wayground logo

Free Printable Worksheets

NEW

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

Filosofia, Religião e Tolerância - 1ª Série - Ensino Médio

Total questions: 20

Worksheet time: 49mins

Name
Class
Date
1.

Leia o texto a seguir.

Locke divide o poder do governo em três poderes, cada um dos quais origina um ramo de governo: o poder legislativo (que é o fundamental), o executivo (no qual é incluído o judiciário) e o federativo (que é o poder de declarar a guerra, concertar a paz e estabelecer alianças com outras comunidades). Enquanto o governo continuar sendo expressão da vontade livre dos membros da sociedade, a rebelião não é permitida: é injusta a rebelião contra um governo legal. Mas a rebelião é aceita por Locke em caso de dissolução da sociedade e quando o governo deixa de cumprir sua função e se transforma em uma tirania. (LOCKE, John. In: MORA, J. F. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Loyola, 2001. V. III. p. 1770.)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre John Locke, é correto afirmar:

I. O direito de rebelião é um direito natural e legítimo de todo cidadão sob a vigência da legalidade.

II. O Estado deve cuidar do bem-estar material dos cidadãos sem tomar partido em questões de matéria religiosa.

III. O poder legislativo ocupa papel preponderante.

IV. Na estrutura de poder, dentro de certos limites, o Estado tem o poder de fazer as leis e obrigar que sejam cumpridas.

Assinale a alternativa correta.

a)

a) Somente as afirmativas I e II são corretas.

b)

b) Somente as afirmativas I e III são corretas.

c)

c) Somente as afirmativas III e IV são corretas.

d)

d) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

e)

e) Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.

2.

A Reforma, a despeito de sua hostilidade à magia, estimulara o espírito de profecia. A abolição dos intermediários entre o homem e a divindade, bem como a ênfase na consciência individual, deixavam Deus falar diretamente a seus eleitos. Era obrigação destes tornar conhecida a Sua mensagem. E Deus não fazia acepção de pessoas: preferia falar a John Knox do que à sua rainha, Maria Stuart da Escócia. O próprio Knox agradeceu a Deus ter-lhe dado o dom de profetizar, que assim estabelecia que ele era um homem de boa-fé. Na Inglaterra, as décadas revolucionárias deram ampla difusão ao que praticamente constituía uma profissão nova – a do profeta, quer na qualidade de intérprete dos astros, ou dos mitos populares tradicionais, ou, ainda, da Bíblia. HILL, Christopher, O mundo de ponta-cabeça. Ideias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. Trad. Renato Janine Ribeiro. São Paulo, Companhia das Letras, 1987, p. 103.

O texto se refere ao ambiente político e religioso da Inglaterra no século XVII. A esse respeito é CORRETO afirmar:

a)

a) A insatisfação popular na Inglaterra era decorrente da perspectiva protestante de manter os sacerdotes como intermediários entre Deus e os homens.

b)

b) A movimentação revolucionária esteve vinculada aos conflitos religiosos decorrentes da chamada Reforma Protestante iniciada no século XVI.

c)

c) Os revolucionários basearam-se em princípios estritamente racionais e científicos, em uma nítida ruptura com as crenças e o profetismo da época.

d)

d) Para os revolucionários ingleses, Deus considerava apenas os parlamentares como pessoas aptas a transmitir a doutrina e indicar os caminhos da salvação.

e)

e) Apesar de todas as disputas religiosas dos séculos XVI e XVII, os monarcas ingleses mantiveram-se neutros, o que permitiu a preservação da monarquia.

3.

“O senhor acredita, então”, insistiu o inquisidor, “que não se saiba qual a melhor lei?” Menocchio respondeu: “Senhor, eu penso que cada um acha que sua fé seja a melhor, mas não se sabe qual é a melhor; mas, porque meu avô, meu pai e os meus são cristãos, eu quero continuar cristão e acreditar que essa seja a melhor fé”. Carlo Ginzburg. O queijo e os vermes. São Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 113.

