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Worksheets1° ANO - Recuperação
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado) “Há quem diga que o tempo é responsável por nossas mudanças. Eu penso diferente. O tempo apenas mostra o que fizemos com nossos dias. Muitos culpam o tempo pela falta de oportunidades, mas somos nós que decidimos como usá-lo. Outros acreditam que o tempo apaga lembranças, mas talvez seja a nossa vontade de esquecer. Quando jovem, eu queria que o tempo passasse rápido. Agora, desejo que ele caminhe devagar. O relógio permanece igual, mas nossa percepção se transforma. Se o tempo é relativo, talvez seja porque nossos sentimentos influenciam sua passagem.” Segundo o texto, o tempo é visto como:
Um responsável pelas mudanças pessoais.
Um reflexo das escolhas que fazemos.
Um agente que apaga memórias.
Um instrumento que limita a vida.
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado) “Há sempre quem diga que o tempo é o inimigo do homem. Eu não creio nisso. O tempo é, antes, um espelho — devolve a imagem do que fizemos com nossas horas. Alguns o culpam pela pressa, mas é o homem quem corre. Outros dizem que o tempo cura, mas talvez seja o esquecimento quem opera o milagre. Quando criança, eu queria apressar os dias. Hoje, busco alongá-los. É curioso como o relógio não muda: somos nós que passamos a olhá-lo com outros olhos. Se o tempo é relativo, talvez seja porque o coração mede o que o relógio não pode contar.” De acordo com o texto, como o autor percebe a relação entre o tempo e as experiências humanas?
O tempo é responsável por todas as mudanças.
O tempo é apenas uma medida objetiva.
O tempo reflete o modo como vivemos e sentimos.
O tempo é indiferente às emoções humanas.
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado) “Há sempre quem diga que o tempo é o inimigo do homem. Eu não creio nisso. O tempo é, antes, um espelho — devolve a imagem do que fizemos com nossas horas. Alguns o culpam pela pressa, mas é o homem quem corre. Outros dizem que o tempo cura, mas talvez seja o esquecimento quem opera o milagre. Quando criança, eu queria apressar os dias. Hoje, busco alongá-los. É curioso como o relógio não muda: somos nós que passamos a olhá-lo com outros olhos. Se o tempo é relativo, talvez seja porque o coração mede o que o relógio não pode contar.” O tema central é:
A passagem inevitável do tempo.
A relatividade da percepção humana sobre o tempo.
A crítica ao relógio como símbolo da vida moderna.
A infância como época de pressa.
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado) “Há sempre quem diga que o tempo é o inimigo do homem. Eu não creio nisso. O tempo é, antes, um espelho — devolve a imagem do que fizemos com nossas horas. Alguns o culpam pela pressa, mas é o homem quem corre. Outros dizem que o tempo cura, mas talvez seja o esquecimento quem opera o milagre. Quando criança, eu queria apressar os dias. Hoje, busco alongá-los. É curioso como o relógio não muda: somos nós que passamos a olhá-lo com outros olhos. Se o tempo é relativo, talvez seja porque o coração mede o que o relógio não pode contar.” A relação entre os parágrafos é construída pela:
Repetição lexical.
Oposição entre infância e maturidade.
Enumeração de ideias.
Contradição lógica.
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado) “Há sempre quem diga que o tempo é o inimigo do homem. Eu não creio nisso. O tempo é, antes, um espelho — devolve a imagem do que fizemos com nossas horas. Alguns o culpam pela pressa, mas é o homem quem corre. Outros dizem que o tempo cura, mas talvez seja o esquecimento quem opera o milagre. Quando criança, eu queria apressar os dias. Hoje, busco alongá-los. É curioso como o relógio não muda: somos nós que passamos a olhá-lo com outros olhos. Se o tempo é relativo, talvez seja porque o coração mede o que o relógio não pode contar.” A coerência textual se mantém porque:
O autor explica, exemplifica e conclui o argumento central.
O texto apresenta informações desconexas.
As ideias não têm ligação temporal.
