Simulado de Artes

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

O Marabaixo é uma expressão artístico-cultural formada nas tradições e na identificação cultural entre as comunidades negras do Amapá. O nome remonta às mortes de escravizados em navios negreiros que eram jogados na água. Em sua homenagem, hinos de lamento eram cantados mar abaixo, mar acima. Posteriormente, o Marabaixo se integrou à vivência das comunidades negras em um ciclo de danças, cantorias com tambores e festas religiosas, recebendo, em 2018, o título de Patrimônio Cultural do Brasil. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 15 nov. 2021 (adaptado).

A manifestação do Marabaixo se constituiu em expressão de arte e cultura, exercendo função de:

ressignificar episódios dramáticos em novas práticas culturais

adaptar coreografias como imitação dos movimentos do mar.

lembrar dos mortos no passado escravista como forma de lamento.perpetuar uma narrativa de apagamento dos fatos históricos traumáticos.

perpetuar uma narrativa de apagamento dos fatos históricos traumáticos.

ritualizar a passagem de atos fúnebres nas produções coletivas com espírito festivo

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

O uso das redes sociais como forma de ampliar universos foi uma descoberta recente para o artista Wolney Fernandes, que começou a criar quando o ambiente em Goiás era mais árido em relação às artes visuais. “Hoje, ser diferente é uma potência e quem sabe o que quer com a própria arte encontra espaço”, diz. As colagens artísticas do goiano aparecem em capas de obras literárias pelo Brasil e exterior. Disponível em: https://opopular.com.br. Acesso em: 15 nov. 2021 (adaptado).

O artista goiano Wolney Fernandes busca expor seu trabalho por meio de plataformas virtuais com o objetivo de:

dar suporte à técnica de colagem em Artes Visuais, contornando dificuldades práticas.

aproximar-se da estética visual própria da editoração de obras artísticas, como capas de livros

oferecer uma vitrine internacional para sua produção artística, a fim de dar mais visibilidade a suas obras.

enfatizar o caráter original e inovador de suas criações artísticas, diferenciando-se das artes tradicionais.

trazer um sentido tecnológico às suas colagens, uma vez que as imagens artísticas são recorrentes nas redes sociais

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

O mais antigo grupo de rap indígena do país, Brô MCs, surgiu em 2009, na aldeia Jaguapiru, em Dourados, Mato Grosso do Sul. Os integrantes conheceram o rap pelo rádio, ouvindo um programa que apresentava cantores e grupos brasileiros desse gênero musical. O Brô MCs conseguiu influenciar outros a fazerem rap e a lutarem pelas causas indígenas. Um dos nomes do movimento, Kunumí MC, é um jovem de 16 anos, da aldeia Krukutu, em São Paulo. O adolescente enxerga o rap como uma cultura da defesa e começou a fazer rimas quando percebeu que a poesia, pela qual sempre se interessou, podia virar música. Nas letras que cria, inspiradas tanto pelo rap quanto pelos ritmos indígenas, tenta incluir sempre assuntos aos quais acha importante dar voz, principalmente, a questão da demarcação de terras. Disponível em: www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 13 nov. 2021 (adaptado).

O movimento rap dos povos originários do Brasil revela o(a)

fusão de manifestações artísticas urbanas contemporâneas com a cultura indígena

contraposição das temáticas socioambientais indígenas às questões urbanas.

rejeição da indústria radiofônica às músicas indígenas.

distanciamento da realidade social indígena.

estímulo ao estudo da poesia indígena.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 2 pts

Media Image

Na letra da canção, a tematização da violência mencionada no Texto II manifesta-se:

como metáfora da desigualdade, que associa a ideia de justiça a valores históricos negativos

na referência a termos bélicos, que sinaliza uma crítica social à opressão da população das periferias.

como procedimento metalinguístico, que concebe a palavra como uma forma de combate e insubordinação.

nas definições ambíguas do enunciador, que inverte e relativiza as representações da maldade e da bondade

na menção à imortalidade, que sugere a possibilidade de resistência para além da dicotomia entre vida e morte.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 2 pts

Volta e meia recebo cartinhas de fãs, e alguns são bem jovens, contando como meu trabalho com a música mudou a vida deles. Fico no céu lendo essas coisas e me emociono quando escrevem que não são aceitos pelos pais por serem diferentes, e como minhas músicas são uma companhia e os libertam nessas horas de solidão. Sinto que é mais complicado ser jovem hoje, já que nunca tivemos essa superpopulação no planeta: haja competitividade, culto à beleza, ter filho ou não, estudar, ralar para arranjar trabalho, ser mal remunerado, ser bombardeado com trocentas informações, lavagens cerebrais... Queria dar beijinhos e carinhos sem ter fim nessa moçada e dizer a ela que a barra é pesada mesmo, mas que a juventude está a seu favor e, de repente, a maré de tempestade muda. Diria também um monte de clichê: que vale a pena estudar mais, pesquisar mais, ler mais. Diria que não é sinal de saúde estar bem-adaptado a uma sociedade doente, que o que é normal para uma aranha é o caos para uma mosca. Meninada, sintam-se beijados pela vovó Rita. RITA LEE. Outra autobiografia. São Paulo: Globo Livros, 2023.

Como estratégia para se aproximar de seu leitor, a autora usa uma postura de empatia explicitada em:

“Volta e meia recebo cartinhas de fãs, e alguns são bem jovens”

“Fico no céu lendo essas coisas”

“Sinto que é mais complicado ser jovem hoje”

“Queria dar beijinhos e carinhos sem ter fim nessa moçada”

“Diria que não é sinal de saúde estar bem-adaptado a uma sociedade doente”.