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Campo semântico - exercícios

Campo semântico - exercícios

Assessment

Presentation

Education

11th Grade

Practice Problem

Hard

Created by

Natalia Carvalho

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1 Slide • 5 Questions

1

media

Aviso Legal: Os materiais e conteúdos disponibilizados pelo Poliedro são protegidos por direitos de propriedade intelectual (Lei nº 9.610/1998). É vedada a utilização para fins comerciais, bem como a cessão dos materiais a
terceiros, a título gratuito ou não, sob pena de responsabilização civil e criminal nos termos da legislação aplicável.

Port. 3

Interpretação de Textos

Campo Semântico

Prof.ª Natalia Carvalho

2

Multiple Choice

(Unicamp) ‘Nevou’ no Rio

Em pleno verão, o fenômeno que vem chamando atenção nas ruas do Rio é conhecido como “nevada carioca”, ou apenas “nevou”. Trata-se da mania de descolorir, platinando os cabelos até os fios ficarem completamente brancos, que tomou conta das cabeças dos jovens de Norte a Sul e virou a febre do momento. A onda começou às vésperas do Natal, ganhou força no réveillon e entrou em janeiro lotando os salões. Nascida nas comunidades e nos subúrbios, a tendência ultrapassou fronteiras geográficas e sociais da cidade, principalmente depois de ganhar as redes e de ter conquistado artistas e atletas. Cabeleireiros e donos de salão apostam que o modismo resiste com força até os dias de folia.

No texto, o verbo nevar apresenta sentido

1

literal e é sinônimo de descolorir.

2

figurado e quer dizer embranquecer.

3

metafórico e é antônimo de escurecer.

4

metonímico e significa cabelos brancos.

3

Multiple Choice

O acendedor de lampiões

 

Lá vem o acendedor de lampiões da rua!

Este mesmo que vem infatigavelmente,

Parodiar o sol e associar-se à lua

Quando a sombra da noite enegrece o poente!

 

Um, dois, três lampiões, acende e continua

Outros mais a acender imperturbavelmente,

À medida que a noite aos poucos se acentua

E a palidez da lua apenas se pressente.

 

Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —

Ele que doira a noite e ilumina a cidade,

Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

 

Tanta gente também nos outros insinua

Crenças, religiões, amor, felicidade,

Como este acendedor de lampiões da rua!

No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1ª estrofe) expressa,

1

em linguagem conotativa, a ideia de que cabe ao acendedor de lampiões estabelecer um contraste entre a luz solar e a claridade lunar.

2

em linguagem conotativa, a ideia de que o acendedor de lampiões imita o sol, provendo a luminosidade que se junta à claridade da lua.

3

em linguagem conotativa, a ideia de que, à medida que o sol se esconde, o acendedor de lampiões aproxima-se da lua para se servir de sua luz.

4

em linguagem denotativa, a ideia de que cabe ao acendedor de lampiões garantir que a lua que surge seja tão luminosa quanto o sol.

5

em linguagem denotativa, a ideia de que o acendedor de lampiões despede-se do sol para poder acercar-se da lua.

4

Multiple Choice

Sangrando espuma

 

Parou de chover e a baía de Angra está deserta. A superfície do mar é lâmina mesclada de verde e cinza onde a luz do sol, refletida, cria um céu cheio de estrelas. Ao fundo, ilhas e montanhas com suas escarpas cobertas, ainda, pela vegetação atlântica, formam um degradê que se esbate em direção ao infinito. Ouço o barulho de um motor. Surge no horizonte uma pequena lancha. Corta a superfície espelhada, que sangra espuma. A princípio aquilo me agride. Mas depois reconheço que há beleza nessa intervenção do homem. São os nossos rastros.

 

Um texto literário possibilita, na maioria das vezes, leitura polissêmica. Sobre leituras desse texto, assinale a que NÃO é possível.

1

Entre superfície do mar e lâmina a característica comum é a espessura; entre superfície do mar e céu, é o brilho.

2

Desde o início do conto, o eu lírico percebe que os elementos da natureza se encontram em desequilíbrio.

3

A sequência descritiva no início do conto mostra ao leitor que, antes de a lancha surgir, havia tranquilidade.

4

O atrito da lancha com a superfície do mar provoca movimentos da água, comparados a ferimentos, por isso usou-se o verbo sangrar.

5

Multiple Choice

O pé da criança ainda não sabe que é pé,

e quer ser borboleta ou maçã.

Mas depois os vidros e as pedras,

as ruas, as escadas,

e os caminhos de terra dura

vão ensinando ao pé que não pode voar,

que não pode ser fruta redonda num ramo.

Então o pé da criança

foi derrotado, caiu

na batalha,

foi prisioneiro,

condenado a viver num sapato.

O poema utiliza predominantemente a linguagem conotativa, conferindo ao pé de uma criança vontades próprias e desejos humanos para simbolizar o(a)

1

liberdade de pensamento, que acaba no momento em que se chega à vida adulta.

2

corpo, que é fruto de inúmeras construções sociais para se moldar ao desejo do indivíduo.

3

crescimento, período durante o qual a criança descobre que a realidade é diferente da fantasia.

4

desejo de infância, que se configura como uma tentativa constante de negar a realidade ao redor.

5

desenvolvimento do corpo humano, o qual vai mudando ao longo da vida primeiramente pelos pés.

6

Multiple Choice

Question image

Na tirinha de André Dahmer, o(a)

1

mensagem foi compreendida pelo homem da forma como a mulher desejava.

2

expressão “homem literal” gera efeito de humor devido ao seu uso contraditório.

3

último quadrinho mostra que o homem não levou em consideração o contexto da fala da mulher.

4

uso de uma expressão inadequada pela mulher levou a um problema de comunicação entre as personagens.

5

texto verbal do segundo quadrinho tem sentido polissêmico em vista do contexto estabelecido pelos elementos não verbais.

media

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