O autor mistura gêneros distintos.
Leia o texto publicitário: “Doe palavras” (Campanha de hospital público, 2022) “Você não precisa de dinheiro para ajudar. Doe palavras de incentivo a quem está em tratamento contra o câncer. Sua voz tem poder.” A finalidade é:
Incentivar solidariedade e empatia.
Vender produtos hospitalares.
Ensinar voluntariado.
Divulgar uma pesquisa científica.
Leia o texto publicitário: “Doe palavras” (Campanha de hospital público, 2022) “Você não precisa de dinheiro para ajudar. Doe palavras de incentivo a quem está em tratamento contra o câncer. Sua voz tem poder.” O público-alvo é:
A população em geral.
Médicos e enfermeiros.
Pacientes oncológicos.
Crianças em idade escolar.
Leia o texto publicitário: “Doe palavras” (Campanha de hospital público, 2022) “Você não precisa de dinheiro para ajudar. Doe palavras de incentivo a quem está em tratamento contra o câncer. Sua voz tem poder.” No texto a tipologia injuntiva se destaca por:
Orientar ações por meio de verbos no imperativo e apelo direto ao leitor.
Narrar fatos com foco em personagens e tempo passado.
Descrever cenários de forma objetiva e detalhada.
Apresentar diálogo entre falantes sem objetivo de instruir.
Leia o poema: “O operário em construção” (Vinícius de Moraes, adaptado) “O operário que construía uma casa Um dia parou, olhou para as mãos E viu que nelas nascia uma outra coisa — Não tijolos, mas consciência.” A figura de linguagem é:
Metáfora.
Hipérbole.
Eufemismo.
Antítese.
Analise o período: “O estudante revisou o conteúdo exaustivamente, mas não se sentiu confiante no dia da prova.” Identifique a conjunção coordenada presente e classifique-a quanto ao tipo:
mas — adversativa.
e — aditiva.
portanto — conclusiva.
ou — alternativa.
Leia o fragmento do poema (CUTI, Negrosia. Belo Horizonte: Mazza, 2007, fragmento): “Quebrantado às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela porta de serviço [...] às vezes faço questão de não me ver e entupido com a visão deles sinto-me a miséria concebida como um eterno começo fecho-me o cerco Sendo o gesto que me nego a pinga que me bebo e me embebedo o dedo que me aponto e denuncio o ponto em que me entrego. às vezes!... ” Na literatura de temática negra produzida no Brasil, é recorrente a presença de elementos que traduzem experiências históricas de preconceito e violência. No poema, essa vivência revela que o eu lírico:
Incorpora seletivamente o discurso do seu opressor.
Submete-se à discriminação como meio de fortalecimento.
Engaja-se na denúncia do passado de opressão e injustiças.
Sofre uma perda de identidade e de noção de pertencimento.
Acredita esporadicamente na utopia de uma sociedade igualitária.
Leia o fragmento: “Quando ela chegou, todos já a esperavam. Ninguém duvidava de que sua presença mudaria o rumo da reunião, pois era dela a última palavra.” Com base no uso dos pronomes no trecho, assinale a alternativa correta:
O pronome “ela” exerce função de sujeito e cria coesão referencial ao retomar um termo expresso anteriormente no texto.
O pronome “a” funciona como artigo definido feminino e tem a função de determinar o substantivo “esperavam”.
O pronome “sua” indica posse e estabelece relação de pertencimento entre o sujeito coletivo “todos” e o substantivo “presença”.
O pronome “dela” é um pronome pessoal do caso reto, exercendo função de sujeito do verbo “era”.
O conjunto de pronomes empregados revela diferentes tipos de referência — anafórica e catáforica —, sendo “ela” um caso de referência catáforica.
Leia o texto publicitário: “Doe palavras” (Campanha de hospital público, 2022)
“Você não precisa de dinheiro para ajudar. Doe palavras de incentivo a quem está em tratamento contra o câncer. Sua voz tem poder.”
Qual recurso linguístico é utilizado para envolver o leitor?
