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Estudo Orientado

Total questions: 45

Worksheet time: 4hrs 45mins

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1.

Leia.

  Naquele dia e nos que se seguiram me ensinou uma porção de coisas assim, que eu ia aprendendo lentamente, para depois tentar praticar sozinho. [...]

  Não adiantou grande coisa. Na escola eu continuava o último a ser escolhido e me deixavam entrar no time só para fazer número, quando não havia ninguém mais para completá-lo. Cheguei a passar pela humilhação de exigirem que eu jogasse o primeiro tempo num e o segundo tempo noutro, para compensar a desvantagem de me terem como jogador.

  Não que este ou aquele já não tivesse percebido em mim algum progresso. Mas haviam decidido que eu era ruim de bola e não mudariam nunca de opinião. Além do mais, eu continuava sem conseguir acompanhar o tempo todo o desenrolar do jogo: qualquer coisa me distraia a atenção.

  Houve um dia em que, final de partida, a bola veio rolando até meus pés. Eu estava praticamente sozinho diante do gol e em posição legal, o goleiro já batido, caído ao chão, era só chutar. Em vez disso, pensando que não estava valendo, que o juiz já tinha apitado ou qualquer coisa assim, peguei a bola com a mão, me voltei para os companheiros que, na maior gritaria, insistiam comigo que chutasse, e perguntei ingenuamente:

  — Que foi que aconteceu?

  Logo o goleiro adversário se aproximou, e me tomou a bola das mãos, dizendo em tom de zombaria:

   — Com licença, artilheiro.

  Perdemos o jogo por causa disso. Naquele dia voltei para casa chorando.

(Fernando Sabino. Minha glória de campeão. Disponível em: https://ima-rs.com.br/wp-content/uploads/2018/11/7o.-ano-O-Menino-no-Espelho-Fernando-Sabino.pdf. Fragmento)

O narrador desse texto


a)

  conta todos os fatos mesmo sem participar da história. 


b)

faz parte da história como personagem secundário. 

c)

desconhece os detalhes da história que participa. 

d)

participa da história como personagem principal.

2.

Leia.

  Naquele dia e nos que se seguiram me ensinou uma porção de coisas assim, que eu ia aprendendo lentamente, para depois tentar praticar sozinho. [...]

  Não adiantou grande coisa. Na escola eu continuava o último a ser escolhido e me deixavam entrar no time só para fazer número, quando não havia ninguém mais para completá-lo. Cheguei a passar pela humilhação de exigirem que eu jogasse o primeiro tempo num e o segundo tempo noutro, para compensar a desvantagem de me terem como jogador.

  Não que este ou aquele já não tivesse percebido em mim algum progresso. Mas haviam decidido que eu era ruim de bola e não mudariam nunca de opinião. Além do mais, eu continuava sem conseguir acompanhar o tempo todo o desenrolar do jogo: qualquer coisa me distraia a atenção.

  Houve um dia em que, final de partida, a bola veio rolando até meus pés. Eu estava praticamente sozinho diante do gol e em posição legal, o goleiro já batido, caído ao chão, era só chutar. Em vez disso, pensando que não estava valendo, que o juiz já tinha apitado ou qualquer coisa assim, peguei a bola com a mão, me voltei para os companheiros que, na maior gritaria, insistiam comigo que chutasse, e perguntei ingenuamente:

  — Que foi que aconteceu?

  Logo o goleiro adversário se aproximou, e me tomou a bola das mãos, dizendo em tom de zombaria:

   — Com licença, artilheiro.

  Perdemos o jogo por causa disso. Naquele dia voltei para casa chorando.

(Fernando Sabino. Minha glória de campeão. Disponível em: https://ima-rs.com.br/wp-content/uploads/2018/11/7o.-ano-O-Menino-no-Espelho-Fernando-Sabino.pdf. Fragmento)

No texto, um trecho que se refere ao tempo da narrativa é


a)

“Na escola eu continuava o último…”


b)

“Naquele dia e nos que se seguiram…”

c)

“Eu estava praticamente sozinho…”

d)

“Perdemos o jogo por causa disso.”

3.

Leia.

 Naquele dia e nos que se seguiram me ensinou uma porção de coisas assim, que eu ia aprendendo lentamente, para depois tentar praticar sozinho. [...]

