wayground logo

Free Printable Worksheets

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

OLIMPIADA PROVA SAEB SÃO JUDAS

Total questions: 15

Worksheet time: 8mins

Name
Class
Date
1.

Leia os textos abaixo e responda as questões 01, 02 e 03.

Texto 1

A estação de trem

Uma arquibancada de madeira, coberta por árvores com folhas recortadas como as das parreiras e troncos com manchas como se fossem pintadas. Em frente e ao lado de uma grande estação, estação de trem. Em frente era um barracão alto, com um imenso relógio que marcava 16h00.

O vento trazia uma poeirinha com cheiro de água.

Sentados na arquibancada, fizemos um lanche, enquanto conversávamos questões que importam e assuntos em comum. Estávamos tranquilos e aproveitamos para degustar um chá, quando de repente apareceu um homem [...] com cabelos bem brancos penteados para trás. O homem disse que era proibido tomar chá naquela praça e anunciou no alto falante da estação.

Pegamos nossos objetos e as embalagens do lanche para descartar. Eu saí para ir embora ouvindo o alto falante da estação, então quis me apressar, quando do nada caiu uma chuva forte. Puxei o capuz do casaco marsala comprido até o joelho. Perdida nos pingos d’água que caiam, [...] ouvia a voz do meu amor me chamando, mas não conseguia enxergar de onde vinha. Corri olhando para o alto, as árvores e para frente [...] e ele estava lá me esperando pra me esconder da chuva. [...]

OLIVEIRA, Carol. A estação do trem. Revista The Bard, nov. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/sddDzQbnfLxJbak. Acesso em: 6 set. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

 

Texto 2

A estação de trem

Lá vem o trem! A terra treme,

faz barulho, solta fumaça,

mas ninguém, ninguém, o teme.

 

Se é noite, vemos o brilho,

à distância, do seu farol

clareando o escuro trilho.

 

Mas, o que é que o trem tem?

Tem amigos, tem bagagens

e conversas que entretém.

 

E o que é que o trem nos traz?

Pessoas queridas, boas notícias.

Até presentes? – É bem capaz! [...]

CARVALHO, Paulo. O Trem. AEAP, 17 set. 2020. Disponível em: https://meulink.fit/vRJUaNKZePpjYit. Acesso em: 6 set. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

  1. 1. A informação comum a esses dois textos é

a)

A) a conversa de pessoas sobre vários assuntos.

b)

B) a fumaça que sai do trem enquanto ele anda.

c)

C) o brilho do farol do trem que clareia onde está escuro.

d)

D) o encontro de um casal em meio a um período de chuva.

e)

o material utilizado para a construção de uma arquibancada.

2.

Texto 2

A estação de trem

Lá vem o trem! A terra treme,

faz barulho, solta fumaça,

mas ninguém, ninguém, o teme.

 

Se é noite, vemos o brilho,

à distância, do seu farol

clareando o escuro trilho.

 

Mas, o que é que o trem tem?

Tem amigos, tem bagagens

e conversas que entretém.

 

E o que é que o trem nos traz?

Pessoas queridas, boas notícias.

Até presentes? – É bem capaz! [...]

CARVALHO, Paulo. O Trem. AEAP, 17 set. 2020. Disponível em: https://meulink.fit/vRJUaNKZePpjYit. Acesso em: 6 set. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

No Texto 2, no verso “E o que é que o trem nos traz?” (4ª estrofe), a linguagem predominante é

a)

ARCAICA

b)

DIGITAL

c)

FORMAL

d)

JORNALÍSTICA

e)

REGIONAL

3.

 

A estação de trem

Uma arquibancada de madeira, coberta por árvores com folhas recortadas como as das parreiras e troncos com manchas como se fossem pintadas. Em frente e ao lado de uma grande estação, estação de trem. Em frente era um barracão alto, com um imenso relógio que marcava 16h00.

O vento trazia uma poeirinha com cheiro de água.

Sentados na arquibancada, fizemos um lanche, enquanto conversávamos questões que importam e assuntos em comum. Estávamos tranquilos e aproveitamos para degustar um chá, quando de repente apareceu um homem [...] com cabelos bem brancos penteados para trás. O homem disse que era proibido tomar chá naquela praça e anunciou no alto falante da estação.