O texto apresenta o diálogo de um inquisidor com um homem (Menocchio) processado, em 1599, pelo Santo Ofício. A posição de Menocchio indica:

a)

a) Uma percepção da variedade de crenças, passíveis de serem consideradas, pela Igreja Católica, como heréticas.

b)

b) Uma crítica à incapacidade da Igreja Católica de combater e eliminar suas dissidências internas.

c)

c) Um interesse de conhecer outras religiões e formas de culto, atitude estimulada, à época, pela Igreja Católica.

d)

d) Um apoio às iniciativas reformistas dos protestantes, que defendiam a completa liberdade de opção religiosa.

e)

e) Uma perspectiva ateísta, baseada na sua experiência familiar.

4.

Diversas tensões e diversos conflitos europeus ocorridos nos séculos XVI e XVII foram motivados ou intensificados por questões de natureza religiosa. Dentre eles, um dos mais conhecidos episódios é a “Noite de São Bartolomeu”, de 24 de agosto de 1572. A esse respeito, é correto afirmar:

a)

a) Trata-se da noite de celebração, na França, do acordo entre protestantes e católicos, que pôs fim a anos de intensos conflitos entre seguidores das duas religiões.

b)

b) Trata-se do massacre de judeus, em Amsterdã, por católicos holandeses, que precedeu o estabelecimento do Tribunal do Santo Ofício nas Províncias Unidas.

c)

c) Trata-se do massacre de cerca de 30 mil huguenotes, que intensificou, na França, a animosidade entre católicos e protestantes.

d)

d) Trata-se da cerimônia de encerramento do Concílio de Trento, quando se decidiu pela condenação das ideias luteranas e pela perseguição de seus seguidores.

e)

e) Trata-se da decisão tomada pelos monarcas Habsburgos no sentido de banir os protestantes do território do império espanhol.

5.

“Voltaire abençoando o neto de Franklin, em nome de Deus e da liberdade” - pintura de Pedro Américo (1889)

Durante os séculos XVI e XVII as divergências religiosas e políticas se tornaram tão extremadas que o ambiente social da Europa e de algumas colônias da América era de intolerância, perseguição, vigilância e censura. Por isso, uma das principais motivações dos filósofos iluministas do século XVIII foi combater essa mentalidade, por considerá-la a causa de muitas crueldades, da ignorância, do obscurantismo e da prepotência comuns naqueles tempos. De acordo com o filósofo francês Voltaire:

a)

a) O assunto se constituiu objeto de reflexão e debate somente entre membros da sociedade francesa durante a Idade Média.

b)

b) A tolerância é a primeira ‘lei natural’ necessária para que os homens possam perdoar uns aos outros suas fraquezas, erros e tolices.

c)

c) Somente alguns indivíduos podem ter a liberdade de exprimir seus pensamentos, ainda quando os outros não compartilham das mesmas visões.

d)

d) O texto ilustra uma questão que se revela fundamental para a convivência e a liberdade humana e para o desenvolvimento da globalização e do pensamento em geral.

6.

Carta sobre a tolerância foi redigida em latim durante o exílio político de Locke na Holanda sob o título de Epistola de tolerantia. Nesta carta Locke defende que as ações dos cidadãos, principalmente as religiosas, devem ser defendidas pelo Estado, desde que essas ações não contrariem a sua função principal: defender a vida, a liberdade e a propriedade. Além disso, Locke afirma que:

a)

a) A tolerância necessita ser prática recorrente entre todas as formas religiosas, sobretudo, ressalta a situação dos afrodescendentes no Brasil.

b)

b) A reivindicação por tolerância tem como pressuposto a separação entre Estado e Igreja, ideia revolucionária para o cenário político de então.

c)

c) A tolerância é de importância tal, que foi mesmo motor do desenvolvimento do continente americano.

d)

d) A Igreja deve se empenhar em salvar as almas obrigando a todos a segui-la, incondicionalmente.

e)

e) A tolerância não surge como uma reação contra a Igreja, mas ela seria fruto do próprio cristianismo.

