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Panorama da literatura brasileira

Authored by Anne Werlang

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Fruto de sua época, o poema de Gregório de Matos destaca

a regular alternância temática entre versos pares e ímpares.

o contraste entre a beleza física da mulher e a religiosidade do poeta.

o pesar pela transitoriedade da juventude e a certeza da morte ou da velhice.

o uso de antíteses para distinguir o que é terreno e o que é espiritual na mulher.

a concepção de amor que se transforma em tormento da alma e do corpo do eu lírico.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

O contexto histórico e literário do período barroco- árcade fundamenta o poema Casa dos Contos, de 1975. A restauração de elementos daquele contexto por uma poética contemporânea revela que:

a disposição visual do poema reflete sua dimensão plástica, que prevalece sobre a observação da realidade social.

a reflexão do eu lírico privilegia a memória e resgata, em fragmentos, fatos e personalidades da Inconfidência Mineira.

a palavra "esconso" (escondido) demonstra o desencanto do poeta com a utopia e sua opção por uma linguagem erudita.

o eu lírico pretende revitalizar os contrastes barrocos, gerando uma continuidade de procedimentos estéticos e literários.

  1. o eu lírico recria, em seu momento histórico, numa linguagem de ruptura, o ambiente de opressão vivido pelos inconfidentes.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Arcadismo Enem (2008) Torno a ver-vos, ó montes; o destino Aqui me torna a pôr nestes outeiros, Onde um tempo os gabões deixei grosseiros Pelo traje da Corte, rico e fino. Aqui estou entre Almendro, entre Corino, Os meus fiéis, meus doces companheiros, Vendo correr os míseros vaqueiros Atrás de seu cansado destino. Se o bem desta choupana pode tanto, Que chega a ter mais preço, e mais valia Que, da Cidade, o lisonjeiro encanto, Aqui descansa a louca fantasia, E o que até agora se tornava em pranto Se converta em afetos de alegria. Assinale a opção que apresenta um verso do soneto de Cláudio Manoel da Costa em que o poeta se dirige ao seu interlocutor.

“Torno a ver-vos, ó montes; o destino” (v.1)

“Aqui estou entre Almendro, entre Corino,” (v.5)

“Os meus fiéis, meus doces companheiros,” (v.6)

“Vendo correr os míseros vaqueiros” (v.7)

“Que, da Cidade, o lisonjeiro encanto,” (v.11)

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Romantismo (Enem 2021) O laço de fita Não sabes, criança? 'Stou louco de amores... Prendi meus afetos, formosa Pepita. Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?! Não rias, prendi-me Num laço de fita. Na selva sombria de tuas madeixas, Nos negros cabelos de moça bonita, Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem, Formoso enroscava-se O laço de fita. [...] Pois bem! Quando um dia na sombra do vale Abrirem-me a cova... formosa Pepita! Ao menos arranca meus louros da fronte, E dá-me por c'roa... Teu laço de fita. ALVES, C. Espumas flutuantes. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 8 ago. 2015 (fragmento). Exemplo da lírica de temática amorosa de Castro Alves, o poema constrói imagens caras ao Romantismo. Nesse fragmento, o lirismo romântico se expressa na

representação infantilizada da figura feminina.

criatividade inspirada em elementos da natureza.

opção pela morte como solução para as frustrações.

ansiedade com as atitudes de indiferença da mulher.

fixação por signos de fusão simbólica com o ser amado.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Enem 2014 Soneto Oh! Páginas da vida que eu amava, Rompei-vos! nunca mais! tão desgraçado!... Ardei, lembranças doces do passado! Quero rir-me de tudo que eu amava! E que doido que eu fui! como eu pensava Em mãe, amor de irmã! em sossegado Adormecer na vida acalentado Pelos lábios que eu tímido beijava! Embora — é meu destino. Em treva densa Dentro do peito a existência finda Pressinto a morte na fatal doença! A mim a solidão da noite infinda! Possa dormir o trovador sem crença. Perdoa minha mãe — eu te amo ainda! AZEVEDO, A. Lira dos vinte anos. São Paulo: Martins Fontes, 1996. A produção de Álvares de Azevedo situa-se na década de 1850, período conhecido na literatura brasileira como Ultrarromantismo. Nesse poema, a força expressiva da exacerbação romântica identifica-se com o(a)

amor materno, que surge como possibilidade de salvação para o eu lírico.

saudosismo da infância, indicado pela menção às figuras da mãe e da irmã.

construção de versos irônicos e sarcásticos, apenas com aparência melancólica.

presença do tédio sentido pelo eu lírico, indicado pelo seu desejo de dormir.

fixação do eu lírico pela ideia da morte, o que o leva a sentir um tormento constante.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Enem 2019 Inverno! inverno! inverno! Tristes nevoeiros, frios negrumes da longa treva boreal, descampados de gelo cujo limite escapa-nos sempre, desesperadamente, para lá do horizonte, perpétua solidão inóspita, onde apenas se ouve a voz do vento que passa uivando como uma legião de lobos, através da cidade de catedrais e túmulos de cristal na planície, fantasmas que a miragem povoam e animam, tudo isto: decepções, obscuridade, solidão, desespero e a hora invisível que passa como o vento, tudo isto é o frio inverno da vida.

   Há no espírito o luto profundo daquele céu de bruma dos lugares onde a natureza dorme por meses, à espera do sol avaro que não vem.

POMPEIA, R. Canções sem metro. Campinas: Unicamp, 2013.

Reconhecido pela linguagem impressionista, Raul Pompeia desenvolveu-a na prosa poética, em que se observa a


  • imprecisão no sentido dos vocábulos.

  • plasticidade verbal vinculada à cadência melódica.

  • valorização da imagem com efeito persuasivo.

  • subjetividade em oposição à verossimilhança.

  • dramaticidade como elemento expressivo.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

Media Image

Coerente com a proposta parnasiana de cuidado formal e racionalidade na condução temática, o soneto de Raimundo Correira reflete sobre a forma como as emoções do indivíduo são julgadas em sociedade. Na concepção do eu lírico, esse julgamento revela que

a necessidade de ser socialmente aceito leva o indivíduo a agir de forma dissimulada.

O sofrimento íntimo torna-se mais ameno quando compartilhado por um grupo social.

A capacidade de perdoar e aceitar as diferenças neutraliza o sentimento de inveja.

O instinto de solidariedade conduz o indivíduo a apiedar-se do próximo.

A transfiguração da angústia em alegria é um artifício nocivo ao convívio social.

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