Pegamos nossos objetos e as embalagens do lanche para descartar. Eu saí para ir embora ouvindo o alto falante da estação, então quis me apressar, quando do nada caiu uma chuva forte. Puxei o capuz do casaco marsala comprido até o joelho. Perdida nos pingos d’água que caiam, [...] ouvia a voz do meu amor me chamando, mas não conseguia enxergar de onde vinha. Corri olhando para o alto, as árvores e para frente [...] e ele estava lá me esperando pra me esconder da chuva. [...]

OLIVEIRA, Carol. A estação do trem. Revista The Bard, nov. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/sddDzQbnfLxJbak. Acesso em: 6 set. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

Do Texto 1, entende-se que

a)

a arquibancada de madeira ficava próxima a um rio.

b)

a chuva molhava quem esperava o trem na estação.

c)

a estação do trem tinha sido pintada de várias cores.

d)

o alto falante da estação era utilizado para dar avisos.

e)

o barracão era um ótimo lugar para se fazer lanches.

4.

Leia o texto abaixo.

Transformers: O Início emperra ao tentar transformar amigos em oponentes

Em um artigo publicado em 2012, o célebre e influente crítico de cinema Roger Ebert questiona: “Como seres inteligentes evoluíram de metais comuns em um processo não orgânico? [...]. Como o metal foi extraído, refinado, moldado, montado?”.

A reflexão sobre a origem das máquinas sencientes é irônica — aprofunda de modo exageradamente sério o tema a fim de ridicularizá-lo. [...] É irresistível, portanto, imaginar como o jornalista [...] reagiria ao saber que algumas de suas especulações mais zombeteiras são respondidas em Transformers: O Início. [...]

Na trama, as máquinas são forçadas a viver nos subterrâneos de seu planeta [...]. Orion Pax [...] é um operário que, a exemplo da maioria da população, não tem a capacidade de se transformar e, portanto, ocupa uma posição inferior na pirâmide social.

A despeito disso, ele não hesita em burlar regras para tentar ajudar seus heróis — os Transformers [...]. Em uma dessas empreitadas, Pax acaba se envolvendo em algo que pode alterar o destino de Cybertron — e arrasta junto seu melhor amigo, D-16 [...], outro operário que, ao contrário dele, é um conformista, obediente e ciente de seu papel. Ainda que parte do público pudesse não identificar os dois personagens pelo visual, o marketing do filme tem feito questão de que todos saibam de antemão que eles vão se tornar, respectivamente, Optimus Prime e Megatron.

Não que a surpresa seja essencial para a apreciação do filme. [...]. Mais importante é como esses acontecimentos afetam os protagonistas. E é aí que começam os problemas.

Transformers: O Início enfrenta o mesmo grande desafio de qualquer prelúdio, que é construir um percurso envolvente até um destino já conhecido [...].

O esforço para humanizar os robôs também tem resultados questionáveis. [...]. Isso, porém, acarreta um efeito acidentalmente cômico nas sequências mais graves. [...]

É claro que aprofundar de modo exageradamente sério a análise de um filme sobre robôs alienígenas [...] parece igualmente absurda. Mas esse é o papel do crítico: examinar qualquer obra da melhor forma que seu discernimento permitir, ainda que uma parcela dos leitores considere que ele está errado. Talvez por isso Roger Ebert tenha se consagrado no ofício: ele acertava até quando zombava. [...].

FURUNO, Daniel John. Transformers: O Início emperra ao tentar transformar amigos em oponentes. Jovem Nerd, 2024. Disponível em: https://meulink.fit/qnjvJynqmzJhmSl. Acesso em: 13 set. 2024.

Para sustentar a tese de que há falhas no filme, o autor desse texto utiliza como argumento o trecho:

a)

A) “A reflexão sobre a origem das máquinas sencientes é irônica...”. (2º parágrafo)

b)

B) “... Pax acaba se envolvendo em algo que pode alterar o destino de Cybertron...”. (4º parágrafo)

c)

C) “... esses acontecimentos afetam os protagonistas. E é aí que começam os problemas.”. (5º parágrafo)

d)

D) “... parece igualmente absurda. Mas esse é o papel do crítico...”. (8º parágrafo)

e)

E) “Talvez por isso Roger Ebert tenha se consagrado no ofício”. (8º parágrafo)

5.

Leia o texto abaixo.

Esaú e Jacó

CAPÍTULO LII

Eis agora a matéria da conspiração. Na rua, ao virem de São Clemente, foi que Pedro, gastado o melhor do tempo com a carta e o jantar, pôde revelar à moça um segredo:

— Titia disse lá em casa que D. Cláudia lhe contara em segredo (não diga nada) que seu pai vai ser nomeado presidente de província.

