
História dos Açores: A Exploração Atlântica - As ilhas.
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Ludgero Luna
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1
A exploração Atlântica
As Ilhas
2
Políticas da Expansão
• Após Ceuta, os Portugueses, nomeadamente as armadas de
D. Henrique e D. Pedro rumaram para Ocidente e foram
redescobrindo ou/e descobrindo as ilhas dos arquipélagos das
Canárias, Madeira e dos Açores.
• Foi uma época de início da navegação oceânica e de
exploração geográfica, em que Ceuta foi de grande
importância como base de apoio à navegação portuguesa.
• A partir daqui surgirá a integração das ilhas atlânticas e a
exploração para sul da costa africana, abrindo-a com a
passagem do Cabo Bojador, por Gil Eanes, em 1434.
• .
3
As ilhas Canárias são o território mais próximo do
arquipélago português da Madeira, com esta
compartilhando a região da Macaronésia junto ainda
dos Açores e de Cabo Verde. As suas capitais
são Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas de Gran
Canaria.
As ilhas Canárias são conhecidas desde a Antiguidade:
São referidas por autores posteriores como "Ilhas
Afortunadas".
Devido à sua posição junto à costa africana, as Canárias
já estavam povoadas aquando da sua descoberta
Representação de um povoado
guanche antes da colonização
espanhola.
4
Ao mesmo tempo, Ceuta foi ponto de
partida para a exploração territorial da
costa marroquina e da exploração
comercial das suas orlas marítimas, que
faziam de entreposto com os produtos
vindos da África negra.
As Canárias ocupam uma posição de charneira entre as duas Áfricas (Berberes e Negros) e a
sua posse sempre esteve ligada à ocupação da Costa Africana, mostrando, mais uma vez,
que as duas grandes linhas da expansão se por um lado divergiram (interesses
nobiliárquicos e comerciais), por outro complementavam-se.
5
Na passagem entre os séculos XIII e
XIV as Canárias já se encontram bem
representadas como, por exemplo na
carta –portulano os irmãos Pizzigani.
Além disso e, segundo Petrarca, os
italianos já estavam familiarizados com
estas paragens.
Como exemplos temos :
a pioneira viagem dos irmãos Vivaldi,
em 1291
Em 1312 Lanzarotte de
Malocello(Genovês) ao serviço do rei
de Portugal,
Agiolino del Teghia de Corbizi e
Nicoloso de Recco, em 1341, ao
serviço de Afonso IV de Portugal.
Outras, menos documentadas, fazem
parte de um universo lendário, mas
que a cartografia foi registando,
durante o século XIV.
No segundo quartel do século XIV, as
descobertas das Canárias vão ser reivindicadas
por Portugal e Castela e Aragão.
Esta questão deu azo a uma polémica, ,
descrita pelos cronistas da época e em quem
se basearam, teses mais modernas como: José
da Costa Macedo e Visconde de Santarém, na
defesa da soberania portuguesa, e Elias Serra
Ráfols e Buenaventura Bonnet para a
Espanhola
6
Anda no século XIV, nos reinados de Afonso IV de Portugal e Fernando IV de
Castela, portugueses e espanhóis tinham chegado a às Canárias.
Todavia foi um nobre espanhol, Luis Da La Cerda, que vai reivindicar para o Governo
de Castela a posse das Ilhas, que foi confirmada pelo Papa Clemente VI.
Assim, em 1344, concede o senhorio destas ao nobre D. Luís de la Cerda, em troca da
sua promessa de cristianizar os indígenas.
Por fim, a 11 de Dezembro de 1344, solicita ao rei Fernando IV de Castela que apoie D.
Luís de La Cerda, o que este faz, dando-lhe ainda o título de Príncipe de la Fortuna.
São-lhe concedidos todos os demais direitos reais, incluindo a cunhagem de moeda, e
o patronato das igrejas e mosteiros que construísse, embora as disputas entre as
coroas castelhana e portuguesa viessem a impedir que chegasse a tomar posse.
1345 – D. Afonso IV de Portugal em resposta à bula Vince Domini Sababot de
Clemente VI, reclama a posso das Canárias, fundamentando a sua posição na
prioridade do conhecimento e da proximidade geográfica.
