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Manifesto 2ª Série

Manifesto 2ª Série

Assessment

Presentation

World Languages

11th Grade

Practice Problem

Easy

Created by

Jonathan Batista

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22 Slides • 2 Questions

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Manifesto

2ª SÉRIE

Prof. Jonathan – 2º bimestre

Língua

Portuguesa

Língua Portuguesa

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Gênero textual manifesto.

Discursos produzidos por

sujeitos e instituições no
gênero analisado.

Conhecer o gênero textual

manifesto e analisar o
contexto de produção.

Analisar e compreender

discursos produzidos por
sujeitos no gênero analisado.

Conteúdo

Objetivos

Habilidades de Língua Portuguesa:

(EM13LP44B) Identificar valores e representações de situações, grupos e configurações sociais veiculadas, desconstruindo estereótipos, destacando estratégias de engajamento e viralização.

(EM13LP44C) Explicar os mecanismos de persuasão utilizados e os efeitos de sentido provocados pelas escolhas feitas em termos de elementos e recursos linguístico-discursivos, imagéticos, sonoros, gestuais e espaciais, entre outros.

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Para começar

Manifesto

Você já ouviu muitas vezes a palavra “manifesto”,
não é mesmo? Consegue se lembrar do contexto
em que ouviu esta palavra? Quem estava
protestando e por qual motivo?

Já refletiu sobre o fato de esses grupos estarem lutando para
assegurar o respeito a direitos ou pôr fim a algum tipo de
injustiça a um grande grupo de cidadãos?

Sabia que manifesto também é um texto, um gênero textual?

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Foco no conteúdo

uma notícia sobre um manifesto

que denuncia a situação de idosos
que residem em Ilpis (Instituições
de Longa Permanência de Idosos);

um manifesto, gênero que divulga

ideias e tenta fazer com que as
pessoas se identifiquem com elas,
intencionando a defesa e a
propagação de determinada causa.

Você lerá a seguir:

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Foco no conteúdo

TEXTO I – MANIFESTO CHAMA ATENÇÃO PARA MAIOR
VULNERABILIDADE DE IDOSOS EM ASILOS

O documento, enviado aos órgãos públicos, é assinado pelas
professoras Yeda Duarte e Helena Watanabe, da Faculdade de
Saúde Pública, e Marisa Accioly, da USP Leste. Desde que anunciada
a gravidade do novo coronavírus, quando ele ainda era um surto na
Ásia, os especialistas já sabiam que os idosos integravam o grupo
de risco da doença que o vírus causa, a covid-19. Por necessitarem
de cuidado redobrado, diversas restrições e recomendações estão
sendo feitas, especialmente o isolamento social.

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Foco no conteúdo

Mas como estão sendo atendidos os
idosos que vivem em asilos e casas de
repouso? Para analisarmos a situação das
Instituições de Longa Permanência de
Idosos (Ilpis) neste momento de
pandemia, o Jornal da USP no Ar
conversou com a professora Yeda
Aparecida de Oliveira Duarte, da
Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.

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Foco no conteúdo

Yeda é coordenadora do Estudo Saúde, Bem-Estar e
Envelhecimento (Sabe), que tem o objetivo de realizar estudo
longitudinal sobre as condições de vida e saúde dos idosos no
município de São Paulo. Junto com as professoras Helena Watanabe
(FSP-USP) e Marisa Accioly (EACH-USP), Yeda formulou um
manifesto enviado aos órgãos públicos, que relatava a situação dos
idosos nesses locais. “O manifesto dizia que todo mundo ouve falar
da vulnerabilidade dos idosos. Mas, dentre o conjunto de idosos, há
aqueles mais vulneráveis que os vulneráveis, e parte deles são os
idosos que residem nas Ilpis”, resume.

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Foco no conteúdo

Antes chamados de asilos e hoje renomeados como instituições de
longa permanência de idosos, esses lugares surgiram com a
conotação social de abrigar aqueles que não tinham família nem
onde morar. “Hoje, esse perfil mudou. Recentemente, verificamos
que uma das principais razões que levaram a pessoa idosa a residir
numa Ilpi é a incapacidade da família em assistir às necessidades
de saúde dessas pessoas”, conta Yeda. São idosos frágeis,
altamente vulneráveis e com múltiplas doenças, tornando-se ainda
mais vulneráveis que os idosos em geral.

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Na prática

Agora, responda.

O texto que estamos lendo é:

A. uma reportagem.

B. uma notícia.

C. um manifesto.

D.uma crônica.

O tema discutido é:

A. covid-19.

B. isolamento social.

C. a situação de asilos na

pandemia.

D.a vulnerabilidade de idosos

nos asilos.

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Na prática

Correção

Conferindo

O texto que estamos lendo é:

A. uma reportagem.

B. uma notícia.

C. um manifesto.

D.uma crônica.

O tema discutido é:

A. covid-19.

B. isolamento social.

C. a situação de asilos na

pandemia.

D.a vulnerabilidade de

idosos nos asilos.

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Foco no conteúdo

(Continuação do texto)

Conforme a especialista, após o manifesto, vários grupos que
trabalham com as Ilpis se reuniram para subsidiar a construção de
protocolos específicos de atuação junto às instituições, para evitar
complicações ou situações de gerontocídio dentro desses locais,
como ocorrido em outros países. Apesar disso, algumas outras
necessidades ainda são muito importantes, como o uso e
disponibilização de equipamentos de proteção individual (máscaras
e luvas, por exemplo) e a presença de profissionais de saúde. Outra
preocupação, gerada por diversos fatores, é a quase inexistência de
possibilidade de isolamento de idosos com covid-19 nas Ilpis,
necessitando assim de leitos próprios em hospitais disponíveis.

