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Quiz sobre Parnasianismo

Total questions: 131

Worksheet time: 1hrs 6mins

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1.

Ao que se opõe o Parnasianismo?

a)

Ao sentimentalismo romântico.

b)

Ao Naturalismo.

c)

Ao Barroco.

d)

Ao Modernismo.

2.

Característica central do Parnasianismo é:

a)

Objetividade, rigor formal e busca pela perfeição da forma.

b)

Emoção e subjetividade.

c)

Denúncia social.

d)

Análise psicológica profunda.

e)

Idealização do indígena.

3.

A poesia parnasiana é marcada por:

a)

Métrica rígida, linguagem precisa e temática descritiva.

b)

Musicalidade emocional e sentimentalismo.

c)

Crítica social direta.

d)

Narrativas épicas.

e)

Fantasia e subjetividade.

4.

O poeta mais representativo do Parnasianismo brasileiro é:

a)

Olavo Bilac.

b)

Castro Alves.

c)

Álvares de Azevedo.

d)

José de Alencar.

e)

Machado de Assis.

5.

Um dos temas frequentes é:

a)

A vida urbana degradada.

b)

Natureza, mitologia e arte como estética pura.

c)

Amor impossível e melancolia.

d)

Conflito social e político.

e)

Religiosidade e pecado.

6.

A expressão “arte pela arte” está ligada a:

a)

Romantismo indianista.

b)

Parnasianismo, buscando perfeição formal sem finalidade moral.

c)

Naturalismo científico.

d)

Modernismo.

e)

Simbolismo.

7.

A linguagem parnasiana tende a ser:

a)

Precisa, descritiva e objetiva.

b)

Subjetiva e emotiva.

c)

Fantasiosa e mitológica.

d)

Improvisada e coloquial.

e)

Ironia e crítica social.

8.

Um poema parnasiano busca:

a)

Expressar sentimentos do eu lírico.

b)

Mostrar perfeição formal e beleza estética.

c)

Denunciar injustiças sociais.

d)

Relatar aventuras.

e)

Idealizar o indígena.

9.

A influência do Parnasianismo europeu no Brasil é:

a)

Minimalista e subjetiva.

b)

Formalista e rigorosa na métrica e na linguagem.

c)

Melancólica e sentimental.

d)

Político-social.

e)

Romântica.

10.

A oposição entre Parnasianismo e Simbolismo está em:

a)

Forma perfeita vs. musicalidade subjetiva.

b)

Crítica social vs. análise psicológica.

c)

Idealização do amor vs. denúncia política.

d)

Natureza idealizada vs. urbana.

e)

Métrica livre vs. rígida.

11.

O soneto é o gênero preferido do Parnasianismo porque:

a)

Permite expressão livre e subjetiva.

b)

Impõe estrutura rígida e simetria formal.

c)

Facilita denúncia social.

d)

Aproxima-se da narrativa épica.

e)

Valoriza a improvisação.

12.

A poesia parnasiana valoriza:

a)

Emoção intensa e conflito.

b)

Equilíbrio, harmonia e beleza objetiva.

c)

Denúncia social.

d)

Crítica política.

e)

Idealização sentimental.

13.

Olavo Bilac é conhecido por:

a)

Poemas épicos de cunho social.

b)

Sonetos de perfeição formal e exaltação da pátria.

c)

Poemas ultrarromânticos melancólicos.

d)

Narrativas indianistas.

e)

Ensaios filosóficos.

14.

O Parnasianismo brasileiro aparece em:

a)

Final do século XIX e início do XX, paralelo ao Realismo/Naturalismo.

b)

Século XVIII.

c)

Século XVI.

d)

Modernismo.

e)

Vanguardas europeias.

15.

A preocupação estética do Parnasianismo é:

a)

Exaltar a emoção do eu lírico.

b)

Buscar perfeição formal e objetividade.

c)

Denunciar injustiças sociais.

d)

Idealizar heróis nacionais.

e)

Explorar a natureza tropical.

16.

A poesia parnasiana muitas vezes se inspira em:

a)

Mitologia greco-romana e temas históricos.

b)

Experiências urbanas e industriais.

c)

Vida cotidiana rural brasileira.

d)

Romance sentimental.

e)

Tradição indígena.