7.

Como filósofo político, Locke pode ser considerado um precursor da democracia liberal, dada a importância que atribui à liberdade e à tolerância. O que estava em jogo era, obviamente, a:

a)

a) Tolerância social

b)

b) Tolerância étnica

c)

c) Tolerância religiosa

d)

d) Tolerância política

e)

e) Tolerância medicamentosa

8.

Santo Tomás de Aquino a respeito da tolerância escreve: “no regime humano a autoridade tolera com acerto alguns males para não impedir alguns bens ou para que não se incorra em males piores”. Estas palavras levam-nos a uma inequívoca existência e oposição entre o bem e o mal e ao mesmo tempo à irrecusável tolerância que em determinadas situações se deve ter para com quem faz o mal. O mal tolera-se e sofre-se, mas o bem defende-se e difunde-se. É bom não perder de vista que tolerar o mal não significa que este se converta em bem – continua sendo mal. Assim, Tomás de Aquino faz uma distinção entre permitir e autorizar. Logo:

a)

a) Permitir significa tolerar a existência do mal acreditando na possibilidade de transformação para o bem.

b)

b) Permitir não significa tolerar a existência de certos males. Porém, significa que o mal está autorizado.

c)

c) Permitir significa tolerar a existência de certos males. Porém, não significa que o mal está autorizado, pois ainda será considerado um mal, mas que ele poderá ser tolerado, isto é, permitido.

d)

d) Permitir significa tolerar a existência do bem, ainda que o mal esteja autorizado e seja considerado necessário.

e)

e) Permitir significa não tolerar a existência de certos males. Porém, não significa que o mal está autorizado, pois ainda será considerado um mal, mas que ele poderá ser tolerado, isto é, permitido.

9.

Dentre as obras do filósofo escolástico São Tomás de Aquino, aquela que se tornou mais famosa, na qual são tratados todos os temas de ordem teológica e filosófica, desde as provas para existência de Deus, a criação do mundo e do homem até discussões sobre as virtudes, a ética e a política, é:

a)

a) Suma Teológica

b)

b) A Cidade de Deus

c)

c) Crítica da Razão Pura

d)

d) Suma Contra os Gentios.

e)

e) Tractatus Lógico-Filosófico.

10.

“O furor que inspiram o espírito dogmático e o abuso da religião cristã mal compreendida derramou sangue, produziu desastres tanto na Alemanha, na Inglaterra e mesmo na Holanda, como na França” (Voltaire, 1993, p. 25). Em seguida, Voltaire fala de uma convivência pacífica das religiões na Europa de uma forma que torna-se difícil acreditar que tal convivência existisse mesmo naquela Europa do século XVIII, já que o catolicismo ainda continuava reivindicando uma hegemonia, entrando em choque com:

a)

a) O protestantismo em ascensão

b)

b) A Igreja Católica

c)

c) O Hinduísmo

d)

d) O Estado democrático

e)

e) Os Direitos Humanos

11.

Karl Popper, filósofo da ciência, em sua obra A sociedade aberta e seus inimigos, de 1945, afirma que a tolerância é fundamental para que se possa proceder ao seguinte raciocínio:

I. Pode ser que eu esteja errado e você esteja certo.

II. Se discutirmos o problema racionalmente, pode ser que consigamos corrigir alguns de nossos erros.

III. Se falarmos do problema racionalmente, nós dois poderemos aproximar-nos da verdade.

IV. Ao final, poderemos concluir que tolerar é propor ideias fazendo prevalecer somente as suas opiniões.

Assinale a alternativa correta.

a)

a) Somente as afirmativas I e IV são corretas.

b)

b) Somente as afirmativas II e III são corretas.

c)

c) Somente as afirmativas I, II e III são corretas.

d)

d) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

e)

e) Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.

