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Avaliação SAEB

Total questions: 15

Worksheet time: 11mins

Name
Class
Date
1.

Nego drama

Crime, futebol, música, carai'
Eu também não consegui fugir disso aí
Eu sou mais um
Forrest Gump é mato
Eu prefiro contar uma história real
Vou contar a minha

Daria um filme
Uma negra e uma criança nos braços
Solitária na floresta de concreto e aço
Veja, olha outra vez o rosto na multidão
A multidão é um monstro sem rosto e coração

A expressão "floresta de aço e concreto"

a)

cenário de um filme

b)

cidade grande

c)

paisagem do campo

d)

lugar no meio da multidão

2.

Meu bem querer

Meu bem querer é segredo, é sagrado

Está sacramentado em meu coração

Meu bem querer, tem um quê de pecado

Acariciado pela emoção

Meu bem querer, meu encanto

Tô sofrendo tanto, amor

E o que é o sofrer

Para mim que estou

Jurado pra morrer de amor

Meu bem querer é segredo, é sagrado

Está sacramentado em meu coração

Meu bem querer, tem um quê de pecado

Acariciado pela emoção

Meu bem querer, meu encanto

Tô sofrendo tanto, amor

E o que é o sofrer

Para mim que estou

Jurado pra morrer de amor?

Na ultima estrofe da canção , o sinal de interrogação provoca um sentido de

a)

estimular a sensibilidade do leitor

b)

fazer um pergunta

c)

indicar uma reflexão do eu lírico

d)

indicar um sofrimento do eu lírico

e)

sintetizar o amor do eu lírico

3.

Julia Brazolim: Olá Leonardo, tudo bem? Muito obrigada por participar aqui do podcast e pra gente começar, se apresenta, fala um pouquinho sobre você e o que você faz, sobre o seu projeto no YouTube, pros ouvintes te conhecerem.

Leonardo Halley: Oi oi Julia, eu to ótimo, muito obrigado pelo convite, to muito feliz de ta aqui na Missão Exoplaneta! E bom, eu sou Leonardo Halley, eu tenho 23 anos, sou estudante de astrofísica e também sou divulgador científico. Então, o projeto Astronamente ele tem a intenção de mostrar qual é a ligação entre astrofísica (a pesquisa de base em si) e os objetos do nosso cotidiano, como o termômetro, as câmeras fotográficas, a própria internet, o WWW e tudo mais. Então a gente pega esses objetos que as pessoas não esperam que tenham uma ligação direta com a ciência ou não entendem de onde surgiu, e a gente mostra essa ligação pra elas.

O projeto em si tem a intenção de fazer uma divulgação científica para pessoas que estão fora do meio acadêmico, pessoas que não acreditam no que a gente ta fazendo aqui dentro das universidades, né? Minha mãe mesmo se pega perguntando o que eu faço aqui dentro e tudo mais, e foi exatamente inspirado nela que eu propus a ideia pra Amanda, que é outra pessoa que apresenta comigo o projeto, da gente criar essa ligação, essa ponte entre quem tá dentro na universidade e quem tá do lado de fora… pra quebrar esses muros, esses paradigmas que se tem sobre quem faz pesquisa.

O projeto em si nasceu de uma disciplina daqui da USP que é ministrada pelo professor Jorge Melendez, que é uma disciplina de divulgação de astronomia em si e nessa disciplina, ele aborda de uma maneira mais profissional como a gente deve lidar com as mídias e a divulgação em si que é o pilar da ciência.

Julia Brazolim: Tem um vídeo de vocês que eu gosto bastante chamado “Estrelas, termômetros auriculares a NASA e febre”. Como vocês decidem quais assuntos vão abordar nos vídeos?

Leonardo Halley: A escolha dos temas na verdade é bem simples porque a gente já tem uma base de dados do que a gente quer falar […] então é só olhar a nossa volta né, a gente tem aí bastante coisa pra trabalhar e a NASA, ela lança também uma revista anual se eu não me engano e nela, eles mencionam projetos que avançaram graças a algumas missões deles. Sejam projetos na saúde, como sei lá, detecção de câncer ou de outros objetos tecnológicos e aí eles mencionam exatamente de onde veio essa ligação com as missões que a NASA executou. Então ali a gente também tem um banco de dados bem legal pra trabalhar e essa é de longe a parte mais fácil. A parte de adaptar o nosso roteiro pra ser mais acessível e didático, com certeza é a parte mais difícil e é ali que a gente tem que ser bem criativo.

