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1.2. e 1.3. - Agricultura

Total questions: 98

Worksheet time: 2hrs 5mins

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1.

A sigla TER significa...

a)

turismo em espaço rural.

b)

técnicas de espaço rural.

c)

turismo em ensino rural.

d)

nenhum,a das opções anteriores.

2.

O TER tem um papel importante no desenvolvimento das áreas rurais porque...

a)

gera emprego e contribui para a desertificação.

b)

gera emprego e contribui para afixação da população.

c)

diminui o emprego e o dinamismo da região.

d)

nenhuma das opções anteriores.

3.

O ano em que se verificou uma queda do numero de estabelecimentos de turismo no espaço rural total foi...

a)

2016

b)

2017

c)

2015

d)

2013

4.

O desenvolvimento da industria em espaço rural permite...

a)

o aparecimento de outras atividades económicas.

b)

o desaparecimento de outras atividades económicas.

c)

a degradação da qualidade de vida da população.

d)

nenhuma das opções anteriores.

5.

A aposta nas energias é um fator de desenvolvimento rural...

a)

verdadeiro

b)

falso

6.

Os solos férteis, as temperaturas amenas e a precipitação elevada ...

a)

conjugados com os relevo acidentado, explicam os minifúndios irregulares associados à policultura intensiva do Noroeste.

b)

conjugados com o relevo plano explicam os minifúndios regulares associados à policultura intensiva do Nordeste.

c)

contribuem para a existência de pastagens e culturas permanentes como o milho e a beterraba no noroeste.

d)

conjugados com o relevo acidentado contribuem para uma paisagem policultural nas regiões de altitude mais elevada.

7.

Os verões quentes e longos são cruciais para a existência de determinadas culturas no Algarve, como por exemplo ...

a)

a aveia, a alfarrobeira e os citrinos.

b)

o trigo, a vinha e a figueira.

c)

a amendoeira, as flores e a banana.

d)

o centeio, o arroz e o olival.

8.

A região agrária com solos mais férteis de Portugal Continental é…

a)

o Alentejo.

b)

o Ribatejo e Oeste.

c)

Entre Douro e Minho.

d)

os Açores.

9.

A Região Agrária do Alentejo apresenta algumas características específicas como os __(I)__ , associados tradicionalmente a um sistema de cultura __(II)__, com pousios longos, compensados com a exploração __(III)__.

a)

I - latifúndios;

II - intensivo;

III - de pinhal.

b)

I - latifúndios;

II - extensivo;

III - de montado.

c)

I - minifúndios;

II - extensivo;

III - de olival.

d)

I - minifúndios;

II - intensivo;

III - de frutos secos.

10.

O povoamento disperso predomina nas regiões agrárias ...

a)

da Madeira e Entre Douro e Minho.

b)

dos Açores e Beira Litoral.

c)

de Entre Douro e Minho e Beira Interior.

d)

do Ribatejo e Oeste e da Madeira.

11.

Na figura podemos observar uma cultura ...

a)

de regadio, em sistema intensivo e monocultural.

b)

de sequeiro, em sistema intensivo e policultural.

c)

de sequeiro, em sistema extensivo e monocultural.

d)

de regadio, em sistema extensivo e policultural.

12.

Assinala a afirmação verdadeira:

a)

No Noroeste de Portugal o povoamento é concentrado, predominam os minifúndios e o sistema de cultura é intensivo e monocultural.

b)

O sistema intensivo está associado a maior rendimento porque o solo tem uma ocupação descontínua, com recurso ao pousio.

c)

No Algarve o povoamento é concentrado, predominam os latifúndios e o sistema de cultura é intensivo e monocultural.

d)

O sistema extensivo está associado ao afolhamento e rotação de culturas, em regime de monocultura.

13.

A figura representa um olival ...

a)

cultivado em sistema extensivo e policultural, no Algarve.

b)

cultivado em sistema superintensivo, com forte recurso a rega, no Norte Interior.

c)

cultivado em sistema intensivo, sem recurso a rega, no Ribatejo e Oeste

d)

cultivado em sistema superintensivo, com forte recurso a rega, no Alentejo.

14.

O rendimento agrícola é ...

a)

a quantidade de produção obtida per capita.

b)

a quantidade de produção obtida por exploração agrícola.

c)

a quantidade de produção obtida por unidade de superfície (ha).

d)

o valor gerado pela produção anual de uma exploração agrícola.

15.

Na Madeira observamos uma estratificação em altura. Nos andares mais baixos, em regime monocultural encontra-se ...

a)

as espécies tropicais, como a banana.

b)

a vinha e os cereais.

c)

as espécies mediterrânicas como a figueira.

d)

as árvores de fruto como as macieiras e os citrinos.

16.

Na região agrária dos Açores destaca-se a produção, em sistema intensivo, de ...

a)

gado bovino.

b)

Chá.

c)

Vinha.

d)

gado suíno.

17.