  Não adiantou grande coisa. Na escola eu continuava o último a ser escolhido e me deixavam entrar no time só para fazer número, quando não havia ninguém mais para completá-lo. Cheguei a passar pela humilhação de exigirem que eu jogasse o primeiro tempo num e o segundo tempo noutro, para compensar a desvantagem de me terem como jogador.

  Não que este ou aquele já não tivesse percebido em mim algum progresso. Mas haviam decidido que eu era ruim de bola e não mudariam nunca de opinião. Além do mais, eu continuava sem conseguir acompanhar o tempo todo o desenrolar do jogo: qualquer coisa me distraia a atenção.

  Houve um dia em que, final de partida, a bola veio rolando até meus pés. Eu estava praticamente sozinho diante do gol e em posição legal, o goleiro já batido, caído ao chão, era só chutar. Em vez disso, pensando que não estava valendo, que o juiz já tinha apitado ou qualquer coisa assim, peguei a bola com a mão, me voltei para os companheiros que, na maior gritaria, insistiam comigo que chutasse, e perguntei ingenuamente:

  — Que foi que aconteceu? 

  Logo o goleiro adversário se aproximou, e me tomou a bola das mãos, dizendo em tom de zombaria:

   — Com licença, artilheiro.

  Perdemos o jogo por causa disso. Naquele dia voltei para casa chorando. 


(Fernando Sabino. Minha glória de campeão. Disponível em: https://ima-rs.com.br/wp-content/uploads/2018/11/7o.-ano-O-Menino-no-Espelho-Fernando-Sabino.pdf. Fragmento)



Nesse texto, no trecho “ — Que foi que aconteceu?”, o travessão foi usado para 


a)

introduzir um comentário do narrador. 


b)

indicar uma referência a outro texto. 

c)

indicar a fala de uma das personagens.

d)

mostrar a voz do narrador em 3ª pessoa.

4.

Naquele dia e nos que se seguiram me ensinou uma porção de coisas assim, que eu ia aprendendo lentamente, para depois tentar praticar sozinho. [...]

  Não adiantou grande coisa. Na escola eu continuava o último a ser escolhido e me deixavam entrar no time só para fazer número, quando não havia ninguém mais para completá-lo. Cheguei a passar pela humilhação de exigirem que eu jogasse o primeiro tempo num e o segundo tempo noutro, para compensar a desvantagem de me terem como jogador.

  Não que este ou aquele já não tivesse percebido em mim algum progresso. Mas haviam decidido que eu era ruim de bola e não mudariam nunca de opinião. Além do mais, eu continuava sem conseguir acompanhar o tempo todo o desenrolar do jogo: qualquer coisa me distraia a atenção.

  Houve um dia em que, final de partida, a bola veio rolando até meus pés. Eu estava praticamente sozinho diante do gol e em posição legal, o goleiro já batido, caído ao chão, era só chutar. Em vez disso, pensando que não estava valendo, que o juiz já tinha apitado ou qualquer coisa assim, peguei a bola com a mão, me voltei para os companheiros que, na maior gritaria, insistiam comigo que chutasse, e perguntei ingenuamente:

  — Que foi que aconteceu? 

  Logo o goleiro adversário se aproximou, e me tomou a bola das mãos, dizendo em tom de zombaria:

   — Com licença, artilheiro.

  Perdemos o jogo por causa disso. Naquele dia voltei para casa chorando. 


(Fernando Sabino. Minha glória de campeão. Disponível em: https://ima-rs.com.br/wp-content/uploads/2018/11/7o.-ano-O-Menino-no-Espelho-Fernando-Sabino.pdf. Fragmento)


De acordo com esse texto, o time do narrador perdeu o jogo porque 


a)

os colegas apenas o escolheram por último.

b)

os colegas não perceberam o progresso dele. 

c)

ele chorou durante o jogo na escola. 

d)

ele não chutou a bola em direção ao gol.

5.

Leia.

Lenda da Galinha D'Angola

Conta-se que há muito tempo as aves viviam todas juntas, no mesmo ambiente. Mas, aos poucos, foi crescendo o sentimento de inveja entre elas e a convivência ficou muito difícil.

