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R2ºtr Vidas secas - fuga

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R2ºtr Vidas secas - fuga
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

1. HD04: Analisando o estilo narrativo de Graciliano Ramos no fragmento de 'A Fuga', como a ausência de diálogos formais extensos e a predominância do discurso indireto livre contribuem para a caracterização psicológica de Fabiano e sua família?

A.

Acentuam a incomunicabilidade e o isolamento dos personagens, revelando suas angústias e pensamentos mais íntimos de forma fragmentada e primitiva, condizente com sua condição existencial.

B.

Permitem que o narrador se distancie completamente dos pensamentos dos personagens, focando apenas nas ações externas e objetivas da fuga.

C.

Priorizam a descrição detalhada da paisagem e do ambiente, tornando os personagens secundários na trama.

D.

Favorecem a criação de um clima de grande otimismo e esperança, à medida que os personagens expressam seus sentimentos livremente.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

2. HD04: No fragmento, a recorrência de vocabulário relacionado à aridez, à fome e à escassez ('caatinga', 'pedra', 'areia', 'fome', 'seco', 'vazio') estabelece uma rede de sentidos. Qual o efeito dessa escolha lexical na compreensão do estado de espírito e da condição existencial dos retirantes?

A.

Sublinha a riqueza da biodiversidade do sertão, com o intuito de valorizar a flora e a fauna locais.

B.

Cria um tom de humor e leveza, aliviando a tensão da narrativa.

.

Serve apenas para situar geograficamente a narrativa, sem maior profundidade semântica.

D.

Reforça a sensação de desespero, privação e a luta constante pela sobrevivência, conectando o ambiente físico à experiência interna de desamparo dos personagens.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

3. HD04: Graciliano Ramos frequentemente utiliza a comparação e a metáfora, muitas vezes ligando Fabiano a elementos da natureza ou a animais. No fragmento, como a descrição dos movimentos e pensamentos de Fabiano em relação à sua 'rotina' de sobrevivência pode ser analisada como uma metáfora da sua submissão às condições da terra e à falta de perspectiva?

A.

A metáfora realça a liberdade de Fabiano para escolher seu próprio destino, agindo de forma independente da natureza.

B.

Ela ressalta a capacidade de Fabiano de transformar a realidade e superar os desafios impostos pela seca através de sua inteligência e astúcia.

C.

A comparação sugere que Fabiano age por instinto, revelando uma anulação de sua vontade individual e a sua adaptação forçada a um ciclo de privação, sem controle sobre a própria vida.

O autor utiliza a metáfora para idealizar a vida no campo e a conexão do homem com a natureza, em um tom nostálgico.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

4. HD04: Considerando a estrutura frasal de Graciliano Ramos no fragmento, que geralmente é curta, objetiva e direta, qual o impacto dessa escolha sintática na expressividade do texto e na transmissão do sentimento de opressão?

A.

Cria um ritmo dinâmico e acelerado, que contrasta com a lentidão da fuga e a exaustão dos personagens.

B.

Prioriza a descrição de detalhes irrelevantes, tornando a leitura cansativa e arrastada.

D.

Reflete a rudeza e a simplicidade da linguagem dos personagens, intensificando a sensação de aridez e a ausência de esperança, espelhando a realidade de suas vidas.

C.

Permite a inserção de longas digressões filosóficas, enriquecendo o debate intelectual da obra.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

5. HD04: O uso de onomatopeias e interjeições é escasso na obra de Graciliano Ramos, mas quando presentes, contribuem para um efeito específico. Mesmo que não explícitas no fragmento, a atmosfera geral de 'A Fuga' sugere a prevalência de sons da natureza hostil (vento, calor opressivo). Como a ausência de sons humanos (gritos, canções) realça o drama dos personagens?

A.

O autor busca criar um cenário de mistério e suspense, sem relação direta com a condição dos retirantes.

B.

A ausência de sons humanos, em contraste com a hostilidade da natureza, enfatiza a solidão, o isolamento e a desumanização dos personagens, que vivem em um mundo onde a voz humana parece ter sido suprimida pela adversidade.

C.

Isso demonstra que a família de Fabiano prefere o silêncio para se concentrar na fuga e evitar chamar atenção de animais selvagens.

D.

A ausência de sons humanos torna a narrativa mais realista, já que os retirantes não teriam tempo para se expressar vocalmente.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

7. HD05: A figura de Sinhá Vitória e sua obsessão pelos 'móveis' representam uma dimensão importante das representações culturais e sociais. Como essa 'obsessão' pode ser interpretada como um símbolo da resistência cultural e da aspiração por dignidade em um contexto de desumanização?

A.

A preocupação com os móveis é um sinal de vaidade e apego a bens materiais, sem maior significado social ou cultural.

B.

Os móveis simbolizam a adesão da família às normas sociais urbanas, rejeitando a cultura sertaneja.

C.

É uma crítica à falta de pragmatismo da personagem, que se preocupa com objetos inúteis durante a fuga.

D.

Ela representa o anseio por um mínimo de civilidade e estabilidade, a busca por uma 'casa' e um lugar fixo no mundo, contrastando com a vida nômade e a privação, e simbolizando a persistência da esperança por uma vida digna.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

HD05: Os meninos, sem nomes próprios na obra, são frequentemente associados a comportamentos instintivos, quase animais. Que representação social da infância no sertão Graciliano Ramos constrói ao retratá-los dessa forma, e qual a crítica implícita às estruturas sociais da época?

A.

Denuncia o abandono social da infância, a ausência de acesso à educação e o impacto da miséria no desenvolvimento humano, que os leva a uma existência desprovida de individualidade e cultura.

B.

O foco é na capacidade de adaptação dos jovens ao ambiente hostil, sem juízo de valor sobre sua condição.

C.

O autor idealiza a pureza e a inocência da infância em contato direto com a natureza selvagem, sem maiores implicações sociais.

D.

Reflete a crença do autor na inferioridade intelectual das crianças do campo em comparação com as da cidade.

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