
8° ANO - DISSERTAÇÃO REVISÃO 2° SEMESTRE 2021
Authored by Andressa Castelo Branco Cavalcante
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
O texto dissertativo argumentativo tem como principal objetivo expor ideias, teorias e conceitos de maneira
A) expositiva.
B) informativa.
C) persuasiva.
D) factual.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
Sobre o texto dissertativo, é correto afirmar que
A) é um texto narrativo ou fabular.
B) é um texto injuntivo ou informativo.
C) é um texto prescritivo ou descritivo.
D) é um texto argumentativo ou expositivo.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
10 mins • 1 pt
(Mackenzie)
"É comum, no Brasil, a prática de tortura contra presos. A tortura é imoral e constitui crime.
Embora não exista ainda nas leis penais a definição do 'crime de tortura', torturar um preso ou detido é abuso de autoridade somado à agressão e lesões corporais, podendo qualificar-se como homicídio, quando a vítima da tortura vem a morrer. Como tem sido denunciado com grande frequência, policiais incompetentes, incapazes de realizar uma investigação séria, usam a tortura para obrigar o preso a confessar um crime. Além de ser um procedimento covarde, que ofende a dignidade humana, essa prática é legalmente condenada. A confissão obtida mediante tortura não tem valor legal e o torturador comete crime, ficando sujeito a severas punições."
(Dalmo de Abreu Dallan)
Pode-se afirmar que esse trecho é uma dissertação:
A) que apresenta, em todos os períodos, personagens individualizadas, movimentando-se num espaço e num tempo terríveis, denunciados pelo narrador, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam sequência dos acontecimentos.
B) que apresenta, em todos os períodos, substantivos abstratos, que representam as ideias discutidas, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o encadeamento lógico da denúncia.
C) que apresenta uma organização temporal em função do pretérito, jogando os acontecimentos denunciados para longe do momento em que fala, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas.
D) que consegue fazer uma denúncia contundente, usando, entre outros recursos, a ênfase, por meio da repetição de um substantivo abstrato em todos os períodos, bem como a predominância de orações coordenadas sindéticas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas.
4.
MULTIPLE SELECT QUESTION
10 mins • 1 pt
A necessidade pede carona
Preguiçosamente esticada sob o sol do Vale do Rio Doce, encontra-se Guanhães, cidade bela e hospitaleira, rodeada por verdes montanhas, premiada com rios, lagos e cachoeiras e dona de natureza preservada, onde ainda se encontram animais selvagens como lobo-guará, tamanduás e jaguatiricas. Com clima ameno, ruas arborizadas e limpas, culinária irresistível e povo simpático e sorridente, Guanhães acabou por merecer o título de Princesinha do Leste Mineiro. Faço parte da população de 31.000 habitantes e nossa maior fonte de renda é o comércio. Entretanto, em meio a tanta beleza, alguns problemas que afetam todo o Brasil também nos afetam, por exemplo, a questão da ineficiência do transporte público.
Atualmente uma grande polêmica vem dividindo a população: a proibição da carona no transporte escolar regularizado pela Lei nº- 2.915/2011. Essa é uma questão que afeta principalmente os moradores da zona rural já que eles, por morarem em locais distantes e de difícil acesso, não são atendidos pelo transporte coletivo e acabam usando o transporte escolar não por escolha, mas por necessidade.
A prefeitura recebeu relatos e reclamações envolvendo pessoas que pegam carona nos ônibus escolares e, além de ocuparem os lugares destinados aos estudantes, ainda ocupam outras cadeiras transportando bagagens, compras e até mesmo produtos nocivos à saúde. Mesmo sabendo desse risco e conhecendo a lei, os motoristas ainda levam caroneiros, arriscando-se a perder seu emprego, fazem isso por saberem que muitos moradores da zona rural são carentes e não possuem outro meio de transporte além do escolar. Como exemplo, cita-se o senhor Geraldo do Zico, pai de doze filhos, mora a 30 quilômetros do centro urbano mais próximo, por se tratar de local de difícil acesso, ele não é atendido pelo transporte coletivo nem possui veículo próprio, sendo assim, precisa do transporte escolar para ir ao médico, fazer compras, receber o benefício do Bolsa Família, entre outras necessidades. Outro bom exemplo é o da senhora Mércia Drumond, moradora na comunidade da Penhora, que fica a 26 quilômetros do distrito onde ela trabalha, ela utiliza o transporte escolar diariamente, pois se fosse pagar um táxi para ir e voltar todos os dias, seu salário seria insuficiente. Como eles, muitos outros moradores da zona rural encontram-se dependentes do transporte escolar como única opção de locomoção.