Predominância de frases interrogativas.
Utilização de metáforas complexas.
Emprego de linguagem técnica e formal.
Uso de verbos no imperativo para estimular ação.
Leia o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado)
“Há sempre quem diga que o tempo é o inimigo do homem. Eu não creio nisso. O tempo é, antes, um espelho — devolve a imagem do que fizemos com nossas horas. Alguns o culpam pela pressa, mas é o homem quem corre. Outros dizem que o tempo cura, mas talvez seja o esquecimento quem opera o milagre. Quando criança, eu queria apressar os dias. Hoje, busco alongá-los. É curioso como o relógio não muda: somos nós que passamos a olhá-lo com outros olhos. Se o tempo é relativo, talvez seja porque o coração mede o que o relógio não pode contar.”
O texto sugere que a percepção do tempo:
Permanece constante ao longo da vida.
É influenciada pelas emoções e experiências pessoais.
Depende de fatores externos e científicos.
É determinada exclusivamente pelo relógio.
Leia o fragmento do poema (CUTI, Negrosia. Belo Horizonte: Mazza, 2007, fragmento):
“Quebrantado às vezes sou o policial que me suspeito
me peço documentos e mesmo de posse deles me
prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro
não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela porta de serviço
[...]
às vezes faço questão de não me ver e entupido com a visão deles
sinto-me a miséria concebida como um eterno começo
fecho-me o cerco Sendo o gesto que me nego a pinga
que me bebo e me embebedo o dedo que me aponto e
denuncio o ponto em que me entrego.
às vezes!...
O eu lírico do poema expressa:
Indiferença diante do preconceito.
Orgulho por sua identidade sem questionamentos.
Superação total das dificuldades enfrentadas.
Conflito interno causado pela opressão social.
Segundo o texto: “O tempo e o agora” (Mário Prata, 2018, adaptado), qual é o papel do relógio na percepção do tempo apresentada pelo autor?
O relógio é responsável pelas emoções humanas.
O relógio permanece constante, mas nossa percepção muda.
O relógio é ignorado pelo autor em sua reflexão.
O relógio determina o ritmo da vida humana.
No poema de CUTI, Negrosia, o eu lírico vivencia situações de opressão. Qual recurso poético é utilizado para expressar esse conflito interno?
Repetição de palavras para enfatizar a dor.
Ironia para criticar a sociedade.
Hipérbole para exagerar os sentimentos.
Metáfora para representar a autovigilância e o autojulgamento.
Considerando o texto publicitário “Doe palavras”, qual é o efeito do uso da expressão “Sua voz tem poder” na mensagem?
Desvaloriza a participação do leitor.
Enfatiza o impacto positivo das palavras de incentivo.
Indica que o dinheiro é mais importante que palavras.
Sugere que apenas profissionais podem ajudar.
Leia o texto publicitário: “Doe palavras” (Campanha de hospital público, 2022)
“Você não precisa de dinheiro para ajudar. Doe palavras de incentivo a quem está em tratamento contra o câncer. Sua voz tem poder.”
Qual é o principal apelo emocional presente no texto?
Raiva e indignação.
Indiferença e neutralidade.
Medo e insegurança.
Compaixão e solidariedade.
Leia o fragmento do poema (CUTI, Negrosia. Belo Horizonte: Mazza, 2007, fragmento):
“Quebrantado às vezes sou o policial que me suspeito
me peço documentos e mesmo de posse deles me
prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro
não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela porta de serviço
[...]
às vezes faço questão de não me ver e entupido com a visão deles
sinto-me a miséria concebida como um eterno começo
fecho-me o cerco Sendo o gesto que me nego a pinga
que me bebo e me embebedo o dedo que me aponto e
denuncio o ponto em que me entrego.
às vezes!...
O poema revela que o eu lírico:
Reproduz comportamentos de opressão contra si mesmo.
Busca libertar-se das influências externas.
Ignora os conflitos sociais vividos.
Encontra paz ao aceitar sua condição.
