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WorksheetsCaed 4°Ano
Total questions: 59
Worksheet time: 30mins
João estava empinando pipa no campo quando o vento forte arrebatou a linha. A pipa verde e amarela sumiu atrás das nuvens. Ele correu para casa triste, mas seu avô, vendo sua carinha decepcionada, disse: “Não se preocupe, neto. Amanhã construímos uma nova, ainda mais bonita.” João então entendeu que algumas perdas trazem novas oportunidades.
1. Por que a pipa de João sumiu?
Porque ele a soltou de propósito.
Porque o vento forte a levou.
Porque seu avô a guardou.
Porque ela quebrou sozinha.
João estava empinando pipa no campo quando o vento forte arrebatou a linha. A pipa verde e amarela sumiu atrás das nuvens. Ele correu para casa triste, mas seu avô, vendo sua carinha decepcionada, disse: “Não se preocupe, neto. Amanhã construímos uma nova, ainda mais bonita.” João então entendeu que algumas perdas trazem novas oportunidades.
2. O que o avô propôs a João?
Comprar uma pipa pronta.
Procurar a pipa perdida.
Fazer uma pipa nova juntos.
Esquecer o que aconteceu.
João estava empinando pipa no campo quando o vento forte arrebatou a linha. A pipa verde e amarela sumiu atrás das nuvens. Ele correu para casa triste, mas seu avô, vendo sua carinha decepcionada, disse: “Não se preocupe, neto. Amanhã construímos uma nova, ainda mais bonita.” João então entendeu que algumas perdas trazem novas oportunidades.
Qual foi a lição que João aprendeu?
Que pipas são perigosas.
Que vento forte é ruim.
Que perdas podem trazer novas chances.
Que avôs sempre consertam tudo.
João estava empinando pipa no campo quando o vento forte arrebatou a linha. A pipa verde e amarela sumiu atrás das nuvens. Ele correu para casa triste, mas seu avô, vendo sua carinha decepcionada, disse: “Não se preocupe, neto. Amanhã construímos uma nova, ainda mais bonita.” João então entendeu que algumas perdas trazem novas oportunidades.
A palavra “arrebatou” (linha 2) significa, nesse texto:
Consertou.
Coloriu.
Puxou com força.
Escondeu.
Havia uma mangueira no quintal da escola que dava frutos doces todos os anos. As crianças esperavam ansiosamente pela época da colheita. Um dia, uma tempestade quebrou seu maior galho. Todos acharam que a árvore não sobreviveria, mas, na primavera, ela floresceu mais forte, e as mangas pareciam ainda mais saborosas.
O que a mangueira fornecia às crianças?
Sombras para brincar.
Mangas doces.
Flores para enfeitar.
Galhos para escalar.
Havia uma mangueira no quintal da escola que dava frutos doces todos os anos. As crianças esperavam ansiosamente pela época da colheita. Um dia, uma tempestade quebrou seu maior galho. Todos acharam que a árvore não sobreviveria, mas, na primavera, ela floresceu mais forte, e as mangas pareciam ainda mais saborosas.
O que aconteceu com a árvore durante a tempestade?
Ela foi transplantada.
Seu maior galho quebrou.
Ela perdeu todas as folhas.
Seus frutos caíram verdes.
Havia uma mangueira no quintal da escola que dava frutos doces todos os anos. As crianças esperavam ansiosamente pela época da colheita. Um dia, uma tempestade quebrou seu maior galho. Todos acharam que a árvore não sobreviveria, mas, na primavera, ela floresceu mais forte, e as mangas pareciam ainda mais saborosas.
O que a história sugere sobre a mangueira?
Ela era resistente e generosa.
Ela não gostava de tempestades.
Ela precisava de cuidados especiais.
Ela era a única árvore do quintal.
Havia uma mangueira no quintal da escola que dava frutos doces todos os anos. As crianças esperavam ansiosamente pela época da colheita. Um dia, uma tempestade quebrou seu maior galho. Todos acharam que a árvore não sobreviveria, mas, na primavera, ela floresceu mais forte, e as mangas pareciam ainda mais saborosas.
