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Radiação Solar e Recursos Hídricos

Total questions: 40

Worksheet time: 40mins

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1.

De acordo com a informação constante na figura 1, as duas áreas que, em Portugal Continental, têm maior potencial para a obtenção de energia térmica e de energia elétrica, a partir da energia solar localizam-se no...

a)

litoral algarvio na bacia do Douro.

b)

litoral a norte de Lisboa e na bacia do Douro.

c)

litoral algarvio e na bacia do Guadiana.

d)

litoral a norte de Lisboa e na bacia do Guadiana.

2.

Em Portugal Continental, dois dos principais fatores explicativos da diferenciação Norte-Sul, que a figura 1 mostra, são a...

a)

latitude e as características do relevo.

b)

continentalidade e a exposição geográfica.

c)

latitude e a exposição geográfica.

d)

continentalidade e as características do relevo.

3.

Os processos que explicam a diferença entre a energia solar recebida no limite superior da atmosfera e a energia que chega à superfície terrestre são a...

a)

radiação solar, a radiação difusa e a radiação direta.

b)

absorção, a reflexão e a difusão.

c)

radiação terrestre, a radiação difusa e a reflexão.

d)

radiação terrestre, a difusão e a absorção.

4.

A maior quantidade de energia solar recebida na superfície terrestre, no hemisfério norte, durante os meses de Maio, Junho e Julho, deve-se a uma...

a)

menor massa de atmosfera atravessada pelos raios solares e a uma menor duração do dia natural.

b)

maior massa de atmosfera atravessada pelos raios solares e a um menor ângulo de incidência desses raios.

c)

menor duração do dia natural e a um maior ângulo de incidência dos raios solares.

d)

maior duração do dia natural e a uma menor massa de atmosfera atravessada pelos raios solares.

5.

Os valores de insolação anual registados na área assinalada com a letra A, relativamente ao restante território nacional, explicam-se pela ocorrência de...

a)

menor nebulosidade, devido à menor frequência da passagem da frente polar e à temperatura média anual mais elevada.

b)

maior nebulosidade, devido à orientação do relevo e à temperatura média anual mais elevada.

c)

maior nebulosidade, devido à orientação do relevo e à maior altitude.

d)

menor nebulosidade, devido à maior altitude e à menor frequência da passagem da frente polar.

6.

As bacias hidrográficas assinaladas na figura 2 com as letras X, Y e Z correspondem, respetivamente, às dos rios...

a)

Cávado, Lima e Guadiana.

b)

Cávado, Guadiana e Mondego.

c)

Lima, Mondego e Guadiana.

d)

Cávado, Lima e Mondego.

7.

Através da análise da figura 2, podemos concluir que, em Dezembro de 2005, os valores percentuais de armazenamento de água em albufeiras, por bacia hidrográfica, eram...

a)

superiores à média de 1990-2000 apenas em duas bacias hidrográficas.

b)

inferiores à média de 1990-2000 em todas as bacias hidrográficas.

c)

inferiores à média de 1990-2000 apenas em duas bacias hidrográficas.

d)

superiores à média de 1990-2000 em todas as bacias hidrográficas.

8.

A maior quantidade de precipitação recebida nas bacias hidrográficas localizadas no Noroeste português, relativamente ao restante território continental, explica-se pela...

a)

influência frequente do anticiclone dos Açores.

b)

baixa altitude média das redes hidrográficas.

c)

maior frequência da passagem das perturbações da frente polar.

d)

existência de muitas bacias hidrográficas exclusivamente nacionais.

9.

Os estados de tempo que originam condições para a ocorrência de seca são, geralmente, condicionados pela influência prolongada de...

a)

centros de baixa pressão.

b)

frentes quentes.

c)

centros de alta pressão.

d)

frentes frias.

10.

O centro de pressão cujo efeito na circulação do ar, na baixa troposfera, é visível na quadrícula 1S da figura 2A corresponde a...

a)

uma depressão barométrica.

b)

um anticiclone.

c)

um ciclone tropical.

d)

um furacão.

11.

Num centro de pressão como o assinalado pela letra X na figura 2B, a circulação do ar é...

a)

convergente e descendente.

b)

convergente e ascendente.

c)

divergente e ascendente.

d)

divergente e descendente.

12.

A posição relativa das massas de ar num corte vertical da atmosfera, efetuado segundo a direção do segmento PQ da figura 2B, corresponde ao esquema da alínea...

a)
b)
c)
d)
13.

O estado de tempo no Sul de Portugal, durante a passagem da frente representada na figura 2B, ter-se-á caracterizado pela ocorrência de...

a)

precipitação intensa e descida da temperatura.

b)

precipitação intensa e subida da temperatura.

c)

chuva miudinha e subida da temperatura.

d)

chuva miudinha e descida da temperatura.

14.

