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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Selecione a alternativa que apresenta a regra que justifica o uso do acento na palavra "caráter":

É uma palavra proparóxitona

É uma palavra paróxitona terminada em "er"

É uma palavra óxitona terminada em "er"

Está escrita incorretamente. Ela não tem acento pois não se enquadra em nenhuma das regras de acentuação.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Todas as palavras apresentam ditongo, EXCETO:

alegria

réu

flauta

faísca

3.

CATEGORIZE QUESTION

3 mins • 2 pts

Indique se as palavras são óxitonas, paróxitonas ou proparóxitonas:

Groups:

(a) ÓXITONA

,

(b) PARÓXITONA

,

(c) PROPARÓXITONA

LENTIDÃO

TRANSITO

FOTOSSÍNTESE

FÓRMULA

SECRETARIA

HOSPITAL

TRÂNSITO

PÁTRIA

HÍBRIDO

ABACAXI

MARACUJÁ

SECRETÁRIA

RESTAURANTE

GIRASSOL

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

15 mins • 1 pt

Leia o conto "Felicidade Clandestina" a partir do documento abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1BBZEyXTMnehD_OcleVhao1RVQPoNyCFL/view?usp=sharing

QUESTÃO: Felicidade Clandestina é um conto e, por isso, apresenta alguns elementos narrativos em sua estrutura, tais como: tempo, espaço, enredo, narrador e personagens. Em relação ao narrador e, considerando que Clarice Lispector é uma escritora pernambucana que cresceu no Recife, é correto afirmar que:

Neste conto, Clarice Lispector está contando sobre sua infância, portanto, autor e narrador, neste caso, são a mesma pessoa.

A autora utiliza um espaço real para a criação de sua obra, mas a personagem protagonista e o narrador, que são a mesma pessoa, são ambos fictícios.

O narrador é onisciente, pois é este conto é mais um relato da infância de Clarice Lispector.

O narrador utiliza a 1ª pessoa durante toda a obra para conferir mais objetividade na descrição dos fatos e maior confiabilidade na sua ciência dos fatos.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

A última frase do texto “Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.” pode causar estranheza, pois representa uma reviravolta na história que, supostamente, ainda não havia sido apresentada e pode ter inúmeras reflexões possível. O que NÃO se pode concluir é:

Neste período, que representa o desfecho da obra, ocorre um avanço temporal na qual a menina cresce e torna-se uma mulher e já não se interessa mais pelo livro, pois possui um amante.

O “crescimento” da narradora-personagem, mesmo que atemporal, ocorre a partir da percepção da maldade humana e, portanto, o fim da ingenuidade como uma manifestação simbólica do fim da sua infância.

A representação de “uma mulher com seu amante” faz referência às felicidades passageiras que as pessoas têm e que se aplica perfeitamente ao contexto da personagem, que não pode possuir a felicidade pelo tempo que deseja.

Há uma metáfora no título "Felicidade Clandestina" e a palavra "amante", indicando que o livro era como seu amante, isto é, algo que cauda perigo, mas que proporciona uma felicidade momentânea.

6.

MATCH QUESTION

2 mins • 2 pts

Relacione abaixo cada uma das partes do enredo com o que acontece nesta parte no conto de Clarice Lispector:

APRESENTAÇÃO

A tentativa de manutenção de sua felicidade recusando-se a ler o livro para tê-lo por mais tempo.

CLÍMAX

O leitor conhece as principais características da protagonista e da menina ruiva.

DESENVOLVIMENTO

(PROBLEMÁTICA)

A descoberta da mãe da menina ruiva das maldades que a filha fez.

DESFECHO

As diversas tentativas da protagonista de ter o livro e a maldade da menina ruiva fazendo-a voltar várias vezes para tê-lo.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 2 pts

“A literatura é, pois, um sistema vivo de obras, agindo umas sobre as outras e sobre os leitores; e só vive na medida em que estes a vivem decifrando-a, aceitando-a, deformando-a. A obra não é produto fixo, unívoco ante qualquer público; nem este é passivo, homogêneo, registrando uniformemente o seu efeito. São dois termos que atuam um sobre o outro, e aos quais se junta o autor, termo inicial desse processo de circulação literária, para configurar a realidade da literatura atuando no tempo.” (CANDIDO, 1985b, p. 74)

A partir da leitura deste trecho da descrição de literatura feita por Cândido (1985), podemos concluir que:

As obras literárias são feitas sempre pensando no leitor e na sociedade e na sua recepção.

É a partir do conteúdo de uma obra literária que o leitor e o autor podem realizar análises literárias.

A obra literária e o leitor são modificados mutuamente um pelo outro pois, a partir da relação tempo-espaço entre leitor, obra e leitor é que o fazer literário se realiza.

A obra é uma expressão dos sentimentos do autor, mas a interpretação dessas emoções depende da subjetividade do leitor.

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