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Interpretação textual

Total questions: 16

Worksheet time: 48mins

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1.

Leia os textos:

Texto 01

Piscina natural no Morro do Moreno vira atração no ES Local tem sido descoberto por moradores da Grande Vitória no calor. A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, no Morro do Moreno, em Vila Velha, virou atração durante o calor no Espírito Santo. O local, antes pouco visitado, foi divulgado em uma página que mostra os pontos turísticos do estado nas redes sociais. Depois da publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória. Nem mesmo os moradores de Vila Velha e frequentadores antigos da formação de pedra que cerca o local conheciam o pequeno recanto. É o caso do administrador Deverson Daltio, que costuma passear de bicicleta e fazer caminhadas com a amiga Joseane de Carvalho bem pertinho da piscina. “A gente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina. Vimos que é um lugar maravilhoso para relaxar, fazer fotos, então viemos descobrir. Estamos adorando”, disse Deverson. As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina. As duas também já conheciam o Farol de Santa Luzia e o Morro do Moreno, mas a piscina natural foi uma surpresa. Enquanto a maré estiver alta, o local pode ser curtido para banhos. A água cristalina e a vista para a Terceira Ponte fizeram sucesso entre os moradores e turistas. [...] Disponível em: . Acesso em: 12 jan. 2016. Fragmento.

Texto 02

Ecoturismo na Rota do Caparaó é a dica para o fim de semana no Espírito Santo O fim de semana se aproxima e a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) indica o Parque Nacional do Caparaó, que abriga o Pico da Bandeira, como opção para os adeptos do ecoturismo. O Pico da Bandeira é o terceiro ponto mais alto do país, com 2 890 metros de altitude. O parque que abriga o pico situa-se na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais e tem 70% de sua extensão em território capixaba. A entrada principal do parque localiza-se no município de Dores do Rio Preto, ao Sul do Espírito Santo. O relevo favorece a formação de quedas d’água, sendo as mais conhecidas a Cachoeira Bonita, com 80 metros de altura, e o Vale Verde, famoso por belas piscinas naturais. A fauna e a flora são riquíssimas e podem ser observadas nos trekkings realizados com a companhia de um guia. [...] O clima no parque é frio e em alguns meses do ano as temperaturas chegam a ser negativas. O Caparaó é um dos cenários de ecoturismo mais visitados do país e seu grande fluxo de visitantes é responsável por movimentar a região em seu entorno

Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2016. Fragmento.

O trecho do Texto 1 que apresenta uma opinião é:

a)

A) “A piscina de águas naturais da Ponta do Farol, [...] em Vila Velha, virou atração...”.

b)

B) “Depois da publicação, a piscina tem recebido visitantes de toda a Grande Vitória.”.

c)

C) “‘A gente sempre passou por aqui, mas não sabia da piscina’.”.

d)

D) “‘Vimos que é um lugar maravilhoso para relaxar, fazer fotos,...’”.

e)

E) “As estudantes Eduarda Furtado e Juliana Moreira saíram de Vitória para ir até a piscina.”

2.

Esses textos têm em comum o fato de

a)

A) apresentarem parques ecológicos naturais.

b)

B) citarem atrações turísticas do Espírito Santo.

c)

C) destacarem o turismo na cidade de Vitória.

d)

D) divulgarem as cachoeiras do Espírito Santo.

e)

E) informarem a descoberta de piscinas naturais

3.

Com base nesse texto, conclui-se que o menino

a)

A) é um excelente aluno.

b)

B) faz sempre os deveres.

c)

C) gosta de se autoelogiar.

d)

D) tem medo da professora. E) tenta enganar a mãe.

e)

E) tenta enganar a mãe.

4.

Leia o texto abaixo.

Você sabia que o desenho animado veio antes do cinema?

