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Ética de Kant Base

Total questions: 41

Worksheet time: 21mins

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1.

A necessidade de estabelecer um critério que distinga uma ação boa de uma ação má refere-se ao problema da

a)

criação da moral.

b)

fundamentação da moral.

c)

eliminação da moral.

d)

relativização da moral.

2.

Kant é um autor que valoriza:

a)

a ação em si mesma.

b)

as consequências da ação.

c)

a utilidade da ação.

d)

a conformidade da ação com a lei moral.

3.

Kant afirma que as ações só têm valor moral se forem praticadas...

a)

conforme o dever.

b)

por dever.

c)

com consciência.

d)

contra o dever.

4.

Na perspetiva kantiana, ser bem comportado nas aulas por receio de ser castigado pelo professor representa uma ação...

a)

conforme o dever.

b)

por dever.

c)

moralmente correta.

d)

com boa intenção.

5.

Para Kant, o propósito do agente deve ser cumprir o dever...

a)

pensando nas consequências.

b)

com segunda intenção.

c)

para ser feliz.

d)

de forma desinteressada.

6.

A afirmação «O valor moral de uma ação reside em si mesma.» refere-se à ética

a)

deontológica.

b)

utilitarista.

c)

consequencialista.

d)

categórica.

7.

Para Kant, uma ética baseada no Dever deve depender...

a)

dos sentimentos.

b)

da Razão.

c)

de Deus.

d)

das leis da sociedade.

8.

Segundo Kant, qual dos seguintes princípios não releva para a ação moral:

a)

Princípio do desinteresse "Age desinteressadamente".

b)

Princípio da imparcialidade "Decide com imparcialidade".

c)

Princípio do dever.

d)

Princípio utilitário.

9.

Em Kant, a máxima que afirma que o Outro deve ser tratado como um Fim Em Si Mesmo e nunca um Meio refere-se...

a)

ao princípio da Universalidade.

b)

ao princípio de Humanidade (e dignidade).

c)

ao princípio do Racionalismo.

10.

O imperativo categórico define-se por exigir:

a)

a universalização da ação.

b)

o direito a ter uma moralidade.

c)

a fé numa confissão religiosa.

d)

a existência de sentimento na ação.

11.

um imperativo hipotético diferencia-se do categórico:

a)

por exigir a realização de uma ação que é fim em si mesmo.

b)

por exigir uma ação que traz a maior utilidade.

c)

por exigir a realização de uma ação que é um meio para atingir um fim.

12.

Assinala quais são os 3 tipos de ações propostas por Kant:

a)

Ações contrárias, dependentes e por dever.

b)

Ações contrárias, conforme e disforme ao dever.

c)

Ações contrárias, conforme ao e por dever.

d)

Ações contrárias e a favor do dever.

13.

O problema filosófico da fundamentação da moral formula-se da seguinte forma:

a)

Como devemos agir ?

b)

O que é a moral?

c)

Como justificar adequadamente convições morais?

d)

Qual é o critério de moralidade da ação ?

14.

Kant considera que a única coisa boa em si mesma é...

a)

a felicidade.

b)

o prazer.

c)

o imperativo categórico.

d)

a vontade boa.

15.

Kant defende que na avaliação moral das ações temos unicamente de ver se...

a)

estão de acordo com o dever.

b)

têm boas consequências.

c)

contribuem para a felicidade geral.

d)

são feitas por dever.

16.

Segundo o imperativo categórico, devemos agir sempre segundo máximas que...

a)

possamos querer que agradem à maioria.

b)

estejam de acordo com o interesse geral da sociedade.

c)

estejam de acordo com as leis naturais.

d)

possamos querer que todos adotem.

17.

Segundo Kant, a vontade é autónoma quando...

a)

Cumpre a lei que deu a si mesma.

b)

Está de acordo com a natureza humana.

c)

Está de acordo com o dever.

d)

É determinada pelo desejo.

18.

Segundo Kant, uma boa vontade tem um valor

a)

incondicional

b)

condicional

c)

instrumental

d)

religioso

19.

