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Brasil Colonial: União ibérica, Quilombos e Mineração

Brasil Colonial: União ibérica, Quilombos e Mineração

Assessment

Presentation

History, Education

1st - 12th Grade

Practice Problem

Hard

Created by

JOSE FILHO

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FREE Resource

20 Slides • 3 Questions

1

Brasil Colonial: União ibérica, Quilombos e Mineração

Século XVII: política, resistência e economia

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União Ibérica = Brasil Holandês

  • Crise sucessória portuguesa: morte de D. Sebastião em 1578 (cruzadas)

  • Sucessão de Felipe II da Espanha - pelas armas e por parentesco (D. Manuel) - União Ibérica (1580-1640).

  • Mudanças no Brasil: Tribunal da relação da Bahia (1609); divisão do território (1621) Estado do Brasil e Estado do Maranhão este ultimo vinculado diretamente à Lisboa e visitações da Inquisição.

  • Tratado de Tordesilhas: atenuado + banderismo = expansão territorial.

  • Espanha e Holandeses: inimigos - interesse holandês no NE açucareiro.

3

Conquista Holandesa

  • Anteriormente a União: Brasil produzia - Portugal comprava e revendia - Holanda distribuía na Europa.

  • 1621, na Holanda: CIA das Índias Ocidentais conquista do Brasil açucareiro.

  • 1624, 1ª tentativa na Bahia: fracasso. 1630, 2º tentativa no Pernambuco: Sucesso - RN (1632) + PB (1634). Conquista do litoral nordestino.

  • Deserção: Calabar - guia dos holandeses. Preso e executado (1635) - exemplo.

  • Tolerância religiosa e oferta de empréstimos: viabilidade da dominação.

4

Maurício de Nassau

  • Urbanização de Recife: estabelecimento de infraestrutura.

  • Vinda de artista: retratar as belezas e riquezas do território - propaganda pra Europa.

  • Judeus no Brasil: distribuição de mercadorias e de escravos, intermediários e corretores.

  • 1641, conquista holandesa: Maranhão (expansão), Luanda e Angola (escravos).

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Multiple Choice

Foram, respectivamente, fatores na ocupação holandesa no Nordeste do Brasil e na sua posterior expulsão:

1

o envolvimento da Holanda no tráfico de escravos e os desentendimentos entre Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais.

2

a participação da Holanda na economia do açúcar e o endividamento dos senhores de engenho com a Companhia das Índias Ocidentais.

3

o interesse da Holanda na economia do ouro e a resistência e não aceitação do domínio estrangeiro pela população.

4

a exclusão da Holanda da economia açucareira e a mudança de interesses da Companhia das Índias Ocidentais.

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Restauração portuguesa

  • 1640: Fim da União Ibérica (D. João IV) - fim do domínio holandês no NE.

  • 1643, colonos contra os holandeses: declínio do açúcar e endividamento com CIA da Índias Ocidentais.

  • Insurreição Pernambucana: colonos X holandeses ´- 1649, vitória dos colonos na Batalha de Guararapes - 1654, expulsão dos holandeses

  • 1661, indenização aos holandeses paga por Portugal - desistência de retomada de territórios perdidos

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Resistência quilombola

Palmares e Zumbi

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Quilombos - domínio holandês

  • Significado: acampamento ou fortaleza

  • Conquista holandesa de Angola: + fugas e +quilombos.

  • Comunidades autossuficientes, ataques a engenhos e aldeias indígenas (mulheres e alimentos).

  • 1641: Quilombo de Palmares na serra da barriga.

  • Existência de escravos nos quilombos: reprodução da organização social africana da época - lutavam pela própria liberdade, mas não contra o escravismo

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Crescimento e ruína de Palmares

  • 1678: acordo entre PE e Ganga Zumba: alforria para os palmarinos, terras (Cucaú) e continuidade de comércio - entrega de escravos que fugissem para o quilombo.

  • Acordo - discórdia interna - assassinato - Zumbi.

  • Resistência de Palmares: derrota em 1695 pelas tropas do bandeirante Domingos Jorge Velho.