A passagem das superfícies frontais, em Portugal, na situação que a Figura 1 representa, é acompanhada, em regra, por precipitação com características diferentes. Assim,...

a)

a superfície frontal quente origina queda de neve e a superfície frontal fria origina queda de saraiva e de granizo.

b)

a superfície frontal quente origina chuva miudinha e a superfície frontal fria origina aguaceiros mais ou menos intensos.

c)

a superfície frontal quente origina aguaceiros mais ou menos intensos e a superfície frontal fria origina chuva miudinha.

d)

a superfície frontal quente origina queda de saraiva e de granizo e a superfície frontal fria origina queda de neve.

15.

A costa ocidental de Portugal Continental, em regra, é atingida em primeiro lugar pelo sector anterior das perturbações da frente polar porque a progressão das depressões barométricas se faz de...

a)

este para oeste, por a atmosfera não acompanhar o movimento de rotação da Terra.

b)

norte para sul, devido à diferente inclinação dos raios solares ao longo do ano.

c)

sul para norte, devido ao défice de energia solar das regiões equatoriais.

d)

oeste para este, em consequência do movimento de rotação da Terra.

16.

O esquema que representa a variação mais frequente da temperatura num lugar sujeito à passagem de uma perturbação da frente polar é o que se encontra identificado pela letra...

a)
b)
c)
d)
17.

A ocorrência de precipitação intensa, associada à passagem sucessiva de depressões barométricas, pode ter grande impacto sobre o solo. Este facto é particularmente gravoso em vertentes com declive acentuado, se nelas...

a)

existirem grandes áreas cobertas de mato.

b)

tiverem sido construídos socalcos.

c)

tiverem ocorrido, recentemente, fogos florestais.

d)

existirem plantações densas de espécies arbóreas.

18.

Se se considerar que, no mapa da Figura 1, os limites inferiores das classes correspondem a linhas que

unem pontos com igual temperatura média do ar, então estas linhas são...

a)

isoietas.

b)

isotérmicas.

c)

isossistas.

d)

isócronas.

19.

Os valores mais baixos das médias das temperaturas médias do ar no mês de Janeiro de 2009, de acordo

com a Figura 1, registaram-se...

a)

ao longo da secção portuguesa do rio Douro.

b)

nas áreas de maior altitude a norte do rio Tejo.

c)

no litoral a norte do cabo Carvoeiro.

d)

na faixa litoral mais ocidental do Algarve.

20.

A variação espacial da temperatura no mês de Janeiro de 2009, observável na Figura 1, deve-se, além da influência da latitude, especialmente, à influência...

a)

da orientação dos vales e da proximidade do mar.

b)

da altitude e da exposição geográfica.

c)

da orientação dos vales e da exposição geográfica.

d)

da altitude e da proximidade do mar.

21.

As áreas de Portugal Continental que, segundo os dados da Figura 1, registam temperaturas mais favoráveis para a produção de hortícolas, durante o Inverno, são...

a)

o litoral sul do Algarve e a faixa litoral entre Peniche e Sagres.

b)

o norte interior e a faixa litoral entre Peniche e o Porto.

c)

o Alentejo interior e a faixa litoral a norte da «ria» de Aveiro.

d)

o vale do rio Douro e a faixa litoral a norte de Lisboa.

22.

Na ilha da Madeira, tal como acontece na generalidade do Continente, os aglomerados populacionais

localizam-se, preferencialmente, nas vertentes orientadas a sul, porque

a)

o número de horas de sol acima do horizonte é menor do que nas vertentes voltadas a norte.

b)

o dia natural tem maior duração do que nas vertentes voltadas a norte.

c)

a energia recebida por unidade de superfície é maior do que nas vertentes voltadas a norte.

d)

a exposição aos raios solares é menor do que nas vertentes voltadas a norte.

23.

A imagem da Figura 2 foi obtida

a)

ao início da manhã, porque a baixa altura do Sol só permite iluminar a parte inferior dos edifícios.

b)

a meio da tarde, porque a fachada dos edifícios orientada para este (E) está à sombra.

c)

ao meio-dia, porque o Sol incide na vertical no telhado dos edifícios.

d)

a meio da manhã, porque as sombras dos edifícios são projectadas para oeste (W).

24.

A fim de obter o melhor rendimento diário de um painel solar, a instalar sobre o telhado identificado com a letra A na Figura 2, esse painel deve estar orientado para

a)

norte.

b)

sul.

c)

nascente.

d)

poente.

25.

As melhores condições para o aproveitamento da energia solar ocorrem, em regra, durante os meses de Verão, devido

a)

à influência do anticiclone dos Açores, que origina maior número de dias sem nebulosidade.

b)

à passagem mais frequente de perturbações da frente polar, que transportam ar quente e seco.

c)

às águas quentes da corrente do Golfo, que afectam a costa sul e diminuem a nebulosidade.

d)

ao fenómeno de upwelling, que facilita a ascensão do ar e a formação de nuvens.

26.

