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LÍNGUA PORTUGUESA - crônica e publicidades

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1.

OPEN ENDED QUESTION

30 sec • Ungraded

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2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

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O cartaz é um texto que argumenta sobre uma causa, faz uma campanha de conscientização ou a venda de um produto. Neste caso, o cartaz lido busca:

Convencer sobre a importância da leitura de grandes clássicos da literatura como Chapeuzinho Vermelho, João e Maria e outros.
Convencer sobre a importância da preservação das florestas usando como exemplo os personagens de grandes clássicos da literatura.
Divulgar os grandes clássicos da literatura como Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, A Dama das Camélias e outros.
Divulgar o trabalho dos escritores de grandes clássicos da literatura que buscam preservar o meio ambiente.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

Media Image

Um panfleto possui linguagem verbal e não verbal e uma finalidade específica. De acordo com as informações textuais, qual a finalidade deste panfleto?

Divulgar os dados sobre a dengue no Brasil fazendo uma campanha de prevenção ampla.
Ilustrar como deve ser o tratamento para dengue por meio da hashtag (#) que liga este texto a outro.
Convencer sobre a importância da prevenção à dengue por meio de uma campanha nacional.
Fazer uma campanha de combate ao mosquito com o uso da hashtag (#) que é um recurso das redes sociais.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

Media Image

As propagandas são textos argumentativos que buscam convencer o leitor a adquirir um produto. No caso da propaganda lida, podemos afirmar que :

O uso do verbo no modo indicativo é um recurso de persuasão, uma vez que tem o sentido de indicar o produto a ser adquirido.
O uso do verbo no modo imperativo é um recurso de persuasão, uma vez que tem o sentido de dar uma ordem ou uma instrução.
O uso do verbo obedece a um padrão estabelecido pelas agências de propagandas.
O uso do verbo segue as regras normativas da língua não deixando outra possibilidade.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

Sobre a crônica "Uma leitora se refere aos textos aqui publicados como “reportagens”. Um leitor os chama de “artigos”. Um estudante fala deles como “contos”. Há os que dizem: “seus comentários”. Outros os chamam de “críticas”. Para alguns, é “sua coluna”. Estão errados? Tecnicamente, sim – são crônicas –, mas... [...] A dificuldade é que a crônica não é um formato, como o soneto, e muitos duvidam que seja um gênero literário, como o conto, a poesia lírica ou as meditações à maneira de Pascal*. [...]. Mas vem cá: é literatura ou é jornalismo? Se o objetivo do autor é fazer literatura e ele sabe fazer... Há crônicas que são dissertações, como em Machado de Assis; outras são poemas em prosa, como em Paulo Mendes Campos; outras são pequenos contos, como em Nelson Rodrigues; ou casos, como os de Fernando Sabino; outras são evocações, como em Drummond e Rubem Braga; ou memórias e reflexões, como em tantos. A crônica tem a mobilidade de aparências e de discursos que a poesia tem – e facilidades que a melhor poesia não se permite. Está em toda a imprensa brasileira, de 150 anos para cá. O professor Antônio Candido observa: “Até se poderia dizer que sob vários aspectos é um gênero brasileiro, pela naturalidade com que se aclimatou aqui e pela originalidade com que aqui se desenvolveu”. Como Ivan Ângelo explica a dificuldade dos leitores em reconhecer uma crônica?

A dificuldade é que a crônica não define o seu tema como os outros textos que circulam normalmente no meio literário.
b) A dificuldade é que a crônica se confunde com outros formatos, como o soneto, e muitos acreditam que qualquer texto pode ser uma crônica.
c) A dificuldade é que a crônica não é um formato, como o soneto, e muitos duvidam que seja um gênero literário, como o conto, a poesia lírica ou as meditações.
d) A dificuldade é que a crônica não é um texto narrativo e seus autores não são reconhecidos no meio literário.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

Leia o poema a seguir para responder. Este inferno de amar, de Almeida Garrett "Este inferno de amar — como eu amo! Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi? Esta chama que alenta e consome, Que é a vida — e que a vida destrói — Como é que se veio a atear, Quando — ai quando se há-de ela apagar? Eu não sei, não me lembra: o passado, A outra vida que dantes vivi Era um sonho talvez… foi um sonho." O poema, como todo texto literário, trabalha com figuras de linguagem, com uma linguagem figurada. A palavra “inferno” utilizada no poema produz um efeito de:

Reclamação, pois o poema é uma espécie de lamento do eu lírico por causa do seu sofrimento amoroso.
Contradição, pois mesmo o amor sendo ruim se comparado ao inferno o eu lírico ama e sonha.
Ironia, pois o amor não é uma coisa boa apresentada não só no título e no primeiro verso mas em todo poema.
Quimera, pois o sonho retratado no final se relaciona com a palavra no título e no primeiro verso do poema.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 5 pts

Leia o trecho do romance a seguir e responda. "Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. […] Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo. Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido. (...) Cedendo à meiga pressão, a virgem reclinou-se ao peito do guerreiro, e ficou ali trêmula e palpitante como a tímida perdiz. (…) A fronte reclinara, e a flor do sorriso expandia-se como o nenúfar ao beijo do sol (…). Em torno carpe a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida e lacrimosa; geme a brisa na folhagem; o mesmo silêncio anela de opresso. (…) A tarde é a tristeza do sol. Os dias de Iracema vão ser longas tardes sem manhã, até que venha para ela a grande noite. (...) Muitas vezes ia sentar-se naquelas doces areias, para cismar e acalentar no peito a agra saudade. As jandaias cantavam ainda no olho do coqueiro; mas não repetiam já o mavioso nome de Iracema. Tudo passa sobre a terra. ALENCAR, José de. Iracema. Sabemos que o uso de pronomes e outras palavras ajudam na progressão do texto evitando repetições. No trecho “O favo da jati não era doce como seu sorriso”, a quem se refere o autor?

À graúna, que é uma ave nativa do Brasil, cujo canto nos deixa feliz e provoca sorrisos.
À jati, que é uma abelha típica do Brasil, cujo mel é extremamente doce e por isso provoca sorrisos.
À palmeira, que é uma planta que produz alimento e sombra deixando feliz quem dela se vale.
À Iracema, que é a personagem descrita e comparada ao mel produzido pela abelha.

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