Identifica a técnica apresentada na figura, utilizada para evitar o deslizamento do solo, em áreas de declive acentuado.

a)

Levadas.

b)

Emparcelamento.

c)

Poios.

d)

Socalcos.

18.

Em Portugal foram definidas 9 regiões agrárias:

a)

três nas regiões autónomas e seis no continente.

b)

duas no continente e sete nas regiões autónomas.

c)

duas nas regiões autónomas e sete no continente.

d)

seis nas regiões autónomas e três no continente.

19.

O clima é um dos fatores naturais que, em Portugal, mais condicionam a agricultura porque...

a)

a estação mais quente coincide com o período do ano de maior humidade e precipitação.

b)

as baixas temperaturas que se registam no Inverno afetam o desenvolvimento das culturas temporárias.

c)

a precipitação distribui-se de forma muito irregular no tempo e no espaço.

d)

só permite a prática do sistema de cultura de sequeiro.

20.

Assinala as afirmações verdadeiras:

a)

Em Portugal, a irregularidade das condições climáticas condiciona o desenvolvimento da agricultura.

b)

A abundância dos recursos hídricos em todo o território nacional constitui um fator favorável ao desenvolvimento da agricultura.

c)

Em Portugal, a generalidade dos solos agrícolas apresenta uma fertilidade natural muito elevada.

d)

O Alentejo é a região agrária portuguesa com relevo mais acidentado.

e)

O relevo acidentado constitui um entrave ao desenvolvimento da agricultura.

21.

A altitude condiciona a prática agrícola porque...

a)

provoca o aumento da temperatura e da precipitação.

b)

provoca diminuição da temperatura e da precipitação.

c)

provoca o aumento da temperatura e a diminuição da precipitação.

d)

provoca a diminuição da temperatura e o aumento da precipitação.

22.

As estufas permitem controlar a influência do clima. Esta afirmação é...

a)

Verdadeira.

b)

Falsa.

23.

Os fatores naturais que condicionam a agricultura são

a)

Clima, relevo, recursos hidricos e fertilidade do solo

b)

Clima, passado histórico, recursos hidricos e fertilidade do solo

c)

Estrutura fundiária, densidade populacional, relevo

d)

Precipitação, finalidade da produção e relevo

24.

Alguns dos fatores humanos que condicionam a agricultura portuguesa são...

a)

A densidade populacional, o relevo e o clima.

b)

Passado histórico, densidade populacional, estrutura fundiária, finalidade da produção.

c)

Politicas agrícolas, precipitação e fertilidade dos solos

d)

Relevo, clima,recursos hidricos e fertilidade do solo.

25.

As vantagens da agricultura biológica são...

a)

Os alimentos têm maior qualidade nutritiva, são mais saborosos, são mais saudáveis, os solos têm uma maior fertilidade a longo prazo

e há diminuição da poluição.

b)

Os alimentos têm maior dimensão, a aparência é menos atrativa, o preço é, quase sempre, superior e há diminuição da poluição.

c)

Os alimentos têm menor dimensão, a aparência é menos atrativa, a durabilidade dos produtos é maior, preço é superior e os trabalhos têm menor complexidade técnica.

d)

Nenhuma das opções está correta.

26.

São exemplos de fatores HUMANOS que influenciam a agricultura...

a)

.. a demografia e o relevo

b)

.. o clima e o envolvimento do poder

c)

.. a tecnologia e a demografia

d)

.. as características culturais e os solos

27.

A agricultura biológica consiste ...

a)

na produção de bens alimentares utilizando produtos químicos de síntese.

b)

no sistema de monocultura intensiva e depende das condições naturais.

c)

na produção de bens alimentares sem a utilização de produtos químicos de síntese

d)

numa agricultura tradicional

28.

A Multifuncionalidade do Espaço Rural consiste:

a)

no funcionamento correto e eficaz das estruturas industriais existentes nos espaços rurais.

b)

na existência de serviços suficientes de modo a assegurar que haja uma farmácia por cada 10 habitantes.

c)

na valorização dos produtos regionais, protegendo-os relativamente a produtos importados.

d)

em desenvolver o espaço rural de forma integrada e multifacetada, aproveitando todas as suas potencialidades.

29.

Diferentes formas de TER são, por exemplo:

a)

turismo de aldeia, caravanismo e motociclismo.

b)

turismo de habitação, turismo rural e hostels.

c)

Hotel rural, agroturismo e turismo de aldeia.

d)

turismo aeroespacial, balonismo e caravanismo.

30.

Entre as vantagens do TER, temos:

a)

criação de emprego e fixação da população;

b)

dinamização integrada das paisagens agrárias;

c)

fomentar o abandono da agricultura e da pecuária;

d)

promover a inovação e o desenvolvimento tecnológico.

31.

A silvicultura contribui para:

a)

Criação de emprego

b)

Armazenamento do dióxido de carbono

c)

Regularização do ciclo hidrológico

d)

Preservação dos solos

32.

