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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto e responda a questão.

Por que milho não vira pipoca?

Não importa a maneira de fazer a pipoca.

Sempre que se chega ao final do saquinho, lá estão os

duros e ruidosos grãos de milho que não estouraram.

Essas bolinhas irritantes, que já deixaram muitos

dentistas ocupados, estão com os dias contados.

Cientistas norte-americanos dizem que agora sabem

por que alguns grãos de milho de pipoca resistem ao

estouro.

Há algum tempo já se sabe que o milho de

pipoca precisa de umidade no seu núcleo de amido,

cerca de 15%, para explodir. Mas pesquisadores da

Universidade Purdue descobriram que a chave para

um bem sucedido estouro do milho está na casca.

É indispensável uma excelente estrutura de

casca para que o milho estoure. Cascas danificadas

impedem que a umidade faça a pressão necessária

para que o milho vire pipoca. “Se muita umidade

escapar, o milho perde a habilidade de estourar e

apenas fica ali”, explica Bruce Hamaker, um professor

de química alimentar da Purdue.

Para o milho estourar e virar pipoca é preciso que:

a casca seja mais úmida que o núcleo.

a casca evite perda de umidade do núcleo.

o núcleo de amido estoure bem devagar.

o núcleo seja mais transparente que a casca.

a casca seja mais amarela que o núcleo.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

Apelo

Amanhã faz um mês que a Senhora está longe

de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti

falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de

esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom

ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a

imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite primeira vez

coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a

pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou

debaixo da escada. Toda a casa era um corredor

deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de

fraco, ah, Senhora, fui [...] com os amigos. Uma hora

da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua

presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia.

Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate

– meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora?

Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas

murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia

furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós

sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas

raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por

favor.

De acordo com esse texto, nos primeiros dias, o narrador

achou bom chegar tarde.

deixou de guardar os jornais.

pediu para a Senhora voltar.

procurou o saca-rolha.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

História deliciosa

Nada mais gostoso que cheirinho de pão quente

de manhã! Muita gente pensa assim, em vários países,

há milhares de anos. O pão foi o primeiro alimento

criado pelo homem, há cerca de 12 mil anos. Antes,

todos dependiam da caça e da pesca para comer.

Quando os antigos aprenderam a plantar trigo,

deram um grande passo para se desenvolver e

conquistar novas terras. Descobriram que os cereais

eram fáceis de plantar, resistentes e permitiam fazer

pão. No começo, os grãos eram moídos e misturados à

água e a massa, assada sobre cinzas. O resultado era

um pão fino e duro, torrado e meio sem gosto. Mas

era só o começo de uma longa história.

Primeiras delícias

Os antigos egípcios criaram o tipo de pão que

conhecemos hoje. Um dia, esqueceram a massa no sol

e ela fermentou. Eles assaram e perceberam que

aquele fenômeno deixava o pão mais leve, cheio de

furinhos e passaram a usar a massa fermentada. No

Egito, o pão era tão importante que servia como

pagamento para os trabalhadores. E os nobres

também valorizavam esse alimento: na tumba de

Ramsés III, há desenhos em relevo com o formato de

pães, doces e bolos.

No Brasil, os pães chegaram trazidos pelos

portugueses na época da colonização e por muito

tempo eram consumidos pelos ricos, pois o trigo era

muito caro. As primeiras padarias só surgiram por

volta de 1950, tocadas por italianos e portugueses.

Esse texto informa que, na antiguidade, usavam-se como forma de pagamento aos trabalhadores os

bolos.

cereais.

doces.

grãos.

pães.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

As novas descobertas sobre o sono

A ciência moderna mostra que, durante o sono,

o corpo está longe de ficar em descanso.

O cérebro e o sistema imunológico, por

exemplo, seguem em plena atividade nesse período

entre seis e oito horas por dia, a maioria de nós deita-

se na cama e se desliga do mundo – é o momento de

visitar o reino do deus grego Hipnos, responsável por

distribuir a todos um sono agradável e reparador. Mas

esse desligamento está muito longe de significar

inatividade. Além de abranger o período em que

sonhamos – uma experiência que, em si, representa

todo um universo à parte –, o sono é uma ocasião de

intenso movimento no corpo, como a ciência tem

demonstrado. [...]

Diversos pesquisadores consideram que o sono

serve, em primeiro lugar, para preservar a plasticidade

do cérebro, ou seja, sua capacidade de mudar como

reação imediata a uma experiência. Enquanto

dormimos, os neurônios do cérebro comunicam-se

uns com os outros, fortalecem conexões específicas,

enfraquecem outras e apagam o que encaram como

inútil. “À noite, o cérebro adormecido está livre do

mundo e é um redemoinho de atividade”, observa o

neurobiólogo Terrence Sejnwoski, chefe do

Laboratório de Neurobiologia Computacional no Salk

Institute em La Jolla, na Califórnia. “Os neurônios

estão formando padrões coerentes que, sem o sono,

não seriam nem de perto tão extensos, robustos,

estáveis e flexíveis.”