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Foco no conteúdo

“Agora, se é que a pandemia traz alguma coisa de ‘positivo’, é que
ela está dando visibilidade para aqueles que normalmente não são
vistos por ninguém”, destaca Yeda Duarte. Fazem parte desses
grupos, por vezes invisibilizados: idosos que moram nas
instituições e que muitas vezes nós nem sabemos que estão lá;
aqueles que residem sozinhos e que não possuem ajuda de
ninguém para as necessidades primárias; e os que estão em
situação de rua. “São pessoas extremamente vulneráveis, que
precisam de atenção. Espero que a pandemia nos ensine a olhar
para essas pessoas não só agora, mas de agora em diante.”

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Na prática

1. Quem são as redatoras do manifesto? Qual o perfil

profissional delas? Você acredita que elas têm
credibilidade para elaborarem o manifesto?

2. Qual é a causa defendida? Você a considera justa?

3. O que é Ilpi? Qual a mudança retratada pela professora

Yeda sobre o perfil de quem habita esses lugares?

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Na prática

1. Quem são as redatoras do manifesto? Qual o perfil

profissional delas? Você acredita que elas têm credibilidade
para elaborarem o manifesto?
Quem assina o manifesto são as professoras de Saúde
Pública Yeda Duarte, Helena Watanabe e Marisa Accioly,
que são profissionais altamente qualificadas e com
experiência comprovada para elaborar o manifesto.

2. Qual é a causa defendida? Você a considera justa?

A causa defendida é a necessidade de proteção assistencial
à população idosa que vive nas Ilpis, por serem, inclusive,
mais vulneráveis que idosos “saudáveis”. A causa é justa,
mas... o que vocês, alunos, pensam sobre isso?

Correção

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Na prática

3. O que é Ilpi? Qual a mudança

retratada pela professora Yeda
sobre o perfil de quem habita
esses lugares?
Instituições de Longa
Permanência de Idosos (antes
asilos). Antes abrigavam idosos
que não tinham família nem
onde morar. Hoje, muitos desses
idosos não têm famílias com
condições de cuidar deles.

Correção

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Foco no conteúdo

Texto II – Manifesto artístico

MANIFESTO ANTROPÓFAGO

Só a ANTROPOFAGIA nos une. Socialmente. Economicamente.
Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos
os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões.
De todos os tratados de paz.

Tupi, or not tupi, that is the question.

Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.

Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.

[...]

Contra as elites vegetais. Em comunicação com o solo.

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Foco no conteúdo

Nunca fomos catequizados. Fizemos foi o Carnaval. O índio vestido
de senador do Império. Fingindo de Pitt. Ou figurando nas óperas de
Alencar cheio de bons sentimentos portugueses.
[...] Já tínhamos a língua surrealista. A idade de ouro.
Catiti Catiti
Imara Notiá
Notiá Imara
Ipeju
[...]
sem loucura, sem prostituições e sem penitenciárias do matriarcado
de Pindorama.

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Foco no conteúdo

Conceituando – Manifesto

Os manifestos são textos da esfera argumentativa, ou seja, eles
defendem uma tese sobre determinado assunto, o qual é
apresentado ao público no intuito de torná-lo conhecido e de
convencer as pessoas de que as ideias ali defendidas são as
mais adequadas para todos, sejam elas culturais, políticas,
humanitárias, entre outras. Esse gênero não costuma ter uma
estrutura muito fixa, principalmente quando falamos de um
manifesto cultural/artístico, que pode, inclusive, utilizar-se de uma
linguagem mais subjetiva. É um gênero de grande importância
social que estimula a participação efetiva dos cidadãos em
práticas sociais, reivindicando direitos, representatividade e voz
social. (SEE/SP. Currículo em Ação: linguagens, 2023.)

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Na prática

5. “To be, or not to be, that is the question.” é uma famosa

frase do escritor inglês William Shakespeare – qual é a
sua tradução? O que Oswald de Andrade sugeriu ao
parafrasear essa passagem da obra Hamlet?

6. Levando em consideração que “vegetar”, em sentido

figurado, consta no dicionário como “Viver apenas o
corpo, sem atividade mental”/“Viver sem atividade, sem
motivação”, levante hipóteses sobre a intencionalidade do
autor ao descrever a passagem: “Contra as elites
vegetais.” (Dicionário Aulete Digital)

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Na prática

5. “To be, or not to be, that is the question.” é uma famosa

frase do escritor inglês William Shakespeare – qual é a
sua tradução? O que Oswald de Andrade sugeriu ao
parafrasear essa passagem da obra Hamlet?
Tradução: “Ser, ou não ser, eis a questão”. Entre
inúmeras discussões e teses sobre este aforismo
presente no manifesto, supõe-se que o autor, ao sugerir
a passagem shakespeariana “Tupi” no lugar de To be,
insere uma reflexão a respeito de sermos Tupis (povo
originário) ou não.

Correção

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Na prática

6. Levando em consideração que “vegetar”, em sentido

figurado, consta no dicionário como “Viver apenas o
corpo, sem atividade mental”/“Viver sem atividade, sem
motivação”, levante hipóteses sobre a intencionalidade do
autor ao descrever a passagem: “Contra as elites
vegetais.” (Dicionário Aulete Digital)
Oswald de Andrade parece acreditar que as elites sociais
não pensavam, apenas absorviam passivamente, sem
reflexão, as influências culturais advindas de fora do país,
mais especificamente, da Europa.

Correção

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O que aprendemos hoje?

Na aula de hoje, conhecemos o gênero textual manifesto
e analisamos seu conteúdo, sua estrutura, bem como o
contexto de produção. Isso nos levou a compreender
discursos produzidos por sujeitos em diferentes gêneros
e campos de atuação.

Espero que tenha gostado desta aula!

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