
Ética Kantiana e Utilitarismo - Filosofia.
Authored by Thiago Souza
Social Studies, Philosophy
11th - 12th Grade
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 5 pts
(Enem digital 2020) Princípios práticos são subjetivos, ou máximas, quando a condição é considerada pelo sujeito como verdadeira só para a sua vontade; são, por outro lado, objetivos, quando a condição é válida para a vontade de todo ser natural.
KANT, I. Crítica da razão prática. Lisboa: Edições 70, 2008.
A concepção ética presente no texto defende a
universalidade do dever.
maximização da utilidade
aprovação pelo sentimento.
identificação da justa medida.
obediência à determinação divina.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 5 pts
(Ufu/MG, 2004) Leia atentamente a passagem, extraída do texto O que é esclarecimento de I. Kant.
“Entretanto, nada além da liberdade é necessário ao esclarecimento: na verdade, o que se requer é a mais inofensiva de todas as coisas às quais esse termo pode ser aplicado, ou seja, a liberdade de fazer uso público da própria razão a despeito de tudo [...].”
(ARANHA, M. L. A. e MARTINS, M. H. P. Filosofando. Introdução à Filosofia. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1977, p. 114.)
Assinale a proposição verdadeira em relação ao que Kant define como “fazer uso público da própria razão”
Kant afirma que para se alcançar o esclarecimento é necessário que o homem assuma sua maioridade, ou seja, livre-se do jugo daqueles que desejam pensar por ele, e assim faça uso público de sua própria razão.
Kant afirma que somente em uma sociedade na qual todos os homens já são esclarecidos é que se pode dar início ao uso público da própria razão.
Kant afirma que sem se libertar do Estado, da Igreja e da sociedade civil não é possível se fazer uso público da própria razão.
Kant afirma que o grau de escolaridade é o principal fundamento do uso público da razão, pois uma pessoa instruída é necessariamente esclarecida.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 5 pts
(Enem 2017) A moralidade, Bentham exortava, não é uma questão de agradar a Deus, muito menos de fidelidade a regras abstratas. A moralidade é a tentativa de criar a maior quantidade de felicidade possível neste mundo. Ao decidir o que fazer, deveríamos, portanto, perguntar qual curso de conduta promoveria a maior quantidade de felicidade para todos aqueles que serão afetados.
RACHELS. J. Os elementos da filosofia moral, Barueri-SP; Manole. 2006.
Os parâmetros da ação indicados no texto estão em conformidade com uma
fundamentação científica de viés positivista.
convenção social de orientação normativa.
transgressão comportamental religiosa.
racionalidade de caráter pragmático.
inclinação de natureza passional.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 5 pts
(Ufu/MG, 2021) Podemos dizer que o objetivo de Kant, ao escrever a Crítica da Razão Prática, era demonstrar que a lei moral provém da ideia de liberdade, por isso a razão pura é também prática no sentido de que a ideia racional de liberdade determina por si mesma a vida moral e com isso demonstra sua própria liberdade.
De acordo com trecho acima, conclui-se que, para Kant, o agir moral deve fundar-se
na noção de felicidade.
nos ditames da razão.
nas sensações físicas.
na natureza humana.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 5 pts
(Ufsm/RS, 2015 - Adaptada) A necessidade de conviver em grupo fez o homem desenvolver estratégias adaptativas diversas. Darwin, num estudo sobre a evolução e as emoções, mostrou que o reconhecimento de emoções primárias, como raiva e medo, teve um papel central na sobrevivência. Estudos antigos e recentes têm mostrado que a moralidade ou comportamento moral está associado a outros tipos de emoções, como a vergonha, a culpa, a compaixão e a empatia. Há, no entanto, teorias éticas que afirmam que as ações boas devem ser motivadas exclusivamente pelo dever e não por impulsos ou emoções.
Essa teoria é a ética:
das virtudes utilitarista – pragmática.
contratualista e negacionista.
teológica e teleológica do dever.
deontológica ou kantiana.
utilitária segundo o imperativo categórico.
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