WorksheetsAvaliação de Filosofia
Total questions: 10
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(3.5) Estética é a parte da Filosofia que procura investigar os fundamentos da arte e do belo; os diferentes tipos de arte; as relações da arte com a sociedade. Considerando a arte como a prática de criar formas perceptivas expressivas do sentimento humano, seu valor essencial é:
A ênfase no fator utilidade, aplicação.
O produto de condicionamentos históricos ou ideológicos.
A ênfase no fator beleza.
A percepção social pelo público;
A capacidade de transmitir os sentimentos mais autênticos da natureza humana.
(3.5) Alexander Baumgarten a definiu como sendo a teoria do belo e das suas manifestações através da arte. Como ciência e teoria do belo, a Estética pretende alcançar um tipo específico de conhecimento que é aquele captado:
Pela lógica.
Pela razão.
Pela alma.
Pelos sentidos.
Pela emoção.
(3.5) A Estética, enquanto uma reflexão própria sobre a beleza, surgiu no século XVIII, com o filósofo alemão Alexander Baumgarten (1714-1762). Marque a alternativa que representa a estética para Baumgarten:
Para ele a estética é uma arte subjetiva que serve como crítica dos artistas e suas obras;
Baumgarten entende que a estética não tem validade de ciência, pois opera com a subjetividade humana;
Baumgarten refere-se à Estética como um conhecimento do sensível, que se utilizará de um instrumento análogo à razão: a representação sensível.
Para ele, assim como para Platão a arte é cópia do mundo ideal, por isso condena os poetas e artistas.
A estética é uma arte objetiva que serve como crítica dos artistas e suas obras.
(3.5) (...) Ao banquete de mensagens e informações que nos é oferecido e empurrado a cada instante corresponde a nossa formidável gula por mídia. Nada, ao que parece, sacia. A multiplicação dos meios e estímulos que nos perseguem corresponde a nossa espantosa insaciabilidade e a incontinência do nosso desejo por mais (...). Há uma distância entre quantidade e qualidade, entre rapidez e aprofundamento [da informação]. O que nos falta mesmo é o aprendizado e o autocontrole necessário para seguir uma dieta informacional equilibrada. Abrir e explorar, mas também saber fechar de forma seletiva e inteligente. GIANNETTI, Eduardo. Obesos de informação, famintos de sentido. In: Folha de S. Paulo, São Paulo, 8 out. 1998. Ilustrada, p. 4-7. Com base no texto, podemos afirmar que o processo de informação na sociedade contemporânea é marcado por:
Indústria cultural.
Cultura intelectual.
Sociedade cultural.
Comunicação de massa.
(3.5) Leia atentamente a letra da canção: "A televisão me deixou burro, muito burro demais / Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais / O sorvete me deixou gripado pelo resto da vida / E agora toda noite quando deito é boa noite, querida. / Ó cride, fala pra mãe / Que eu nunca li num livro que um espirro fosse um vírus sem cura / Vê se me entende pelo menos uma vez, criatura! / Ó cride, fala pra mãe! / A mãe diz pra eu fazer alguma coisa mas eu não faço nada / A luz do sol me incomoda, então deixa a cortina fechada / É que a televisão me deixou burro, muito burro demais / E agora eu vivo dentro dessa jaula junto dos animais / Ó cride, fala pra mãe! / Que tudo que a antena captar meu coração captura". Qual a crítica apresentada pelos Titãs na letra dessa música?
A alienação causada pela televisão no espectador.
A grande quantidade de informação útil, transmitida.
A falta do que fazer das pessoas que assistem televisão.
A maneira intelectual como as pessoas assistem TV.
(3.5) De acordo com a crítica à "indústria cultural", na sociedade capitalista avançada, a produção e a reprodução da cultura se realizam sob o amparo da padronização e da racionalidade técnica. No contexto dessa crítica, considerando o fast food como produto cultural, é correto afirmar:
A padronização dos hábitos e valores alimentares obedece aos ditames da lógica material da sociedade industrializada.
O consumo dos produtos da indústria do fast food e a satisfação dos novos hábitos alimentares contribuem com a emancipação humana.
A homogeneização dos hábitos alimentares reflete a inserção crítica dos indivíduos na cultura de massa.
A racionalidade técnica e a padronização dos valores alimentares permitem ampliar as condições de liberdade e de autonomia dos cidadãos.
A massificação dos produtos alimentares sob os ditames do mercado corresponde à efetiva democratização da sociedade.
(3.5) "A indústria cultural, com suas vantagens e desvantagens, pode ser caracterizada pela transformação da cultura em mercadoria, com produção em série e de baixo custo, para que todos possam ter acesso. É uma indústria como qualquer outra, que deseja o lucro e que trabalha para conquistar o seu cliente, vendendo imagens, seduzindo o seu público a ter necessidades que antes não tinham". Assinale a alternativa correta.
A indústria Cultural não é uma característica da sociedade contemporânea ela é um produto natural em qualquer sociedade.
A indústria Cultural é responsável por criar no indivíduo necessidades que ele não tinha e transformar a cultura em mercadoria.
A Indústria Cultural não influencia nas necessidades do indivíduo com a sua produção em série e de baixo custo.
A indústria cultural faz com que o indivíduo reflita sobre o que necessita, não desejando lucro.
A Indústria Cultural prioriza a heterogeneidade de cada cultura.
(3.5) Qual a definição da palavra estética no sentido comum e no sentido filosófico?
No sentido comum, estética é o estudo das regras da gramática; no filosófico, é o estudo da lógica.
No sentido comum, estética é sinônimo de beleza e aparência agradável; no filosófico, é a investigação do conhecimento sensível, da arte e da experiência do belo.
No sentido comum, estética é a política das mídias; no filosófico, é a ciência da economia.
No sentido comum, estética é qualquer opinião pessoal; no filosófico, é a moral aplicada às obras de arte.
(3.5) Mesmo com toda força dos meios de comunicação que condicionam, atualmente, a produção e o consumo de arte – além de outros bens – determinando, de certa forma os gostos da maioria das pessoas, é possível achar quem não se sinta bem em consumir aquilo que a maioria consome. Até que ponto temos liberdade de escolha?
A liberdade de escolha é limitada pela influência da mídia e do mercado, mas ainda existe e pode ser exercida criticamente.
Temos liberdade total de escolha, completamente independente da mídia e do mercado.
Não há qualquer liberdade de escolha na sociedade contemporânea.
A liberdade de escolha depende apenas da renda da pessoa.
(3.5) Quem decide o que vai ser veiculado no rádio e na televisão tem a preocupação de desenvolver uma visão crítica e elevar o conhecimento das pessoas? Explique sua resposta.
Em geral, proprietários de veículos de comunicação e anunciantes priorizam audiência e lucro, por isso raramente têm como objetivo central desenvolver visão crítica.
Os espectadores individuais decidem tudo que é veiculado e sempre buscam elevar o conhecimento.
O governo decide sempre com o objetivo principal de educação crítica, sem interesses políticos ou econômicos.
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