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WorksheetsDPOC
Total questions: 20
Worksheet time: 23mins
DPOC pode ser definido pelo(a):
História clínica e Raio-X
Raio -X
Espirometria pré broncodillatadora
Espirometria pós broncodilatadora
Quais são os fatores de risco para a DPOC?
apenas tabagismo
gases tóxicos e fumaça
biomassa, poluição e gases tóxicos
gases tóxicos
É verdadeiro afirma que:
A relação de VEF1/CFV < 0,70 define a presença de obstrução
A relação de VEF1/CVF > 0,70 define a presença de obstrução
A relação de VEF1/CVF sempre vai diferenciar doença restritiva e obstrutiva
A relação de VEF1/CVF só é válida se fizer pré e pós broncodilatador
Pacientes com DPOC podem ser classificados pelas seguintes características:
magnitude de dispneia e qualidade de vida
exacerbações no último ano e hospitalizações, dispneia e vef1
impacto de qualidade de vida e vef1
valores de VEF1
dpoc pode ser classificado em
ABCD
Grau I, II, III e IV
ambas as combinações
pela quantidade de maços fumados
O objetivo de tratamento de DPOC é:
controle dos sintomas e reduzir riscos futuros
Cessar a tosse
evitar perda de peso na doença mais grave
melhorar a função respiratória
O fármaco mais utilizado na DPOC para a sensação de dispneia é:
broncodilatador de longa duração
corticoide inalatório
anti-inflamatório (inibidor de fosfodiesterase 4)
imunomodulador (macrolídeos)
São broncodilatadores de longa duração:
fenoterol e formoterol
salmeterol e indacaterol
salbutamol e vilanterol
salbutamol e fenoterol
O corticoide inalatório na DPOC é indicado quando:
paciente apresenta VEF1< 30% e uma hospitalização no último ano
paciente apresenta eosinófilos < 150 células periféricas e VEF1<50%
paciente apresenta duas exacerbações no último ano e eosinófilos >300 células
paciente esteja usando beta agonista de longa duração combinada com anticolinérgico de longa duração
A combinação de beta agonista de longa duração e anticolinérgico de longa duração é indicada na DPOC quando:
paciente apresentar falência respiratória
paciente apresentar hospitalização
paciente apresentar dispneia não controlada com monoterapia
paciente apresentar eosinófilos> 150 células periféricas
Exacerbação da DPOC é definida quando:
paciente apresentar quadro de piora aguda dos sintomas respiratórios
paciente apresentar outro diagnóstico confirmado como pneumotórax
paciente apresentar tosse, secreção e piora da dispneia não caracterizada por pneumonia
paciente necessitar hospitalização
Exacerbação da DPOC pode ser desencadeada por:
vírus, poluentes
bactérias como hemofilos, moraxela e pneumococos
vírus, poluentes e bactérias
mudança da temperatura
Na exacerbação da DPOC ocorre:
perda da capacidade funcional de exercício
perda de função pulmonar
aumento no risco de mortalidade
piora da qualidade de vida
todas acima
A exacerbação da DPOC pode ser classificada em:
alto risco ou baixo risco de morte
leve, moderado e grave
hospitalizado ou não hospitalizado
risco de ventilação mecânica
Paciente com DPOC exacerbada em atendimento no PS, com nível de consciência Glasgow 15, dispneia intensa e gasometria arterial em ar ambiente: pH:7,28; PO2: 57, PCO2: 65, HCO3: 24. Melhor conduta:
intubar paciente
fazer broncodilatador de curta duração e corticoide oral
corticoide oral e suplemento de oxigênio
ventilação não invasiva e suplemento de oxigênio
Oxigênioterapia domiciliar prolongada é indicado na DPOC quando:
apresentar VEF1< 30%
presença de hipertensão pulmonar
história de exacerbação
cor pulmonale ou policitemia
A utilização de oxigenoterapia domiciliar prolongada na DPOC modifica:
os valores basais em ar ambiente de pressão arterial de oxigênio
modifica risco de mortalidade
não modifica características cardíacas
não modifica qualidade de vida e estado cognitivo
Quais são outras formas não farmacológicas recomendadas para todos pacientes com DPOC:
vacinação anti-influenza e anti-pneumocócica
reabilitação pulmonar
transplante pulmonar
válvula redutora de pulmão
Paciente com DPOC muito grave, CAT 12, uma hospitalização por infecção urinária, melhor conduta é:
saber os valores de eosinófilos
usar medicação de resgate juntamente com reabilitação pulmonar
terapia combinada de broncodilatador de longa duração e corticoide inalatório
monoterapia de longa duração
Paciente com DPOC muito grave, CAT 12, hospitalização por pneumonia. Em uso de budesonida associada a formoterol. Melhor conduta é:
manter medicação
vacinação anti-pneumocócica
associar anti-inflamatório oral
suspender budesonida
