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ESCRAVIDÃO NO BRASIL

ESCRAVIDÃO NO BRASIL

Assessment

Presentation

History, Education

1st - 12th Grade

Hard

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JOSE FILHO

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18 Slides • 0 Questions

1

ESCRAVIDÃO NO BRASIL

Contexto histórico

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Realidade institucional

  • Modo de Exploração do homem pelo homem (exploradores e explorados) -> escravidão (comércio e/ou da reprodução natural

  • Escravo: "coisa" e propriedade jurídica -> força de trabalho.

  • Escravidão moderna: Estados europeus (séc XVI) e Estados Africanos (relações comerciais).

  • Ciclo africano: +guerras, +prisioneiros, +escravos, +poder, +guerras... (reino Daomé)

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Tráfico negreiro

O comércio de vidas humanas

​O tráfico negreiro realizado pelos europeus a partir do século XVI uniu interesses dos grupos escravistas em três continentes: África, Europa e América. Formando um comércio triangular, os navios europeus levavam mercadorias da colônia e da metrópole para a costa africana (como tecidos, aguardente, tabaco e armas), que eram trocadas por escravos. Em seguida, esses escravos eram vendidos para os colonos americanos, que necessitavam de mão de obra para suas lavouras, minas ou outra atividade econômica.

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Volume de escravos -> Necessidade econômica (Açucar - Mineração - Café)

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Impactos do comércio de escravos

Devido ao tráfico negreiro, milhões de africanos acabaram desterrados, arrancados da África e escravizados. Segundo o historiador Patrick Manning, além do tráfico, outras condições (epidemias, secas, fome) dificultaram o crescimento da população africana até o século XX, pois o número dos que nasciam era praticamente igual à soma dos que morriam e dos que eram vendidos como escravos para fora do continente.

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O tráfico negreiro no Brasil

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FAMÍLIA E LICENCIOSIDADE

  • Proporção de Mulheres/Homens nas senzalas: 1 mulher para 5 homens!

  • Relações entre proprietários e escravos: tática para garantir a liberdade. (sem garantias)

  • Famílias: consentimento dos senhores para as relações sexuais (estrupos)

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Navio Negreiro

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Diversidade

Povos africanos e suas condições de vida

​• os bantos – originários da África central, geralmente de Angola e do Congo; foram levados principalmente para Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais;

os sudaneses – provinham das regiões africanas de Daomé (Benin), Nigéria e Guiné, na África ocidental; foram levados principalmente para a Bahia.

Distinções entre africanos

escravizados

​• Escravo de ganho - Urbano

​• Escravos do eito - Rural e Mineração

• Escravos domésticos​ - Casa Grande

• Boçal e ladino - Em ​adapatação

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CASTIGOS FÍSICOS

  • Razões: insurreições, assassinatos, desrespeito etc.

  • Principais formas de castigo: Chicote, palmatória, açoite, tronco, argolas no pescoço

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Luta dos africanos

As diversas formas de resistência à escravidão

  • Formas de resistência

    • ​Violência contra si mesmos - Abortos e suicídios

    • Fugas individuais e coletivas - Quilombos

    • Confrontação, boicote e sabotagem - Ameaça a produção

    • Negociações - Coexistência

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Resistência quilombola​

  • No continente americano, a formação de grupos de escravos fugidos como forma de resistência à escravidão. No Brasil, esses grupos recebiam o nome de quilombos ou mocambos, e seus membros eram chamados de quilombolas ou mocambeiros.

  • A vida nos quilombos estava ligada a atividades como: agricultura, caça, criação de animais, mineração e comércio. Seus integrantes sustentavam-se por meio​ de alianças “clandestinas” com escravos de ganho ou libertos e homens livres, principalmente comerciantes.

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Quilombo dos Palmares

  • No princípio, Palmares era povoado por poucos quilombolas. Porém, a guerra contra os holandeses tornou a vigilância colonial fraca e centenas de escravos fogem para constituírem o primeiro núcleo de povoação. Embora tenha surgido no final do século XVI, o apogeu do Quilombo dos Palmares foi na segunda metade do século XVI.

  • Havia uma diferença entre o status dos quilombolas. Estes eram divididos entre:

    • aqueles que chegavam aos quilombos pelos próprios meios (mais prestigiados);

    • aqueles libertados por incursões de guerrilha (desconsiderados e indicados para os trabalhos mais pesados).

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Identidade negras

  • Portos, genéricas e línguas: denominação do dominador -> incorporação pelos escravizados (sobrevivência)

  • Rivalidades entre os escravos: diferenças -> vantagem para o proprietário

  • Organização entre escravos: Cantos e Irmandades (escravos de ganho) -> Assistência.

  • Criolos: preferência dos senhores (nasceram no sistema escravocrata)

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CULTURA E RELIGIOSIDADE:

  • Mescla de tradições africanas: nova significação e

  • Cristianismo e religiões afro: Os escravos mantiveram suas tradições sob roupagem católica. (Candomblé)

  • Campo: Tolerado

  • Cidade: Mal visto e proibido

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Bibliografia

História, volume único / Ronaldo Vainfas ...[et. al.] - 2ª edição --SP: Saraiva, 2014

https://www.todamateria.com.br/candomble/

https://pt.slideshare.net/AndersonTorres8/escravido-no-brasil-27413863

ESCRAVIDÃO NO BRASIL

Contexto histórico

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