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Simulado - SAEPE

Total questions: 13

Worksheet time: 13mins

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1.

Leia os textos abaixo. Antena de celular faz mal à saúde? Texto 1 A exposição permanente às radiações eletromagnéticas pode causar cefaleia, insônia e até alterações cardiovasculares. A Organização Mundial da Saúde ainda não declarou qual a distância prudente entre uma casa e uma torre de telefonia celular, mas órgãos ambientalistas adotam 300 m como uma medida segura. José Carlos Virtuoso, professor de engenharia ambiental Texto 2 Não há comprovação de que a radiação das antenas de telefonia celular cause dano à saúde. A única evidência se refere à tolerância humana aos níveis de radiação eletromagnética. O problema é que não há uma fiscalização dos órgãos competentes sobre esses níveis, produzidos também por outras fontes, como antenas de rádio e TV. Adroaldo Raizer, professor de eletromagnetismo.

Nesses dois textos, as opiniões emitidas pelos professores são

a)

complementares.

b)

divergentes.

c)

iguais.

d)

inconsistentes.

e)

semelhantes.

2.

Leia o texto abaixo. [Imagem de um homem cortando árvores e empilhando moedas, com árvores derrubadas ao fundo]

Esse texto demonstra uma crítica

a)

à desvalorização da moeda.

b)

à distribuição de renda no país.

c)

à poluição do meio ambiente.

d)

ao desenvolvimento econômico.

e)

ao lucro da exploração ambiental.

3.

Leia o texto abaixo. Maneira de amar O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza. Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.
O conflito dessa narrativa se inicia com

a)

a antipatia do girassol pelo jardineiro.

b)

a ausência de comentários das outras flores.

c)

a recusa do girassol em voltar-se para a luz.

d)

o diálogo do jardineiro com as flores.

e)

o relacionamento entre o gerânio e o jardineiro.

4.

Leia o texto abaixo.
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza. Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.

Nesse texto, o fragmento que expressa a possível causa da antipatia do girassol pelo jardineiro é:

a)

A) “Passava manhãs contando coisas...”.

b)

B) “... porque não fosse homem bonito,...”.

c)

C) “... o jardineiro tentava captar-lhe as graças,...”.

d)

D) “... para não ver o rosto que lhe sorria.”.

e)

E) “... que as outras flores não comentavam.”.

5.

Leia o texto abaixo.
Maneira de amar

O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza. Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.

Nesse texto, no trecho “... escutando o que lhe confiava um gerânio.”, o pronome destacado refere-se

a)

ao jardineiro.

b)

à cravina.

c)

ao girassol.

d)

à natureza.

e)

à terra.

6.

Leia o texto abaixo.
Museu em Recife é eleito o melhor da América Latina
O Brasil tem dois museus entre os 25 melhores do mundo, de acordo com o ranking Travelers’ Choice Museums 2014 [...]. O Instituto Ricardo Brennand, de Recife, ficou em 17º lugar, duas casas à frente do Louvre, de Paris. Já o Inhotim, de Brumadinho (Minas Gerais), conquistou a 23º posição. No primeiro lugar da seleção mundial, está o Art Institute of Chicago, dos Estados Unidos, fundado em 1879, hoje com quase 300 mil obras. O ranking foi elaborado com base nas avaliações feitas pelos mais de 280 milhões de usuários do site a respeito dos 509 museus classificados. Para chegar à lista final, foi usado um algoritmo que relacionou o número e a qualidade de avaliações feitas durante um ano. A versão da América do Sul do ranking teve participação massiva dos museus brasileiros, com 12 representantes em 25. [...].

De acordo com esse texto, onde está localizado o melhor museu do mundo eleito em 2014?


a)

Brumadinho.

b)

Estados Unidos.

c)

Paris.

d)

Recife.

e)

São Paulo.

7.