A produção de energia a partir de fontes renováveis contribui para a sustentabilidade das áreas rurais, uma vez que…

a)

permite aumentar a oferta de emprego e contribui para o desenvolvimento de atividades económicas diversificadas.

b)

facilita a pluriatividade da população rural e contribui para o agravamento da dependência dos combustíveis fósseis.

c)

promove a fixação da população e favorece a criação de emprego sazonal.

d)

permite o plurirrendimento dos habitantes locais e contribui para o aumento do êxodo rural.

33.

O desenvolvimento da industria em espaço rural permite...

a)

o aparecimento de outras atividades económicas.

b)

o desaparecimento de outras atividades económicas.

c)

a degradação da qualidade de vida da população.

d)

nenhuma das opções anteriores.

34.

A sigla TER significa...

a)

turismo em espaço rural.

b)

técnicas de espaço rural.

c)

turismo em ensino rural.

d)

nenhum,a das opções anteriores.

35.

A pluriatividade, prática em simultâneo do trabalho na agricultura e noutras atividades, surge como alternativa para complementar o rendimento provenientes da agricultura. Esta afirmação é...

a)

Verdadeira.

b)

Falsa.

36.

Dois dos principais objetivos da PAC no início foram…

a)

a diminuição da produtividade agrícola e o aumento da concorrência.

b)

o aumento da produtividade agrícola e a estabilização dos mercados.

c)

a diminuição do rendimento dos agricultores e da produtividade agrícola.

d)

o aumento da produtividade agrícola e a exportação dos produtos alimentares

37.

Embora se tenham registado progressos, a PAC trouxe algumas consequências negativas, como…

a)

o aumento dos excedentes e a redução dos problemas ambientais.

b)

a diminuição dos excedentes e o aumento dos custos de armazenamento.

c)

a intensificação das produções e o aumento dos excedentes agrícolas.

d)

a extensificação das produções e o aumento dos excedentes agrícolas.

38.
O set-aside, introduzido já nos anos '80, consiste na...
a)
retirada obrigatória de uma percentagem das terras de produção de uma exploração, mediante o pagamento de um incentivo
b)
retirada obrigatória de produção de toda uma exploração, mediante o pagamento de um incentivo
c)
tentativa de aumentar a dimensão das explorações, através do emparcelamento<br />
d)
tentativa de diminuir a dimensão das explorações através da sua subdivisão em unidades produtivas autónomas<br />
39.
A PAC de 1992 introduziu
a)
incentivos à agricultura biológica
b)
incentivos à agricultura intensiva
c)
incentivos à produção minifundiária
d)
incentivos à plantação de pastos permanentes
40.
Com a Reforma de 2003 da PAC...
a)
são dados passos com vista à proteção dos produtos alimentares regionais e tradicionais, através de tarifas alfandegárias para os produtos de fora da UE
b)
os agricultores estão mais orientados para o mercado, beneficiando de auxílios ao rendimento, mas são obrigados a respeitar normas específicas em matéria de ambiente, por exemplo
c)
os alimentos excedem as necessidades
d)
os alimentos deixam de ser o aspecto central da produção agrícola, que passa a ser mais direccionada para as culturas industriais e de exportação.
41.

Na atualidade, a PAC

a)

vê os agricultores como promotores da preservação do meio rural e dos recursos naturais

b)

centra-se, essencialmente, no domínio alimentar e da competitividade

c)

fez um desinvestimento no segundo pilar, o Desenvolvimento Rural, o qual assume um papel secundário

d)

Voltou a centrar a sua actuação na Política de Preços e de Mercado, o primeiro pilar.

42.
A nova PAC dá resposta aos desafios de vários âmbitos. Esta tem como objetivo
a)
reforçar a competitividade e a sustentabilidade da agricultura e das áreas rurais na UE
b)
reforçar a produção alimentar em áreas rurais em toda a UE
c)
Apostar essencialmente no carácter ambiental da produção agrícola europeia
d)
Direccionar os seus esforços para a intensificação da produção.
43.

Os pagamentos desligados consistem actualmente em subsídios...

a)

que não têm em consideração a quantidade produzida ou a dimensão das explorações

b)

que consideram essencialmente a dimensão da exploração, mas não a sua produção

c)

baseados no número de animais e máquinas que possuem

d)

suficientemente elevados para tornar as suas produções mais biológicas

44.

Actualmente, a PAC assenta em 2 pilares, que são

a)

a política de preços e de mercado e o desenvolvimento rural

b)

a unicidade dos mercados e a solidariedade financeira

c)

a preferência pela importação de produtos extracomunitários.

d)

a unicidade dos mercados e a promoção da concorrência externa

45.

O 2º pilar da PAC foi introduzido em

a)

1999

b)

1992

c)

2003

d)

2009

46.
O financiamento do pilar do Desenvolvimento Rural é hoje baseado
a)

no FEADER

b)

no FEOGA-Garantia

c)

no FEAGA

d)

no FEOGA-Orientação

47.