— Não sei nada disso, mas não creio [...].

— Se a província fosse a do Rio de Janeiro, eu gostaria, porque não era preciso ir morar na Praia Grande, e se ele fosse, a viagem é só de meia hora, eu podia ir lá todos os dias.

— Era capaz?

— Apostemos.

Flora, depois de um instante: [...]

— É preciso supor muito, — que há presidência e que a província é a do Rio. Não, não há nada.

— Então suponha só metade, — que há presidência e que é Mato Grosso.

Flora teve um calafrio. Sem admitir a nomeação, tremeu ao nome da província. Pedro lembrou ainda o Amazonas, Pará, Piauí... Era o infinito, mormente se o pai fizesse boa administração, porque não voltaria tão cedo. [...]

ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. Disponível em: https://bit.ly/34VEi8M. Acesso em: 30 dez. 2020. Fragmento.

 

O contexto histórico ao qual esse texto faz referência é

a)

A) a assinatura do tratado de Tordesilhas.

b)

B) a chegada dos primeiros portugueses à colônia.

c)

C) a distribuição das capitanias hereditárias no Brasil.

d)

D) a invasão dos holandeses ao Brasil.

e)

E) a proclamação da Independência do Brasil.

6.

Leia os textos abaixo.

Meu amigo pinguim

Texto 1

Meu amigo pinguim é uma obra que encanta pela sua narrativa envolvente e pelo forte apelo emocional da amizade entre o Sr. João e o pinguim Dindin. [...] A trama, com toques de simplicidade e ternura, é um convite para refletirmos sobre a conexão entre humanos e animais, e como a amizade pode surgir nos lugares mais inesperados.

P., David. In: AdoroCinema, 17 set. 2024. Disponível em: https://meulink.fit/UFDlVvlOrszWdAu. Acesso em: 18 set. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

 

Texto 2

É filme animador, encantador, que retrata a amizade dos 2. História leve e divertida, alguns pontos em que a trama é previsível e falta profundidade. Apesar disso, o filme emociona e cativa, especialmente com seus momentos carinhosos e divertidos.

SILVA, Ryan. In: AdoroCinema, 17 set. 2024. Disponível em: https://meulink.fit/UFDlVvlOrszWdAu. Acesso em: 18 set. 2024. Adaptado para fins didáticos.

 

Sobre o filme Meu amigo Pinguim, os autores do Texto 1 e Texto 2 apresentam opiniões

a)

CONFUSAS

b)

CONTRÁRIAS

c)

IMPARCIAIS

d)

SEMELHANTES

e)

SUPERFICIAIS

7.

Leia o texto abaixo a seguir e responda as questões 07, 08 e 09.

Como se chega ao extremo?

Vivendo.

Sal demais, nenhum sal.

Um dia após muitos outros dias. É longo o caminho. [...]

A descida até o lugar onde somos capazes de tudo é, por vezes,

um desmoronamento lento misturado à banalidade dos dias.

Ou abrupta avalanche.

 

E se a vida nos leva com ofensas, uma atrás da outra,

é bom que saibamos, por compaixão, que não há quem não vá.

Vamos.

E é por isso que não se trata de uma compaixão desinteressada.

 

É antes uma reciprocidade premeditada.

Alguma bondade nos servirá a todos, melhor defendê-la. [...]

MADEIRA, Carla. Véspera. 1ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2021. Fragmento.

 

  1. 7. Nesse texto, no trecho “... melhor defendê-la.” (3ª estrofe), o pronome destacado refere-se à

 

a)

AVALANCHE

b)

BANALIDADE

c)

BONDADE

d)

DESCIDA

e)

VIDA

8.

Leia o texto abaixo a seguir e responda as questões 07, 08 e 09.

Como se chega ao extremo?

Vivendo.

Sal demais, nenhum sal.

Um dia após muitos outros dias. É longo o caminho. [...]

A descida até o lugar onde somos capazes de tudo é, por vezes,

um desmoronamento lento misturado à banalidade dos dias.

Ou abrupta avalanche.

 

E se a vida nos leva com ofensas, uma atrás da outra,

é bom que saibamos, por compaixão, que não há quem não vá.

Vamos.

E é por isso que não se trata de uma compaixão desinteressada.

 

É antes uma reciprocidade premeditada.