As condições naturais existentes no arquipélago dos Açores propiciam o aproveitamento de energias renováveis, sobretudo

a)

do gás natural e da energia das ondas.

b)

da energia hidroeléctrica e da energia das marés.

c)

da energia geotérmica e da energia eólica.

d)

da biomassa e da energia solar.

27.

Portugal é um dos países da Europa com mais condições para o aproveitamento da energia do Sol, porque

a)

tem um elevado número de horas de Sol descoberto ao longo do ano.

b)

as vertentes das principais cadeias montanhosas estão orientadas para norte (N).

c)

a montagem de painéis solares é assegurada exclusivamente por mão-de-obra qualificada.

d)

tem uma rede de distribuição de electricidade que permite um acesso rápido a essa energia.

28.

Na maioria das estações meteorológicas da ilha da Madeira, de acordo com a Figura 2A, o valor mais elevado e o valor mais baixo de precipitação ocorrem, respetivamente, nos meses

a)

de fevereiro e de setembro.

b)

de dezembro e de agosto.

c)

de janeiro e de julho.

d)

de novembro e de junho.

29.

As duas estações meteorológicas da ilha da Madeira, representadas na Figura 2A, que registam os valores mais elevados de precipitação localizam-se...

a)

na área central da ilha, com altitude superior a 1000 m.

b)

na base da vertente norte da ilha.

c)

na área oriental da ilha, com altitude entre 500 e 1000 m.

d)

na base da vertente sul da ilha.

30.

A maior quantidade de precipitação registada nas estações meteorológicas de Santana e de Ponta Delgada, relativamente à registada nas estações meteorológicas do Funchal e da Ribeira Brava, deve-se, sobretudo, à maior

a)

frequência dos ventos do Norte de África na vertente norte.

b)

influência do anticiclone dos Açores na vertente sul.

c)

inclinação da vertente sul da ilha da Madeira.

d)

exposição da vertente norte aos ventos húmidos dominantes.

31.

O estado do tempo corresponde...

a)

ao conjunto dos fenómenos atmosféricos que caracterizam o estado médio da atmosfera, durante o ano.

b)

às condições atmosféricas que se registam num determinado momento e num território específico.

c)

às condições atmosféricas que se repetem com maior frequência num determinado local, ao longo de vários anos.

d)

ao conjunto dos fenómenos atmosféricos que se manifestam ao longo do ano num território limitado.

32.

O estado do tempo em Portugal continental no dia 17 de julho de 2012, de acordo com a Figura 2, foi influenciado...

a)

pelo anticiclone dos Açores, que se estendia em crista até à Europa Central.

b)

por um anticiclone de origem térmica formado no centro da Europa.

c)

por um centro de baixas pressões de origem térmica formado no interior da Península Ibérica.

d)

pela perturbação da frente polar localizada a noroeste de Portugal continental.

33.

Num centro de pressão como o que afetava Portugal no dia 17 de julho de 2012, a circulação do ar é

a)

convergente e ascendente.

b)

convergente e descendente.

c)

ascendente e divergente.

d)

descendente e divergente.

34.

Qual dos esquemas seguintes representa o corte vertical da atmosfera segundo o segmento XY, assinalado na Figura 2?

a)
b)
c)
d)
35.

A depressão barométrica identificada na Figura 1 está centrada na proximidade...

a)

da Noruega.

b)

da Islândia.

c)

das Ilhas Britânicas.

d)

das ilhas açoreanas.

36.

As isolinhas traçadas na carta sinóptica da Figura 1 denominam-se...

a)

isotérmicas.

b)

isóbaras.

c)

isoietas.

d)

isótimas.

37.

O estado do tempo que se fez sentir na Região Autónoma da Madeira, de acordo com a Figura 1, caracterizou-se por...

a)

estabilidade, com a ocorrência de céu limpo e a ausência de vento.

b)

instabilidade, com a ocorrência de vento fraco e de chuva contínua.

c)

estabilidade, com a ocorrência de forte nebulosidade e de vento moderado.

d)

instabilidade, com a ocorrência de vento forte e de precipitação abundante.

38.

Numa depressão barométrica, como a identificada na Figura 1, a circulação do ar à superfície é...

a)

ascendente e divergente.

b)

convergente e descendente.

c)

convergente e ascendente.

d)

descendente e divergente.

39.

A diferença entre os valores da precipitação registados no noroeste e no nordeste de Portugal continental deve-se, entre outras razões, à

a)

presença de relevo montanhoso na região noroeste.

b)

orientação discordante das montanhas localizadas a norte do rio Douro.

c)

menor profundidade dos vales da bacia do rio Douro.

d)

passagem frequente das perturbações da frente polar, na região nordeste.

40.

A interpretação da carta sinóptica da Figura 2 permite-nos afirmar que...

a)

a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta a Grã-Bretanha.

b)

a massa de ar que afeta a Grã-Bretanha é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira.

c)

a massa de ar que afeta o arquipélago da Madeira é mais quente do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores

d)

a massa de ar que afeta Portugal continental é mais fria do que a massa de ar que afeta o arquipélago dos Açores.