Na década de 50, a Europa, em termos agrícolas, apresentava...

a)

escassez de alimentos e o setor era pouco produtivo.

b)

excesso de produção e dificuldades de escoamento.

c)

equilíbrio na oferta, mas alimentos caros.

d)

excesso de exportações e falta de alimentos internamente.

48.

Os objetivos da Política Agrícola Comum foram definidos...

a)

no Tratado de Paris.

b)

no Tratado de Maastricht.

c)

no Tratado de Roma.

d)

no Tratado de Lisboa.

49.

Os três princípios da Política Agrícola Comum, definidos em 1958, são...

a)

aumento da mecanização, aumento das terras aráveis, diminuição das importações.

b)

unicidade dos preços, preferência comunitária, solidariedade financeira.

c)

livre circulação de trabalhadores, adoção de uma moeda única, alargamento a leste.

d)

preservação da paisagem rural, apoio à agricultura biológica, produção de excedentes.

50.

A primeira reforma da Política Agrícola Comum regia-se pela lógica...

a)

"quem mais produz mais ganha".

b)

"pagar para não produzir".

51.

1.1 É comum afirmar-se que a PAC de 1962 se tornou “vítima do seu próprio sucesso”, na medida em que…

a)

… a Europa passou da penúria alimentar à produção excedentária.

b)

… foram atribuídas ajudas variáveis aos agricultores de acordo com as quantidades produzidas.

c)

… o mercado europeu registava um consumo interno superior à produção interna.

d)

… a Europa estava dependente do estrangeiro no aprovisionamento de produtos alimentares.

52.

1.1 A reforma da PAC de 1992 foi desvantajosa para Portugal no que respeita à produção agrícola. Esta afirmação é…

a)

… verdadeira, na medida em que a agricultura portuguesa sofreu limitações à produção.

b)

… verdadeira, visto que os agricultores portugueses receberam poucos subsídios do FEOGA.

c)

… falsa, na medida em que os incentivos ao set-aside permitiram desenvolver a florestação.

d)

… falsa, na medida em que não penalizou as produções em que Portugal evidenciava vantagens competitivas, como o azeite e os frutos frescos.

53.

A consorciação consiste em:

a)

semear hortaliças

b)

Semear espécies complementares próximas umas das outras

c)

semear espécies diferentes em ciclos de produção diferentes

d)

Semear sem químicos

54.

Os efeitos multiplicadores do turismo em espaço rural (TER) passam por

a)

desenvolver o turismo de massa, criando emprego e fixando população.

b)

dinamizar um conjunto de equipamentos, infraestruturas e atividades que garantam a qualidade de vida da população.

c)

incentivar a construção de parques aquáticos e infantis que garantam às famílias momentos de lazer.

d)

apostar na criação de casas de repouso atraentes e confortáveis e assim assegurar aos idosos uma vida digna.

55.

Diferentes formas de TER são, por exemplo:

a)

turismo de aldeia, caravanismo e motociclismo.

b)

turismo de habitação, turismo rural e hostels.

c)

turismo rural, turismo de habitação e parques de campismo.

d)

turismo aeroespacial, balonismo e caravanismo.

56.

Considere as afirmações I, II e III.

         Selecione a opção que identifica corretamente as afirmações verdadeiras e as falsas.

         I.  Em áreas de reduzida precipitação, a construção de socalcos é uma técnica adequada para reduzir perdas de água por escorrência superficial.

         II.  O aumento da temperatura e o aumento da humidade favorecem o crescimento vegetativo.

         III. Nas regiões portuguesas com precipitações médias mensais acima de 500 mm, é indispensável recorrer à agricultura de regadio.

Selecione a opção que identifica corretamente as afirmações verdadeiras e as falsas.

a)

I e II são verdadeiras; III é falsa.

b)

II é verdadeira; I e III são falsas.

c)

I é verdadeira; II e III são falsas.

d)

II e III são verdadeiras; I é falsa.

57.

A Superfície Agrícola Utilizada (SAU) representava, em 2019, cerca de 43% da superfície territorial portuguesa. O número de explorações agrícolas e a SAU apresentaram alterações entre 2009 e 2019, que podem ser observadas na Tabela.

Indique a opção que corresponde ao sectograma que exprime o número de explorações por classes de dimensão, em 2019.

a)

Opção A

b)

Opção B

c)

Opção C

d)

Opção D

58.

Portugal continuava a apresentar, em 2019, uma distribuição assimétrica da SAU pelas explorações, com uma elevada concentração da superfície num número limitado de explorações.

Com base nos dados da tabela, qual das seguintes afirmações comprova essa situação?

a)

Em 2019, 72% das explorações tinham menos de 5 ha, mas ocupavam apenas 40% da SAU.

b)

Em 2019, as explorações com mais de 50 ha representavam apenas 5% do total de explorações, mas concentravam 67% da SAU.

c)

Em 2019, a dimensão média das explorações com mais de 50 ha era 5% da SAU.

d)

Em 2019, a maioria das explorações agrícolas possuía menos de 50 ha.

59.