7
Esta concessão pontifícia, feita com o expresso propósito de cristianizar os
Canarinos, não teve quaisquer efeitos práticos, mas abriu campo à discussão
sobre d os direitos de conquista e posse das Canárias entre os reinos
peninsulares. Tanto Afonso IV de Portugal como Afonso XI de Castela, com a
reverência devida ao vigário de Cristo na Terra, não contestaram abertamente
o fundamento da decisão papal, mas manifestaram as suas reservas quanto à
atribuição do “principado da Fortuna” a La Cerda, um bastardo real
castelhano exilado em França. A coberto dessas reservas explanam as suas
razões: Afonso iV reclama a prioridade Portuguesa da ocupação das ilhas
pois, estando elas mais próximas do seu reino já havia anteriormente tomado
a iniciativa de lá enviar expedições de reconhecimento e conquista; Afonso XI
argumenta que as Canárias pertencem ao “reino de África” que tinha sido
evangelizado pelos antepassados godos da monarquia castelhano-aragonesa
e, portanto a conquista das ilhas pertencia de jure a Castela.
Carlos Riley,” A disputa das Ilhas Canárias”, in Francisco Bettencourt e K. Chaudhuri(Die.), História da
Expansão Portuguesa, 1998, Círculo de Leitores, vol.I, p.143.
8
A primeira tentativa, bem sucedida, de ocupação das
Canárias, deu-se em 1402, quando Gadifer de la Salle e
Jehan de Béthencourt, cavaleiros do Duque de Orleães e
com o consentimento de Carlos VI de França.
Jehan de Béttencourt consegue marginalizar La Salle e rende
homenagem a Henrique III de Castela – o que de imediato
foi aceite, na medida em que, ficando com a suserania sobre
as ilhas ,passava a possuir uma via aberta para capturar
escravos canarinos( até esta altura fazia-o através do corso).
Bettencourt teve o apoio da
burguesia Andaluza (interessada no
mercado de escravos e materiais
corantes), nomeadamente a família
Las Casas e submetendo-se à
suserania do Rei de Castela.
Le Canarien
9
Problema da posse das Canárias volta a impor-se:
Em 1421, o Monarca espanhol pede ao Papa a confirmação das ilhas: Gran
Canaria, Tenerife, La Gomera e La Palma a Afonso de Las Casas.
D. Henrique resolve proceder a ações diplomáticas junto do papado e manda
duas expedições comandadas por D. Fernando de Castro e António Gonçalves
da Câmara., contra a ilha de Grã-Canária (1424).
D. Duarte alega as mesmas razões para reclamar do Papa Eugénio IV a posse das
ilhas não conquistadas, de modo as cristianizar , conseguindo a sua anuência
em 1436 .
A posição a favor do papa levou à reclamação de Castela, com juristas na corte
papal para obter a revogação da referida bula.
D. Duarte ignora-as e dá ao infante D. Henrique, em 1446, o exclusivo do
comércio e da navegação para as Canárias. Reconhecendo o peso da
intervenção papal, D. Henrique envia missionários franciscanos a evangelizar
estas ilhas.
10
1448 – desentendimentos entre Bettencouts e Perazas levam
à venda do Senhorio de Lanzarote por parte de Maciot de
Bettencourt a D. Henrique por 20 000 reais brancos ao ano,
retirando-se aquele com a família para a ilha da Madeira.
1450 e 51 o Infante envia armadas de ocupação que
provocam a reacção de Castela em 1452.
Reconhecendo o peso da intervenção papal, D. Henrique
envia missionários franciscanos a evangelizar estas ilhas.
1479, no tratado de Alcáçovas, confirmado no ano seguinte
em Toledo, onde Portugal abandonava definitivamente as
suas pretensões às Canárias.
O que representa esta posição? Apenas uma derrota ou uma
mudança de política face aos avanços da exploração
atlântica?
11
Desde o início destas lutas sobre a posse das
Canárias que encontramos ligações estreitas
entre o arquipélago da Madeira e dos Açores.
Ainda no século XIV, a Madeira terá sido
avistada pelos barcos daqueles que
regressavam das Ilhas Afortunadas (Canárias)
para o mediterrâneo.
Vários mapas deste período, como o Catalão
de 1375, já assinalam com rigor possível a
posição relativa da Madeira (insula de
legname), Porto Santo e Desertas.
Já no século XV, após a conquista de Ceuta, as razias que se faziam às Canárias levaram à
Descoberta oficial, quando dois escudeiros do infante D. Henrique, João Gonçalves Zarco e
Tristão Vaz Teixeira, ao fazerem corso na zona das Canárias, desembarcaram no Porto Santo
em 1419.
