
Exercício avaliativo Literatura
Authored by Ruberpaulo Cypriano
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9th Grade
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
. O adolescente
A vida é tão bela que chega a dar medo.
Não o medo que paralisa e gela,
estátua súbita,
mas
esse medo fascinante e fremente de curiosidade que faz
o jovem felino seguir para frente farejando o vento
ao sair, a primeira vez, da gruta.
Medo que ofusca: luz!
Cumplicentemente,
as folhas contam-te um segredo
velho como o mundo:
Adolescente, olha! A vida é nova...
A vida é nova e anda nua
– vestida apenas com o teu desejo!
QUINTANA, M. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 1998.
Ao abordar uma etapa do desenvolvimento humano, o poema mobiliza diferentes estratégias de composição. O principal recurso expressivo empregado para a construção de uma imagem da adolescência é a
hipérbole do medo.
metáfora da estátua.
personificação da vida.
antítese entre juventude e velhice.
comparação entre desejo e nudez.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
O adolescente
A vida é tão bela que chega a dar medo.
Não o medo que paralisa e gela,
estátua súbita,
mas
esse medo fascinante e fremente de curiosidade que faz
o jovem felino seguir para frente farejando o vento
ao sair, a primeira vez, da gruta.
Medo que ofusca: luz!
Cumplicentemente,
as folhas contam-te um segredo
velho como o mundo:
Adolescente, olha! A vida é nova...
A vida é nova e anda nua
– vestida apenas com o teu desejo!
QUINTANA, M. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 1998.
Assinale a alternativa que não traz uma análise correta do poema.
O mais antigo segredo da vida é que ela se renova a cada olhar.
A ausência da vírgula, antes do pronome relativo que, verso 2, indica que qualquer medo paralisa e gela.
O terceiro verso é uma metáfora de medo e simboliza a sensação paralisante desse sentimento.
A beleza da vida provoca não só o medo, mas também a curiosidade das pessoas.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
O adolescente
A vida é tão bela que chega a dar medo.
Não o medo que paralisa e gela,
estátua súbita,
mas
esse medo fascinante e fremente de curiosidade que faz
o jovem felino seguir para frente farejando o vento
ao sair, a primeira vez, da gruta.
Medo que ofusca: luz!
Cumplicentemente,
as folhas contam-te um segredo
velho como o mundo:
Adolescente, olha! A vida é nova...
A vida é nova e anda nua
– vestida apenas com o teu desejo!
QUINTANA, M. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 1998.
A linguagem da poesia é plurissignificativa. Ou seja: tem vários sentidos. Com base nisso, assinale a alternativa incorreta sobre o poema de Mário Quintana.
A palavra “medo”, na 1a estrofe, apresenta o sentido próprio de “estátua súbita”.
O verso “Medo que ofusca: luz!” é uma metáfora para o medo que move os jovens para frente.
Em “velho como o mundo”, há uma comparação que mostra a linguagem denotativa predominante no poema.
Em “jovem felino” que sai “da gruta” e segue “para frente”, há uma referência ao medo que impulsiona o jovem.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
O adolescente
A vida é tão bela que chega a dar medo.
Não o medo que paralisa e gela,
estátua súbita,
mas
esse medo fascinante e fremente de curiosidade que faz
o jovem felino seguir para frente farejando o vento
ao sair, a primeira vez, da gruta.
Medo que ofusca: luz!
Cumplicentemente,
as folhas contam-te um segredo
velho como o mundo:
Adolescente, olha! A vida é nova...
A vida é nova e anda nua
– vestida apenas com o teu desejo!
QUINTANA, M. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 1998.
Assinale a alternativa em que há a correta relação entre a ideia principal e as estrofes do poema de Quintana.
1ª estrofe – O segredo / 2ª estrofe – O desejo / 3ª estrofe – A curiosidade cria oportunidade / 4ª estrofe – O deslumbramento / 5ª estrofe – A beleza da vida nos amedronta.
1ª estrofe – A beleza da vida nos amedronta / 2ª estrofe – O segredo / 3ª estrofe – O desejo / 4ª estrofe – O deslumbramento / 5ª estrofe – A curiosidade cria oportunidade.
1ª estrofe – A curiosidade cria oportunidade / 2ª estrofe – O deslumbramento / 3ª estrofe - O segredo / 4ª estrofe – A beleza da vida nos amedronta / 5ª estrofe – O desejo.
1ª estrofe – A beleza da vida nos amedronta / 2ª estrofe – A curiosidade cria oportunidade / 3ª estrofe – O deslumbramento / 4ª estrofe – O segredo / 5ª estrofe – O desejo.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, passaram 60 anos...
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente..
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das
horas.
Mário Quintana, "Nariz de Vidro"
Quanto ao uso dos sinais de pontuação, pode-se afirmar que a/o(s)
travessões enfatizam a temporalidade.
dois pontos apontam para uma citação.
reticências indicam hesitação do pensamento.
ponto final pode ser substituído pela interrogação.
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
OS POEMAS
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
Mário Quintana, Nariz de Vidro
"E olhas, então essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti..."
Do trecho, pode-se inferir, corretamente, que o leitor
restringe o sentido do texto lido.
se admira da impossibilidade de concluir a leitura.
possui competência necessária para ler poemas.
apresenta dificuldade para a leitura do texto poético.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
15 mins • 1 pt
CANÇÃO DE BAÚ
Sempre-viva... Sempre-morta...
Pobre flor que não teve infância!
E que a gente, às vezes, pensativo encontra
Nos baús das avozinhas mortas...
Uma esperança que um dia eu tive,
Flor sem perfume, bem assim que foi:
Sempre morta... Sempre viva...
No meio da vida caiu e ficou!
Os versos a seguir fazem alusão à morte, EXCETO em:
"No meio da vida caiu e ficou!"
"Pobre flor que não teve infância!"
"Nos baús das avozinhas mortas..."
"E que a gente, às vezes, pensativo encontra..."
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