A expressão “floresceu mais forte” significa que a árvore:
Morreu depois da tempestade.
Cresceu com mais vigor.
Deu menos frutos que antes.
Ficou mais fraca.
Maria ganhou um diário com cadeado de sua tia. Todas as noites, antes de dormir, ela escrevia sobre seu dia: os segredos, os medos e as alegrias. Um dia, seu irmão mais novo tentou abri-lo, mas não conseguiu. Maria explicou que aquele era um espaço só seu, e ele entendeu que cada um precisa de seu cantinho.
Qual era o objeto especial de Maria?
Uma chave.
Um diário com cadeado.
Um livro de histórias.
Um álbum de fotos.
Maria ganhou um diário com cadeado de sua tia. Todas as noites, antes de dormir, ela escrevia sobre seu dia: os segredos, os medos e as alegrias. Um dia, seu irmão mais novo tentou abri-lo, mas não conseguiu. Maria explicou que aquele era um espaço só seu, e ele entendeu que cada um precisa de seu cantinho.
O que Maria escrevia no diário?
Receitas culinárias.
Listas de compras.
Seus sentimentos e experiências.
Lições da escola.
Maria ganhou um diário com cadeado de sua tia. Todas as noites, antes de dormir, ela escrevia sobre seu dia: os segredos, os medos e as alegrias. Um dia, seu irmão mais novo tentou abri-lo, mas não conseguiu. Maria explicou que aquele era um espaço só seu, e ele entendeu que cada um precisa de seu cantinho.
O que o irmão de Maria tentou fazer?
Esconder o diário.
Abrir o diário sem permissão.
Comprar um diário igual.
Escrever no diário.
Maria ganhou um diário com cadeado de sua tia. Todas as noites, antes de dormir, ela escrevia sobre seu dia: os segredos, os medos e as alegrias. Um dia, seu irmão mais novo tentou abri-lo, mas não conseguiu. Maria explicou que aquele era um espaço só seu, e ele entendeu que cada um precisa de seu cantinho.
Qual foi a lição que o irmão aprendeu?
Que diários são chatos.
Que cadeados são frágeis.
Que todos precisam de privacidade.
Que não se deve escrever à noite.
Pedro adorava inventar coisas. Certa vez, criou um “apanhador de sonhos” com galhos, linhas e pedras coloridas. Ele pendurou sobre a cama e disse à irmã que o objeto capturava pesadelos e deixava apenas bons sonhos passarem. Sua irmã riu, mas na manhã seguinte agradeceu: havia dormido profundamente.
Qual era o objetivo da invenção de Pedro?
Proteger o sono dos pesadelos.
Decorar o quarto.
Assustar sua irmã.
Prender insetos.
Pedro adorava inventar coisas. Certa vez, criou um “apanhador de sonhos” com galhos, linhas e pedras coloridas. Ele pendurou sobre a cama e disse à irmã que o objeto capturava pesadelos e deixava apenas bons sonhos passarem. Sua irmã riu, mas na manhã seguinte agradeceu: havia dormido profundamente.
Por que a irmã de Pedro riu no início?
Porque a invenção era feia.
Porque Pedro inventava sempre a mesma coisa.
Porque não acreditou na função do objeto.
Porque queria um igual.
Pedro adorava inventar coisas. Certa vez, criou um “apanhador de sonhos” com galhos, linhas e pedras coloridas. Ele pendurou sobre a cama e disse à irmã que o objeto capturava pesadelos e deixava apenas bons sonhos passarem. Sua irmã riu, mas na manhã seguinte agradeceu: havia dormido profundamente.
O que o texto sugere sobre a relação entre Pedro e sua irmã?
Eles brigavam constantemente.
Havia afeto e confiança entre eles.
A irmã não gostava das invenções dele.