Nas explorações de média e grande dimensão, observou-se, entre 2009 e 2019, uma diminuição da sua SAU média, pois

a)

o número de explorações agrícolas diminuiu.

b)

a área cultivada decresceu.

c)

o aumento da SAU não foi proporcional ao do número de explorações.

d)

a SAU diminuiu, ao contrário do número de explorações.

60.

A dimensão e fragmentação da maioria das explorações agrícolas portuguesas constitui um obstáculo à sua modernização. Esta afirmação é

a)

verdadeira, porque o elevado número de minifúndios e blocos condiciona a mecanização.

b)

falsa, porque a pequena dimensão e dispersão das explorações permite a seleção de espécies mais adaptadas às condições edafoclimáticas das regiões.

c)

verdadeira, porque as explorações agrícolas constituídas por pequenas parcelas e vários blocos favorecem o uso de agrotóxicos.

d)

falsa, porque a dispersão das pequenas explorações beneficia a gestão racional do solo arável, de modo que as técnicas tradicionais são valorizadas.

61.

As particularidades regionais em Portugal estão bem expressas na variedade da composição da SAU regional em 2019, cartografada na figura.

As afirmações seguintes são verdadeiras.

I. Em 2019, a área ocupada com culturas permanentes apresenta maior extensão nas regiões agrárias do Algarve, na Madeira e em Trás-os-Montes, face ao total da ocupação cultural das respetivas regiões.

II. Os prados e pastagens permanentes, que mantiveram em 2019 a tendência de crescimento, assumem maior importância nos Açores, Alentejo e Beira Interior.

III. O decréscimo das terras aráveis deveu-se, essencialmente, à redução das áreas de cereais para grão e de batata, culturas pouco competitivas na maioria das condições edafoclimáticas onde eram produzidas.

IV. As pastagens permanentes ocupam mais de metade da SAU em Portugal, sendo o Alentejo a região com maior área de ocupação.

V. As culturas temporárias localizam-se sobretudo a norte do rio Tejo, em regiões do norte e centro litoral.

As duas afirmações cujo conteúdo pode ser comprovado através da análise da figura são:

a)

II e IV.

b)

I e V.

c)

III e V.

d)

I e III.

62.

No período de 2009 a 2019, a cultura frutícola que registou o maior crescimento relativo da sua área de cultivo no Alentejo foi, de acordo com a Figura B

a)

os citrinos

b)

os frutos pequenos de baga

c)

os frutos subtropicais

d)

os frutos de casca rija

63.

A Cova da Beira (Beira Interior) apresenta condições naturais favoráveis para a produção de cereja, como solos profundos e um clima caracterizado

a)

pela influencia das montanhas discordantes, permitindo um verão ameno no interior.

b)

pelo inverno frio e pela proteção aos ventos de oeste

c)

pela influencia das montanhas concordantes, permitindo um verão ameno no interior.

d)

pelo inverno frio e pela exposição aos ventos de oeste

64.

O pousio é uma prática agrícola utilizada, sobretudo, nas regiões agrárias portuguesas onde

a)

os solos são profundos, os verões são amenos e se recorre ao afolhamento trienal

b)

os solos são delgados, os verões são prolongados e predomina o sistema de policultura

c)

os solos são férteis, os verões são curtos e se pratica a rotação de culturas

d)

os solos são pobres, os verões são secos e domina o sistema de monocultura

65.

A crescente degradação dos solos e a propensão para a desertificação constituem problemas resultantes da

a)

forte ocupação da SAU com culturas permanentes

b)

utilização deficitária de fertilizantes químicos

c)

vulgarização de práticas de monoculturas intensivas

d)

rotação de culturas com recurso a culturas forrageiras

66.

Indique duas regiões agrárias onde, de acordo com a figura 4, a produção de qualquer espécie animal é superior a 5% do total nacional.

a)

Alentejo e Ribatejo e Oeste

b)

Beira Interior e Beira Litoral

c)

Entre Douro e Minho e Ribatejo e Oeste

d)

Trás-os-Montes e Açores

67.

Considerando a produção animal em cada região agrária, retratada na figura, verifica-se uma menor importância relativa da produção ______ na região da Beira Interior e uma maior importância relativa da produção de bovinos na região ______.

a)

de suínos … do Alentejo

b)

de suínos … dos Açores

c)

de caprinos … de Entre Douro e Minho

d)

de caprinos … do Ribatejo e Oeste

68.

A percentagem de bovinos no Alentejo, ilustrada na figura , explica-se, entre outros fatores, pela aposta no sistema agro-silvo-pastoril do montado, com importantes funções

a)

na conservação do solo e na produção extensiva de raças autóctones

b)

na libertação de carbono e na preservação de práticas de pastoreio semi-intensivo

c)

na manutenção da biodiversidade e na intensificação da produção de raças autóctones

d)

na regularização do ciclo hidrológico e na valorização de práticas de pastoreio intensivo

69.