Ciente da situação, o secretário municipal de Transporte, Luis Cláudio, alega que todo município pode rever a própria lei de transporte escolar, porém, ele é a favor da proibição da carona porque os carros usados no transporte escolar são de uso exclusivo dos alunos, além disso, os caroneiros podem trazer riscos à segurança das crianças, pois nunca se sabe quem está entrando no ônibus. Essa é uma posição questionável, os moradores que usam o transporte escolar são pessoas simples cujo o objetivo não é prejudicar os alunos, mas ajudar a si mesmos.
Creio que a melhor alternativa para resolver o problema seria a criação de um projeto de lei que garantisse transporte coletivo, com qualidade e preços acessíveis, à população rural. Enquanto isso não ocorrer, serei a favor da carona no transporte público escolar, pois, é desumano agir assim em relação à população trabalhadora. Não se pode retirar uma alternativa sem oferecer outra em troca. As pessoas precisam trabalhar, ir ao médico e fazer compras, portanto, é justo que, enquanto a situação não for resolvida, a população rural possa utilizar as cadeiras vazias no transporte escolar.
Todos somos eleitores, pagamos impostos, temos nossos direitos e contribuímos para o desenvolvimento da cidade, sendo assim, devemos ser tratados com humanidade.
SANTOS, Elislaine Patrícia dos. Professora: Danúbia da Costa Teixeira. Escola: E. E. Alberto Caldeira – Guanhães (MG). Olimpíada Escrevendo o futuro, 2016. Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/arquivos/6138/textos-finalistas2016.pdf>. Acesso em: 13 out. 2018.
Com base no texto, marque as alternativas corretas.
O texto objetiva encontrar soluções para os habitantes da zona rural de Guanhães, que precisam se deslocar até a área urbana da cidade.
O texto está escrito em terceira pessoa e apresenta dados, fontes e demais informações com o intuito de convencer um leitor específico da ideia do autor e defender a causa mencionada.
O texto questiona o não atendimento do transporte coletivo à zona rural do município e apresenta leis e regimentos que determinam à empresa de ônibus responsável fazer o trajeto até a área rural.
O texto está escrito em primeira pessoa e propõe como solução uma “carona” do transporte escolar aos moradores da zona rural da cidade.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
10 mins • 1 pt
A necessidade pede carona
Preguiçosamente esticada sob o sol do Vale do Rio Doce, encontra-se Guanhães, cidade bela e hospitaleira, rodeada por verdes montanhas, premiada com rios, lagos e cachoeiras e dona de natureza preservada, onde ainda se encontram animais selvagens como lobo-guará, tamanduás e jaguatiricas. Com clima ameno, ruas arborizadas e limpas, culinária irresistível e povo simpático e sorridente, Guanhães acabou por merecer o título de Princesinha do Leste Mineiro. Faço parte da população de 31.000 habitantes e nossa maior fonte de renda é o comércio. Entretanto, em meio a tanta beleza, alguns problemas que afetam todo o Brasil também nos afetam, por exemplo, a questão da ineficiência do transporte público.
Atualmente uma grande polêmica vem dividindo a população: a proibição da carona no transporte escolar regularizado pela Lei nº- 2.915/2011. Essa é uma questão que afeta principalmente os moradores da zona rural já que eles, por morarem em locais distantes e de difícil acesso, não são atendidos pelo transporte coletivo e acabam usando o transporte escolar não por escolha, mas por necessidade.