Pedro queria assustá-la.
A biblioteca da cidade era antiga e cheia de livros empoeirados. Lara, que amava ler, descobriu um livro de contos esquecido numa prateleira alta. Ao lê-lo, teve a ideia de organizar um clube de leitura com os amigos. Aos poucos, a biblioteca voltou a ser um lugar vivo e frequentado.
O que Lara encontrou na biblioteca?
Um diário antigo.
Um livro de contos esquecido.
Um mapa do tesouro.
Uma chave misteriosa.
A biblioteca da cidade era antiga e cheia de livros empoeirados. Lara, que amava ler, descobriu um livro de contos esquecido numa prateleira alta. Ao lê-lo, teve a ideia de organizar um clube de leitura com os amigos. Aos poucos, a biblioteca voltou a ser um lugar vivo e frequentado.
O que ela decidiu fazer depois de ler o livro?
Doar todos os livros.
Criar um clube de leitura.
Fechar a biblioteca.
Esconder o livro.
A biblioteca da cidade era antiga e cheia de livros empoeirados. Lara, que amava ler, descobriu um livro de contos esquecido numa prateleira alta. Ao lê-lo, teve a ideia de organizar um clube de leitura com os amigos. Aos poucos, a biblioteca voltou a ser um lugar vivo e frequentado.
Qual foi o resultado da atitude de Lara?
A biblioteca foi reformada.
A biblioteca voltou a ser frequentada.
Os livros foram todos digitalizados.
O livro foi vendido.
A biblioteca da cidade era antiga e cheia de livros empoeirados. Lara, que amava ler, descobriu um livro de contos esquecido numa prateleira alta. Ao lê-lo, teve a ideia de organizar um clube de leitura com os amigos. Aos poucos, a biblioteca voltou a ser um lugar vivo e frequentado.
A palavra “empoeirados” indica que os livros estavam:
Novos.
Cobertos de poeira.
Molhados.
Coloridos.
Sr. Alberto era um pintor que morava sozinho e raramente falava. Suas pinturas, no entanto, mostravam paisagens tão vivas que as pessoas sentiam como se estivessem dentro delas. Um dia, uma criança perguntou: “Por que o senhor não pinta pessoas?”. Ele sorriu e respondeu: “Porque a natureza já tem alma suficiente.”
Como o Sr. Alberto se comunicava melhor?
Através de palavras.
Por meio de suas pinturas.
Usando gestos.
Escrevendo cartas.
Sr. Alberto era um pintor que morava sozinho e raramente falava. Suas pinturas, no entanto, mostravam paisagens tão vivas que as pessoas sentiam como se estivessem dentro delas. Um dia, uma criança perguntou: “Por que o senhor não pinta pessoas?”. Ele sorriu e respondeu: “Porque a natureza já tem alma suficiente.”
O que as pessoas sentiam ao ver suas obras?
Tédio.
Medo.
Imersão na paisagem.
Confusão.
Sr. Alberto era um pintor que morava sozinho e raramente falava. Suas pinturas, no entanto, mostravam paisagens tão vivas que as pessoas sentiam como se estivessem dentro delas. Um dia, uma criança perguntou: “Por que o senhor não pinta pessoas?”. Ele sorriu e respondeu: “Porque a natureza já tem alma suficiente.”
Por que ele não pintava pessoas?
Porque não sabia desenhá-las.
Porque acreditava que a natureza tinha muita vida.
Porque as pessoas não gostavam.
Porque preferia retratos.
Sr. Alberto era um pintor que morava sozinho e raramente falava. Suas pinturas, no entanto, mostravam paisagens tão vivas que as pessoas sentiam como se estivessem dentro delas. Um dia, uma criança perguntou: “Por que o senhor não pinta pessoas?”. Ele sorriu e respondeu: “Porque a natureza já tem alma suficiente.”
A palavra “alma” no texto se refere:
Ao espírito das pessoas.
À essência ou vida própria da natureza.