O pássaro mais invejado era o Melro. O macho tinha uma aparência muito bela, com bico alaranjado e penas negras; já a fêmea tinha o corpo em tons de preto e pardo-claro, e a garganta esbranquiçada. Todos queriam ser bonitos como essa espécie.

O Melro sabia que era muito bonito e invejado e prometeu aos outros pássaros que usaria seus poderes mágicos para transformar suas plumagens em brilhantes tons de negro, se todos eles o obedecessem.

Entretanto, nem todos os pássaros foram obedientes. Melro então ficou muito bravo e alterou as características das espécies das aves.

Sendo assim, a galinha d'Angola foi transformada em um animal magro com uma fraqueza constante. [...] Essa foi a lição que a galinha d'Angola recebeu por sua inveja.


O narrador do texto é


a)

Um dos pássaros que presenciou os acontecimentos. 

b)

Um narrador que participa da história como personagem secundário. 

c)

Um narrador que sabe de tudo, mas não participa da história. 

d)

Um dos personagens principais da história.

6.

 Leia.

Que mensagem a “Lenda da Galinha D'Angola” transmite ao leitor? 


a)

A inveja é um sentimento que traz consequências ruins. 

  


b)

A vaidade é um sentimento comum entre os pássaros.

c)

A beleza não deve ser para todos os bichos da natureza.

d)

A galinha  d'Angola não recebeu um castigo adequado.

7.

Arthur e Felipe pediram duas pizzas médias, uma para cada e de sabores diferentes. Ao recebê-las, perceberam que a pizza de Arthur estava dividida em 8 partes e que a de Felipe estava dividida em 6 partes. Arthur conseguiu comer 5 pedaços, enquanto Felipe conseguiu comer 4. Sabendo que as pizzas são do mesmo tamanho, qual dos dois amigos comeu mais?.


a)

Arthur comeu mais que Felipe.




b)

Felipe comeu mais que Arthur.

c)

Os dois comeram a mesma quantidade.

d)

Não é possível definir.

8.

Assim que recebeu seu salário, Matheus gastou ⅓  dele com a despesa do aluguel; ⅕ , com energia e a água; e, por fim, ele gastou 2/7 do que recebeu com supermercado. Nessas condições, a fração que representa o que restou do salário de Matheus é:


a)

4/7 

b)

14/105

c)

86/105

d)

3/7

9.

Observe a sequência numérica: 12, 14, 17, 21, 26, 32, 39,.... A soma dos dois próximos números da sequência é:


a)

99

b)

101

c)

103

d)

105

10.

Os números abaixo estão dispostos em uma sequência lógica:

1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, A, B, 55, 89,...

Nesse caso, pode-se afirmar que A+B é igual a:


a)

55

b)

64

c)

74

d)

82

11.

Paula montou o próprio negócio e resolveu vender dois tipos de bolo para começar. Um bolo de chocolate custa R$ 15,00 e um bolo de baunilha custa R$ 12,00. Sendo x a quantidade de bolo de chocolate vendida e y a quantidade de bolo de baunilha vendida, quanto Paula ganhará vendendo 5 unidades e 7 unidades, respectivamente, de cada tipo de bolo?



a)

R$ 210,00

b)

R$159,00

c)

R$ 127,00

d)

R$ 204,00

12.

Para fazer um copo de suco de limão, são necessários  3/5 de um limão. Quantos copos de suco podem ser feitos com um total de 50 limões?


a)

65

b)

72

c)

83

d)

90

13.
  1. Qual das frações a seguir é equivalente a 2/5?

a)

4/10

b)

4/10

c)

5/10

d)

5/8

14.

Leia o texto abaixo.

 

 Essa Velhinha

 

- Desculpe entrar assim sem pedir licença...

- Doença!

- Não,... quem está doente?

- Mas quem está doente?

- Não – Sorriu o homem -, a senhora entendeu errado.

- Resfriado? - Ora... quer dizer... bem, eu estava lá fora e ...

- Xi! Catapora? - Senhora, por favor não confunda...

- Caxumba!!! Cuidado, menino, isso é perigoso... Sabe, sei fazer um chazinho muito bom pra caxumba.

Os pontos de exclamação em Caxumba!!!, exprimem:

a)

Entusiasmo.

b)

Dor.

c)

Espanto.

d)

Tristeza.

15.