17.

A oposição entre Parnasianismo e Simbolismo se dá principalmente por:

a)

Objetividade e perfeição formal vs. musicalidade e subjetividade do eu lírico.

b)

Temática social vs. amor idealizado.

c)

Narrativa épica vs. narrativa lírica.

d)

Uso da ironia vs. sentimentalismo.

e)

Métrica livre vs. rígida.

18.

O Parnasianismo brasileiro manteve influência do europeu principalmente por:

a)

Rigor formal, sonetos, descrição detalhada e culto à perfeição estética.

b)

Subjetividade emocional e lirismo.

c)

Crítica social e política.

d)

Temas indígenas e nacionais.

19.

do europeu principalmente por:

a)

Rigor formal, sonetos, descrição detalhada e culto à perfeição estética.

b)

Subjetividade emocional e lirismo.

c)

Crítica social e política.

d)

Temas indígenas e nacionais.

e)

Improvisação poética.

20.

A importância do Parnasianismo está em:

a)

Inspirar o Simbolismo e a modernidade, mantendo a busca pela forma e estética rigorosa.

b)

Criar obras indianistas.

c)

Introduzir a análise psicológica da literatura.

d)

Denunciar injustiças sociais.

e)

Exaltar heróis nacionais.

21.

O Simbolismo surge como reação:

a)

Ao Parnasianismo e ao Realismo, valorizando subjetividade e musicalidade.

b)

Ao Naturalismo, com crítica social direta.

c)

Ao Modernismo, com ruptura formal.

d)

Ao Romantismo indianista.

e)

Ao Barroco.

22.

Característica central do Simbolismo é:

a)

Objetividade e perfeição formal.

b)

Subjetividade, musicalidade e sugestão de ideias.

c)

Denúncia social e política.

d)

Realismo psicológico.

e)

Idealização do indígena.

23.

O Simbolismo enfatiza:

a)

A análise científica do homem.

b)

Emoções, sentimentos e o mundo dos sonhos.

c)

Denúncia da burguesia.

d)

Vida rural e bucólica.

e)

Heróis nacionais.

24.

O poeta mais representativo do Simbolismo brasileiro é:

a)

Olavo Bilac.

b)

Cruz e Sousa.

c)

Álvares de Azevedo.

d)

Machado de Assis.

e)

Castro Alves.

25.

Temas recorrentes do Simbolismo incluem:

a)

Mitologia, sonho, morte, misticismo e musicalidade.

b)

Realidade social e política.

c)

Natureza idealizada e amor platônico.

d)

Vida urbana e industrial.

e)

Crítica à ciência.

26.

A linguagem simbolista é marcada por:

a)

Clareza e objetividade.

b)

Sugestão, metáforas, sinestesias e musicalidade.

c)

Rigor formal e métrica fixa.

d)

Ironia e crítica social.

e)

Narrativa épica.

27.

O Simbolismo valoriza:

a)

A realidade concreta e objetiva.

b)

O mistério, a subjetividade e a evocação de estados de espírito.

c)

A crítica à elite.

d)

A objetividade científica.

e)

O nacionalismo ufanista.

28.

Cruz e Sousa é chamado de:

a)

“Poeta da natureza”.

b)

“Poeta dos escravos”.

c)

“Poeta dos sentimentos e cores”, ou “Poeta do Negro”.

d)

“Poeta indianista”.

e)

“Poeta condoreiro”.

29.

Um traço do Simbolismo é:

a)

Narrador objetivo e crítico.

b)

Ênfase em sensações, musicalidade e atmosferas misteriosas.

c)

Crítica direta da sociedade.

d)

Descrição naturalista detalhada.

e)

Heroísmo épico.

30.

A oposição entre Parnasianismo e Simbolismo se dá em:

a)

Forma rígida vs. subjetividade e musicalidade.

b)

Amor impossível vs. crítica social.

c)

Nacionalismo vs. universalismo.

d)

Análise psicológica vs. idealização.

e)

Denúncia política vs. romantismo.

31.