A um fantasma.
A um sentimento de tristeza.
Uma semente de girassol foi plantada num canto esquecido do jardim. Sem muita luz ou água, ela lutou para crescer. Quando finalmente brotou, era pequena e franzina. Mas, ao contrário dos outros girassóis, ela se voltava não apenas para o sol, mas também para a casa, como se agradecesse o cuidado.
Onde a semente foi plantada?
Num vaso na varanda.
Num canto esquecido do jardim.
No meio da horta.
Dentro de casa.
Uma semente de girassol foi plantada num canto esquecido do jardim. Sem muita luz ou água, ela lutou para crescer. Quando finalmente brotou, era pequena e franzina. Mas, ao contrário dos outros girassóis, ela se voltava não apenas para o sol, mas também para a casa, como se agradecesse o cuidado.
Como era a planta quando brotou?
Forte e viçosa.
Pequena e franzina.
Cheia de flores.
Igual às outras.
Uma semente de girassol foi plantada num canto esquecido do jardim. Sem muita luz ou água, ela lutou para crescer. Quando finalmente brotou, era pequena e franzina. Mas, ao contrário dos outros girassóis, ela se voltava não apenas para o sol, mas também para a casa, como se agradecesse o cuidado.
O que havia de diferente nesse girassol?
Suas flores eram azuis.
Ele se voltava também para a casa.
Ele não seguia o sol.
Ele não dava sementes.
Uma semente de girassol foi plantada num canto esquecido do jardim. Sem muita luz ou água, ela lutou para crescer. Quando finalmente brotou, era pequena e franzina. Mas, ao contrário dos outros girassóis, ela se voltava não apenas para o sol, mas também para a casa, como se agradecesse o cuidado.
O gesto do girassol sugere:
Reconhecimento pelo cuidado recebido.
Medo do sol.
Desorientação.
Fraqueza.
Toda vez que a lua cheia aparecia, os animais da floresta se reuniam para uma festa silenciosa. Eles não usavam palavras, mas entendiam-se perfeitamente. Certa vez, um filhote de coruja perguntou por que não cantavam como os pássaros de dia. A raposa sábia respondeu: “A noite tem sua própria música.”
O que os animais faziam na lua cheia?
Dormiam profundamente.
Faziam uma festa silenciosa.
Fugiam dos predadores.
Caçavam juntos.
Toda vez que a lua cheia aparecia, os animais da floresta se reuniam para uma festa silenciosa. Eles não usavam palavras, mas entendiam-se perfeitamente. Certa vez, um filhote de coruja perguntou por que não cantavam como os pássaros de dia. A raposa sábia respondeu: “A noite tem sua própria música.”
Como eles se comunicavam?
Por gestos.
Por entendimento mútuo.
Por cantos.
Por escritas na areia.
Toda vez que a lua cheia aparecia, os animais da floresta se reuniam para uma festa silenciosa. Eles não usavam palavras, mas entendiam-se perfeitamente. Certa vez, um filhote de coruja perguntou por que não cantavam como os pássaros de dia. A raposa sábia respondeu: “A noite tem sua própria música.”
O que a raposa quis dizer com “a noite tem sua própria música”?
Que à noite os animais cantam.
Que a noite tem sons e sentidos diferentes.
Que a música diurna é melhor.
Que o silêncio é ruim.
Toda vez que a lua cheia aparecia, os animais da floresta se reuniam para uma festa silenciosa. Eles não usavam palavras, mas entendiam-se perfeitamente. Certa vez, um filhote de coruja perguntou por que não cantavam como os pássaros de dia. A raposa sábia respondeu: “A noite tem sua própria música.”
A palavra “sábia” indica que a raposa era:
Velha.
Rápida.
Inteligente e experiente.
Tímida.
André achou um papel amarelado no sótão da casa da avó. Nele, um mapa levava a um “tesouro” no quintal. Cavou um pouco e encontrou uma caixa com fotos antigas e uma carta do bisavô, contando histórias da família. O verdadeiro tesouro era a memória.