Essa rearrumação cotidianamente promovida

pelos neurônios tem um motivo básico,

afirma Rodolfo Llinas, diretor do Departamento de

Fisiologia e Neurociência da Escola de Medicina da

Universidade de Nova York. Para ele, o cérebro

humano está constantemente aprendendo, e quanto

mais aprende, mais recursos ganha para fazer

prognósticos – uma capacidade necessária para os

organismos que se movem.

Nesse texto, os estudiosos consideram que o sono serve, em primeiro lugar, para:

ratificar o constante aprendizado do cérebro.

preservar a plasticidade do cérebro.

manter o cérebro em atividade.

formar padrões coerentes de neurônios.

apagar aquilo que é inútil no cérebro.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

TV na madrugada

O humorista Chico Anysio, de 72 anos,

acostumou-se a dormir menos de cinco horas por

noite. Todos os dias, vai para a cama à 1 e meia da

madrugada e às 6 da manhã já está de pé.

“Nem preciso de despertador para acordar”, diz.

Durante a madrugada, enquanto o resto da casa está

dormindo, Chico assiste a filmes na TV a cabo. “Decidi

ficar menos na cama para aproveitar melhor o tempo”,

explica. “Antes eu também trabalhava à noite, mas

parei. Agora só trabalho de dia”, diz. Chico conta que

quando era mais jovem dormia oito horas por noite.

“Eu me mexia tanto que a cama até saía do lugar”,

brinca. Mesmo com as poucas horas de sono que tem

hoje, Chico avalia que dorme bem. “Meu sono é tão

profundo que acordo na mesma posição em que

dormi.”

De acordo com esse texto, Chico Anysio:

aproveita a noite para trabalhar, pois o silêncio o

ajuda a concentrar-se.

dorme pouco, pois tem muito trabalho a fazer no

decorrer do dia.

necessita de mais de 8 horas diárias de sono por

causa de sua idade avançada.

tem muita dificuldade em dormir e por isso

prefere assistir à TV à noite.

tem um sono tão profundo que mesmo dormindo

poucas horas se sente bem.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

Altamente confidencial

Quem observa o trabalho de um hacker hoje

pode ter a impressão de que a arte de inventar e

quebrar códigos secretos é algo extremamente

moderno... Ledo engano! O jogo das mensagens

cifradas já desafiava a imaginação pelo menos desde a

Idade Média.

Nessa época, a troca de mensagens era assunto

delicado, como mostra o bispo Gregório de Tours, que

no século VI escreveu uma história do reino dos

francos. Segundo ele, em pleno alvorecer da Idade

Média, dois mensageiros de um certo Godovaldo, que

reivindicava o trono, foram presos e torturados por

homens do rei Gontrão ao tentarem transmitir uma

mensagem secreta.

O caso mostra que nesse período a escrita era

uma forma muito vulnerável de comunicação. Uma

carta podia parar com facilidade em mãos inimigas, e,

por isso, os emissários não apenas levavam consigo

documentos oficiais manuscritos, mas também

decoravam mensagens que transmitiam oralmente

aos destinatários. Os poucos registros deixados pela

diplomacia medieval não facilitaram em nada o

trabalho dos historiadores, e por isso é preciso ter

cuidado quando se fala das técnicas de codificação

utilizadas na Europa medieval.

No século XVI, o abade alemão Johannes

Trithemius, autor de uma das primeiras grandes obras

de criptografia do Ocidente, afirmou que reis francos

como Faramundo e Carlos Magno já utilizavam

alfabetos secretos em suas correspondências. Por

mais fascinantes que sejam esses códigos, porém, eles

parecem ter saído da imaginação do próprio

Trithemius. Carlos Magno mal sabia ler e escrever, e é

pouco provável que tenha inventado novos alfabetos.

[...]

De acordo com esse texto, quem escreveu uma história do reino dos francos?

Carlos Magno.

Godovaldo.

Gontrão.

Gregório de Tours.

Johannes Trithemius.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto abaixo.

Atividade industrial e espaço geográfico

A indústria moderna consiste numa forma –

diferente do artesanato e da manufatura – de

transformar matérias-primas em produtos elaborados.

Em primeiro lugar, na indústria, há uma grande

divisão do trabalho e, por conseguinte, a

especialização do trabalhador. Já no artesanato, não

há nenhuma divisão; na manufatura, uma divisão

primária, muito simples.

Em segundo lugar, na atividade industrial, são as

máquinas, em geral funcionando a partir de modernas fontes de energia (calor, eletricidade), que ditam o

ritmo do trabalho; no artesanato, há apenas o uso de

ferramentas. E, na manufatura, o uso de máquinas

simples, mas o ritmo do trabalho ainda depende das

mãos do artesão.

De acordo com esse texto, uma das características do artesanato é

a apresentação uma divisão primária do trabalho.

a transformação matérias-primas em produtos

elaborados.

a utilização de máquinas simples.

o ritmo do trabalho conforme a produção manual.

o uso majoritário de ferramentas.

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