12.

Para o filósofo e sociólogo alemão Herbert Marcuse, século XX, a tolerância em debates intelectuais deve ser total, porém, com ressalvas quando estiverem em jogo a paz, a liberdade e a felicidade da existência. Ele considera que a tolerância seja algo indispensável tanto na(o):

a)

a) Religião como na ciência.

b)

b) Política como na ciência.

c)

c) Na religião como na economia.

d)

d) Na religião como na antropologia.

e)

e) Sociedade civil como na ciência.

13.

A tolerância é um assunto para a Filosofia desde que se reconhece a necessidade de pensar livremente. A religião, a partir do século XVIII, sobretudo, começa a ser transportada para a vida privada e o projeto da tolerância alcança uma relevância ainda maior, ao procurar resolver a questão da:

a)

a) Convivência entre as diferentes confissões religiosas.

b)

b) Disputa entre diferentes igrejas na América Latina.

c)

c) Ética entre os líderes religiosos cristãos.

d)

d) Organização dos rituais litúrgicos.

e)

e) Regulamentação de alguns preceitos religiosos que qualificavam e quantificavam a presença do sagrado.

14.

Os limites quanto ao que deve ser tolerado ou não continuam representado uma das questões filosóficas fundamentais. Mas o reconhecimento da tolerância, seja qual for o seu limite - se há realmente limites - , é, de todo modo:

a)

a) Desnecessário e representa um retrocesso na história da humanidade.

b)

b) Indispensável para uma convivência harmônica em sociedade.

c)

c) Aplicável somente os cristãos, limitando, assim, a sua abrangência e relevância.

d)

d) Um fator que promove disputas religiosas culminando em guerras e atos de violências.

e)

e) Um perigo eminente para toda a sociedade.

15.

O tema da tolerância tornou-se urgente à medida que a sociedade ocidental começou a separar a Igreja do Estado, permitindo aos poucos, a prática de diferentes credos cristãos e de outras religiões, inicialmente, admitiram-se distintas Igrejas cristãs. Neste contexto, em 1689, foi publicada, sem assinatura, A carta acerca da tolerância. Embora, inicialmente, ela não tenha sido assinada, sabe-se que a carta foi redigida pelo filósofo inglês:

a)

a) Edmond Goblot

b)

b) Stuart Mill

c)

c) Karl Popper

d)

d) John Locke

e)

e) Herbert Marcuse

16.

A ética precisa ser compreendida como um empreendimento coletivo a ser constantemente retomado e rediscutido, porque é produto da relação interpessoal e social. A ética supõe ainda que cada grupo social se organize sentindo-se responsável por todos e que crie condições para o exercício de um pensar e agir autônomos. A relação entre ética e política é também uma questão de educação e luta pela soberania dos povos. É necessária uma ética renovada, que se construa a partir da natureza dos valores sociais para organizar também uma nova prática política. CORDI et al. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2007 (adaptado).

O Século XX teve de repensar a ética para enfrentar novos problemas oriundos de diferentes crises sociais, conflitos ideológicos e contradições da realidade. Sob esse enfoque e a partir do texto, a ética pode ser compreendida como:

a)

a) Mecanismo de criação de direitos humanos, porque é da natureza do homem ser ético e virtuoso.

b)

b) Meio para resolver os conflitos sociais no cenário da globalização, pois a partir do entendimento do que é efetivamente a ética, a política internacional se realiza.

c)

c) Instrumento de garantia da cidadania, porque através dela os cidadãos passam a pensar e agir de acordo com valores coletivos.

d)

d) Parâmetro para assegurar o exercício político primando pelos interesses e ação privada dos cidadãos.

e)

e) Aceitação de valores universais implícitos numa sociedade que busca dimensionar sua vinculação à outras sociedades.

17.

