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Atividade assíncrona 15 de Projeto de Vida - 3° TRI - 1° A

Total questions: 6

Worksheet time: 30mins

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1.

A importância da oratória nas relações profissionais: Em um ambiente de trabalho dinâmico, a comunicação eficaz é essencial para a construção de relações saudáveis e produtivas. A oratória, entendida como a capacidade de se expressar com clareza, segurança e empatia, não se restringe a falar bem, mas envolve saber ouvir, adequar a linguagem ao contexto e transmitir ideias de modo assertivo. Dessa forma, a boa oratória é importante porque:

a)

Garante a superioridade intelectual sobre os ouvintes e o domínio das discussões.

b)

Favorece a compreensão mútua e o fortalecimento das relações interpessoais no ambiente profissional.

c)

Elimina a necessidade de ouvir opiniões contrárias, mantendo o foco apenas nas próprias ideias.

d)

Se baseia em técnicas de persuasão que ignoram a escuta ativa e priorizam o discurso autoritário.

e)

Limita a espontaneidade do orador, tornando a fala excessivamente formal e distante.

2.

Comunicação verbal e não verbal: Durante uma entrevista de emprego, a linguagem corporal, o tom de voz e as expressões faciais são tão relevantes quanto o conteúdo falado. O domínio da comunicação não verbal contribui para transmitir confiança, coerência e credibilidade ao entrevistador, refletindo equilíbrio emocional e preparo. Nesse contexto, a comunicação não verbal é eficaz quando:

a)

O candidato evita o contato visual e adota uma postura rígida, demonstrando respeito e seriedade.

b)

Ocorre de maneira espontânea, coerente com o discurso e adequada ao ambiente da entrevista.

c)

É utilizada como forma de disfarçar inseguranças e manipular a percepção do entrevistador.

d)

Se torna excessivamente ensaiada, prejudicando a naturalidade e a empatia.

e)

Substitui completamente a comunicação verbal, tornando o discurso desnecessário.

3.

Autoconfiança e expressão oral: A autoconfiança é um dos pilares da oratória eficaz. Saber falar em público ou diante de avaliadores exige o equilíbrio entre clareza, domínio do conteúdo e controle emocional. Entretanto, confiança não significa arrogância, mas segurança para reconhecer limitações e comunicar ideias de forma autêntica. Assim, no contexto da oratória, a autoconfiança se manifesta quando o indivíduo:

a)

Interrompe constantemente os outros para demonstrar domínio do assunto.

b)

Recorre a jargões técnicos para parecer mais competente e impressionar a plateia.

c)

Transmite suas ideias com serenidade, respeito e clareza, mantendo postura aberta ao diálogo.

d)

Adota um tom autoritário para afirmar sua superioridade em relação aos interlocutores.

e)

Foca apenas em decorar o discurso, ignorando o contexto da fala e o público-alvo.

4.

Habilidades socioemocionais em entrevistas: Além das competências técnicas, os recrutadores valorizam habilidades socioemocionais, como empatia, trabalho em equipe e adaptabilidade. Durante a entrevista, o candidato demonstra essas competências não apenas por meio de respostas diretas, mas também por sua postura, tom de voz e capacidade de lidar com perguntas desafiadoras. Nesse sentido, demonstra possuir habilidades socioemocionais quem:

a)

Reage de forma defensiva a perguntas difíceis, demonstrando autossuficiência.

b)

Assume uma postura flexível, reconhecendo seus erros e destacando aprendizados anteriores.

c)

Prioriza apenas os próprios resultados, sem valorizar o trabalho coletivo.

d)

Foca em respostas prontas e genéricas, evitando se envolver emocionalmente.

e)

Enfatiza apenas suas conquistas pessoais, sem mencionar o impacto de suas ações no grupo.

5.

Preparação e planejamento da fala: Uma das etapas mais importantes de uma boa oratória é o planejamento. Em uma entrevista, improvisar pode levar a respostas vagas e desconexas. Preparar-se significa estudar a vaga, refletir sobre suas experiências e organizar mentalmente exemplos que demonstrem suas habilidades e atitudes. Portanto, o preparo adequado para uma entrevista de emprego envolve:

a)

Ensaiar respostas genéricas para todas as perguntas possíveis.

b)

Concentrar-se apenas em aspectos técnicos, ignorando o comportamento durante a fala.

c)

Refletir sobre experiências passadas e planejar exemplos que mostrem competências relevantes.

d)

Focar em respostas curtas e diretas, sem justificar suas escolhas ou atitudes.

e)

Evitar falar sobre situações de erro ou fracasso, mesmo que tragam aprendizado.

6.

Ética e autenticidade no discurso: Em processos seletivos, o discurso do candidato deve refletir não apenas suas capacidades, mas também seus valores. Tentar aparentar algo que não se é pode gerar incoerência e desconfiança. A oratória ética é aquela que equilibra clareza, transparência e coerência entre o que se diz e o que se faz. Dessa forma, ser autêntico ao se comunicar em uma entrevista significa:

a)

Adaptar o discurso ao que o entrevistador quer ouvir, mesmo que isso contrarie convicções pessoais.

b)

Utilizar respostas decoradas para demonstrar preparação e profissionalismo.

c)

Expressar suas ideias e experiências de forma sincera, mantendo respeito e coerência ética.

d)

Valorizar apenas resultados positivos, omitindo dificuldades enfrentadas.

e)

Exagerar conquistas passadas como estratégia para causar boa impressão.