Julia Brazolim: Eu vejo no Twitter quando busco pela palavra astronomia, que muito adolescente diz que sonha em cursar astronomia mas ou tem medo de seguir essa área, ou já escolheu outro curso ou continuam na indecisão. Por que você acha que existe esse certo receio de entrar na área e por que você escolheu astronomia?

Leonardo Halley: É engraçado que eu também percebo bastante esse medo das pessoas de seguir na astronomia, eu tenho recebido também algumas mensagens de jovens que estão prestando o vestibular ou já tão fazendo alguma faculdade e tem interesse em astronomia… E é complicado, porque existem dois tipos de pessoas: ou aquelas que me procuram com uma visão muito romântica do que é astronomia, que acham que realmente é só ficar olhando pro céu, que você vai ficar com o telescópio pra sempre do seu lado observando o céu e não é bem assim, né? E depois acham até que astronomia é na verdade um hobbie e não uma carreira. E também tem as pessoas que acreditam que é para gênios, que só pessoas que são muito boas em física e matemática que podem seguir essa carreira. E não é isso.

Astronomia é uma carreira como qualquer outra, ela exige dedicação, você vai se frustrar em algum momento, mas… É normal! Não existe carreira perfeita, não precisa ter medo.

É óbvio, você vai ter uma carga muito pesada de física e matemática, mas é porque é só com isso que a gente trabalha, um pouco também de programação é claro, astronomia em si é basicamente física e programação. E é isso, você não precisa ter medo, pesquise um pouco mais, não tenha dúvida de perguntar para as pessoas, eu mesmo me disponibilizo a responder sempre o máximo de perguntas possíveis sobre a carreira.

No trecho , ""eu achava que não era ..." a palavra destacada foi usada para

a)

apresentar uma solicitação

b)

demonstrar ironia

c)

revelar uma sugestão

d)

indicar opinião

e)

sugerir inferioridade

4.

No trecho "" ...como já disse Carl Sagan.... " o termo destacado foi utilizado para

a)

apontar finalidade

b)

representar causa

c)

indicar proporção

d)

indicar tempo

e)

indicar conformidade

5.

Dipirona Monoidratada Solúvel

A dipirona é um medicamento utilizado no tratamento da dor e febre.

Tempo médio de início de ação: 30 a 60 minutos após a administração e geralmente duram aproximadamente 4 horas.

Quais as contraindicações do Dipirona Monoidratada Solução Oral EMS?

A dipirona não deve ser utilizada caso você tenha:

  • Reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;

  • Alergia ou intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas (ex. fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas (ex. fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos brancos do sangue) com uma dessas substâncias;

O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.

Adultos e adolescentes acima de 15 anos

  • 10 a 20 mL em administração única ou até o máximo de 20 mL, 4 vezes ao dia.

O tempo médio para para início da ação do medicamento

a)

4 horas antes da administração

b)

30 a 60 minutos antes da administração

c)

4 horas após a administração

d)

30 a 60 minutos após a administração

6.

A função desta carta é

a)

indicar um produto a um amigo

b)

convidar alguem para a compra de um produto

c)

sugerir a compra de um produto

d)

reclamar sobre o mau funcionamento de um produto

7.

A gente briga tipo toda hora

A gente faz de tudo pra se ver

A gente vira madrugada fora

A gente curte o mesmo rolê

Às vezes você dá uma surtada

Às vezes eu bato várias neuroses

O destino é coisa engraçada

Quando eu tento sair, você me envolve

Você diz que vai embora, mas sei que tu volta

Vê se não demora, porque eu tô aqui

Na letra, a expressão "a gente " se refere à

a)

ao eu lírico e ao leitor

b)

ao artista e seus fãs

c)

ao eu lírico e sua amada

d)

ao eu lírico e um familiar

e)

ao artista e aos seus amigos e fãs

8.

Elefantes são capazes de distinguir vozes, diz estudo

Animais demonstram maior medo ao ouvir vozes masculinas.

Por em 11/03/2014 13:35

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, publicado nesta terça-feira (11), no periódico PNAS, os elefantes possuem a capacidade de reconhecer vozes de acordo com as etnias e gêneros.

A avaliação foi feita no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. Para o estudo, os pesquisadores observaram a reação de famílias inteiras de elefantes diante da reprodução de sons gravados de vozes de dois grupos étnicos da região: os massai e os camba.

A população da tribo Massai é criadora de cabras e vacas e acaba competindo com os elefantes pelo acesso à água e também pasto. Os camba são agricultores, representando uma ameaça menor para os grandes mamíferos.

Como resultado, os cientistas concluíram que os elefantes ficam amedrontados diante da reprodução das vozes de homem adultos massai, diferentemente da reação à vozes de mulheres e crianças, que foi menos agressiva.

