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S7

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Social Studies, Education

University

Hard

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Anderson Nascimento

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Educação em Espaços Não Formais S7

Anderson Maia

Facilitador UNIVESP

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ESPAÇOS NÃO-FORMAIS: PROMOÇÃO DE LETRAMENTO CULTURAL E CIENTÍFICO NA SOCIEDADE


MARIA JOSE GUIMARAES VIEIRA

ERESSIELY BATISTA OLIVEIRA CONCEI??O

LENALDA DIAS DOS SANTOS

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INTRODUÇÃO:

Outros espaços educativos:

- aberturas para a aquisição de conhecimentos científicos.

- vivências culturais

- práticas pedagógicas que permitam o envolvimento e a interatividade no processo de aprender e ensinar ciência.


Museus- campo fértil para práticas educativas (cata-vento cultural).

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Citando:

“compreendemos que a educação pode ser favorecida, por meio de ações que sejam executadas no âmbito da articulação entre os espaços formais a exemplo da escola e dos espaços não-formais como as outras diversas instituições e espaços que compõem a sociedade."

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Reflexão:

Educador torna-se um “agente cultural”


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Citando:

“o educador atuando como agente cultural terá que extrapolar o âmbito da formação inicial limitado a atuação no espaço escolar e reconhecer-se em um contexto mais amplo e multicultural, onde a sua prática cria o desenvolvimento de experiências de produção e ampliação cultural junto aos alunos, aproveitando os recursos disponíveis na comunidade e na sociedade.” (CANDAU, 2006).

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Espaços não-formai como:

- extensões para atividades escolares

- ampliação do capital cultural

- favorece possibilidades interdisciplinares

- maior articulação entre conhecimento e meio

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Para alcançar os objetivos propostos ao utilizar esses espaços o professor precisa dedicar atenção à alguns fatores:

-necessário definir os conteúdos que serão trabalhados

-os métodos e técnicas a serem desenvolvidas

-os recursos a serem utilizados

- as informações sobre o local

- a linguagem empregada (precisamos falar a língua do aluno)

- iniciar pelos conhecimentos que sejam próximos da vida do aluno – do conhecido para o desconhecido. (RANGEL, 2005, p.29).

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Citando:

"As tarefas de observação e as experiências práticas podem enriquecer a interação dos estudantes com o conteúdo do curso regular e ajudá-los a ver a relevância do curso para as questões da vida real e das experiências humanas."

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Educação científica na perspectiva de letramento como prática social: funções, princípios e desafios

Wildson Luiz Pereira dos Santos

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Introdução

-Trata-se de uma revisão de estudos desenvolvidos no âmbito da educação em ciências.

ALFABETIZÇÃO CIENTIFICA:

- Domínio de conhecimentos científicos e tecnológicos necessários para o cidadão desenvolver-se na vida diária - Chassot (2003)

  -Ciência como uma produção cultural marcada principalmente por uma visão ocidental caracterizada pela nossa educação eurocêntrica.

  - Ciência começa incorporar o currículo escola 1970 que teve início efetivo a pesquisa na área de educação em ciências no Brasil.

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Educação científica: enfoques e perspectivas de análise

ENFOQUE DIFERENTE PARA OS DIVERSOS CONTEXTOS DE AC/LC

-Educadores em ciência - educação nos sistemas de ensino.

-Cientistas sociais: interesse do público em geral por questões cientificas.

-Sociólogos: envolvidos com a interpretação diária da ciência.

-Comunicadores da ciência: com a divulgação científica em sistemas não-formais

-Economistas: interessados no crescimento econômico decorrente do maior consumo da população por bens tecnológicos mais sofisticados

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Argumentos para justificar AC/LC.

Millar (1996):

a) Econômico: conecta o nível de conhecimento público da ciência com o desenvolvimento econômico do país;

b) utilitário: justifica o letramento por razões práticas e úteis

c) democrático: ajuda os cidadãos a participar das discussões, do debate e da tomada de decisão sobre questões científicas

d) social: que vincula a ciência à cultura, fazendo com que as pessoas fiquem mais simpáticas à ciência e à tecnologia;

e) cultural: tem como meta fornecer aos alunos o conhecimento científico como produto cultural.

