos ajuda a:
Sintetizar sem químicos.
Analisar milhões de compostos rapidamente.
Prescrever via telemedicina.
Criar vírus mais fracos.
Um smartwatch pode detectar precocemente:
Fraturas.
Arritmias cardíacas.
Problemas de visão.
Diabetes.
A biópsia líquida é vantajosa por ser:
Mais precisa que a tradicional.
Menos invasiva (amostra de sangue).
Analisada apenas por robôs.
Um procedimento cirúrgico.
Um app de saúde com IA pode ajudar a:
Criticar escolhas.
Identificar padrões que afetam sintomas.
Encomendar comida.
Partilhar dados publicamente.
Validar um algoritmo de IA requer:
Apenas a opinião dos criadores.
Testes em dados diversos e comparação com especialistas.
Apenas ser mais rápido que humanos.
Ser programado em linguagem moderna.
Terapia gênica visa:
Trocar o genoma completo.
Inserir ou corrigir genes para tratar doenças.
Apenas clonar humanos.
Eliminar genes indesejáveis.
IA no estoque de sangue beneficia ao:
Eliminar doadores.
Garantir disponibilidade e reduzir desperdício.
Permitir transfusões por robôs.
Criar sangue artificial.
Analisar o microbioma intestinal ajuda a tratar:
Doenças dos olhos.
Problemas digestivos, obesidade e saúde mental.
Fraturas.
Queimaduras.
Robôs para idosos podem:
Fazer exames de sangue.
Lembrar remédios e detectar quedas.
Substituir a família.
Prescrever medicamentos.
Robôs para idosos podem:
Fazer exames de sangue.
Lembrar remédios e detectar quedas.
Substituir a família.
Prescrever medicamentos.
Sequenciar um tumor é crucial para:
Dar um nome melhor ao câncer.
Escolher terapias que ataquem suas mutações.
Prever a data da morte.
Verificar se é hereditário.
Um desafio da cirurgia robótica é:
O alto custo do equipamento.
A falta de interesse dos cirurgiões.
O tamanho dos robôs.
Ser mais dolorosa.
A "Internet das Coisas Médicas" são:
Redes sociais para médicos.
Dispositivos médicos conectados (ex: marcapassos).
Internet para entretenimento em hospitais.
Venda de remédios online.
Para um diagnóstico especializado em área rural, a solução é:
Um robô ir até a casa.
Uma consulta por telemedicina.
O paciente sequenciar o genoma em casa.
Esperar a visita anual do especialista.
A IA é boa em tarefas que envolvem:
Dar suporte emocional.
Analisar grandes volumes de dados para padrões.
Procedimentos criativos.
Decisões éticas complexas.
Um teste genético por saliva é vantajoso por ser:
Mais preciso que o de sangue.
Não invasivo e simples.
Diagnóstico instantâneo de todas as doenças.
Não precisar de laboratório.
Simular drogas em computador acelera a pesquisa ao:
Eliminar a necessidade de testes.
Testar milhares de compostos virtualmente.
Garantir ausência de efeitos colaterais.
Ser mais barato que papel e caneta.
Um prontuário eletrônico com IA pode alertar sobre:
A opinião política do paciente.
Interações perigosas entre remédios.
O histórico de compras online.
A previsão do tempo.
Criopreservar células-tronco visa a:
Clonar a criança.
Possibilitar tratamentos futuros.
Garantir que nunca adoeça.
Vender as células.
Um pacemaker hackeado poderia sofrer:
Melhoria repentina.
Interferência maliciosa.
Download de músicas.
Desgaste da bateria.
Analisar dados de saúde de populações ajuda governos a:
Vigiar cada cidadão.
Planejar políticas públicas de saúde.
Reduzir salários de médicos.
Diagnosticar sem médicos.
A principal limitação dos robôs cirúrgicos é a falta de:
Capacidade de cortar.
Tato e julgamento clínico próprios.
Possibilidade de esterilização.
Tamanho adequado.
Um chip de DNA pode ser usado para:
Armazenar arquivos.
Analisar muitas mutações de uma vez.
Controlar cérebros.
Produzir insulina.
Monitorar pacientes crônicos remotamente visa:
Aumentar idas ao hospital.
Controlar a doença melhor e intervir rápido.
Impedir contato com o médico.
Baratear dispositivos.
O futuro da medicina será:
Baseado só na intuição.
Focado só no tratamento.
Preventivo, preditivo e personalizado.
Centralizado em poucos hospitais.