A prefeitura recebeu relatos e reclamações envolvendo pessoas que pegam carona nos ônibus escolares e, além de ocuparem os lugares destinados aos estudantes, ainda ocupam outras cadeiras transportando bagagens, compras e até mesmo produtos nocivos à saúde. Mesmo sabendo desse risco e conhecendo a lei, os motoristas ainda levam caroneiros, arriscando-se a perder seu emprego, fazem isso por saberem que muitos moradores da zona rural são carentes e não possuem outro meio de transporte além do escolar. Como exemplo, cita-se o senhor Geraldo do Zico, pai de doze filhos, mora a 30 quilômetros do centro urbano mais próximo, por se tratar de local de difícil acesso, ele não é atendido pelo transporte coletivo nem possui veículo próprio, sendo assim, precisa do transporte escolar para ir ao médico, fazer compras, receber o benefício do Bolsa Família, entre outras necessidades. Outro bom exemplo é o da senhora Mércia Drumond, moradora na comunidade da Penhora, que fica a 26 quilômetros do distrito onde ela trabalha, ela utiliza o transporte escolar diariamente, pois se fosse pagar um táxi para ir e voltar todos os dias, seu salário seria insuficiente. Como eles, muitos outros moradores da zona rural encontram-se dependentes do transporte escolar como única opção de locomoção.
Ciente da situação, o secretário municipal de Transporte, Luis Cláudio, alega que todo município pode rever a própria lei de transporte escolar, porém, ele é a favor da proibição da carona porque os carros usados no transporte escolar são de uso exclusivo dos alunos, além disso, os caroneiros podem trazer riscos à segurança das crianças, pois nunca se sabe quem está entrando no ônibus. Essa é uma posição questionável, os moradores que usam o transporte escolar são pessoas simples cujo o objetivo não é prejudicar os alunos, mas ajudar a si mesmos.
Creio que a melhor alternativa para resolver o problema seria a criação de um projeto de lei que garantisse transporte coletivo, com qualidade e preços acessíveis, à população rural. Enquanto isso não ocorrer, serei a favor da carona no transporte público escolar, pois, é desumano agir assim em relação à população trabalhadora. Não se pode retirar uma alternativa sem oferecer outra em troca. As pessoas precisam trabalhar, ir ao médico e fazer compras, portanto, é justo que, enquanto a situação não for resolvida, a população rural possa utilizar as cadeiras vazias no transporte escolar.
Todos somos eleitores, pagamos impostos, temos nossos direitos e contribuímos para o desenvolvimento da cidade, sendo assim, devemos ser tratados com humanidade.
SANTOS, Elislaine Patrícia dos. Professora: Danúbia da Costa Teixeira. Escola: E. E. Alberto Caldeira – Guanhães (MG). Olimpíada Escrevendo o futuro, 2016. Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/arquivos/6138/textos-finalistas2016.pdf>. Acesso em: 13 out. 2018.
A introdução de um texto argumentativo deve apresentar a ideia central a ser defendida. Relendo o primeiro parágrafo do texto “A necessidade pede carona”, pode-se dizer que o objeto de argumentação está na frase:
A “[...] Guanhães, cidade bela e hospitaleira, rodeada por verdes montanhas, premiada com rios, lagos e cachoeiras e dona de natureza preservada [...]”.
B) “Com clima ameno, ruas arborizadas e limpas, culinária irresistível e povo simpático e sorridente, Guanhães acabou por merecer o título de Princesinha do Leste Mineiro.”
C) “Faço parte da população de 31.000 habitantes e nossa maior fonte de renda é o comércio.”
D) “Entretanto, em meio a tanta beleza, alguns problemas que afetam todo o Brasil também nos afetam, por exemplo, a questão da ineficiência do transporte público.”
6.
MULTIPLE SELECT QUESTION
10 mins • 1 pt
A necessidade pede carona
Preguiçosamente esticada sob o sol do Vale do Rio Doce, encontra-se Guanhães, cidade bela e hospitaleira, rodeada por verdes montanhas, premiada com rios, lagos e cachoeiras e dona de natureza preservada, onde ainda se encontram animais selvagens como lobo-guará, tamanduás e jaguatiricas. Com clima ameno, ruas arborizadas e limpas, culinária irresistível e povo simpático e sorridente, Guanhães acabou por merecer o título de Princesinha do Leste Mineiro. Faço parte da população de 31.000 habitantes e nossa maior fonte de renda é o comércio. Entretanto, em meio a tanta beleza, alguns problemas que afetam todo o Brasil também nos afetam, por exemplo, a questão da ineficiência do transporte público.
