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Lembar kerjaGeografia 2° ano
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Worksheet time: 10mins
Com a globalização e a expansão das ideias neoliberais, as empresas passaram a buscar maior competitividade e redução de custos.
Uma das principais estratégias adotadas nesse contexto foi:
A nacionalização das indústrias e o aumento do emprego público.
A terceirização de serviços e a substituição de empregos fixos por temporários
A ampliação do número de funcionários com carteira assinada.
O aumento do investimento estatal em empresas públicas.
O avanço das tecnologias digitais e a lógica neoliberal provocaram mudanças significativas nas formas de trabalho. Hoje, cresce o número de trabalhadores autônomos e de aplicativos.
Esse fenômeno é conhecido como:
Economia colaborativa
Economia planificada
Economia de subsistência
Economia informal estatal
No Brasil, as reformas trabalhistas inspiradas em princípios neoliberais tiveram como justificativa oficial a necessidade de gerar empregos e modernizar o mercado de trabalho.
Entretanto, uma crítica frequente a essas reformas é que elas:
Aumentaram os salários e reduziram a informalidade.
Enfraqueceram a proteção ao trabalhador e ampliaram a precarização das condições de trabalho.
Criaram mais estabilidade para os servidores públicos.
Impulsionaram o crescimento das empresas estatais.
Nos últimos anos, as disputas comerciais entre grandes potências, como Estados Unidos e China, colocaram à prova a capacidade da OMC de manter o equilíbrio nas relações econômicas globais.
Esse cenário mostra que:
A OMC perdeu totalmente sua função e foi extinta.
As tensões comerciais entre países poderosos desafiam o papel regulador da OMC.
As decisões da OMC são sempre aceitas por todos os países membros.
O comércio internacional deixou de depender das regras da OMC.
Nas últimas décadas, diversos países passaram a estabelecer acordos de integração econômica com o objetivo de fortalecer suas economias e ampliar o comércio internacional. Um exemplo disso é o Mercosul, que reúne nações da América do Sul.
O principal objetivo desse tipo de integração é:
Impedir o comércio entre os países membros.
Aumentar a competitividade conjunta e facilitar a circulação de bens, serviços e pessoas.
Isolar economicamente os países da região em relação ao resto do mundo.
Substituir a ONU como principal organização internacional.
A União Europeia (UE) é um dos exemplos mais avançados de integração regional. Além da livre circulação de mercadorias, ela permite a adoção de uma moeda única, o euro, e políticas conjuntas entre seus membros.
Esse tipo de integração é classificado como:
Zona de livre comércio
União aduaneira
Mercado comum
União econômica e monetária
Nem toda integração entre países é de caráter econômico. Existem também integrações políticas e sociais, como acordos de cooperação ambiental, científica ou de defesa.
Essas formas de integração são importantes porque:
Substituem totalmente os governos nacionais.
Promovem o isolamento político e reduzem a cooperação internacional.
Estimulam o diálogo, o desenvolvimento sustentável e a busca de soluções conjuntas para problemas globais.
Eliminam a necessidade de organismos internacionais, como a ONU.
O Mercado Comum do Sul (Mercosul) foi criado em 1991 pelo Tratado de Assunção, tendo como países fundadores Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Entre seus principais objetivos está:
A adoção de uma moeda única para todos os países da América do Sul.
A criação de barreiras comerciais entre os países do bloco.
A promoção da livre circulação de bens e a integração econômica regional.
A substituição da ONU como principal órgão de mediação internacional.
A integração econômica regional pode ocorrer em diferentes níveis, desde acordos básicos até uniões mais profundas. A União Aduaneira, por exemplo, é caracterizada por:
Livre comércio interno e tarifas externas comuns em relação a países de fora do bloco.
Adoção obrigatória de uma única moeda entre os países.
Cooperação apenas em temas culturais e sociais.
Eliminação total das fronteiras e governos nacionais.
A integração regional pode trazer benefícios econômicos, mas também desafios. No caso do Mercosul, um dos principais desafios enfrentados pelos países membros é:
O excesso de investimento estrangeiro na região.
As diferenças econômicas e políticas entre os países integrantes.
A criação de uma moeda única e estável.
O excesso de acordos com a União Europeia.