Nós, humanos, sempre fomos fascinados pelo movimento. A ideia de animar imagens paradas é bem mais antiga que o cinema ou a TV. Há mais de 30 mil anos, na Pré-História, as pinturas nas cavernas já simulavam movimento com figuras de animais com várias patas, sugerindo que eles estavam correndo. Mas essas pinturas estáticas ainda não podiam ser chamadas de desenho animado. Tal como conhecemos hoje, o desenho animado baseia-se em uma ilusão de ótica descoberta no século 19 por um fisiologista belga chamado Plateau. Isso mesmo, o pai da animação é um médico! Plateau não estava tentando se divertir quando, em 1832, inventou a primeira máquina de desenhos animados. Ele buscava entender como a nossa visão funciona. Para isso, construiu um dispositivo chamado fenaquistoscópio, que, apesar do nome complicado, era muito simples: um disco de cartolina, com vários desenhos de um mesmo objeto em posições ligeiramente diferentes, preso a uma haste. Entre cada desenho, Plateau fez estreitas ranhuras para a luz passar. Bastava girar o disco na frente de um espelho e olhar pelas ranhuras para que a mágica do movimento acontecesse: os desenhos se moviam! Depois que o cientista conseguiu descobrir a fórmula para a ilusão do movimento perfeito, vários outros inventores criaram suas próprias máquinas de desenho animado, que logo se tornaram uma febre entre adultos e crianças. [...] MAGALHÃES, Marcos. Ciência hoje das crianças, ago. 2010. Fragmento.

O trecho em que se comprova a tese de que os humanos sempre foram fascinados pelo movimento é:

a)

A) “... na Pré-História, as pinturas nas cavernas já simulavam movimento com figuras de animais com várias patas,...”.

b)

B) “... o desenmovimento com figuras de animais com váho animado baseia-se em uma ilusão de ótica descoberta no século 19...”.

c)

C) “... construiu um dispositivo chamado fenaquistoscópio, que, apesar do nome complicado, era muito simples:...”.

d)

D) “... vários outros inventores criaram suas próprias máquinas de desenho animado,...”.

5.

O trecho desse texto que comprova que o narrador é também personagem é:

a)

A) “O garoto parecia contente de se ver promovido de carregador a cicerone de turista.”.

b)

B) “Deu-me o nome das colinas principais, mostrou-me as corredeiras, o vale.”

c)

C) “Susteve o cavalo e ficou a olhar para o céu.”.

d)

D) “Que é que você sente no corpo? ”

e)

E) “Alguns instantes depois, ele tinha a cabeleira em desalinho, ...”

6.

No trecho “Sendo assim, solicito a gentileza...”, a expressão destacada sugere

a)

A) comparação

b)

B) conclusão.

c)

C) explicação.

d)

D) finalidade.

e)

E) oposição.

7.

Nesse texto, há um traço de ironia no verso:

a)

A) "Aquele pequenino anel que tu me deste.".

b)

B) "– Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.".

c)

C) "Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, –".

d)

D) "Não me turbou, porém, o despeito que investe".

e)

E) "De ti conservo no peito a saudade celeste".

8.

O artigo foi escrito por Paulo D’Amaro. Ele misturou informações e análises do fato. O período que apresenta uma opinião do autor é

a)

a) “foram criados sistemas de busca.”

b)

b) “essa avalanche de informações pode atrapalhar.”

c)

c) “sempre há centenas de sites sobre qualquer assunto.”

d)

d) “A internet é o maior arquivo público do mundo.”

e)

e) “Há vários tipos.”

9.

Com a leitura do texto pode-se afirmar que o personagem do Snoopy descartou o seu texto porque:

a)

A) as palavras insipiência e tempestuosa apresentavam problemas ortográficos.

b)

B) mesmo inserindo a palavra insipiência o texto continuava simples.

c)

C) a palavra insipiência, apesar de rebuscada, não cabia no contexto de escrita pretendido.

d)

D) a palavra insipiência não era rebuscada, pois faz parte de uma linguagem coloquial.

e)

E) o personagem não gostou de Lucy ter falado que seu texto é simples demais.

10.

Leia o texto e responda à questão a seguir.

Receitas da vovó

Lembra aquela receita que só sua mãe ou sua avó sabem fazer? Pois saiba que, além de gostoso, esse prato é parte importante da cultura brasileira. É verdade. Os cadernos de receita são registros culturais. Primeiro, porque resgatam antigas tradições, sejam familiares ou étnicas. Além disso, mostram como se fala ou se falava em determinada região. E ainda servem como passagem do tempo, chaves para alcançarmos memórias emocionais que a gente nem sabia que tinha (se você se lembrou do prato que sua avó ou sua mãe fazia, você sabe do que eu estou falando).

