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Authored by Natália e Ana Paula

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Leia o texto para responder à questão a seguir:


Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?


Há registros de pessoas que suportaram até 200 dias sem comer, mas esse tempo sempre varia conforme a estatura. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca de 36 horas. Ficar sem comer por um ou dois dias normalmente não ocasiona problemas que possam afetar gravemente a pessoa. Essa situação não costuma causar mais que tonturas e dor de cabeça. “O jejum

não tem indicação para ser usado de forma rotineira sob o ponto de vista médico, mas tem sido praticado desde a Antiguidade como preceito religioso para a purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos para a saúde, inclusive levando à morte. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas de energia, principalmente as gorduras.

Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se alimentar também provoca diversas alterações metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e sais minerais, alterações da pressão arterial, desmaios e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem mais grave. Um homem de estatura média contém em seu corpo aproximadamente 40 litros de água, necessária para resfriar o corpo.

Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias é o suficiente para matar.

(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.)


No trecho “Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º parágrafo), a expressão destacada desempenha a função de


 adição de ideias.

 comparação entre dois fatos.

consequência de um fato.

finalidade de um fato enunciado.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Leia o texto para responder à questão a seguir:


Todo acontecimento da cidade, da casa do vizinho, meu avô escrevia nas paredes. Quem casou, morreu, fugiu, caiu, matou, traiu, comprou, juntou, chegou, partiu. Coisas simples como a agulha perdida no buraco do assoalho, ele escrevia. A história do açúcar sumido durante a guerra estava anotada. Eu não sabia por que os soldados tinham tanta coisa a adoçar.[...]. E a casa de corredor comprido, ia ficando bordada, estampada de cima a baixo. As paredes eram o caderno do meu avô.

Cada quarto, cada sala, cada cômodo, uma página (...). Conversa mais indecente ele escrevia bem no alto. Era preciso ser grande para ler, ou aproveitar quando não tinha ninguém em casa.(...).

Enquanto ele escrevia, eu inventava histórias sobre cada pedaço da parede. A casa do meu avô foi o meu primeiro livro. (...) Apreciava meu avô e sua maneira de não deixar as palavras se perderem.


Trecho extraído de Bartolomeu Campos Queirós. Por parte de pai. Belo Horizonte: RHJ, 1995.


O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, estabelece a seguinte relação com o 1° parágrafo:


 Simultaneidade entre as ações do avô e os pensamentos do menino.

Comparação entre os pensamentos do avô e os do menino.

Atemporalidade nas ações e pensamentos dos personagens.

Contradição nos aspectos específicos entre avô e neto.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Leia o texto e responda:


Como uma onda


Nada do que foi será

De novo do jeito que já foi um dia

Tudo passa, tudo sempre passará

A vida vem em ondas, como um mar

Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é

Igual ao que a gente viu há um segundo

Tudo muda o tempo todo no mundo

Não adianta fugir,

Nem mentir pra si mesmo agora

Há tanta vida lá fora

E aqui dentro sempre

Como uma onda no mar


SANTOS, Lulu; MOTA, Nelson. Como uma onda. In: SANTOS, Lulu. CD O último romântico. BMG Ariola 255157-2, 1987.


No Texto, a palavra destacada em “A vida vem em ondas, como um mar” (v. 4) exprime uma ideia de


alternância.

 comparação.

finalidade.

oposição.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Leia os textos abaixo.

Cajuína


Existirmos, a que será que se destina?

Pois quando tu me deste a rosa pequenina

Vi que és um homem lindo e que acaso a sina

Do menino infeliz não se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina

Apenas a matéria vida era tão fina

E éramos olharmo-nos intacta retina

A cajuína cristalina em Teresina.

www.caetano_veloso.cajuina.buscaletra.com.br


No verso “Pois quando tu me deste a rosa pequenina”, o termo destacado expressa a idéia de


causa.

lugar.

modo.

tempo.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Juquinha, o terrível


Sabendo que o filho não era chegado a assuntos religiosos, a mãe estranha ao ver Juquinha ajoelhado no quarto, de mãos postas.

– O que está fazendo, meu filho?

– Rezando para que o Rio Amazonas vá para a Bahia – responde o menino.

– Mas por quê?

– Porque foi isso que eu escrevi na prova de Geografia.

Almanaque Brasil, maio 2001. 

O que torna esse texto engraçado é a


 curiosidade da mãe sobre o filho.

mãe estranhar a atitude do filho.

 primeira resposta do filho.

segunda resposta do filho.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

. Leia o texto e responda.


Tintura milionária


A apresentadora Angélica recebeu uma proposta de 1,5 milhões de reais de uma gigante de tinturas para cabelos para pintar de ruivo suas louras melenas. Não topou. Não porque se importe de ficar ruiva – mas é que achou pouco.

(VEJA, nº19, 12 de maio de 2004, p. 37)


O travessão foi usado no texto para


comentar a quantia que seria paga.

destacar a opinião do autor.

explicar a cor da tintura.

iniciar a fala da apresentadora.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS


A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...

Quando se vê, já é 6ª feira...

Quando se vê, passaram 60 anos...

Agora, é tarde demais para ser reprovado...

E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

seguia sempre, sempre em frente...

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. São Paulo: Moderna, 1984. p. 40. 


Nesse texto, o uso das reticências sugere que o eu lírico está


confuso.

esperançoso.

 eufórico.

pensativo.

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