Alguma bondade nos servirá a todos, melhor defendê-la. [...]

MADEIRA, Carla. Véspera. 1ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2021. Fragmento.

  1. 8. Nesse texto, no trecho “... uma compaixão desinteressada.” (2ª estrofe), o prefixo des-, na palavra destacada, foi usado para

a)

APONTAR INFERIORIDADE

b)

EXPRESSAR PRIORIDADE

c)

INDICAR REPETIÇÃO

d)

MARCAR NEGAÇÃO

e)

MOSTRAR DUPLICIDADE

9.

Leia o texto abaixo a seguir e responda as questões 07, 08 e 09.

Como se chega ao extremo?

Vivendo.

Sal demais, nenhum sal.

Um dia após muitos outros dias. É longo o caminho. [...]

A descida até o lugar onde somos capazes de tudo é, por vezes,

um desmoronamento lento misturado à banalidade dos dias.

Ou abrupta avalanche.

E se a vida nos leva com ofensas, uma atrás da outra,

é bom que saibamos, por compaixão, que não há quem não vá.

Vamos.

E é por isso que não se trata de uma compaixão desinteressada.

É antes uma reciprocidade premeditada.

Alguma bondade nos servirá a todos, melhor defendê-la. [...]

MADEIRA, Carla. Véspera. 1ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2021. Fragmento.

  1. 9. Nesse texto, o trecho “Sal demais, nenhum sal.” (1ª estrofe) foi usado para

a)

A) expressar que o eu lírico quer aprender a cozinhar.

b)

B) indicar que o eu lírico tem um paladar apurado.

c)

C) mostrar que a vida é feita de momentos antagônicos.

d)

D) revelar que as pessoas precisam atribuir um sentido à vida.

e)

E) sugerir que a vida é constituída de ocasiões simples.

10.

Leia o texto abaixo.

Ser humano: a única máquina pensante

 

[...] No mundo atual, torna-se imprescindível obter um conhecimento tecnológico e noções básicas de informática, pois o número de máquinas e robôs realizando atividades anteriormente humanas tende a aumentar, restando às pessoas, entre outras coisas, a função de regular e fazer manutenções que garantam a eficiência desses seres artificiais.

Entretanto, é preciso estar ciente de que a tecnologia surgiu com a finalidade de trazer facilidades para a vida do homem contemporâneo, e esta continua sendo sua principal função. Por esse motivo, usá-la de modo consciente e moderado é suficiente para evitar um colapso nos setores industriais [...] e até mesmo no meio agrícola.

Além disso, apesar de o modo de vida da sociedade atual estar tão conectado à tecnologia, não foi a partir dela que o ser humano desenvolveu a capacidade de pensar, de se comunicar, e a habilidade de resolver problemas. Tais características o definem como um ser único, cujas limitações não devem ser definidas por máquinas, robôs e aparelhos eletrônicos. Oportunidades de emprego sempre existirão, principalmente nas esferas que exigem raciocínio lógico profundo e uma análise racional da situação.

Por fim, pode-se concluir que, ao contrário do que muitos imaginam, a tecnologia pode trazer um desenvolvimento tanto profissional quanto pessoal para cada membro de uma comunidade, principalmente se essa tecnologia for usada com um mínimo de cautela, pois, assim, há possibilidade de a sociedade se ajustar e se remodelar com o intuito do surgimento de novas opções de emprego em um mundo tão automatizado.

SER HUMANO: a única máquina pensante. UOL Educação, 2016. Disponível em: https://meulink.fit/DwjeKfyjSmssemM. Acesso em: 19 dez. 2024. Adpatado para fins didáticos. Fragmento.

 

  1. 10. Qual é a tese defendida nesse texto?

a)

A) A sociedade precisa se ajustar e se remodelar para as novas opções de emprego que surgirem.

b)

B) A tecnologia é capaz de trazer um desenvolvimento profissional e pessoal para as pessoas.

c)

C) O homem contemporâneo possui facilidades na vida devido ao surgimento da tecnologia.

d)

D) O número de máquinas que podem realizar atividades anteriormente humanas tende a aumentar.

e)

E) O ser humano é o único que tem raciocínio lógico e é insubstituível em relação às máquinas.

11.

Leia o texto abaixo e responda as questões 11 e 12.