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Citando:

“Todos esses argumentos, de alguma forma, estão presentes no currículo escolar e constituem fatores de influência no seu planejamento. Assim, se a prioridade da alfabetização for melhorar o campo de conhecimento científico, preparando novos cientistas, o enfoque curricular será centrado em conceitos científicos; se o objetivo for voltado para a formação da cidadania, o enfoque englobará a função social e o desenvolvimento de atitudes e valores (Ratcliffe &Grace, 2003).”

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Domínios da educação científica:

alfabetização e letramento

a) conhecimento do conteúdo científico e habilidade em distinguir ciência de não-ciência;

b) compreensão da ciência e de suas aplicações;

c) conhecimento do que vem a ser ciência;

d) independência no aprendizado de ciência;

e) habilidade para pensar cientificamente;

relativas à especificidade do conhecimento científico

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f) habilidade de usar conhecimento científico na solução de problemas;

g) conhecimento necessário para participação inteligente em questões sociais relativas à ciência;

h) compreensão da natureza da ciência, incluindo as suas relações com a cultura;

 i) apreciação do conforto da ciência, incluindo apreciação e curiosidade por ela;

 j) conhecimento dos riscos e benefícios da ciência

k) habilidade para pensar criticamente sobre ciência e negociar com especialistas

categorias relativas à função social

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Diferenças entre alfabetização e letramento Segundo Magda Soares (1998):

- Alfabetização tem sido empregado com o sentido mais restritivo de ação de ensinar a ler e a escrever

- Letramento refere-se ao “estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce práticas sociais que usam a escrita”

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Letramento científico e a função social

"O letramento como prática social implica a participação ativa do indivíduo na sociedade, em uma perspectiva de igualdade social, em que grupos minoritários, geralmente discriminados por raça, sexo e condição social, também pudessem atuar diretamente pelo uso do conhecimento científico (Roth & Lee, 2004)."

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Ensino de ciência-tecnologia-sociedade

e letramento científico:

"O objetivo central desse ensino na educação básica é promover a educação científica e tecnológica dos cidadãos, auxiliando o aluno a construir conhecimentos, habilidades e valores necessários para tomar decisões responsáveis sobre questões de ciência e tecnologia na sociedade e atuar na solução de tais questões"

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Ensino de ciência-tecnologia-sociedade

e letramento científico:

Segundo Roberts (1991), currículos de ciências com ênfase em CTS são aqueles que tratam das interrelações entre explicação científica, planejamento tecnológico e solução de problemas e tomada de decisão sobre temas práticos de importância social.

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Currículos de ciências e letramento científico

O ensino de ciências tem-se limitado a um processo de memorização de vocábulos, de sistemas classificatórios e de fórmulas por meio de estratégias didáticas em que os estudantes aprendem os termos científicos, mas não são capazes de extrair o significado de sua linguagem.

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Currículos de ciências e letramento científico:

É necessária a ressignificação dos saberes científicos escolares que estão sendo abordados de forma descontextualizada, com uma linguagem hermética, reproduzindo uma falsa imagem de ciência. Enquanto não se caminhar na superação dessa abordagem, a educação científica continuará restringindo-se a uma precária alfabetização.

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Recomendações:

Curtas

-Periferisos, lazer na área - https://vimeo.com/159098489


-Plantar Saber Horta Didática na Escola -https://www.youtube.com/watch?v=tw5_zpXiuL4


Vídeo Institucional - Catavento Cultural -https://www.youtube.com/watch?v=jnTiSxjs8vc


Música:

Cota não é esmola - Bia ferreira

24

sz Obrigado sz

Pratiquem a gentileza 

Educação em Espaços Não Formais S7

Anderson Maia

Facilitador UNIVESP

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