O que André encontrou no sótão?
Uma moeda rara.
Um mapa antigo.
Um livro de histórias.
Um brinquedo quebrado.
André achou um papel amarelado no sótão da casa da avó. Nele, um mapa levava a um “tesouro” no quintal. Cavou um pouco e encontrou uma caixa com fotos antigas e uma carta do bisavô, contando histórias da família. O verdadeiro tesouro era a memória.
O que havia no “tesouro”?
Joias e ouro.
Fotos e uma carta.
Doces e chocolates.
Ferramentas.
André achou um papel amarelado no sótão da casa da avó. Nele, um mapa levava a um “tesouro” no quintal. Cavou um pouco e encontrou uma caixa com fotos antigas e uma carta do bisavô, contando histórias da família. O verdadeiro tesouro era a memória.
De acordo com o texto, qual era o verdadeiro tesouro?
O quintal.
A caixa.
A história da família.
O papel amarelado.
André achou um papel amarelado no sótão da casa da avó. Nele, um mapa levava a um “tesouro” no quintal. Cavou um pouco e encontrou uma caixa com fotos antigas e uma carta do bisavô, contando histórias da família. O verdadeiro tesouro era a memória.
A palavra “amarelado” sugere que o papel era:
Novo.
Antigo.
Molhado.
Colorido.
Clara ganhou de seu avô um relógio antigo que, misteriosamente, andava para trás. Em vez de se irritar, ela gostou: quando estava triste, o relógio retrocedia e ela sentia que tinha mais tempo para ser feliz. Seu avô disse: “Algumas coisas nos lembram que o tempo é relativo.”
O que havia de especial no relógio?
Ele não marcava horas.
Ele andava para trás.
Ele brilhava no escuro.
Ele tocava músicas.
Clara ganhou de seu avô um relógio antigo que, misteriosamente, andava para trás. Em vez de se irritar, ela gostou: quando estava triste, o relógio retrocedia e ela sentia que tinha mais tempo para ser feliz. Seu avô disse: “Algumas coisas nos lembram que o tempo é relativo.”
Como Clara se sentia em relação ao relógio?
Com medo.
Irritada.
Fascinada.
Indiferente.
Clara ganhou de seu avô um relógio antigo que, misteriosamente, andava para trás. Em vez de se irritar, ela gostou: quando estava triste, o relógio retrocedia e ela sentia que tinha mais tempo para ser feliz. Seu avô disse: “Algumas coisas nos lembram que o tempo é relativo.”
O que o avô quis dizer com “o tempo é relativo”?
Que o tempo pode ser sentido de formas diferentes.
Que relógios sempre atrasam.
Que o tempo passa rápido.
Que horas são sempre iguais.
Clara ganhou de seu avô um relógio antigo que, misteriosamente, andava para trás. Em vez de se irritar, ela gostou: quando estava triste, o relógio retrocedia e ela sentia que tinha mais tempo para ser feliz. Seu avô disse: “Algumas coisas nos lembram que o tempo é relativo.”
A palavra “retrocedia” significa:
Parar.
Voltar.
Avançar.
Girar.
Toda manhã, Lina sentava à beira do rio e conversava com a água, como se fosse uma amiga. Um dia, o rio poluiu e ela chorou. Então, mobilizou a comunidade para limpá-lo. Quando o rio voltou a correr limpo, Lina entendeu que amizade também é cuidar.
O que Lina fazia todas as manhãs?
Pescar.
Conversar com o rio.
Nadar.
Coletar pedras.
Toda manhã, Lina sentava à beira do rio e conversava com a água, como se fosse uma amiga. Um dia, o rio poluiu e ela chorou. Então, mobilizou a comunidade para limpá-lo. Quando o rio voltou a correr limpo, Lina entendeu que amizade também é cuidar.
Por que o rio ficou poluído?
Por causa da seca.
Porque Lina o sujou.
