

SE LIGA NA INTERPRETAÇÃO!
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Hard
Professor Fonseca
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1 Slide • 19 Questions
1
SE LIGA NA INTERPRETAÇÃO!
Exercícios da aula de reforço

2
Multiple Choice
Um anjo dorme aqui; na aurora apenas,
disse adeus ao brilhar das açucenas
em ter da vida alevantado o véu.
- Rosa tocada do cruel granizo Cedo
finou-se e no infantil sorriso passou do
berço pra brincar no céu!
(Casimiro de Abreu, in Primaveras)
O tema do texto é:
a inocência de uma criança
o nascimento de uma criança
a morte de uma criança
o sofrimento pela morte de uma criança
3
Multiple Select
Há o hipotrélico. O termo é novo, de impensada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou talvez, vicedito: indivíduo pedante, importuno agudo, falta de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência.
(ROSA, G. Tutameia: terceiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001) (fragmento).
Nesse trecho de uma obra de Guimarães Rosa, depreende-se a predominância de uma das funções da
metalinguística, pois o trecho tem como propósito essencial usar a língua portuguesa para explicar a própria língua, por isso a utilização de vários sinônimos e definições.
referencial, pois o trecho tem como principal objetivo discorrer sobre um fato que não diz respeito ao escritor ou ao leitor, por isso o predomínio da terceira pessoa.
fática, pois o trecho apresenta clara tentativa de estabelecimento de conexão com o leitor, por isso o emprego dos termos “sabe-se lá” e “tome-se hipotrélico”.
poética, pois o trecho trata da criação de palavras novas, necessária para textos em prosa, por isso o emprego de “hipotrélico”.
expressiva, pois o trecho tem como meta mostrar a subjetividade do autor, por isso o uso do advérbio de dúvida “talvez”.
4
Multiple Select
A biosfera, que reúne todos os ambientes onde se desenvolvem os seres vivos, se divide em unidades menores chamadas ecossistemas, que podem ser uma tem múltiplos mecanismos que regulam o número de organismos dentro dele, controlando sua reprodução, crescimento e migrações.
(DUARTE, M. O guia dos curiosos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.)
Predomina no texto a função da linguagem
emotiva, porque o autor expressa seu sentimento em relação à ecologia.
fática, porque o texto testa o funcionamento do canal de comunicação.
poética, porque o texto chama a atenção para os recursos de linguagem.
conativa, porque o texto procura orientar comportamentos do leitor.
referencial, porque o texto trata de noções e informações conceituais.
5
Multiple Select
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado. (CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 - fragmento).
Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da linguagem, com o predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da crônica Desabafo, a função da linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois
o discurso do enunciador tem como foco o próprio código.
a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito.
o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem.
o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais.
o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.
6
Multiple Choice
Indique a função predominante na imagem
Metalinguística
Poética
Apelativa
Emotiva
7
Multiple Choice
Indique a função predominante na imagem
Metalinguística
Poética
Fática
Emotiva
8
Multiple Choice
Indique a função predominante na imagem
Referencial
Poética
Fática
Metalinguística
9
Multiple Choice
Indique a função predominante na imagem
Referencial
Poética
Fática
Metalinguística
10
Multiple Choice
Observe a seguinte afirmação feita pelo autor:
“Em nossa civilização apressada, o “bom dia”, o “boa tarde” já não funcionam para engatar conversa. Qualquer assunto servindo, fala-se do tempo ou de futebol.”
Ela faz referência à função da linguagem cuja meta é “quebrar o gelo”. Indique a alternativa que explicita essa função.
Metalinguística
Poética
Emotiva
Fática
Referencial
11
Multiple Choice
Quais as funções da linguagem que aparecem no texto:
Conativa/Apelativa e Fática
Fática e Metalinguística
