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Filosofia medieval

Filosofia medieval

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8 Slides • 7 Questions

1

media

A Filosofia Cristã e
o Pensamento de
Santo Agostinho

Neste capítulo, exploraremos as características do período patrístico e o

pensamento de um dos mais influentes filósofos cristãos, Santo

Agostinho. Veremos como Agostinho buscou estabelecer uma aliança

entre fé e razão, analisando suas ideias sobre o livre-arbítrio e a natureza

do mal. Sua obra teve grande impacto na Igreja Católica e no

desenvolvimento da filosofia medieval.

by Hernane Guedes

2

media

O Período Patrístico e a Consolidação
do Cristianismo

1

Gnose e
Maniqueísmo

Correntes de

pensamento que

buscavam explicações

racionais sobre questões

religiosas, como a

salvação espiritual e a

origem do bem e do mal.

2

Patrística

Papel importante de

padres da Igreja em

sistematizar e organizar

de maneira mais racional

os princípios cristãos.

3

Agostinho de
Hipona

Destacou-se como um

dos principais

pensadores da filosofia

medieval, com forte

influência do

maniqueísmo em suas

teorias iniciais.

3

media

O Contexto Histórico de Agostinho

Declínio do Império
Romano

Agostinho viveu durante o

período de declínio do Império

Romano, marcado pelo início

das invasões bárbaras.

Mudança de Cenário

Agostinho deixou sua cidade

natal no norte da África e

passou a viver em Milão, sede

do Império Romano, onde

trabalhou como professor de

retórica.

Conversão ao
Cristianismo

Após uma revelação durante

suas orações, Agostinho se

converteu ao cristianismo,

deixou a profissão de

professor e se tornou bispo na

cidade de Hipona.

4

media

A Influência de Plotino no Pensamento
de Agostinho

Plotino e o
Neoplatonismo

Plotino foi um importante

filósofo do período helenístico,

reconhecido por suas

releituras de Platão. Suas ideias

influenciaram a patrística e o

pensamento de Agostinho.

Conceitos Centrais

Os conceitos centrais das

teorias de Plotino eram Deus (o

Uno) e a alma, que poderiam

ser conhecidos por meio da

iluminação divina.

Diferenças com
Agostinho

Agostinho, embora

influenciado por Plotino, se

diferenciou ao afirmar a

existência de um Deus criador

e definir todas as coisas da

Terra como criaturas desse

Deus.

5

media

A Obra de Agostinho e sua Influência

Confissões

Obra autobiográfica na qual Agostinho relata

sua conversão ao cristianismo após uma

revelação em meio às orações.

Cidade de Deus

Obra na qual Agostinho tece comentários

sobre a Igreja e o Estado, além de discorrer

sobre a História desde a criação até a

redenção com a chegada de Cristo.

Influência na Igreja Católica

As ideias de Agostinho tiveram grande

impacto na Igreja Católica, solidificando

alguns ensinamentos cristãos.

Legado Filosófico

Agostinho é considerado um dos alicerces

da filosofia medieval, com suas reflexões

sobre a fé, a razão e a natureza humana.

6

media

A Filosofia de Agostinho: Fé e Razão

Influências

Agostinho foi influenciado

pelo neoplatonismo de

Plotino, mas se diferenciou ao

afirmar a existência de um

Deus criador e definir todas as

coisas da Terra como

criaturas desse Deus.

Manteve a ideia gnóstica de

uma ordenação hierárquica

das coisas, com Deus no

ponto mais alto.

Conhecimento e
Iluminação

Para Agostinho, a alma

poderia conhecer Deus

apenas por meio da

iluminação divina. Todo o

conhecimento verdadeiro

teria relação com a palavra de

Deus.

Fora da fé, não haveria

verdade, apenas trevas e

sofrimento.

Natureza do Mal

Superando a visão

maniqueísta, Agostinho

entende o mal como ausência

do bem, não tendo caráter

ontológico.

O mal nasce da escolha dos

homens, que têm livre-arbítrio

e podem escolher o mal,

desviando-se do bem.

7

media

O Livre-Arbítrio em Agostinho

1

Liberdade de Escolha

O livre-arbítrio é a liberdade de escolha dada por Deus para que o sujeito

possa direcionar sua vontade para o bem.

2

Pecado e Desvio da Vontade

O uso incorreto do livre-arbítrio leva o indivíduo a se desviar do bem, o que é

considerado pecado.

3

Graça Divina

A graça de Deus ajuda a direcionar o livre-arbítrio para o bem,

correspondendo ao ápice da liberdade humana.

8

media

O Legado de Agostinho

1

Consolidação do Cristianismo

Agostinho desempenhou um papel fundamental na sistematização e

organização dos princípios da religião cristã, contribuindo para a

consolidação do cristianismo.