O texto não diz explicitamente.
Porque os peixes morreram.
Toda manhã, Lina sentava à beira do rio e conversava com a água, como se fosse uma amiga. Um dia, o rio poluiu e ela chorou. Então, mobilizou a comunidade para limpá-lo. Quando o rio voltou a correr limpo, Lina entendeu que amizade também é cuidar.
O que Lina fez quando o rio poluiu?
Mudou-se dali.
Envolveu a comunidade para limpá-lo.
Parou de visitá-lo.
Esqueceu o ocorrido.
Toda manhã, Lina sentava à beira do rio e conversava com a água, como se fosse uma amiga. Um dia, o rio poluiu e ela chorou. Então, mobilizou a comunidade para limpá-lo. Quando o rio voltou a correr limpo, Lina entendeu que amizade também é cuidar.
Qual foi a lição que ela aprendeu?
Que rios são perigosos.
Que cuidar é um gesto de amizade.
Que poluição não tem solução.
Que comunidade não ajuda.
Todas as noites, um grilo cantava do lado de fora da janela de Sofia. Ela reclamava do barulho, até que o grilo desapareceu. A noite ficou silenciosa demais, e Sofia sentiu falta daquela companhia sonora. Percebeu que, às vezes, só damos valor às coisas quando as perdemos.
O que o grilo fazia todas as noites?
Entrava no quarto de Sofia.
Cantava perto da janela.
Comia as plantas do jardim.
Dormia sob as folhas.
Todas as noites, um grilo cantava do lado de fora da janela de Sofia. Ela reclamava do barulho, até que o grilo desapareceu. A noite ficou silenciosa demais, e Sofia sentiu falta daquela companhia sonora. Percebeu que, às vezes, só damos valor às coisas quando as perdemos.
Como Sofia se sentiu quando o grilo sumiu?
Aliviada.
Saudosa.
Indiferente.
Assustada.
Todas as noites, um grilo cantava do lado de fora da janela de Sofia. Ela reclamava do barulho, até que o grilo desapareceu. A noite ficou silenciosa demais, e Sofia sentiu falta daquela companhia sonora. Percebeu que, às vezes, só damos valor às coisas quando as perdemos.
O que ela entendeu com o sumiço do grilo?
Que grilos são irritantes.
Que valorizamos coisas somente ao perdê-las.
Que silêncio é melhor.
Que grilos voltam sempre.
Todas as noites, um grilo cantava do lado de fora da janela de Sofia. Ela reclamava do barulho, até que o grilo desapareceu. A noite ficou silenciosa demais, e Sofia sentiu falta daquela companhia sonora. Percebeu que, às vezes, só damos valor às coisas quando as perdemos.
A expressão “companhia sonora” refere-se:
A um rádio.
Ao canto do grilo.
A um amigo imaginário.
A uma música.
Entre duas aldeias, havia um vale profundo. Diziam que uma ponte invisível existia, mas só poderia ser vista por quem acreditava nela. Um menino, sem medo, atravessou o vale como se estivesse andando no ar. Os adultos, incrédulos, nunca conseguiram.
O que separava as duas aldeias?
Um rio.
Um vale profundo.
Uma floresta.
Uma montanha.
Entre duas aldeias, havia um vale profundo. Diziam que uma ponte invisível existia, mas só poderia ser vista por quem acreditava nela. Um menino, sem medo, atravessou o vale como se estivesse andando no ar. Os adultos, incrédulos, nunca conseguiram.
Qual era a condição para ver a ponte?
Ser adulto.
Acreditar nela.
Ter coragem.
Conhecer o segredo.
Entre duas aldeias, havia um vale profundo. Diziam que uma ponte invisível existia, mas só poderia ser vista por quem acreditava nela. Um menino, sem medo, atravessou o vale como se estivesse andando no ar. Os adultos, incrédulos, nunca conseguiram.
Por que o menino conseguiu atravessar?
Porque ele acreditava.
