WorksheetsPCR
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Worksheet time: 8mins
O enfermeiro foi solicitado com urgência na sala de espera porque, enquanto aguardava ser chamado para receber a vacina contra gripe, M.S., 66 anos, sexo masculino, obeso, “havia desmaiado”. Ao chegar ao local, constatou que o usuário apresentava parada cardiorrespiratória. Frente a essa situação, entre outras ações, deve iniciar os procedimentos de reanimação com compressões torácicas na frequência (F) e profundidade (P).
F= 80 a 100 compressões por minuto p= 1/3 do diâmetro antero do tórax
F= 80 a 100 compressões por minuto p= 5 a 6 cm
F 80 a 120 compressões por minuto p= 6 a 8 cm
F= 100 a 120 compressões por minuto p= 5 a 6 cm
Os sinais e sintomas apresentados pela vítima de parada cardiorrespiratória incluem a inconsciência e a ausência de pulsação.
CERTA
ERRADA
Ao presenciar uma Parada Cardiorrespiratória (PCR) extra-hospitalar e havendo um Desfibrilador Externo Automático (DEA) prontamente disponível no local, recomenda-se que o socorrista
inicie com o procedimento ver, ouvir e sentir se há respiração e só utilizar o DEA com a chegada do Suporte Avançado de Vida
peça ajuda, solicite um DEA e inicie a RCP
inicie a reanimação cardiopulmonar com compressões torácicas e use o DEA o quanto antes.
inicie a reanimação cardiopulmonar com 02 ventilações de resgate, seguidas de 30 compressões torácicas e não utilize o DEA.
Considerando as manobras de Reanimação Cardiopulmonar-RCP, segundo as Diretrizes American Heart Association-AHA de 2015, recomenda-se as seguintes condutas, exceto
Realizar compressões torácicas a uma frequência de 80 a 100/min.;
Comprimir a uma profundidade de pelo menos 2 polegadas (5cm)
Permitir o retorno total do tórax após cada compressão;
Minimizar as interrupções nas compressões;
Ventilar adequadamente (2 respirações após 30 compressões).
Um dos pulsos mais indicado para ser palpado no reconhecimento da parada cardiopulmonar no adulto é o
poplíteo.
Pedioso
Carotídeo
radial
Qual alteração no monitor podemos observar na Imagem?
Fibrilação Ventricular
Taquicardia ventricular
AESP
Assistolia
Qual alteração podemos identificar no monitor cardiaco?
AESP
Assitolia
TV
FV
Quais ritmos de paradacardiorespiratória Serão Reconhecidos e ativara a função de desfibrilação no DEA?
TV / Assistolia
AESP / FV
FV / TV
FV / Assistolia
Paciente, 70 anos, chega ao serviço de emergência apresentando os seguintes sinais e sintomas: desvio de comissura labial à direita, paresia no membro superior esquerdo, dislalia e níveis pressóricos alterados. Diante dessa situação, qual escala deve ser aplicada para avaliação desse paciente, além da Escala de Glasgow?
Escala de Braden.
Escala de Elpo.
Escala de Cincinnati.
Escala de Bristol.
Em um acidente de trânsito, uma das vítimas foi socorrida por uma equipe médica. Tal vítima estava inconsciente e com ausência de movimento respiratório, de pulso e de batimentos cardíacos. Apresentava lábios, unhas e língua azulados, palidez excessiva e pupilas dilatadas.
Esses sinais indicam que a vítima do acidente estava tendo um(a)
edema pulmonar
parada cardíaca
parada respiratória
parada cardíaca e respiratória