I. A maioria das explorações agrícolas continua a ser gerida por produtores singulares.

II. As sociedades agrícolas concentram-se no Algarve e no Alentejo, embora não contribuam significativamente para a produção agrícola regional.

III. Destaca-se a menor importância que as outras naturezas jurídicas apresentam na região Norte.

Selecione a opção que identifica corretamente as afirmações verdadeiras e as falsas.

a)

III é verdadeira; I e II são falsas

b)

I é verdadeira; II e III são falsas

c)

II e III são verdadeiras; I é falsa

d)

I e III são verdadeiras; II é falsa

70.

A importância das empresas agrícolas na estrutura produtiva é muito superior à sua representatividade, observada na figura, na medida em que

a)

exploram mais de metade da SAU e empregam grande parte da mão de obra agrícola assalariada

b)

a sua dimensão média é consideravelmente superior à das explorações geridas pelos produtores singulares e utilizam grande parte da mão de obra agrícola total

c)

privilegiam uma gestão orientada para a otimização dos recursos, nomeadamente com a utilização de mão de obra e de máquinas agrícolas

d)

produzem poucos efetivos animais, tendo pouca representatividade no setor agropecuário nacional

71.

De acordo com a figura, os produtores agrícolas que, em 2019, integravam a classe etária com menor número de efetivos nasceram entre

a)

1975 e 2004

b)

1955 a 1974

c)

1952 a 1971

d)

1972 e 2001

72.

I. Os valores de 2009 e 2019 denotam um ligeiro rejuvenescimento dos ativos agrícolas face aos respetivos períodos homólogos (2007 e 2016, respetivamente).

II. Desde 2013, mais de metade dos agricultores portugueses tem mais de 64 anos.

Considere as afirmações I e II, que se referem à análise da figura. Selecione a opção que identifica corretamente as afirmações verdadeiras e as falsas

a)

II é verdadeira; I é falsa

b)

I é verdadeira; II é falsa

c)

I e II são verdadeiras

d)

I e II são falsas.

73.

Muitos produtores agrícolas exercem, além da atividade agrícola, uma outra atividade exterior à exploração. A pluriatividade e o plurirrendimento

a)

fixam a população e atenuam o êxodo rural

b)

agravam as assimetrias socioeconómicas regionais

c)

favorecem o despovoamento das áreas rurais

d)

conduzem à subida dos preços no mercado dos produtos agrícolas

74.

A agricultura portuguesa ainda apresenta deficiências estruturais como, por exemplo,

a)

a fraca percentagem de mão de obra agrícola a tempo parcial e a feminização do setor agrícola

b)

a predominância de mão de obra familiar e o elevado nível de instrução dos produtores agrícolas

c)

a idade avançada e a baixa qualificação profissional dos produtores agrícolas

d)

o elevado número de produtores agrícolas a tempo inteiro e a reduzida mão de obra assalariada

75.

As características da população agrícola portuguesa remetem-nos para um cenário de...

a)

rejuvenescimento, elevada qualificação e reduzido número.

b)

rejuvenescimento, elevada qualificação e elevado número.

c)

envelhecimento, reduzida qualificação e reduzido número.

d)

envelhecimento, reduzida qualificação e elevado número.

76.

No Quadro, são apresentadas características da agricultura portuguesa que podem ser observadas em

algumas das paisagens agrárias das fotografias (a, b, c, d e e) da Figura.

Selecione a opção que associa corretamente cada característica (1, 2 e 3) do Quadro I a uma

fotografia (a, b, c, d ou e) da Figura.

a)

1-d; 2-b; 3-a.

b)

1-c; 2-b; 3-b.

c)

1-c; 2-e; 3-a.

d)

1-d; 2-e; 3-b

77.

As paisagens agrárias representadas nas fotografias c e d da Figura foram consideradas Património da Humanidade pela UNESCO, porque

a)

cultivo da vinha é realizado em consociação com leguminosas, sem recurso a pesticidas,

herbicidas ou fertilizantes sintéticos.

b)

a cultura da vinha é o resultado de práticas culturais ancestrais do trabalho humano, transmitidas

de geração em geração.

c)

a densidade de plantação da vinha é importante por favorecer a proteção do solo e a diversidade

biológica.

d)

o trabalho associado às práticas de viticultura é uma atração para os turistas nacionais e

estrangeiros durante o verão.

78.

Uma vantagem e uma desvantagem da prática agrícola ilustrada na fotografia A da Figura são, respetivamente,

a)

o maior rendimento agrícola e a perda de biodiversidade.

b)

o aumento da aptidão natural do solo e o elevado consumo de água.

c)

a menor utilização de máquinas semeadoras e a desertificação do solo.

d)

a redução da emissão de GEE e o aumento do custo unitário de produção.

79.

A Figura representa a Superfície Agrícola Utilizada (SAU) e a ocupação segundo a composição, em

Modo de Produção Biológico, em Portugal, em 2019.