Referencial e Fática
Referencial e Emotiva
Metalinguística e Conativa/Apelativa
12
Multiple Choice
Qual a função que predomina no texto:
Metalinguística
Conativa ou apelativa
Poética
Emotiva
Referencial
13
Multiple Choice
Qual a função que predomina no texto:
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quanto me sinto,
É com saudades de mim.
(Mário de Sá Carneiro.)
Metalinguística
Poética
Emotiva
Fática
Referencial
14
Multiple Choice
Qual a função que predomina no texto:
A palavra
Já não quero dicionários
consultados em vão.
Quero só a palavra
que nunca estará neles
nem se pode inventar.
Carlos Drummond de Andrade.
Metalinguística
Poética
Emotiva
Fática
Referencial
15
Multiple Choice
A função da linguagem predominante no quadro acima é a
emotiva
referencial
fática
poética
16
Multiple Choice
O humor da tirinha acima foi construído através da função
metalinguística.
apelativa.
emotiva.
poética.
17
Multiple Choice
Na tirinha temos um exemplo de função fática
Na tirinha temos um exemplo de função emotiva
Na tirinha temos um exemplo de função denotativa
Na tirinha temos um exemplo de função conativa
18
Multiple Choice
No texto predomina a função emotiva
No texto predomina a função apelativa
No texto predomina a função referencial
No texto predomina a função poética
19
Multiple Choice
Vou-me embora p’ra Pasárgada foi o poema de mais longa gestação em toda a minha obra. Vi pela primeira vez esse nome Pasárgada quando tinha os meus dezesseis anos e foi num autor grego. [...] Esse nome de Pasárgada, que significa “campo dos persas” ou “tesouro dos persas”, suscitou na minha imaginação uma paisagem fabulosa, um país de delícias, como o de L’invitation au Voyage, de Baudelaire. Mais de vinte anos depois, quando eu morava só na minha casa da Rua do Curvelo, num momento de fundo desânimo, da mais aguda sensação de tudo o que eu não tinha feito em minha vida por motivo da doença, saltou-me de súbito do subconsciente este grito estapafúrdio: “Vou-me embora p’ra Pasárgada!” Senti na redondilha a primeira célula de um poema, e tentei realizá-lo, mas fracassei. Alguns anos depois, em idênticas circunstâncias de desalento e tédio, me ocorreu o mesmo desabafo de evasão da “vida besta”. Desta vez o poema saiu sem esforço como se já estivesse pronto dentro de mim. Gosto desse poema porque vejo nele, em escorço, toda a minha vida; [...] Não sou arquiteto, como meu pai desejava, não fiz nenhuma casa, mas reconstruí e “não de uma forma imperfeita neste mundo de aparências’, uma cidade ilustre, que hoje não é mais a Pasárgada de Ciro, e sim a “minha” Pasárgada.
BANDEIRA, M. Itinerário da Pasárgada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Brasília: INL, 1984
Os processos de interação comunicativa preveem a presença ativa de múltiplos elementos da comunicação, entre os quais se destacam as funções da linguagem. Nesse fragmento, a função da linguagem predominante é
emotiva, porque o poeta expõe os sentimentos de angústia que o levaram à criação poética.
referencial, porque o texto informa sobre a origem do nome empregado em um famoso poema de Bandeira.
metalinguística, porque o poeta tece comentários sobre a gênese e o processo de escrita de um de seus poemas.
poética, porque o texto aborda os elementos estéticos de um dos poemas mais conhecidos de Bandeira.
apelativa, porque o poeta tenta convencer os leitores sobre sua dificuldade de compor um poema.
20
Multiple Choice
Essa campanha de conscientização sobre o assédio sofrido pelas mulheres nas ruas constrói-se pela combinação da linguagem verbal e não verbal. A imagem da mulher com o nariz e a boca cobertos por um lenço é a representação não verbal do(a)
silêncio imposto às mulheres, que não podem denunciar o assédio sofrido.
metáfora de que as mulheres precisam defender-se do assédio masculino.
constrangimento pelo qual passam as mulheres e sua tentativa de esconderem-se.
necessidade que as mulheres têm de passarem despercebidas para evitar o assédio.
incapacidade de as mulheres protegerem-se da agressão verbal dos assediadores.
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Exercícios da aula de reforço

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