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WorksheetsQuiz – ATLS 11ª edição: Trauma no Idoso
Total questions: 10
Worksheet time: 5mins
Qual é a principal causa de morte relacionada ao trauma em idosos?
Queda da própria altura
Acidentes de motocicleta
Ferimentos por arma de fogo
Acidentes em esportes de impacto
Segundo o ATLS 11, idosos apresentam maior risco de choque hipovolêmico porque:
Têm reserva cardíaca e pulmonar reduzidas
Apresentam melhor tolerância à hipóxia
São menos susceptíveis a perdas de volume
Têm resposta adrenérgica aumentada
A pressão arterial “normal” em idosos traumatizados pode mascarar:
Choque hipovolêmico grave
Choque anafilático
Choque obstrutivo
Choque séptico
Sobre a resposta fisiológica ao trauma no idoso, assinale a correta:
A taquicardia é sempre um bom marcador de choque
Muitos idosos não apresentam taquicardia devido a β-bloqueadores
A febre ocorre mais precocemente que em jovens
O reflexo vasoconstritor é exacerbado
No atendimento inicial ao idoso vítima de trauma, deve-se considerar:
Menor risco de fraturas pélvicas
Alta reserva fisiológica
Alto risco de anticoagulação e uso de antiagregantes
Baixo risco de complicações cardíacas
O ATLS 11 enfatiza que, em idosos, pequenas quedas podem:
Ser irrelevantes na avaliação primária
Provocar lesões graves, como fraturas de quadril e TCE
Ser menos importantes que acidentes de trânsito
Apenas causar lesões superficiais
Qual a complicação mais temida do uso de anticoagulantes orais em idosos traumatizados?
Infarto agudo do miocárdio
Hemorragia intracraniana
Pneumotórax hipertensivo
Insuficiência renal aguda
Em relação ao TCE no idoso, o ATLS destaca:
Pequenos hematomas subdurais podem ser clinicamente graves
O risco é semelhante ao dos adultos jovens
A atrofia cerebral reduz o risco de sangramento
A anticoagulação não interfere na evolução
Sobre a mortalidade no trauma do idoso:
É semelhante à dos adultos jovens em todas as faixas etárias
Aumenta progressivamente com a idade, mesmo em traumas leves
Só aumenta em idosos com mais de 80 anos
Não sofre influência da reserva fisiológica
Segundo o ATLS 11, o manejo do idoso politraumatizado deve priorizar:
Observação clínica sem exames complementares
Protocolos iguais aos de jovens, sem ajustes
Abordagem agressiva e precoce, com atenção à fragilidade fisiológica
Redução de exames para evitar sobrecarga hospitalar