O assunto deste texto é

a)

o elefantes escolherem o conteiner certo

b)

quanod os elefantes ouviram um massai

c)

elefantes são capazes de distinguir diferentes sons

d)

um elefante asiático

9.

5 — (D12) A campanha publicitária acima tem como objetivo

a)

orientar sobre a obrigatoriedade de um tratamento.

b)

alertar sobre as medidas de prevenção do câncer.

c)

informar sobre o tipo de pacientes de uma doença.

d)

conscientizar a população sobre uma causa social.

10.

“A frase ‘eu discordo do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo’ talvez seja a melhor definição para a liberdade de expressão. Afinal, é muito fácil conceder a liberdade de expressão às ideias com que concordamos; muito mais difícil é aceitar a manifestação de ideias que desgostamos. O que se tem visto no Brasil nos últimos tempos, no entanto, é uma crescente vontade de reprimir formas de expressão que sejam consideradas desrespeitosas e preconceituosas. A iniciativa, embora tenha como pano de fundo uma intenção nobre, tem gerado situações desproporcionais, limitando o direito à livre expressão e violando a Constituição Federal.” 

  Qual é o principal argumento apresentado no trecho acima para criticar as restrições à liberdade de expressão no Brasil?

a)

A importância de proteger ideias com as quais concordamos.

b)

A necessidade de reprimir formas de expressão preconceituosa.

c)

A dificuldade de aceitar a manifestação de ideias desagradáveis.

d)

A nobre intenção por trás das iniciativas de restrição à liberdade de expressão.

11.

“A frase ‘eu discordo do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo’ talvez seja a melhor definição para a liberdade de expressão. Afinal, é muito fácil conceder a liberdade de expressão às ideias com que concordamos; muito mais difícil é aceitar a manifestação de ideias que desgostamos. O que se tem visto no Brasil nos últimos tempos, no entanto, é uma crescente vontade de reprimir formas de expressão que sejam consideradas desrespeitosas e preconceituosas. A iniciativa, embora tenha como pano de fundo uma intenção nobre, tem gerado situações desproporcionais, limitando o direito à livre expressão e violando a Constituição Federal.” 

Bruno de Oliveira Carreirão, advogado.   

No trecho: “... nos últimos tempos, no entanto, é uma crescente vontade...”, a expressão grifada visa introduzir, em relação ao assunto anterior, uma ideia de

a)

explicação

b)

contrariedade

c)

concordância

d)

alternância.

12.

Em uma propagando do Dia dos namorados publicada em uma rede social, expressão "" frigideira"" expressa a ideia de que

a)

gostaria de ganhar de presente uma frigideira com tampa

b)

as pessoas acabam encontrando seu par perfeito

c)

pessoa deseja aprender a cozinhar

d)

pessoas gostam de ser solteira

13.

Na tirinha, literalista é alguém que

a)

gosta de literatura

b)

entende de ciências

c)

interpreta de forma literal

d)

é desprovido de imaginação

14.

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

No trecho "então é isso, então é assim" a palavra expressa uma ideia de :

a)

conclusão / consequência

b)

tempo

c)

dúvida

d)

condição

15.

Todos nós temos o nosso lugar e sabemos onde ele fica.

Sempre, desde que nascemos. Quantas vezes já não te perguntaram: de onde você é? Você já sabe, é o lugar onde você nasceu. Foi (e será para sempre) o seu primeiro lugar. Você pode hoje estar morando a centenas de quilômetros daquele lugar. Mas ele está lá, o seu lugar.

Depois vem a mesa. Conversando outro dia com uma hippie lá do interior de Santa Catarina ele me chamou a atenção sobre os nossos lugares. Sim, porque hippie também ainda tem o seu lugar no mundo. Mas estávamos falando da mesa.

Da mesa de jantar. Aliás, não sei porque aquele lugar nunca foi chamado de mesa de almoço. É mesa de jantar.

Você se lembra de quando ainda morava com os seus pais? Cada um tinha o seu lugar na mesa, não é? Nunca saberemos como é que aquilo foi se definindo.

Outro dia, meu irmão José Maria, o caçula, estava recitando os nossos lugares na mesa em Lins. E éramos sete! Durante os 20 anos que passei em várias casas no interior, tudo mudava. Menos o lugar na mesa.

Para mencionar um costume, texto apresenta o pronome "aquilo" que se refere à

a)

diálogo com um amigo hippie

b)

atribuições dos lugares à mesa

c)

período de convivência com os pais

d)

pergunta sobre o local de nascimento