A tese defendida pelo autor do texto é de que as receitas culinárias

a)

A) fazem com que lembremos da nossa infância.

b)

B) indicam o modo de falar em determinada região.

c)

C) resgatam nossas tradições familiares e étnicas.

d)

D) são uma parte importante da cultura brasileira.

e)

E) são as que só nossas mães ou avós conhecem.

11.

Para se compreender um texto como uma unidade de sentido, é essencial que haja retomada de um trecho por outro. Forma-se, assim, um todo coeso e coerente. O fragmento do texto no qual há coesão temporal é:

a)

A) “Andar tranquilamente na favela onde eu nasci”

b)

B) “Com tanta violência eu sinto medo de viver”

c)

C) “Pois moro na favela e sou muito desrespeitado”

d)

D) “Mas sou interrompido a tiros de metralhadora”

e)

E) “Enquanto os ricos moram numa casa grande e bela

12.

O humor desse texto revela-se

a)

A) na associação feita pelo homem entre o crescimento das plantas e do menino.

b)

B) na quantidade excessiva de água que a mulher deposita nas plantas.

c)

C) na resposta equivocada da mulher ao ser questionada pelo homem.

d)

D) no fato de o menino permanecer sem reação ao ser molhado pelo homem.

e)

E) no olhar do menino ao observar a execução de uma tarefa doméstica.

13.

! Com a leitura do texto pode-se afirmar que o personagem do Snoopy descartou o seu texto porque:

a)

A)as palavras insipiência e tempestuosa apresentavam problemas ortográficos.

b)

B) mesmo inserindo a palavra insipiência o texto continuava simples.

c)

C) a palavra insipiência, apesar de rebuscada, não cabia no contexto de escrita pretendido.

d)

D) a palavra insipiência não era rebuscada, pois faz parte de uma linguagem coloquial.

e)

E) o personagem não gostou de Lucy ter falado que seu texto é simples demais.

14.

Feijões ou problemas?

Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor. Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um o poderia. Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para por a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão, que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha. Dia e hora marcado, começa a prova. Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor. Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista. Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio. Após o festejo, o derrotado aproxima-se do vencedor e pergunta como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos: – Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei. Carregando feijões, ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida. Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento, é você quem determina. Disponível em: . Acesso em: 13 mar. 2011.

Qual é o conflito gerador desse enredo?

a)

A) A necessidade do monge em encontrar um sucessor.

b)

B) A solução encontrada pelo discípulo vencedor.

c)

C) A subida dos discípulos a uma grande montanha. .

d)

D) O desafio proposto pelo mestre aos seus discípulos.

e)

E) O sofrimento do discípulo ao ver o oponente vencer.

15.

Para se compreender um texto como uma unidade de sentido, é essencial que haja retomada de um trecho por outro. Forma-se, assim, um todo coeso e coerente. O fragmento do texto no qual há coesão temporal é:

a)

A) “Andar tranquilamente na favela onde eu nasci”

b)

B) “Com tanta violência eu sinto medo de viver”

c)

C) “Pois moro na favela e sou muito desrespeitado”

d)

D) “Mas sou interrompido a tiros de metralhadora”

e)

E) “Enquanto os ricos moram numa casa grande e bela”

16.

Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles

Ou se tem chuva e não se tem sol ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel, ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão, quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce, ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo, ou isto ou aquilo… e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo, se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda qual é melhor: se é isto ou aquilo. MEIRELES, Cecília.

Ou isto ou aquilo. Ilustrações de Odilon Moraes. São Paulo: Global, 2012

No poema a poetisa constrói seu texto com paralelismos sintáticos, repetindo a conjunção “ou” como elemento coesivo com a intenção de

a)

A) refletir os processos de escolhas cotidianas da vida, encerrando outras possibilidades.

b)

B) ironizar as escolhas que são realizadas pelas crianças e adolescentes.

c)

C) pontuar os processos em que precisaríamos estar em dois lugares ao mesmo tempo.

d)

D) demonstrar as fantasias cotidianas que podemos criar com as escolhas.

e)

E) criticar a vida cotidiana pelas escolhas que somos obrigados a realizar constantemente.