Duas das regiões agrárias que, de acordo com a informação da Figura 1, apresentam mais de 75%

de um só tipo de cultura são

a)

Ribatejo e Oeste e a Região Autónoma dos Açores, com pastagens permanentes,

b)

a Beira Litoral e Trás-os-Montes, com culturas permanentes.

c)

a Região Autónoma da Madeira e Entre Douro e Minho, com pastagens permanentes.

d)

o Alentejo e a Beira Interior, com culturas permanentes.

80.

A Figura representa a Superfície Agrícola Utilizada (SAU) e a ocupação segundo a composição, em

Modo de Produção Biológico, em Portugal, em 2019.

Na região agrária de Trás-os-Montes, um exemplo de uma cultura permanente e um exemplo de uma cultura temporária, com elevada expressão, são, respetivamente,

a)

a cerejeira e o arroz.

b)

a vinha e a amendoeira.

c)

o olival e a batata

d)

o trigo e o quivi.

81.

Os produtores agrícolas portugueses são os mais envelhecidos da União Europeia. Portugal apresenta a maior percentagem de agricultores com mais de 65 anos (51,9%), sendo, também, um dos

Estados-Membros com menor peso de agricultores com menos de 35 anos (1,9%).

Como é que isso pode dificultar a inovação na agricultura?

a)

Agricultores mais velhos tendem a manter métodos tradicionais e podem resistir à adoção de novas tecnologias.

b)

Agricultores mais velhos têm mais tempo livre, o que facilita a aprendizagem de novas técnicas agrícolas.

c)

Agricultores mais velhos apresentam elevados níveis de iliteracia, o que acelera a inovação nas explorações agrícolas.

d)

Agricultores mais velhos investem mais em formação tecnológica do que os jovens, promovendo a modernização do setor.

82.

A Figura 3 representa a comparação entre o grau de autossuficiência de Portugal relativamente a alguns produtos agropecuários, em 2010, e a média desse grau de autossuficiência, no período 2006-2010.

De acordo com a Figura 3, os produtos agropecuários que, em 2010, apresentam um grau de autossuficiência superior à média dos valores registados no período 2006-2010 são

a)

os cereais, as batatas, as oleaginosas e os ovos.

b)

os cereais, as batatas, o vinho e as oleaginosas.

c)

os frutos frescos, o azeite, os frutos tropicais e o vinho.

d)

os frutos frescos, os frutos tropicais, o azeite e os ovos.

83.

Identifique duas das alterações na paisagem agrária do Alentejo decorrentes da construção da barragem do Alqueva.

a)

intensificação da agricultura e o aumento da área de regadio.

b)

introdução de novas culturas mais exigentes em água e o aumento da área de sequeiro.

c)

melhoria das infraestruturas de apoio à atividade agrícola e o aumento da área de sequeiro.

84.

A floresta é um recurso renovável de grande importância estratégica para Portugal, pois pode contribuir para o desenvolvimento sustentável do espaço rural.

De acordo com a informação apresentada na Figura 3, as espécies florestais com maior variação, em termos relativos, do número de hectares de ocupação do solo foram

a)

o sobreiro e o eucalipto.

b)

o eucalipto e o pinheiro-bravo.

c)

o pinheiro-bravo e o pinheiro-manso.

d)

o pinheiro-manso e o sobreiro.

85.

«O sobreiro e a azinheira são espécies florestais com valor económico e, de acordo com a Figura 3, têm mantido uma área total relativamente estável.» Esta afirmação é

a)

falsa, pois, apesar de a azinheira não ter valor económico, a área total de cada espécie manteve-se constante desde 1995.

b)

verdadeira, pois a sua madeira é essencial para a produção de pasta de papel, e a área total de cada espécie tem-se mantido constante desde 1995.

c)

falsa, pois, apesar de ambas as espécies terem valor económico, a área total de cada espécie tem diminuído progressivamente desde 1995.

d)

verdadeira, pois são espécies importantes na produção de cortiça (sobreiro) e da bolota (sobreiro e azinheira) para a alimentação do porco de montanheira (criado no montado) e a área total de cada espécie variou muito pouco desde 1995.

86.

A Rede de Aldeias do Xisto é um projeto de desenvolvimento sustentável que visa a valorização do património natural, histórico e cultural e a dinamização do tecido socioeconómico.

Identifique, a partir da análise da Figura 6, dois aspetos naturais que caracterizam a área onde se integra a Rede de Aldeias do Xisto.

a)

vales encaixados e área montanhosa.

b)

presença de rios e de planícies.

c)

predomínio de xisto e de vales em U.

d)

área de floresta e de planícies.

87.

Apresente dois problemas sociodemográficos que podem ser atenuados através de projetos como o da Rede de Aldeias do Xisto, representada na Figura 6.

a)

oportunidades limitadas de emprego e despovoamento do interior.

b)

envelhecimento demográfico e excesso de jovens.

c)

forte concentração do turismo e isolamento da população.

d)

elevada emigração e acentuado êxodo urbano.

88.

A Figura 3 representa a evolução do número de produtores certificados em agricultura biológica e a evolução da área em modo de produção biológico em Portugal continental, de 1994 a 2008.