O Simbolismo influencia o Modernismo principalmente por:

a)

Romper com a forma e valorizar experimentação.

b)

Criar narrativas indianistas.

c)

Denunciar injustiças sociais.

d)

Retomar a natureza idealizada.

e)

Valorizar o realismo psicológico.

32.

A linguagem simbolista frequentemente utiliza:

a)

Sinestesias, aliterações e metáforas.

b)

Termos científicos.

c)

Métrica rígida.

d)

Ironia e humor.

e)

Narrativa histórica.

33.

O simbolista busca:

a)

Representar a realidade objetiva.

b)

Evocar emoções, estados de espírito e transcendência.

c)

Criticar o governo.

d)

Idealizar indígenas e heróis nacionais.

e)

Produzir épicos históricos.

34.

O Simbolismo é considerado:

a)

Movimento de ruptura com o Realismo e o Parnasianismo.

b)

Continuação do Naturalismo.

c)

Parte do Arcadismo.

d)

Movimento condoreiro.

e)

Subdivisão do Romantismo.

35.

A morte e o mistério na poesia simbolista são:

a)

Apenas elementos narrativos.

b)

Símbolos da fugacidade da vida e do desconhecido.

c)

Temas românticos indianistas.

36.

A morte e o mistério na poesia simbolista são:

a)

Apenas elementos narrativos.

b)

Símbolos da fugacidade da vida e do desconhecido.

c)

Temas românticos indianistas.

d)

Critérios de análise científica.

e)

Baseados na política da época.

37.

O Simbolismo busca a musicalidade na poesia por meio de:

a)

Ritmo, aliteração, assonância e harmonia sonora.

b)

Métrica fixa e sonetos.

c)

Rigor lógico.

d)

Realismo e objetividade.

e)

Descrição social detalhada.

38.

O Simbolismo brasileiro se diferencia do europeu porque:

a)

Mistura elementos da cultura afro-brasileira e temas locais.

b)

É completamente idêntico ao francês.

c)

Ignora musicalidade.

d)

Valoriza o nacionalismo ufanista.

e)

Tem foco exclusivamente urbano.

39.

A poesia simbolista é geralmente:

a)

Extensa e épica.

b)

Curtas peças líricas, misteriosas e sugestivas.

c)

Narrativa detalhista.

d)

Satírica e humorística.

e)

Bucólica.

40.

O Simbolismo antecede o Modernismo porque:

a)

Valoriza experimentação formal e subjetividade.

b)

Critica a sociedade industrial.

c)

É realista e científico.

d)

Retoma o Arcadismo.

e)

Idealiza o indígena.

41.

O Simbolismo brasileiro se consolida principalmente:

a)

Com Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens.

b)

Com Machado de Assis.

c)

Com Castro Alves.

d)

Com José de Alencar.

e)

Com Álvares de Azevedo.

42.

O Pré-Modernismo brasileiro surge como:

a)

Continuidade do Romantismo indianista.

b)

Movimento de transição entre o Realismo/Naturalismo/Parnasianismo e o Modernismo.

c)

Reação ao Simbolismo.

d)

Subdivisão do Modernismo.

e)

Renascimento europeu.

43.

Uma característica central do Pré-Modernismo é:

a)

Objetividade e perfeição formal.

b)

Linguagem simples, regionalismo, crítica social e histórica.

c)

Musicalidade e subjetividade.

d)

Idealização do indígena.

e)

Romanticismo sentimental.

44.

O Pré-Modernismo critica:

a)

Exclusivamente o Romantismo.

b)

Desigualdade social, coronelismo, vida rural e política oligárquica.

c)

A poesia parnasiana.

d)

O Simbolismo europeu.

e)

A música popular.

45.

O autor mais representativo do Pré-Modernismo é:

a)

Oswald de Andrade.

b)

Euclides da Cunha.

c)

Mário de Andrade.

d)

Manuel Bandeira.

e)

Castro Alves.

46.

A obra “Os Sertões” retrata:

a)

A vida urbana e industrial.

b)

A Guerra de Canudos, vida do sertanejo e condições sociais e geográficas.

c)

Amor impossível.

d)

A vida do indígena na colônia.

e)

Personagens da elite carioca.

47.