Leia o texto abaixo.

Pico da Neblina, Monte Pascoal, Dedo de Deus, Pico das Agulhas Negras... São muitos os nomes das montanhas. Estas que citamos são apenas uma amostra das mais famosas que estão espalhadas pelo Brasil. Os nomes dados aos elementos da paisagem tinham função semelhante à de um mapa: serviam para indicar rotas de caça, de água, de tipos de alimentos ou mesmo de abrigos referentes aos lugares por onde precisariam tornar a passar.

FARIA, Antonio Paulo. Ciência Hoje. 2 ed, n. 180, p. 07, jul. 2007. Fragmento.

Na primeira linha, as reticências (...) foram usadas para

a)

citar uma montanha que é a mais famosa de todas.

b)

destacar algumas montanhas que o autor prefere.

c)

iniciar uma explicação ao leitor sobre as montanhas

d)

indicar que há outras montanhas além daquelas citadas.

16.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

No terceiro quadrinho, os pontos de exclamação reforçam ideia de

a)

comoção

b)

contentamento

c)

desinteresse

d)

surpresa

17.

Leia o texto e responda:

No trecho “Olhe para essas pessoas ...”, o uso das reticências sugere

a)

compaixão

b)

desprezo

c)

reflexão

d)

repugnância

18.

Um motorista completou o tanque do seu carro com 30 litros de álcool. Cada litro custou R$ 2,50.

O valor que o motorista gastou para completar o tanque do carro foi R$ 75,00. R$ 32,50. R$ 30,00. R$ 12,00

a)

R$ 75,00.

b)

R$ 32,50.

c)

R$ 30,00.

d)

R$ 12,00

19.

Durante o campeonato de xadrez, Daniela ganhou 12 partidas e Mariana ganhou o triplo do que ganhou Daniela. O número de partidas que Mariana ganhou foi

a)

3

b)

15

c)

4

d)

36

20.

Mônica tem 5 maçãs e Cebolinha lhe dá mais 7. Quantas maçãs Mônica tem agora?

a)

10

b)

12

c)

14

d)

15

21.

Monica tinha 15 cenouras e deu 9 para o Cebolinha. Quantas cenouras sobraram com a Monica?

a)

4

b)

5

c)

6

d)

7

22.

Mônica tem 3 pacotes de figurinhas, cada um com 8 figurinhas. Quantas figurinhas ela tem no total?

a)

21

b)

22

c)

23

d)

24

23.

Monica tem 20 cenouras e quer dividir igualmente entre 4 amigos. Quantas cenouras cada amigo receberá?

a)

4

b)

5

c)

6

d)

7

24.

Mônica tem 2 caixas, cada uma com 3 maçãs. Quantas maçãs ela tem no total?

a)

6

b)

7

c)

8

d)

9

25.

Mônica tem uma coleção de 200 gibis. Ela decide doar 25% deles para seus amigos. Quantos gibis ela vai doar?

a)

40

b)

45

c)

50

d)

55

26.

Mônica tem 34\frac{3}{4} de uma barra de chocolate e decide dar 23\frac{2}{3} dessa quantidade para Cebolinha. Quanto da barra de chocolate Mônica deu para Cebolinha?

a)

12\frac{1}{2}

b)

13\frac{1}{3}

c)

14\frac{1}{4}

d)

16\frac{1}{6}

27.

Mônica tem 56\frac{5}{6} de uma barra de chocolate e quer dividir igualmente entre ela e Magali. Quanto cada uma receberá?

a)

59\frac{5}{9}

b)

58\frac{5}{8}

c)

56\frac{5}{6}

d)

54\frac{5}{4}

28.

Mônica tem 18 balas e Cebolinha lhe deu mais 32 balas. Quantas balas Mônica tem agora?

a)

48

b)

49

c)

50

d)

51

29.

Mônica tinha 45 gibis e deu 27 para o Cebolinha. Quantos gibis sobraram com a Mônica?

a)

17

b)

18

c)

19

d)

20

30.

Mônica tem 7 pacotes de figurinhas, cada um com 6 figurinhas. Quantas figurinhas ela tem no total?

a)

40

b)

41

c)

42

d)

43

31.