Leia o texto abaixo. Um grau a mais de qualidade de vida Graças à tecnologia, as cirurgias de catarata têm hoje resultados altamente satisfatórios. Pacientes que já passaram pela operação e ficaram com grau residual na visão podem “zerar” o problema com uma nova técnica, que consiste na implantação de lentes especiais. Elas são inseridas sobre as previamente existentes, que fazem o papel do cristalino danificado. Trata-se de upgrade, eliminando a necessidade de óculos. “A medicina foi em busca de uma solução apropriada para aqueles que implantaram originalmente lentes monofocais e que agora gostariam de obter mais qualidade de vida e independência do uso de óculos”, observa o oftalmologista Celso Boianovsky, especialista em catarata. Pacientes com lentes multifocais dispensam a correção.

O assunto abordado nesse texto é

a)

a qualidade de vida de pacientes que fazem tratamento oftalmológico.

b)

a utilização de lentes especiais para a correção da visão.

c)

o grau residual na visão de pacientes que passaram por cirurgia.

d)

os problemas da implantação de lentes monofocais em pacientes.

e)

os resultados obtidos pelas novas cirurgias de catarata.

8.

Leia o texto abaixo.
Um grau a mais de qualidade de vida
Graças à tecnologia, as cirurgias de catarata têm hoje resultados altamente satisfatórios. Pacientes que já passaram pela operação e ficaram com grau residual na visão podem “zerar” o problema com uma nova técnica, que consiste na implantação de lentes especiais. Elas são inseridas sobre as previamente existentes, que fazem o papel do cristalino danificado. Trata-se de upgrade, eliminando a necessidade de óculos. “A medicina foi em busca de uma solução apropriada para aqueles que implantaram originalmente lentes monofocais e que agora gostariam de obter mais qualidade de vida e independência do uso de óculos”, observa o oftalmologista Celso Boianovsky, especialista em catarata. Pacientes com lentes multifocais dispensam a correção.

O objetivo desse texto é

a)

dar uma informação.

b)

descrever um experimento.

c)

ensinar um procedimento.

d)

fazer uma crítica.

e)

relatar um fato.

9.

A resposta dada pela menina no segundo quadrinho indica que ela está

a)

contrariada.

b)

convicta.

c)

decepcionada.

d)

indiferente.

e)

perplexa.

10.


O humor desse texto está centrado

a)

na ênfase da menina ao responder no segundo quadrinho.

b)

na expressão do menino no último quadrinho.

c)

na interpretação feita pela menina sobre a palavra acredita.

d)

no fato de a menina achar os duendes brincalhões.

e)

no tema da pesquisa realizada pelo menino.

11.

Leia o texto abaixo.
Mito grego de amor entre Eros e Psiquê é recontado em livro infantil

Há muito tempo, um escritor latino chamado Apuleio escreveu sobre o amor entre uma bela mortal chamada Psiquê e Eros, o deus do amor. Ao longo dos anos, a narrativa já foi encenada no teatro, já foi transformada em esculturas e pinturas. Em 2010, ano em que comemora 30 anos de carreira, a escritora e ilustradora mineira Angela Lago, colocou a história dentro das páginas de um livro infantil que acaba de lançar. No livro, tudo começa porque Psiquê, uma princesa tão linda, “que é impossível pintar ou descrever”, era admirada por pessoas de todo o mundo. Muitos vinham de longe apenas para vê-la. Um dia, Afrodite, a deusa da beleza, teve ciúmes da menina tão bela e mandou que seu filho Eros, o deus do amor, fizesse com que Psiquê se apaixonasse pelo mais terrível dos seres. Mas assim que Eros vê a bela menina, sabem o que acontece? Ele se apaixona por ela e a partir daí muitas coisas vão acontecer para que eles possam ficar juntos. Logo na primeira página do livro, o convite à leitura é irrecusável: “Essa história é de encantamento. Traz vida longa e boa sorte a todos que a escutam ou a leem”. Depois dessa deliciosa profecia, o que fazer senão caminhar página a página? A viagem vale a pena.