 

Cores e sabores marcam quem visita Morro de São Paulo, na Bahia

 

Localizada em uma posição privilegiada do litoral baiano — entre as baías de Camamu e de Todos-os-Santos – a enigmática Morro de São Paulo, que está a 280 km de Salvador, é uma ilha que mexe no imaginário de quem a visita. Parte de Cairu, único município arquipélago do Brasil, que fora desbravado há mais de 400 anos, o lugarejo é uma espécie de Torre de Babel, onde os diferentes idiomas, por conta da grande presença estrangeira, são substituídos pela linguagem da alegria, descontração e sensação de férias o tempo inteiro.

A rusticidade do destino ainda é um traço marcante, mas os ares da contemporaneidade se fazem presentes em Morro de São Paulo. Por trás das praias podem ser vistos veículos 4×4 fazendo o transporte de hóspedes para os lugares mais reservados da ilha. Na vila, o chão de terra batida deu espaço a um projeto paisagístico que não afetou muito as características locais.

Principalmente na Segunda Praia, a oferta de boas pousadas para todos os bolsos e estilos é grande. Além disso, trata-se do local ideal para saborear pratos com pescados, ostras ou ver o tempo passar [...].

Com águas que de longe têm um tom esverdeado e que de perto são transparentes e com uma temperatura convidativa ao banho de mar, a ilha reúne diversos atrativos que a transformam num destino “24 horas”. Durante a baixa estação, duas festas enchem a região de visitantes: o Festival de Primavera, realizado em setembro, e a Ressaca do Morro, evento que ocorre após o Carnaval de Salvador.

Outra característica marcante de Morro de São Paulo é a sua história. Edificações e monumentos com mais de dois séculos de existência, como a Fortaleza do Morro, que está sendo recuperada, a Fonte Grande e o Farol do Morro são capítulos à parte neste paraíso de onde os visitantes saem morrendo de saudades.

CORES e sabores marcam quem visita Morro de São Paulo, na Bahia. 2013. Disponível em: https://meulink.fit/XPvwfrbpbzYjGqu. Acesso em: 18 dez. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

 

  1. 11. No trecho “... são capítulos à parte neste paraíso...” (5º parágrafo), a expressão em destaque foi usada para

 

a)

APONTAR INSUFICIÊNCIA

b)

DESTACAR EXCELÊNCIA

c)

INDICAR ISOLAMENTO

d)

MOSTRAR DIFERENÇA

e)

SUGERIR SEPARAÇÃO

12.

Cores e sabores marcam quem visita Morro de São Paulo, na Bahia

 

Localizada em uma posição privilegiada do litoral baiano — entre as baías de Camamu e de Todos-os-Santos – a enigmática Morro de São Paulo, que está a 280 km de Salvador, é uma ilha que mexe no imaginário de quem a visita. Parte de Cairu, único município arquipélago do Brasil, que fora desbravado há mais de 400 anos, o lugarejo é uma espécie de Torre de Babel, onde os diferentes idiomas, por conta da grande presença estrangeira, são substituídos pela linguagem da alegria, descontração e sensação de férias o tempo inteiro.

A rusticidade do destino ainda é um traço marcante, mas os ares da contemporaneidade se fazem presentes em Morro de São Paulo. Por trás das praias podem ser vistos veículos 4×4 fazendo o transporte de hóspedes para os lugares mais reservados da ilha. Na vila, o chão de terra batida deu espaço a um projeto paisagístico que não afetou muito as características locais.

Principalmente na Segunda Praia, a oferta de boas pousadas para todos os bolsos e estilos é grande. Além disso, trata-se do local ideal para saborear pratos com pescados, ostras ou ver o tempo passar [...].

Com águas que de longe têm um tom esverdeado e que de perto são transparentes e com uma temperatura convidativa ao banho de mar, a ilha reúne diversos atrativos que a transformam num destino “24 horas”. Durante a baixa estação, duas festas enchem a região de visitantes: o Festival de Primavera, realizado em setembro, e a Ressaca do Morro, evento que ocorre após o Carnaval de Salvador.

Outra característica marcante de Morro de São Paulo é a sua história. Edificações e monumentos com mais de dois séculos de existência, como a Fortaleza do Morro, que está sendo recuperada, a Fonte Grande e o Farol do Morro são capítulos à parte neste paraíso de onde os visitantes saem morrendo de saudades.