A taxa de crescimento mais elevada da área em modo de produção biológico, segundo os dados da Figura 3, verificou-se no período de

a)

1999 a 2000.

b)

2001 a 2002.

c)

2003 a 2004.

d)

2006 a 2007.

89.

A agricultura biológica é um método de produção que se caracteriza

a)

por recorrer à fertilização orgânica e por promover a rotação de culturas.

b)

por utilizar espécies transgénicas e por ocupar permanentemente o solo.

c)

por recuperar técnicas tradicionais e por usar pesticidas de síntese.

d)

por obter elevado rendimento e por valorizar as espécies autóctones.

90.

A aposta na agricultura biológica valoriza as áreas rurais, porque

a)

baixa o preço dos produtos agrícolas e conserva a qualidade das águas.

b)

promove o emprego e garante o abastecimento do mercado nacional.

c)

dinamiza a economia local e preserva a biodiversidade.

d)

facilita a certificação de produtos agrícolas e favorece o êxodo rural.

91.

O modo de produção biológica e o modo de produção integrada são estratégias, apoiadas pelas reformas mais recentes da Política Agrícola Comum (PAC), que vieram contribuir para

a)

a certificação de produtos DOP baseada na interdição do uso de fitofármacos.

b)

a prática da agricultura tradicional orientada para o autoconsumo das famílias.

c)

a formação de produtores agrícolas orientada para o equilíbrio dos ecossistemas.

d)

a atribuição de subsídios aos agricultores baseada no rendimento agrícola.

92.

A competitividade da agricultura portuguesa passa pela implementação de medidas que visam

a)

certificar produtos nacionais e fomentar o associativismo dos agricultores.

b)

intensificar as importações de produtos agrícolas e investir na mecanização.

c)

promover a rotação de culturas e garantir o plurirrendimento dos agricultores.

d)

aumentar a superfície de produção e incentivar o parcelamento da propriedade agrícola.

93.

Duas das medidas agroambientais promovidas pelas últimas reformas da PAC que contribuíram para o desenvolvimento rural no interior do país foram

a)

 a defesa dos produtos tradicionais nacionais e a certificação da qualidade dos produtos.

b)

o controlo das pragas através de pesticidas e o apoio à indústria agroalimentar.

c)

a ajuda à comercialização dos produtos biológicos e o apoio aos grandes sistemas de irrigação.

d)

o apoio técnico à produção integrada e a ajuda direta ao turismo patrimonial.

94.

As recentes reformas da Política Agrícola Comum (PAC) têm contribuído para tornar a agricultura portuguesa mais sustentável. Selecione a medida da PAC 2023-2027 que promovem práticas agrícolas sustentáveis:

a)

Pagamentos ecológicos (eco-regimes) aos agricultores que adotarem práticas sensíveis às questões do clima, do ambiente e do bem-estar animal.

b)

Distribuição mais justa dos apoios, priorizando as pequenas explorações agrícolas e os jovens e novos agricultores.

c)

Os beneficiários terão de respeitar os princípios do direito social e laboral europeu para receberem fundos da PAC.

d)

Avaliação anual do desempenho dos planos estratégicos nacionais.

95.

Dois dos objetivos específicos da Política Agrícola Comum, no horizonte 2023-2027, no âmbito do Objetivo Geral 3, são

a)

baixar os preços dos produtos junto do consumidor e reconverter áreas de pastagens em terras agrícolas.

b)

reduzir as práticas de produção extensivas e desenvolver ações com impacte na redução das alterações climáticas.

c)

diversificar as técnicas intensivas de produção agropecuária e apoiar as explorações agrícolas familiares.

d)

promover a diversificação de produtos da economia rural e incentivar a renovação geracional das áreas rurais.

96.

O desenvolvimento do Turismo em Espaço Rural (TER) introduz novas dinâmicas nas áreas rurais, contribuindo, por exemplo, para

a)

o fomento da requalificação do património natural e edificado.

b)

o crescimento especializado do sector da indústria agroalimentar.

c)

o forte investimento no sector agrícola feito por jovens agricultores.

d)

o aumento da mecanização nas explorações agrícolas.

97.

A região do Alto Douro Vinhateiro e a Paisagem da Cultura da Vinha do Pico, ambas reconhecidas como património mundial, justificam o investimento em modalidades de turismo em espaço rural, como

a)

o turismo de aventura.

b)

o turismo termal.

c)

o enoturismo

d)

o turismo balnear.

98.

Em Portugal, a floresta apresenta uma importância estratégica no desenvolvimento do espaço rural, na medida em que permite

a)

estimular a construção de aldeamentos de elevada densidade, através do desenvolvimento da atividade turística.

b)

assegurar práticas de agricultura intensiva, através da estabilização das vertentes.

c)

dinamizar atividades económicas diversificadas, através do fornecimento de matérias-primas.

d)

diminuir a vulnerabilidade aos riscos de incêndio, através da valorização das monoculturas de espécies resinosas.