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Análise do poema de Carolina Maria de Jesus

Authored by LUIZ CANDIDO

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Análise do poema de Carolina Maria de Jesus
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

O eu lírico do poema expressa principalmente:

Orgulho por sua origem humilde.

Tristeza e crítica ao preconceito sofrido.

Desejo de vingança contra os que o humilharam.

Alegria por ter encontrado livros no lixo.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

O tema central do poema está relacionado a:

Educação como forma de ascensão social.

Esperança de uma vida melhor em outro país.

Desigualdade racial e marginalização do negro.

Importância da literatura para as mulheres.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

No verso “Muitas fugiam ao me ver / Pensando que eu não percebia”, é possível inferir que:

As pessoas demonstravam afeto pelo eu lírico.

O eu lírico era uma figura respeitada.

O eu lírico percebia atitudes de preconceito.

As pessoas fugiam por medo do eu lírico.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

O uso da expressão “Era papel que eu catava / Para custear o meu viver” revela:

Orgulho pela profissão de catadora.

Ironia com relação ao valor da literatura.

Denúncia das condições de sobrevivência e pobreza.

Recusa em continuar trabalhando.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

O uso do verbo “renascer” em “Se eu extinguir quero renascer” cria um efeito de:

Esperança e desejo de transformação.

Resignação diante da morte.

Desespero e perda total da fé.

Indiferença quanto ao futuro.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

No trecho “Quero um lugar, onde o preto é feliz”, o eu lírico:

Afirma que já vive num país justo.

Deseja uma sociedade sem preconceitos raciais.

Demonstra revolta contra as pessoas brancas.

Pede perdão por não aceitar sua condição social.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

[Muitas fugiam ao me ver]

Muitas fugiam ao me ver

Pensando que eu não percebia

Outras pediam pra ler

Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava

Para custear o meu viver

E no lixo eu encontrava livros para ler

Quantas coisas eu quiz fazer

Fui tolhida pelo preconceito

Se eu extinguir quero renascer

Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!

E deixo esses versos ao meu país

Se é que temos o direito de renascer

Quero um lugar, onde o preto é feliz.

- Carolina Maria de Jesus, em "Antologia pessoal".

(Organização José Carlos Sebe Bom Meihy). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996

A repetição da palavra “Adeus!” no verso final reforça:

Despedida e aceitação do fim da vida.

Ironia em relação à morte.

Raiva e ressentimento com o país.

Desinteresse pela escrita.

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