O regionalismo no Pré-Modernismo busca:

a)

Idealizar a natureza.

b)

Representar fielmente os hábitos, a linguagem e o ambiente das regiões brasileiras.

c)

Criar épicos heroicos.

d)

Musicalidade e lirismo.

e)

Metáforas e misticismo.

48.

O Pré-Modernismo brasileiro se caracteriza por:

a)

Poesia de métrica rígida.

b)

Prosa jornalística e literária de crítica social e histórica.

c)

Idealização romântica.

d)

Naturalismo europeu estrito.

e)

Sonetos épicos.

49.

O Pré-Modernismo denuncia:

a)

A violência, desigualdade social e corrupção política.

b)

Apenas o amor impossível.

c)

A natureza idealizada.

d)

Heróis nacionais.

e)

Romanticismo indianista.

50.

Uma inovação do Pré-Modernismo é:

a)

Uso de linguagem coloquial e regional.

b)

Subjetividade poética.

c)

Musicalidade intensa.

d)

Narrativa épica.

e)

Sonetos formais.

51.

O romance “O Cortiço” pertence a qual movimento?

a)

Pré-Modernismo.

b)

Naturalismo.

c)

Modernismo.

d)

Simbolismo.

e)

Parnasianismo.

52.

O Pré-Modernismo se diferencia do Modernismo porque:

a)

Ainda não rompe totalmente com tradições formais e linguísticas, mas antecipa temas e preocupações sociais.

b)

Valoriza musicalidade e subjetividade.

c)

Idealiza o indígena.

d)

Foca

53.

O Pré-Modernismo é considerado um movimento:

a)

De transição entre a tradição literária e o Modernismo.

b)

Exclusivamente formalista.

c)

Bucólico e pastoral.

d)

Romântico indianista.

e)

Estritamente europeu.

54.

A importância do Pré-Modernismo está em:

a)

Abrir caminho para o Modernismo, com crítica social, regionalismo e linguagem inovadora.

b)

Manter tradições românticas.

c)

Idealizar a natureza.

d)

Produzir poesia musical e simbólica.

e)

Valorizar a perfeição formal parnasiana.

55.

A Semana de Arte Moderna de 1922 é considerada marco do Modernismo porque:

a)

Reforçou o Parnasianismo.

b)

Rompeu com tradições formais e buscou identidade cultural brasileira.

c)

Retomou o Romantismo.

d)

Manteve o Realismo.

e)

Reforçou o Naturalismo.

56.

Característica central da 1ª Fase do Modernismo é:

a)

Experimentalismo formal, liberdade de linguagem e nacionalismo crítico.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Idealização romântica.

d)

Bucolismo pastoral.

e)

Perfeição formal parnasiana.

57.

Os principais autores da 1ª Fase incluem:

a)

Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira.

b)

Castro Alves e José de Alencar.

c)

Cruz e Sousa e Olavo Bilac.

d)

Euclides da Cunha e Lima Barreto.

e)

Machado de Assis e Aluísio Azevedo.

58.

O Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, defende:

a)

Rejeição de influências estrangeiras.

b)

“Comer” simbolicamente culturas estrangeiras para produzir algo genuinamente brasileiro.

c)

Valorização da tradição parnasiana.

d)

Retorno ao Arcadismo.

e)

Subjetividade simbolista.

59.

A 1ª Fase valoriza:

a)

Regionalismo estrito.

b)

Ruptura com tradições, experimentação estética e crítica cultural.

c)

Naturalismo rigoroso.

d)

Poesia parnasiana.

e)

Romantismo idealizado.

60.

A poesia modernista dessa fase apresenta:

a)

Liberdade métrica e versificação experimental.

b)

Sonetos perfeitos.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Bucolismo pastoral.

e)

Narrativa épica detalhada.

61.

O Modernismo brasileiro se inspira em:

a)

Vanguardas europeias (Futurismo, Cubismo, Expressionismo).

b)

Arcadismo e Parnasianismo.

c)

Realismo europeu.

d)

Romantismo.

e)

Simbolismo brasileiro.

62.

Uma inovação da 1ª Fase é:

a)

Uso coloquial da língua portuguesa.

b)

Idealização romântica.

c)

Sonetos clássicos.

d)

Descrições naturalistas.

e)

Poesia musical.