Atualmente uma grande polêmica vem dividindo a população: a proibição da carona no transporte escolar regularizado pela Lei nº- 2.915/2011. Essa é uma questão que afeta principalmente os moradores da zona rural já que eles, por morarem em locais distantes e de difícil acesso, não são atendidos pelo transporte coletivo e acabam usando o transporte escolar não por escolha, mas por necessidade.
A prefeitura recebeu relatos e reclamações envolvendo pessoas que pegam carona nos ônibus escolares e, além de ocuparem os lugares destinados aos estudantes, ainda ocupam outras cadeiras transportando bagagens, compras e até mesmo produtos nocivos à saúde. Mesmo sabendo desse risco e conhecendo a lei, os motoristas ainda levam caroneiros, arriscando-se a perder seu emprego, fazem isso por saberem que muitos moradores da zona rural são carentes e não possuem outro meio de transporte além do escolar. Como exemplo, cita-se o senhor Geraldo do Zico, pai de doze filhos, mora a 30 quilômetros do centro urbano mais próximo, por se tratar de local de difícil acesso, ele não é atendido pelo transporte coletivo nem possui veículo próprio, sendo assim, precisa do transporte escolar para ir ao médico, fazer compras, receber o benefício do Bolsa Família, entre outras necessidades. Outro bom exemplo é o da senhora Mércia Drumond, moradora na comunidade da Penhora, que fica a 26 quilômetros do distrito onde ela trabalha, ela utiliza o transporte escolar diariamente, pois se fosse pagar um táxi para ir e voltar todos os dias, seu salário seria insuficiente. Como eles, muitos outros moradores da zona rural encontram-se dependentes do transporte escolar como única opção de locomoção.
Ciente da situação, o secretário municipal de Transporte, Luis Cláudio, alega que todo município pode rever a própria lei de transporte escolar, porém, ele é a favor da proibição da carona porque os carros usados no transporte escolar são de uso exclusivo dos alunos, além disso, os caroneiros podem trazer riscos à segurança das crianças, pois nunca se sabe quem está entrando no ônibus. Essa é uma posição questionável, os moradores que usam o transporte escolar são pessoas simples cujo o objetivo não é prejudicar os alunos, mas ajudar a si mesmos.
Creio que a melhor alternativa para resolver o problema seria a criação de um projeto de lei que garantisse transporte coletivo, com qualidade e preços acessíveis, à população rural. Enquanto isso não ocorrer, serei a favor da carona no transporte público escolar, pois, é desumano agir assim em relação à população trabalhadora. Não se pode retirar uma alternativa sem oferecer outra em troca. As pessoas precisam trabalhar, ir ao médico e fazer compras, portanto, é justo que, enquanto a situação não for resolvida, a população rural possa utilizar as cadeiras vazias no transporte escolar.
Todos somos eleitores, pagamos impostos, temos nossos direitos e contribuímos para o desenvolvimento da cidade, sendo assim, devemos ser tratados com humanidade.
SANTOS, Elislaine Patrícia dos. Professora: Danúbia da Costa Teixeira. Escola: E. E. Alberto Caldeira – Guanhães (MG). Olimpíada Escrevendo o futuro, 2016. Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/arquivos/6138/textos-finalistas2016.pdf>. Acesso em: 13 out. 2018.
Ainda referente ao primeiro parágrafo do texto, marque as alternativas que apresentam os aspectos abordados pela autora para introduzir seu tema.
Apresentação direta do problema.
Apresentação da cidade onde ocorre o problema.
O seu ponto de vista sobre o problema.
Menção a um possível problema com o uso do termo ineficiência ao se referir ao transporte público.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
5 mins • 1 pt
Nos exemplos a seguir, identifique aquele que consiste em argumentação por raciocínio lógico.
A) Segundo o IBGE, o Brasil tem ainda 11,8 milhões de analfabetos.
B) Segundo o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Hondas, há concentração maior de lojas do Carrefour e Grupo Pão de Açúcar em São Paulo.
C) A falta de policiamento nos centros urbanos tem provocado insegurança na população.
D) A Lei Áurea é um dos marcos mais importantes da história de nosso país.
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