Porque ele era leve.
Porque ele era rápido.
Porque ele era pequeno.
Entre duas aldeias, havia um vale profundo. Diziam que uma ponte invisível existia, mas só poderia ser vista por quem acreditava nela. Um menino, sem medo, atravessou o vale como se estivesse andando no ar. Os adultos, incrédulos, nunca conseguiram.
O que o texto sugere sobre a fé?
Ela pode tornar possível o que parece impossível.
Ela é perigosa.
Só crianças têm fé.
Adultos não precisam de fé.
No sótão, Júlia encontrou um espelho antigo da avó. Ao se olhar, viu por um instante o reflexo de uma menina de vestido antigo — era a avó na infância. Sua mãe explicou: “Esse espelho guarda memórias. Quem sabe olhar, vê o passado.”
Onde Júlia encontrou o espelho?
No quarto da avó.
No sótão.
Na sala.
No jardim.
No sótão, Júlia encontrou um espelho antigo da avó. Ao se olhar, viu por um instante o reflexo de uma menina de vestido antigo — era a avó na infância. Sua mãe explicou: “Esse espelho guarda memórias. Quem sabe olhar, vê o passado.”
O que Júlia viu no espelho?
Seu futuro.
O reflexo da avó criança.
Um fantasma.
Outra menina desconhecida.
No sótão, Júlia encontrou um espelho antigo da avó. Ao se olhar, viu por um instante o reflexo de uma menina de vestido antigo — era a avó na infância. Sua mãe explicou: “Esse espelho guarda memórias. Quem sabe olhar, vê o passado.”
De acordo com a mãe, o que o espelho guardava?
Pó.
Memórias.
Segredos.
Riquezas.
No sótão, Júlia encontrou um espelho antigo da avó. Ao se olhar, viu por um instante o reflexo de uma menina de vestido antigo — era a avó na infância. Sua mãe explicou: “Esse espelho guarda memórias. Quem sabe olhar, vê o passado.”
A palavra “reflexo” no texto se refere:
À luz do sol.
À imagem espelhada.
A um pensamento.
A um flash.
Em um mundo cinza, uma menina guardava a última semente verde. Todos diziam que era inútil plantá-la, mas ela regou e cuidou com esperança. Anos depois, uma árvore gigantesca cresceu, trazendo de volta cores e vida ao lugar. A menina soube que pequenos gestos podem mudar o mundo.
O que a menina guardava?
Uma pedra rara.
A última semente verde.
Um livro antigo.
Um pássaro ferido.
Em um mundo cinza, uma menina guardava a última semente verde. Todos diziam que era inútil plantá-la, mas ela regou e cuidou com esperança. Anos depois, uma árvore gigantesca cresceu, trazendo de volta cores e vida ao lugar. A menina soube que pequenos gestos podem mudar o mundo.
O que as pessoas diziam sobre a semente?
Que era mágica.
Que era inútil plantá-la.
Que daria frutos venenosos.
Que cresceria rápido.
Em um mundo cinza, uma menina guardava a última semente verde. Todos diziam que era inútil plantá-la, mas ela regou e cuidou com esperança. Anos depois, uma árvore gigantesca cresceu, trazendo de volta cores e vida ao lugar. A menina soube que pequenos gestos podem mudar o mundo.
O que aconteceu depois que a árvore cresceu?
A menina se mudou.
O mundo recuperou cores e vida.
As pessoas cortaram a árvore.
A semente se multiplicou sozinha.
Em um mundo cinza, uma menina guardava a última semente verde. Todos diziam que era inútil plantá-la, mas ela regou e cuidou com esperança. Anos depois, uma árvore gigantesca cresceu, trazendo de volta cores e vida ao lugar. A menina soube que pequenos gestos podem mudar o mundo.
Qual foi a mensagem principal do texto?
Pequenas ações podem ter grandes consequências.
Sementes são frágeis.
O mundo é cinza.
Árvores crescem devagar.