CORES e sabores marcam quem visita Morro de São Paulo, na Bahia. 2013. Disponível em: https://meulink.fit/XPvwfrbpbzYjGqu. Acesso em: 18 dez. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

  1. 12. Nesse texto, o trecho que apresenta uma opinião sobre o Morro de São Paulo é:

a)

A) “... a enigmática Morro de São Paulo, que está a 280 km de Salvador, é uma ilha que mexe no imaginário de quem a visita.”. (1º parágrafo)

b)

B) “Parte de Cairu, único município arquipélago do Brasil, que fora desbravado há mais de 400 anos,...”. (1º parágrafo)

c)

C) “Por trás das praias podem ser vistos veículos 4×4 fazendo o transporte de hóspedes para os lugares mais reservados da ilha.”. (2º parágrafo)

d)

D) “... duas festas enchem a região de visitantes: o Festival de Primavera, realizado em setembro,...”. (4º parágrafo)

e)

E) “Edificações e monumentos com mais de dois séculos de existência, como a Fortaleza do Morro,...”. (5º parágrafo)

13.

Leia o texto abaixo e responda as questões 13 e 14.

 

Lembranças de um velho passado

 

De repente, me vejo observando o semblante de um senhor já talhado pela vida... Ele olha para o céu como se estivesse em busca de palavras. Assim, o senhor Tamir olha para mim e para os meus amigos, como se estivesse vendo seus filhos e netos, e então começa a nos contar suas memórias.

— Ah! Tangará da Serra! Como foi difícil chegar até aqui! — ele falava como se nós fizéssemos parte de sua vida, e continuava:

— Eu e minha família demoramos um dia inteirinho para chegar até aqui, pois no meio do caminho havia uma serra imensa, quase intransponível. E quando chegamos... sabe o que vimos?

Espera por uma resposta e, em meio a tanto silêncio, retoma seu discurso:

— Mato, mato e mato, barro vermelho e mais barro vermelho; crianças brincando eram poucas. Sim, eram, mas elas tinham a verdadeira infância.

Todos nós éramos unidos, tudo o que tínhamos dividíamos uns com os outros, não por obrigação, mas pelo prazer de ajudar. [...] Mas que saudades do ar puro, das festas das comunidades e das pescarias com os “cumpadi”! [...] O clima era dividido em dois: período da seca e período das águas. Como já perceberam, eu gostava do tempo chuvoso, assim como as crianças, por causa da lama e das poças que se formavam nos buracos da rua principal.

De repente, faz-se silêncio e ele avista um passarinho e, alegremente, volta a se lembrar de mais um fato importante na história deste lugar.

— Um passarinho...! Quase me esqueço...! Na minha época, os passarinhos faziam um espetáculo colorido no céu, todos paravam para ver a revoada das mais belas aves: curiós, araras, [...] pardais, rolinhas [...] e um tão especial que, por sua beleza e divino canto, deu nome à nossa amada cidade: tangará. Pena que já não exista mais em nossa região, está extinto. Hoje, a única coisa que posso fazer é lembrar, me emocionar e sentir saudades desse tempo que não volta mais, dos meus amigos que se foram, pioneiros que ajudaram a fazer deste lugar um dos melhores do mundo e que me ajudaram a contar um pouco da história de um povo cheio de sonhos, forte como a pedra que demarca o município e resiste ao tempo. [...]

MELO, Mileny. Lembranças de um velho passado. In: Olimpíadas de Língua Portuguesa: Escrevendo o futuro. 2014. p. 72-73. Disponível em: https://meulink.fit/ykYhLroDwIhVxBV. Acesso em: 19 dez. 2024. Fragmento.

 

  1. 13. Nesse texto, no trecho “... não por obrigação, mas pelo prazer de ajudar.” (6º parágrafo), o termo destacado estabelece uma relação de

 

a)

ADIÇÃO

b)

ALTERNÂNCIA

c)

CONCLUSÃO

d)

CONSEQUÊNCIA

e)

OPOSIÇÃO

14.

Lembranças de um velho passado

 

De repente, me vejo observando o semblante de um senhor já talhado pela vida... Ele olha para o céu como se estivesse em busca de palavras. Assim, o senhor Tamir olha para mim e para os meus amigos, como se estivesse vendo seus filhos e netos, e então começa a nos contar suas memórias.

— Ah! Tangará da Serra! Como foi difícil chegar até aqui! — ele falava como se nós fizéssemos parte de sua vida, e continuava:

— Eu e minha família demoramos um dia inteirinho para chegar até aqui, pois no meio do caminho havia uma serra imensa, quase intransponível. E quando chegamos... sabe o que vimos?