63.

O romance 'Macunaíma', de Mário de Andrade, caracteriza-se por:

a)

Linguagem experimental e crítica cultural.

b)

Amor romântico idealizado.

c)

Realismo psicológico detalhado.

d)

Bucolismo e mitologia europeia.

e)

Sonetos formais.

64.

A 1ª Fase do Modernismo prioriza:

a)

Forma perfeita.

b)

Crítica à tradição, experimentação e construção da identidade nacional.

c)

Musicalidade subjetiva.

d)

Bucolismo pastoral.

e)

Narrativa histórica épica.

65.

O Modernismo brasileiro rompe com:

a)

Romanticismo, Parnasianismo e Simbolismo.

b)

Naturalismo.

c)

Pré-Modernismo.

d)

Vanguardas europeias.

e)

Literatura medieval.

66.

O humor e a ironia na 1ª Fase do Modernismo servem para:

a)

Criticar costumes, cultura e política brasileiras.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Idealizar heróis indígenas.

d)

Retratar paisagens bucólicas.

e)

Narrativa épica.

67.

A experimentação formal modernista inclui:

a)

Fragmentação textual, colagem de linguagens e invenção de palavras.

b)

Sonetos perfeitos.

c)

Métrica rígida.

d)

Musicalidade simbolista.

e)

Bucolismo pastoral.

68.

A 1ª Fase valoriza o Brasil:

a)

Como tema cultural, mitológico e urbano.

b)

Exclusivamente rural.

c)

Apenas histórico.

d)

Apenas indígena.

e)

Apenas europeu.

69.

A ruptura com tradições literárias busca:

a)

Expressar a realidade brasileira de forma inovadora e crítica.

b)

Reforçar o Parnasianismo.

c)

Manter o Realismo.

d)

Valorizar o Romantismo.

e)

Exaltar o Arcadismo.

70.

A linguagem da 1ª Fase do Modernismo se caracteriza por:

a)

Coloquial, experimental e nacional.

b)

Formal e rígida.

c)

Musical e subjetiva.

d)

Romântica e idealizada.

e)

Bucólica e pastoral.

71.

Oswald de Andrade e Mário de Andrade representam:

a)

O experimentalismo, nacionalismo crítico e ruptura estética.

b)

O Simbolismo.

c)

O Parnasianismo.

d)

O Naturalismo.

e)

O Realismo.

72.

O Modernismo brasileiro incorpora elementos de:

a)

Vanguardas europeias e cultura popular brasileira.

b)

Poesia parnasiana.

c)

Simbolismo europeu.

d)

Romanticismo.

e)

Arcadismo.

73.

A 1ª Fase modernista é marcada por:

a)

Crítica cultural, ironia, experimentação e identidade nacional.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Bucolismo pastoral.

d)

Narrativa épica.

e)

Sonetos perfeitos.

74.

O legado da 1ª Fase é:

a)

Abrir caminho para 2ª Fase (1930–1945) e Modernismo consolidado.

b)

Reforçar Parnasianismo.

c)

Manter Romanticismo.

d)

Exaltar Arcadismo.

e)

Cultivar Naturalismo europeu.

75.

A 2ª Fase do Modernismo brasileiro é conhecida como:

a)

Semana de 22.

b)

Fase regionalista, social e crítica.

c)

Experimentalista de linguagem.

d)

Romântica.

e)

Parnasianista.

76.

Semana de 22.

a)

Fase regionalista, social e crítica.

b)

Experimentalista de linguagem.

c)

Romântica.

d)

Parnasianista.

77.

Característica central desta fase é:

a)

Regionalismo, realismo social e denúncia de desigualdades.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Bucolismo pastoral.

d)

Idealização romântica.

e)

Perfeição formal.

78.

Principais autores incluem:

a)

Graciliano Ramos, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, José Lins do Rego.

b)

Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

c)

Cruz e Sousa e Olavo Bilac.

d)

Machado de Assis e Aluísio Azevedo.

e)

Álvares de Azevedo e Castro Alves.

79.