Monica tem 36 cenouras e quer dividir igualmente entre 6 amigos. Quantas cenouras cada amigo receberá?

a)

5

b)

6

c)

7

d)

8

32.

Na turma da Mônica, Cebolinha tem 4 caixas de lápis. Cada caixa tem 4 lápis. Quantos lápis ele tem no total?

a)

12

b)

14

c)

16

d)

18

33.

Mônica comprou um brinquedo que custa 150150 reais. Ela conseguiu um desconto de 10%10\% . Quanto ela pagou pelo brinquedo?

a)

10

b)

15

c)

20

d)

25

34.

Mônica tem 78\frac{7}{8} de uma barra de chocolate e decide dar 45\frac{4}{5} dessa quantidade para o Cebolinha. Quanto de chocolate o Cebolinha vai receber?

a)

710\frac{7}{10}

b)

711\frac{7}{11}

c)

712\frac{7}{12}

d)

714\frac{7}{14}

35.

Sobre as crônicas, assinale a alternativa correta:

a)

Crônicas são textos científicos que apresentam dados estatísticos.

b)

Crônicas são textos curtos, geralmente narrativos, que abordam situações do cotidiano com linguagem simples.

c)

Crônicas são textos exclusivamente poéticos.

d)

Crônicas são textos jurídicos utilizados em tribunais.

36.

Leia o trecho: "O menino olhava a chuva pela janela, imaginando aventuras em cada gota que caía." O que o autor quis transmitir com essa frase?

a)

O menino estava com medo da chuva.

b)

O menino estava entediado com a chuva.

c)

O menino usava a imaginação para transformar a chuva em algo divertido.

d)

O menino queria sair de casa.

37.

Se o diâmetro de um círculo mede 10cm10\,cm , qual é a medida do raio?

a)

2cm2\,cm

b)

5cm5\,cm

c)

10cm10\,cm

d)

20cm20\,cm

38.

Qual é a área de um triângulo equilátero de lado 6cm6\,cm ?

a)

9cm29\,cm^2

b)

12cm212\,cm^2

c)

93cm29\sqrt{3}\,cm^2

d)

63cm26\sqrt{3}\,cm^2

39.

Em genética, qual das alternativas representa um exemplo de fenótipo?

a)

O gene para olhos azuis

b)

A cor dos olhos de uma pessoa

c)

O alelo dominante

d)

O cromossomo X

40.

Qual das opções abaixo NÃO é uma doutrina política?

a)

Liberalismo

b)

Socialismo

c)

Feudalismo

d)

Comunismo

41.

A Guerra Fria foi caracterizada principalmente por:

a)

Conflitos armados diretos entre EUA e URSS

b)

Disputa ideológica, corrida armamentista e ausência de confronto direto entre as superpotências

c)

Expansão do Império Romano

d)

Fim da Primeira Guerra Mundial

42.

Em um triângulo equilátero, todos os ângulos internos medem:

a)

4545^\circ

b)

6060^\circ

c)

9090^\circ

d)

120120^\circ

43.

Na interpretação de texto, o que significa inferir uma informação?

a)

Repetir exatamente o que está escrito no texto.

b)

Descobrir informações que não estão explícitas, usando pistas do texto.

c)

Ignorar o texto e dar sua opinião.

d)

Memorizar todas as palavras do texto.

44.

Assim, a indústria cultural, os meios de comunicação, de massa e a cultura de massa surgem como funções do fenômeno da industrialização. É esta, através das alterações que produz no modo de produção e na forma do trabalho humano, que determina um tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (a de massa), implantando numa e noutra os mesmos princípios em vigor na produção econômica em geral: o uso crescente da máquina e a submissão do ritmo humano de trabalho ao ritmo da máquina; a exploração do trabalhador; a divisão do trabalho.

Para o autor, a indústria cultural e a cultura de massas está diretamente ligado ao modo de produção:

a)

a)Tecnicista

b)

b) Cientificista

c)

c) Capitalista

d)

d) Socialista

45.

Qual é o papel dos memes na propagação de desinformação e teorias da conspiração?

a)
Os memes não têm relação com desinformação.
b)
Os memes são uma ferramenta importante para educar sobre teorias da conspiração.
c)

Os memes não têm o potencial de influenciar opiniões.

d)

Os memes podem espalhar rapidamente informações falsas devido à sua viralidade.