Espera por uma resposta e, em meio a tanto silêncio, retoma seu discurso:

— Mato, mato e mato, barro vermelho e mais barro vermelho; crianças brincando eram poucas. Sim, eram, mas elas tinham a verdadeira infância.

Todos nós éramos unidos, tudo o que tínhamos dividíamos uns com os outros, não por obrigação, mas pelo prazer de ajudar. [...] Mas que saudades do ar puro, das festas das comunidades e das pescarias com os “cumpadi”! [...] O clima era dividido em dois: período da seca e período das águas. Como já perceberam, eu gostava do tempo chuvoso, assim como as crianças, por causa da lama e das poças que se formavam nos buracos da rua principal.

De repente, faz-se silêncio e ele avista um passarinho e, alegremente, volta a se lembrar de mais um fato importante na história deste lugar.

— Um passarinho...! Quase me esqueço...! Na minha época, os passarinhos faziam um espetáculo colorido no céu, todos paravam para ver a revoada das mais belas aves: curiós, araras, [...] pardais, rolinhas [...] e um tão especial que, por sua beleza e divino canto, deu nome à nossa amada cidade: tangará. Pena que já não exista mais em nossa região, está extinto. Hoje, a única coisa que posso fazer é lembrar, me emocionar e sentir saudades desse tempo que não volta mais, dos meus amigos que se foram, pioneiros que ajudaram a fazer deste lugar um dos melhores do mundo e que me ajudaram a contar um pouco da história de um povo cheio de sonhos, forte como a pedra que demarca o município e resiste ao tempo. [...]

MELO, Mileny. Lembranças de um velho passado. In: Olimpíadas de Língua Portuguesa: Escrevendo o futuro. 2014. p. 72-73. Disponível em: https://meulink.fit/ykYhLroDwIhVxBV. Acesso em: 19 dez. 2024. Fragmento.

  1. 14. Esse texto é

a)

UM ARTIGO DE OPINIÃO

b)

UM DIÁRIO DE BORDO

c)

UM RELATO DE VIAGEM

d)

UMA BIOGRAFIA

e)

UMA CRÔNICA

15.

Leia o texto abaixo.

 

O sétimo gato

 

O menino ganhou um gato.

Era um gato muito engraçado.

E o mais engraçado do gato era que ele pensava que fosse francês.

O menino botou o nome de “Bolinha” no gato, mas o gato não atendia quando o chamavam de “Bolinha”. Só atendia quando o chamavam de “Pierre” [...]. E o gato não dizia “Miau”. Dizia “Miu”.

O menino ganhou outro gato, mais engraçado ainda. Este pensava que fosse Alemão. E fez cara feia quando o menino o chamou de “Chuchu”. Podiam chamá-lo de tudo. De “Hans”. De “Rudolf”. [...] Tudo menos “Chuchu”. E o gato não dizia “Miau”. Dizia “Acht”. [...]

O menino ganhou um terceiro gato, ainda mais engraçado. Este pensava que era inglês. Muito elegante, tomava chá em vez de leitinho. [...]

O menino ganhou outro gato, o mais engraçado de todos. Um gato chinês muito carinhoso que vivia se enroscando no pescoço do menino e gostava de se deitar com a barriga para cima, esperando o cafuné.

O gato chinês gostou do nome que o menino lhe deu — “Mimoso”. Mas o gato chinês também não dizia “Miau”, dizia “mmm”.

A quinta gata que o menino ganhou pensava que era Russa. [...]

A sexta gata que o menino ganhou não pensava que era outra coisa, não se incomodou com o nome que recebeu (Kaká) — mas também não dizia “Miau”, dizia algo incompreensível.

O sétimo gato que o menino ganhou, a primeira coisa que fez ao entrar na casa foi dizer “Miau”. O menino pensou que estivesse sonhando. Um gato que dizia “Miau”.

O sétimo gato só teve um trabalhão pra ensinar aos outros que gato falava Miau.

Finalmente os gatos poderiam se entender. Afinal, eram todos gatos.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O sétimo gato. Disponível em: . Acesso em: 7 jul. 2021. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

 

  1. 15. Entende-se desse texto que o menino

 

a)

A) ganhou gatos com personalidades diferentes.

b)

B) não queria ganhar gatos de presentes.

c)

C) não sabia escolher os nomes de seus gatos.

d)

D) preferia ter em casa gatos engraçados.