O romance regionalista busca:

a)

Denunciar injustiças sociais e retratar a vida do sertão, nordeste e problemas políticos.

b)

Exaltar a música simbolista.

c)

Idealizar a natureza.

d)

Produzir sonetos formais.

e)

Retratar heróis históricos.

80.

“Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, retrata:

a)

A seca no sertão nordestino e a luta do homem contra a fome e a opressão social.

b)

Amor romântico idealizado.

c)

Bucolismo urbano.

d)

Fantasia simbólica.

e)

Vida da elite carioca.

81.

A 2ª Fase do Modernismo é marcada por:

a)

Linguagem mais clara, objetiva e socialmente engajada.

b)

Subjetividade musical.

c)

Sonetos formais.

d)

Romanticismo ultrarromântico.

e)

Arcadismo.

82.

A crítica social da 2ª Fase inclui:

a)

Desigualdade, opressão, exploração do homem e do ambiente.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Idealização romântica.

d)

Poesia simbólica.

e)

Bucolismo pastoral.

83.

A linguagem regionalista é:

a)

Coloquial e próxima da fala do povo.

b)

Rigorosa e formal.

c)

Musical e simbólica.

d)

Idealizada e poética.

e)

Metafórica e abstrata.

84.

O Modernismo da 2ª Fase valoriza:

a)

Retratar a realidade social brasileira com crítica e denúncia.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Sonetos formais.

d)

Bucolismo.

e)

Idealização romântica.

85.

A importância da 2ª Fase está em:

a)

Consolidar a literatura moderna no Brasil com enfoque social e regional.

b)

Valorizar a perfeição formal.

c)

Reforçar o Parnasianismo.

d)

Manter Romanticismo.

e)

Produzir poesia épica.

86.

O romance “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, trata:

a)

Ascensão social, exploração e problemas morais do protagonista.

b)

Amor impossível.

c)

Idealização do sertão.

d)

Música e sonho.

e)

Heróis históricos.

87.

O regionalismo da 2ª Fase aproxima-se do Pré-Modernismo porque:

a)

Mantém foco social, crítico e nas condições humanas.

b)

Valoriza sonetos.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Idealiza a natureza.

e)

Explora romantismo.

88.

José Lins do Rego se destaca por:

a)

Romances sobre o ciclo da cana-de-açúcar e sociedade nordestina.

b)

Poesia parnasiana.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Romance urbano carioca.

e)

Crítica política direta.

89.

Rachel de Queiroz retrata:

a)

Condições do sertão e injustiças sociais em romances realistas.

b)

Sonetos formais.

c)

Música subjetiva.

d)

Idealização romântica.

e)

Bucolismo.

90.

A 2ª Fase diferencia-se da 1ª Fase porque:

a)

Prioriza temática social e regional em vez de experimentação formal.

b)

Valoriza mais musicalidade.

c)

Mantém foco na crítica cultural.

d)

Produz romance urbano experimental.

e)

Cultiva o Simbolismo.

91.

A literatura da 2ª Fase influencia:

a)

A construção do Modernismo consolidado e críticas sociais futuras.

b)

Parnasianismo.

c)

Romanticismo.

d)

Arcadismo.

e)

Simbolismo.

92.

Temas comuns da 2ª Fase incluem:

a)

Seca, pobreza, exploração, coronelismo e vida nordestina.

b)

Musicalidade e subjetividade.

c)

Sonetos formais.

d)

Bucolismo.

e)

Amor romântico.

93.

A 2ª Fase modernista é mais:

a)

Realista, social e crítica.

b)

Experimental e nacionalista.

c)

Subjetiva e simbólica.

d)

Romântica.

e)

Bucólica.

94.

O romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, trata:

a)

Vida de meninos de rua, marginalidade e desigualdade social.

b)

Idealização da natureza.

c)

Amor impossível.

d)

Musicalidade subjetiva.

95.

O romance 'Capitães da Areia', de Jorge Amado, trata:

a)

Vida de meninos de rua, marginalidade e desigualdade social.

b)

Idealização da natureza.

c)

Amor impossível.

d)

Musicalidade subjetiva.

e)

Bucolismo.

96.

A 2ª Fase do Modernismo consolida:

a)

A literatura social, regionalista e crítica no Brasil.

b)

O Romanticismo.

c)

O Parnasianismo.

d)

O Simbolismo.

e)

Arcadismo.