A cultura clássica elabora uma imagem do homem, na qual são postos em relevo dois traços fundamentais: o homem como animal que fala e discorre (zoon logikon) e o homem como animal político (zoon politikon). Esses dois traços estão em estreita relação, pois só enquanto dotado do logos o homem é capaz de entrar em relação consensual com seu semelhante e instituir a comunidade política. E a vida política, vida humana por excelência, segundo a concepção clássica, exerce-se pela livre submissão ao logos codificado em leis justas. Por outro lado, essas duas características fundamentais do homem se manifestam em atividades dotadas de finalidades específicas, a atividade da contemplação (theoria) e a atividade do agir moral e política (práxis). Ao fazer do domínio da práxis um domínio específico e da autonomia racionalidade, Aristóteles pode ser considerado, se não o criador, certamente, o sistematizador do/da:

a)

a) Bem e do belo.

b)

b) Ética e da política.

c)

c) Ética e da estética.

d)

d) Política e da estética.

e)

e) Eterno e do efêmero.

18.

16.No século V a.C., Atenas vivia o auge de sua democracia. Nesse mesmo período, os teatros estavam lotados, afinal, as tragédias chamavam cada vez mais a atenção. Outro aspecto importante da civilização grega da época eram os discursos proferidos na ágora. Para obter a aprovação da maioria, esses pronunciamentos deveriam conter argumentos sólidos e persuasivos. Nesse caso, alguns cidadãos procuravam aperfeiçoar sua habilidade de discursar. Isso favoreceu o surgimento de um grupo de filósofos que dominavam a arte da oratória. Esses filósofos vinham de diferentes cidades e ensinavam sua arte em troca de pagamento. Eles foram duramente criticados por Sócrates e são conhecidos como:

a)

a) Maniqueistas

b)

b) Hedonistas

c)

c) Sofistas

d)

d) Epicuristas

e)

e) Aristotélicos

19.

A sabedoria de Sócrates, filósofo ateniense que viveu no século V a.C., encontra o seu ponto de partida na afirmação “sei que nada sei”, registrada na obra Apologia de Sócrates. A frase foi uma resposta aos que afirmavam que ele era o mais sábio dos homens. Após interrogar artesãos, políticos e poetas, Sócrates chegou à conclusão de que ele se diferenciava dos demais por reconhecer a sua própria ignorância. O “sei que nada sei” é um ponto de partida para a Filosofia, pois:

a)

a) A dúvida é uma condição para o aprendizado e a Filosofia é o saber que estabelece verdades dogmáticas a partir de métodos rigorosos.

b)

b) É uma forma de declarar ignorância e permanecer distante dos problemas concretos, preocupando-se apenas com causas abstratas.

c)

c) É um exercício de humildade diante da cultura dos sábios do passado, uma vez que a função da Filosofia era reproduzir os ensinamentos dos filósofos gregos.

d)

d) Aquele que se reconhece como ignorante torna-se mais sábio por querer adquirir conhecimentos.

20.

A ética exige um governo que amplie a igualdade entre os cidadãos. Essa é a base da pátria. Sem ela, muitos indivíduos não se sentem “em casa”, experimentam-se como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento”. SILVA, R. R. “Ética, defesa nacional, cooperação dos povos”. In: OLIVEIRA, E. R. (Org.). Segurança & defesa nacional: da competição à cooperação regional. São Paulo: Fundação Memorial da América Latina, 2007 (adaptado).

Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e integração de indivíduos em uma sociedade. De acordo com o texto, a ética corresponde a:

a)

a) Transferência dos valores praticados em casa para a esfera social.

b)

b) Proibição da interferência de estrangeiros em nossa pátria.

c)

c) Valores e costumes partilhados pela maioria da sociedade.

d)

d) Preceitos normativos impostos pela coação das leis jurídicas.

e)

e) Normas determinadas pelo governo, diferentes das leis estrangeiras.