2

Influência na Filosofia Medieval

As ideias de Agostinho sobre a fé, a razão e a natureza humana tiveram

grande impacto no desenvolvimento da filosofia medieval.

3

Legado Duradouro

O pensamento de Agostinho solidificou alguns ensinamentos cristãos e

deixou um legado duradouro, tanto na Igreja Católica quanto na história da

filosofia.

9

Open Ended

Question image

Quais são as principais diferenças entre o neoplatonismo de Plotino e a filosofia de Agostinho?

10

Open Ended

Question image

Quais são as características que demarcam o período da patrística?

11

Open Ended

Question image

Como Agostinho compreende e analisa a natureza do mal em sua filosofia?

12

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13

Multiple Choice

Segundo o texto abaixo, de Agostinho de Hipona (354-430 d. C.), Deus cria todas as coisas a partir de modelos imutáveis e eternos, que são as ideias divinas. Essas ideias ou razões seminais, como também são chamadas, não existem em um mundo à parte, independentes de Deus, mas residem na própria mente do Criador,

[…] a mesma sabedoria divina, por quem foram criadas todas as coisas, conhecia aquelas primeiras, divinas, imutáveis e eternas razões de todas as coisas, antes de serem criadas […].

Sobre o Gênese, V

Considerando as informações acima, é correto afirmar que se pode perceber:

1

que Agostinho modifica certas ideias do cristianismo a fim de que este seja concordante com a filosofia de Platão, que ele considerava a verdadeira.

2

uma crítica radical à filosofia platônica, pois esta é contraditória com a fé cristã.

3

a influência da filosofia platônica sobre Agostinho, mas esta é modificada a fim de concordar com a doutrina cristã.

4

uma crítica violenta de Agostinho contra a filosofia em geral.

14

Multiple Choice

Há uma maneira diferente de ser feliz, quando cada um possui a felicidade em concreto. Há quem seja feliz simplesmente em esperança. Estes possuem a felicidade de um modo inferior ao daqueles que já são realmente felizes. Mas, ainda assim, estão muito melhor que aqueles que não têm nem a felicidade, nem a sua esperança. Mesmo estes devem experimentá-la de qualquer modo, porque, no caso contrário, não desejariam ser felizes. Ora, é absolutamente certo que eles o querem ser”.

(AGOSTINHO de Hipona. Confissões. In: Os Pensadores.Tradução de J. Oliveira Santos, S. J. e A Ambrósio de Pina, S. J. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 279, 285)

De acordo com o trecho, Agostinho entende que

1

a esperança é o grau supremo da felicidade.

2

os esperançosos possuem a felicidade de um modo superior.

3

os que são realmente felizes possuem felicidade de modo inferior.

4

há diferentes formas de o homem ser feliz, porque a felicidade faz parte de seu ser.

15

Multiple Choice

E, certamente, uma grande coisa é o homem, pois feito à imagem e semelhança de Deus! Não é grande coisa enquanto encarnado num corpo mortal, mas sim enquanto é superior aos animais pela excelência da alma racional.

AGOSTINHO, Santo, bispo de Hipona. A Doutrina Cristã. São Paulo: Paulus, 2002.

Agostinho de Hipona (354-430 d.C) formula sua teoria do conhecimento a partir da máxima “creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio conheço”. A posição do autor não impede que cada um busque a sabedoria com suas próprias forças; o que ainda não é conhecido pode ser revelado mediante a consulta da verdade interior. Neste sentido, sua concepção do homem está estreitamente ligada a sua noção de conhecimento.

Em acordo com Agostinho, pode-se concluir que:

1

É incorreto afirmar que a verdade interior que soa no íntimo das pessoas seja o Cristo; e o arbítrio humano é consultado sobre o que não se conhece.

2

As coisas que ainda não conhecemos só podem ser percebidas pelos sentidos do corpo e podem ser comunicadas facilmente por intermédio das palavras.

3

A verdade interior está à disposição de cada um e encontra-se armazenada na memória, de modo que o uso da memória dispensa a contemplação da luz interior.

4

A verdade interior só pode ser percebida pelo homem interior, que é iluminado pela luz desta verdade interior, que pode ser contemplada por cada um.

media

A Filosofia Cristã e
o Pensamento de
Santo Agostinho

Neste capítulo, exploraremos as características do período patrístico e o

pensamento de um dos mais influentes filósofos cristãos, Santo

Agostinho. Veremos como Agostinho buscou estabelecer uma aliança

entre fé e razão, analisando suas ideias sobre o livre-arbítrio e a natureza

do mal. Sua obra teve grande impacto na Igreja Católica e no

desenvolvimento da filosofia medieval.

by Hernane Guedes

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