97.

A 3ª Fase do Modernismo brasileiro é conhecida como:

a)

Fase experimental e social.

b)

Pós-Modernismo.

c)

Pós-1945, marcada por universalismo, intimismo e consolidação de temas urbanos e psicológicos.

d)

Semana de 22.

e)

Romanticismo tardio.

98.

Característica central desta fase é:

a)

Regionalismo extremo.

b)

Nacionalismo crítico.

c)

Exploração do urbano, introspecção psicológica e literatura engajada.

d)

Musicalidade simbolista.

e)

Sonetos formais.

99.

Principais autores incluem:

a)

João Cabral de Melo Neto, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade.

b)

Graciliano Ramos, Jorge Amado.

c)

Mário de Andrade, Oswald de Andrade.

d)

Álvares de Azevedo, Castro Alves.

e)

Machado de Assis.

100.

Guimarães Rosa se destaca por:

a)

Experimentação linguística, regionalismo universalizado e introspecção humana.

b)

Musicalidade simbolista.

c)

Sonetos formais.

d)

Romanticismo.

e)

Bucolismo.

101.

Clarice Lispector aborda em seus romances:

a)

Introspecção, consciência, identidade e sentimentos humanos.

b)

Romance regionalista.

c)

Musicalidade subjetiva.

d)

Bucolismo.

e)

Idealização do sertão.

102.

Carlos Drummond de Andrade representa:

a)

Poesia intimista, social e reflexão sobre o indivíduo e a cidade.

b)

Sonetos parnasianos.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Romance regionalista.

e)

Bucolismo.

103.

João Cabral de Melo Neto é conhecido por:

a)

Poesia concreta, objetividade e rigor formal.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Sonetos parnasianos.

d)

Bucolismo.

e)

Romance regionalista.

104.

O foco desta fase inclui:

a)

Vida urbana, existencialismo, psicanálise, e universalização de temas regionais.

b)

Apenas o sertão.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Sonetos parnasianos.

e)

Bucolismo.

105.

A linguagem da 3ª Fase do Modernismo é:

a)

Experimental, objetiva, muitas vezes psicológica ou introspectiva.

b)

Rigor formal parnasiano.

c)

Subjetiva simbolista.

d)

Bucólica.

e)

Romântica idealizada.

106.

O romance 'Grande Sertão: Veredas' combina:

a)

Regionalismo, linguagem inovadora e reflexões existenciais.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Sonetos formais.

d)

Bucolismo.

e)

Romance urbano.

107.

A 3ª Fase consolida:

a)

O Modernismo brasileiro com universalidade e introspecção.

b)

Sonetos formais.

c)

Bucolismo pastoral.

d)

Musicalidade simbolista.

e)

Regionalismo extremo.

108.

Temas recorrentes incluem:

a)

Existência, memória, linguagem, ética, vida urbana e experiências humanas.

b)

Seca nordestina.

c)

Musicalidade e subjetividade.

d)

Romance épico.

e)

Idealização romântica.

109.

A poesia concreta do pós-guerra busca:

a)

Experimentação visual, espacial e sonora da palavra.

b)

Musicalidade simbolista.

c)

Sonetos formais.

d)

Bucolismo.

e)

Regionalismo.

110.

O foco da 3ª Fase é mais:

a)

Urbano e psicológico do que estritamente regionalista.

b)

Romântico e idealista.

c)

Bucólico.

d)

Parnasiano.

e)

Simbolista.

111.

Clarice Lispector introduz:

a)

Fluxo de consciência, introspecção profunda e linguagem experimental.

b)

Sonetos formais.

c)

Bucolismo.

d)

Musicalidade simbolista.

e)

Regionalismo.

112.

A 3ª Fase aproxima-se da literatura universal porque:

a)

Explora temas existenciais, psicológicos e humanos de forma global.

b)

Valoriza apenas o sertão.

c)

Mantém sonetos formais.

d)

Musicalidade subjetiva.

e)

Bucolismo.

113.

ma-se da literatura universal porque:

a)

Explora temas existenciais, psicológicos e humanos de forma global.

b)

Valoriza apenas o sertão.

c)

Mantém sonetos formais.

d)

Musicalidade subjetiva.

e)

Bucolismo pastoral.