Nesse texto, em relação à história de Eros e Psiquê, o clímax da narrativa ocorre quando

a)

a deusa Afrodite fica enciumada da beleza de Psiquê.

b)

a fama da beleza de Psiquê se espalha por todo o mundo.

c)

a princesa Psiquê e Eros conseguem eternizar seu amor.

d)

Eros fica apaixonado ao ver pela primeira vez a princesa Psiquê.

e)

Eros tenta fazer a princesa se apaixonar por um ser horrendo.

12.

Leia o texto abaixo.
Mito grego de amor entre Eros e Psiquê é recontado em livro infantil

Há muito tempo, um escritor latino chamado Apuleio escreveu sobre o amor entre uma bela mortal chamada Psiquê e Eros, o deus do amor. Ao longo dos anos, a narrativa já foi encenada no teatro, já foi transformada em esculturas e pinturas. Em 2010, ano em que comemora 30 anos de carreira, a escritora e ilustradora mineira Angela Lago, colocou a história dentro das páginas de um livro infantil que acaba de lançar. No livro, tudo começa porque Psiquê, uma princesa tão linda, “que é impossível pintar ou descrever”, era admirada por pessoas de todo o mundo. Muitos vinham de longe apenas para vê-la. Um dia, Afrodite, a deusa da beleza, teve ciúmes da menina tão bela e mandou que seu filho Eros, o deus do amor, fizesse com que Psiquê se apaixonasse pelo mais terrível dos seres. Mas assim que Eros vê a bela menina, sabem o que acontece? Ele se apaixona por ela e a partir daí muitas coisas vão acontecer para que eles possam ficar juntos. Logo na primeira página do livro, o convite à leitura é irrecusável: “Essa história é de encantamento. Traz vida longa e boa sorte a todos que a escutam ou a leem”. Depois dessa deliciosa profecia, o que fazer senão caminhar página a página? A viagem vale a pena.

No trecho “Essa história é de encantamento. Traz vida longa e boa sorte a todos que a escutam ou a leem” (l. 12-13), o uso das aspas marca

a)

um diálogo direto com o leitor.

b)

um reforço de uma opinião.

c)

uma citação literal de um trecho do livro.

d)

uma crítica ao enredo da obra.

e)

uma ironia em relação ao tipo de história.

13.

Leia o texto abaixo.
Mal-estar de um anjo

Ao sair do edifício, o inesperado me tomou. O que antes fora apenas chuva na vidraça, abafado de cortina e aconchego, era na rua a tempestade e a noite. Tudo isso se fizera enquanto eu descera pelo elevador? Dilúvio carioca, sem refúgio possível. Copacabana com água entrando pelas lojas rasas e fechadas, águas grossas de lama até o meio da perna, o pé tateando para encontrar calçadas invisíveis. Até movimento de maré já tinha, onde se juntasse o bastante de água começava a atuar a secreta influência da Lua: já havia fluxo e refluxo da maré. E o pior era o temor ancestral gravado na carne: estou sem abrigo, o mundo me expulsou para o próprio mundo, e eu que só caibo numa casa e nunca mais terei casa na vida, esse vestido ensopado sou eu, os cabelos escorridos nunca secarão, e sei que não serei dos escolhidos para a Arca, pois já selecionaram o melhor casal de minha espécie. LISPECTOR, Clarice.

Nesse texto, há uma opinião do narrador em:

a)

A) “Ao sair do edifício, o inesperado me tomou..” (l. 1)

b)

B) “O que antes fora apenas chuva na vidraça,...” (l. 1)

c)

C) “Copacabana com água entrando pelas lojas rasas...”. (l. 3-4)

d)

D) “... águas grossas de lama até o meio da perna,...” (l. 4-5)

e)

E) “E o pior era o temor ancestral gravado na carne:...”. (l. 7-8)