  • Degolação de Zumbi: triunfo da sociedade escravista no Brasil colonial

12

Multiple Choice

Em 1694, uma expedição chefiada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho foi encarregada pelo governo metropolitano de destruir o quilombo de Palmares.

Isto se deu porque:

1

Os paulistas, excluídos do circuito da produção colonial centrada no Nordeste, queriam aí estabelecer pontos de comércio, sendo impedidos pelos quilombos.

2

Os paulistas tinham prática na perseguição de índios, os quais aliados aos negros de Palmares ameaçavam o governo com movimentos milenaristas.

3

O quilombo desestabilizava o grande contingente escravo existente no Nordeste, ameaçando a continuidade da produção açucareira e da dominação colonial.

4

Os senhores de engenho temiam que os quilombolas, que haviam atraído brancos e mestiços pobres, organizassem um movimento de independência da colônia.

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Ciclo minerador no Brasil

Ouro e diamantes

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Metais e pedras preciosas no Brasil

  • Restauração portuguesa em 1640: custos a coroa portuguesa (Espanha e Holanda) - guerras e risco as posses coloniais.

  • Concorrência do açúcar antilhano - preferência holandesa (pós expulsão)

  • Mudança de situação: descoberta de ouro nas Minas Gerais - movimentação na colônia e em Portugal.

  • Guerra dos Emboabas (1707 a 1709): reivindicação de monópolio SP (descoberta) - estrangeiros X paulistas (derrotados).

  • 1709, separação e criação das capitanias de SP e MG da capitania de RJ: impostos e população.

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Organização e exploração

  • 1702, criação da Intendência das Minas: quinto real, repressão ao contrabando e repartição das datas (controle estatal).

  • Organização: Todas as minas eram do rei - 2 datas p/descobridor - concessões de exploração (sorteio) - um lote exclusivo do rei (leiloado)

  • Restrição: proprietários de escravos - limite 66 metros/data e 12 escravos/data.

  • Acesso as minas: Porto de Parati, SP (Caminho Velho), RJ (Caminho Novo) - Registros (controle estatal): ouro tributado (Casa de Fundição) - tentativa de contenção do contrabando.

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Barroco no Brasil

  • Contexto histórico: Contrarreforma.

  • Característica principal: manifestava-se através de grande ostentação e extravagância entre os grupos beneficiados pelas riquezas da colonização e elites coloniais.

  • Mineração -> Arte barroca: financiamento e prosperidade ecônomica. Minas Gerais, liderava o movimento artístico da colônia

  • Aleijadinho (1730-1814): escultor não reconhecido na sua época (mestiço)

  • Simetria e Dualidade: razão e fé.

19

Multiple Choice

Podemos afirmar, sobre o período da mineração no Brasil, que

1

atraídos pelo ouro, vieram para o Brasil aventureiros de toda espécie, que inviabilizaram a mineração.

2

a exploração das minas de ouro só trouxe benefícios para Portugal.

3

a mineração deu origem a uma classe média urbana que teve papel decisivo na Independência do Brasil.

4

a mineração contribuiu para interligar as várias regiões do Brasil e foi fator de diferenciação da sociedade.

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Centralização política

  • Intendências: subordinadas diretamente à Portugal.

  • 1729, descoberta de diamantes: restrição do ir e vir das pessoas - autorização do intendente.

  • Consequências da mineração: aumento das rendas reais portuguesas, ocupação do interior brasileiro e expansão de fronteiras e estímulo ao mercado interno de mercadorias (criação de mulas no RS)

  • Declínio da mineração -> aumento das cobranças reais.

  • Motivos para o declínio: minas de aluvião (facilmente encontrado e esgotável).

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Bibliografia

- https://atlas.fgv.br/capitulos/colonia-1500-1808

- https://mundoestranho.abril.com.br/historia/como-era-a-vida-no-quilombo-dos-palmares/

- História, volume único / Ronaldo Vainfas ...[et. al.] - 2ª edição --SP: Saraiva, 2014

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