114.

Guimarães Rosa e João Cabral influenciam:

a)

Literatura contemporânea e experimentação formal.

b)

Sonetos formais.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Bucolismo.

e)

Regionalismo restrito.

115.

O legado da 3ª Fase é:

a)

Universalização, introspecção e inovação linguística.

b)

Sonetos formais.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Bucolismo.

e)

Regionalismo extremo.

116.

A literatura da 3ª Fase dialoga com:

a)

Vanguardas literárias e estéticas internacionais do século XX.

b)

Parnasianismo.

c)

Romantismo.

d)

Arcadismo.

e)

Condoreirismo.

117.

A importância desta fase está em:

a)

Consolidar a literatura moderna brasileira com universais temáticos e linguísticos.

b)

Manter Parnasianismo.

c)

Idealizar o sertão.

d)

Musicalidade simbolista.

e)

Bucolismo.

118.

O Futurismo valoriza:

a)

Velocidade, tecnologia, inovação e ruptura com o passado.

b)

Musicalidade subjetiva.

c)

Perfeição formal parnasiana.

d)

Idealização romântica.

e)

Bucolismo pastoral.

119.

Característica central do Futurismo é:

a)

Glorificação da máquina, guerra, dinamismo e modernidade.

b)

Romance regionalista.

c)

Sonetos formais.

d)

Bucolismo.

e)

Musicalidade simbolista.

120.

O Manifesto Futurista foi escrito por:

a)

Filippo Tommaso Marinetti.

b)

Pablo Picasso.

c)

Salvador Dalí.

d)

Guillaume Apollinaire.

e)

André Breton.

121.

O Futurismo se opõe a:

a)

Tradições passadas e nostalgia histórica.

b)

Inovação tecnológica.

c)

Modernidade urbana.

d)

Literatura experimental.

e)

Vida industrial.

122.

O Futurismo influenciou:

a)

Literatura, artes plásticas, música, cinema e arquitetura.

b)

Apenas poesia.

c)

Somente teatro.

d)

Romances épicos.

e)

Poesia lírica.

123.

A linguagem futurista muitas vezes:

a)

É dinâmica, inventiva, fragmentada e onomatopeica.

b)

Segue sonetos formais.

c)

Musical e subjetiva.

d)

Bucólica.

e)

Regionalista.

124.

O Futurismo idealiza:

a)

A modernidade, velocidade e ruptura total com o passado.

b)

Romance rural.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Sonetos clássicos.

e)

Bucolismo.

125.

A ênfase do Futurismo está em:

a)

Movimento, máquinas, cidades e progresso.

b)

Natureza idealizada.

c)

Amor romântico.

d)

Sonetos formais.

e)

Bucolismo.

126.

O Futurismo influencia:

a)

Vários movimentos modernos, incluindo o Surrealismo e o Expressionismo.

b)

Apenas Arcadismo.

c)

Romanticismo.

d)

Parnasianismo.

e)

Condoreirismo.

127.

A ruptura futurista é:

a)

Estética e temática, rejeitando tradições e passado.

b)

Musicalidade simbolista.

c)

Bucólica.

d)

Sonetos formais.

e)

Regionalismo.

128.

O Futurismo glorifica:

a)

Máquina, velocidade, guerra e dinamismo urbano.

b)

Amor romântico.

c)

Bucolismo pastoral.

d)

Musicalidade subjetiva.

e)

Romance regionalista.

129.

A poesia futurista utiliza:

a)

Palavras livres, colagem verbal e ritmo fragmentado.

b)

Sonetos rígidos.

c)

Musicalidade simbolista.

d)

Bucolismo.

e)

Romance épico.

130.

O Futurismo é considerado:

a)

Um movimento de vanguarda radical e provocador.

b)

Conservador.

c)

Romântico.

d)

Parnasiano.

e)

Regionalista.

131.

Influências do Futurismo incluem:

a)

Revolução tecnológica e industrial.

b)

Idealização rural.

c)

Musicalidade subjetiva.

d)

Bucolismo.

e)

Sonetos clássicos.

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