1420 juntamente com Bartolomeu Perestrelo passam à Madeira.
1425,1427,1434 incursões de Madeirenses nas Canárias na procura de escravos.
1445 o madeirense Álvaro de Ornelas numa expedição à Costa Africana, fez um desvio a Las
Palmas onde tomou alguns Guanches e os levou à Madeira.
12
Fill in the Blank
13
O arquipélago da Madeira, ao contrário das Canárias
encontrava-se totalmente despovoado, não
oferecendo qualquer obstáculo à ocupação
portuguesa.
Além disso a sua posição geográfica levava o
arquipélago a dominar toda esta área marítima ,
tornando-se alternativa às Canárias.
Um dos muitos pontos polémicos no início de
História da Madeira é a data em que o solo virgem
começou a ser desbravado pelos primeiros colonos
europeus.
Os cronistas são unânimes em definir o ano de 1420
como o de começo.
Em 1433, já no reinado de D. Duarte o arquipélago é
dado em forma de Senhorio ao Infante D. Henrique –
donataria da Madeira, que por sua vez irá dividir em
3 capitanias donatarias: Machico – Tristão Vaz
Teixeira; Porto Santo – Bartolomeu Perestrelo e
Funchal – João Gonçalves Zarco.
Ver slide seguinte
14
Todavia, surgem opiniões diferentes, como a do infante D. Henrique, que em 1460
declarava: "comecei a povoar a minha ilha da Madeira averá ora XXXb anos...", isto
é, a partir de 1425 ele iniciara o povoamento da ilha.
Mas, na doação régia de 1433, o monarca afirmara "que agora novamente o dito
infante per nossa autoridade pobra".
Quererá isto dizer que o infante só nesta data assume o comando do processo ?
Não. Pelo menos esta não é a opinião do infante, que nas cartas de doação das
capitanias apresenta João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz e Bartolomeu Perestrelo,
como os primeiros povoadores por seu mandado.
Será que só podemos falar de povoamento a partir de 1425 ou 1433, contrariando a
opinião dos cronistas ? A resposta parece ser também negativa, à luz daquilo que
nos dizem dois documentos. Primeiro, uma sentença do Duque D. Diogo de 6 de
Fevereiro de 1484 refere que "podia haver cinquenta e sete anos, pouco mais ou
menos, que a essa ilha fora João Gonçalves Zarco, capitã que fora nessa ilha,
levando consigo sua mulher e filhos e outra gente...".
Depois, noutra sentença Diogo Pinheiro, vigário de Tomar em 1499, afirma:
"podera bem aver oytenta annos que a dicta ilha era achada pouco mais ou menos
e se começara a povoar". Esta versão é corroborada em 27 de Julho de 1519 por
acórdão da Câmara do Funchal em que se dá conta do início do povoamento há
cem anos atrás. Ambos os documentos abonam versões diversas: enquanto o
primeiro coincide com a data apontada pelo infante, o segundo corrobora os
cronistas.
15
http://www.horta.uac.pt/projectos/macmar/ogamp/marmac/macaronesia.gif
Apesar dos Açores se integrarem naquilo a
que se chama Ilhas Atlânticas ou Macaronésia,
os Açores distinguem-se da Madeira,
Selvagens, Canárias e Cabo verde, pela grande
distância a que se encontram das costas euro-
africanas – implantação oceânica profunda
16
Multiple Choice
Identifica qual foi a principal diferença entre o arquipélago da Madeira e das Canarias?
O arquipélago da Madeira encontrava-se no oceano Índico e as Canárias no oceano Atlântico.
O arquipélago da Madeira encontrava-se despovoado e as Canárias não.
O arquipélago da Madeira foi descoberto pelos Espanhóis e o arquipélago das Canárias foi descoberto pelos Italianos.
O arquipélago da Madeira encontrava-se povoado e as Canárias não.
17
http://www.iemed.org/dossiers-en/fotografies/mediterraneum/peces/2g.jpg
É com o mapa de Gabriel de Valseca
(catalão) em 1439, que se encontra a
primeira referência a este arquipélago,
quando, à margem de um grupo de
ilhas na posição aproximada dos
Açores, aparece a inscrição:
terem sido estas
ilhas achadas por um piloto do rei
de Portugal, Diogo Silves , em
1427
data próxima da expedição à Grã-Canária-1425/27 e sobretudo início do
povoamento da Madeira, que inaugurou uma rota entre a ilha e o Reino e tornou
mais possível o achamento dos Açores
Os Açores
18
Achamento dos Açores
Entre 1427 e 1432, é possível, mesmo provável que se tenham
feito viagens de reconhecimento e lançado animais
domésticos - tudo indica que em 1431/32, tenham sido
viagens comandadas por Fr. Gonçalo Velho à ilha de S. Maria e
um ano depois a S. Miguel, por ordem do Infante D.
