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Capitalismo e Crises

Authored by Sari Santos

Social Studies

11th Grade

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Capitalismo e Crises
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

1. (Fuvest 91) "A crise atingiu o mundo inteiro. O operário metalúrgico de Pittsburgo, o plantador de café brasileiro, o artesão de Paris e o banqueiro de Londres, todos foram atingidos".

(Paul Raynaud - LA FRANCE A SAUVÉ L'EUROPE, T. I. Flamarion).

O autor se refere à crise mundial de 1929, iniciada nos Estados Unidos, da qual resultou:

O abalo do liberalismo econômico e a tendência para a prática da intervenção do Estado na economia.

O crescimento acelerado das atividades de empresas industriais e comerciais, e o pleno emprego.

A imediata valorização dos preços da produção industrial e o fim da acumulação de estoques

O aumento do número das sociedades acionárias e da especulação financeira.

A expansão do sistema de crédito e do financiamento ao consumidor

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Ibade) Em 24 de outubro de 1929, a bolsa de valores de Nova York quebrou. Na semana seguinte, inicia-se a Grande Depressão, crise econômica que afetou profundamente todos os países ocidentais industrializados ou dependentes dos Estados Unidos.

Sobre a Crise de 29, é correto afirmar que:

a crise não afetou a Europa, pois os países haviam protegido suas economias nacionais.

foi uma crise de superprodução e subconsumo, agravada pela concentração de riquezas.

o Brasil não foi atingido, pois seu principal produto de exportação (café) continuou sendo comprado pelo mercado internacional.

o principal catalisador da crise foi a concorrência que a Ásia passou a fazer aos Estados unidos a partir dos anos 20.

em oposição à crise, o número de desempregados começou a cair na Alemanha e Itália.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(FUVEST, 2018) Dentre os desdobramentos da crise global de 2008, pode-se citar a elevação do número de desempregados, que passou de 20 milhões para 50 milhões de pessoas em 2009, segundo a Organização Internacional do Trabalho, e o progressivo empobrecimento da população mundial, já que o número de subnutridos superou um bilhão de pessoas nesse mesmo ano, segundo a FAO.

Luiz C. Bresser Pereira, A crise financeira global e depois: um novo capitalismo? Novos estudos. CEBRAP, 2010. Adaptado.


Em relação ao tema da crise global de 2008, pode-se afirmar corretamente:

A financeirização da economia mundial agrava os problemas sociais, uma vez que acentua a concentração de riqueza nas mãos de poucos.

As crises cíclicas do capital, em função de superacumulação, ampliam as desigualdades sociais, tal qual ocorreu em 1929.

A ampliação da pobreza se deu em função dos desequilíbrios do comércio mundial, com o colapso dos preços do petróleo.

A crise e o aumento da pobreza estão relacionados com o enfraquecimento do dólar e com o aumento do preço das commodities.

As políticas neoliberais de controle e regulamentação dos mercados acentuaram os efeitos da crise e do desemprego a partir de 2009.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

A política imperialista consistia na busca, principalmente, de novos mercados consumidores para os países industrializados e foi assim que vários países da África e da Ásia sofreram com a prática da neocolonização nos séculos XIX e XX. Portanto, sobre a justificativa construída pelas potências europeias para invadir as nações do continente africano e asiático é correto dizer que:

As potências europeias justificavam a invasão nos países periféricos afirmando que essa ação contribuiria para o desenvolvimento industrial e que incentivaria a adoção de um regime socialista nos países asiáticos.

As principais alegações utilizadas na prática do Imperialismo foram as teorias darwinistas que defendiam a superioridade cultural dos países europeus, sendo eles os países que levariam o progresso e o desenvolvimento social para os países da África e da Ásia através da missão civilizadora

Uma das justificativas era que os europeus aprenderiam técnicas industriais com os africanos e asiáticos, o que acarretaria no desenvolvimento econômico e científico dos países desenvolvidos.

O fardo do homem branco era uma das legitimações europeias durante a política imperialista. Esse fardo consistia numa missão que contribuiria para o desenvolvimento industrial dos países africanos e asiáticos, gerando assim o crescimento da burguesia local, fazendo com que os países não desenvolvidos tivessem suas próprias indústrias.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Enem, 2016) Texto I A Europa entrou em estado de exceção, personificado por obscuras forças econômicas sem rosto ou localização física conhecida que não prestam contas a ninguém e se espalham pelo globo por meio de milhões de transações diárias no ciberespaço. ROSSI, C. Nem fim do mundo nem mundo novo. Folha de São Paulo, 11 dez. 2011 (adaptado).


Texto II Estamos imersos numa crise financeira como nunca tínhamos visto desde a Grande Depressão iniciada em 1929 nos Estados Unidos.

Entrevista de George Soros. Disponível em: www.nybooks.com. Acesso em: 17 ago. 2011 (adaptado).


A comparação entre os significados da atual crise econômica e do crash de 1929 oculta a principal diferença entre essas duas crises, pois

o crash da Bolsa em 1929 adveio do envolvimento dos EUA na I Guerra Mundial e a atual crise é o resultado dos gastos militares desse país nas guerras do Afeganistão e Iraque.

a crise de 1929 ocorreu devido a um quadro de superprodução industrial nos EUA e a atual crise resultou da especulação financeira e da expansão desmedida do crédito bancário.

a crise de 1929 foi o resultado da concorrência dos países europeus reconstruídos após a I Guerra e a atual crise se associa à emergência dos BRICS como novos concorrentes econômicos.

o crash da Bolsa em 1929 resultou do excesso de proteções ao setor produtivo estadunidense e a atual crise tem origem na internacionalização das empresas e no avanço da política de livre mercado.

a crise de 1929 decorreu da política intervencionista norte-americana sobre o sistema de comércio mundial e a atual crise resultou do excesso de regulação do governo desse país sobre o sistema monetário.

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