Henrique.
Em 1439 temos o primeiro documento, onde D. Afonso V, sob a
regência de D. Pedro, autoriza o Infante D. Henrique a povoar
estas ilhas.
.
19
File:Map of Portuguese Carreira da India.gif
O seu povoamento foi demorado pois, inicialmente,
os Portugueses estavam mais preocupados com o
povoamento da Madeira , com as conquistas do
Norte de África e exploração da Costa Ocidental
Africana.
O seu Povoamento levou quase um século, devido em boa parte ao seu posicionamento de
encruzilhada, ou seja : quando se povoou S. Maria e S. Miguel , estas estavam ligadas às
rotas inter-regionais de meados de quatrocentos – zona da mauritânia e guineense; quando
as caravelas entram no Atlântico Sul e as rotas da Mina e Congo se iniciam, é a vez da
Terceira, S. Jorge, Pico, Faial e Graciosa, seguindo-se, finalmente , no início do século XVI,
Flores e Corvo, quando os Açores passam a fazer parte das rotas de torna viagem das Índias
Orientais e Ocidentais.
20
Multiple Choice
O arquipélago dos Açores foi descoberto em 1427 por Diogo Silves, e povoado entre 1431-32 por Gonçalo Velho, deste modo, as primeiras ilhas dos Açores a serem povoadas foram as ilhas de ...
Terceira & São Jorge
Santa Maria & São Miguel
Flores & Corvo
Pico & Faial
21
Nas últimas expedições marítimas a mando do Infante D. Henrique (este morre em 1460),
descobre-se um outro grupo de Ilhas: as de Cabo Verde.
Segundo um relato de Cadamosto, mercador veneziano ,que navegava nas expedições
portuguesas nos anos de 1455/56, o pioneirismo português por estas andanças é
incontestável.
Para Damião Peres, em 1460, caberia a parceria entre António da Noli e Diogo Gomes, a
descoberta, as lhas de Santiago, Maio, S. Cristóvão (Boa Vista), S. Filipe (Fogo) e Sal.
E, 1462, Diogo Afonso, escudeiro ao serviço de D. Fernandp (herdeiro do infante D.
Henrique), descobre as outras mais afastadas: S. Vicente, S. Nicolau, S. Antão, Brava e Ilhéus
Ilhas de Cabo Verde
22
Cabo verde
• Como aconteceu com os Açores as ilhas eram
despovoadas e o seu povoamento fez-se no sentido
nascente-poente, sendo o primeiro esforço de
povoamento feito nas ilhas de Santiago e Fogo., a
partir da década de sessenta.
• O seu povoamento está intimamente ligado à terra
continental, ou seja ao Senegal e à Serra leoa, sendo
a sua função de escala estratégica aquela que mais
interessava à coroa, mas não a única.
23
In João Paulo Oliveira e Costa e outros, Ob. ciit., p.26.
24
Apesar de haver dúvidas quanto às datas e nomes dos que descobriram estas ilhas,
podemos afirmar que o seu conhecimento foi feito entre 1469/1474, ou seja no
período de vigência do contrato feito a Fernão Gomes.
Foi descoberto por capitães da casa real(D. Afonso V) durante a exploração do Golfo da
Guiné.
25
Word Cloud
Qual foi o primeiro arquipélago do Atlântico a ser povoado pelos Portugueses?
26
Relato de Cadamosto:
• …Na noite seguinte houve um temporal de sudoeste,
com vento violento […]No terceiro dia houvemos
vista de terra. Gritando todos terra, terra, muito nos
admirámos, porque não sabíamos que naquela parte
houvesse terra; e mandando dois homens ao tope,
descobrimos duas grandes Ilhas; pelo que, avisdos
disso, demos graças a Deus Nosso Senhor, que nos
levava a ver coisas novas.
27
Poll
Identifica o arquipélago cujas suas ilhas foram designadas como as "Ilhas Afortunadas"?
Os Açores
São Tomé e Príncipe
As Canárias
Cabo Verde
A exploração Atlântica
As Ilhas
Show answer
Auto Play
Slide 1 / 27
SLIDE
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