Uma pessoa dotada de boa vontade sabe agir...

a)

sabe agir em conformidade com o bem

b)

em conformidade com o dever

c)

por respeito ás leis do seu país

d)

por dever

20.

Um imperativo hipotético exprime um:

a)

fim subjetivo

b)

fim supremo da moralidade

c)

fim objetivo

d)

fim independente dos nossos desejos

21.

Em Kant, a fórmula do respeito pelas pessoas impede que...

a)

as pessoas sejam tratadas como fins e ao mesmo tempo meios

b)

as pessoas sejam tratadas como seres racionais

c)

as pessoas sejam tratadas apenas como meios

d)

as pessoas sejam tratadas como seres com valor intrínseco

22.

Kant pensava que a moral não devia misturar-se com ____________.

a)

as emoções

b)

Lágrimas

c)

Ideias

d)

Razões

23.

Os imperativos ___________ adotam a forma «Se quiseres x, faz y».

a)

categóricos

b)

imperativos

c)

nenhum destes

d)

hipotéticos

24.

O imperativo __________ será simplesmente «Não roubes!». É uma ordem que indica o dever.

a)

categórico

b)

hipotético

25.

Para Kant, só deverás atuar com base em máximas que sejam passíveis de serem

a)

indeterminadas

b)

universalizáveis

c)

condicionais

26.

O conceito de máxima em Kant refere-se a:

a)

a uma regra universal que é imposta pelos outros.

b)

a uma regra que só tem valor moral se puder ser universalizada.

27.

A lei moral em Kant apresenta-se sob a forma:

a)

de uma norma de ação concreta.

b)

de um imperativo categórico.

28.

Segundo Kant, a moral depende de bons sentimentos. Esta afirmação é:

a)

verdadeira pois a bondade exige compaixão pelos outros.

b)

falsa porque implicaria que só agiríamos de forma correta com quem gostássemos.

29.

Saber qual é o nosso dever e não agir de acordo com ele significa que...

a)

a nossa vontade é autónoma.

b)

a nossa vontade é heterónoma.

30.

«Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de outrem, sempre como um fim e nunca como meio.» Esta fórmula do imperativo categórico...

a)

defende que o valor do ser humano é absoluto.

b)

defende que o valor do ser humano é relativo.

31.

A fórmula da Humanidade proíbe absolutamente que as pessoas sejam usadas como meios umas pelas outras. Esta afirmação é:

a)

verdadeira.

b)

falsa.

32.

Segundo Kant, a obrigação de dizer a verdade é:

a)

absoluta, desde que tenha boas consequências.

b)

categórica, porque é incondicional.

33.

Segundo Kant, agir moralmente bem depende de...

a)

dos resultados da ação.

b)

da intenção do agente.

c)

da satisfação interior ao realizar a ação.

34.

Agir em conformidade com o dever é:

a)

agir de uma forma em que os nossos interesses influenciam a nossa motivaçãorespeitando a legalidade.

b)

agir respeitando uma exigência moral categórica.

35.

A Boa Vontade é, segundo Kant:

a)

a Vontade que age motivada exclusivamente pelo cumprimento do dever.

b)

a Vontade cujos atos produzem sempre boas consequências.

36.

Segundo Kant, as obrigações morais como «Não matar.», «Não roubar.» e «Não mentir.» são:

a)

dependentes da nossa simpatia pelos outros.

b)

condicionais porque dependem das situações.

c)

deveres cujo cumprimento não é obrigatório.

d)

deveres que não estão sujeitos a exceções.

37.

Um imperativo categórico é:

a)

um princípio incondicionalmente imposto pela razão.

b)

um princípio que nada tem a ver com as máximas que orientam a nossa ação.

38.

«Cumprir promessas apenas quando for do meu interesse.» Para Kant, esta máxima é própria de uma:

a)

ação contrária ao dever - imoral e ilegal.

b)

ação conforme ao dever - imoral e legal.

c)

ação por dever - moral e legal.

39.

O principal motivo que levaria Kant a rejeitar a teoria de Mill seria ...

a)

porque só devemos procurar a nossa felicidade e não a felicidade de todos.

b)

porque é moralmente errado usar as pessoas em benefício da felicidade geral.

40.

A 1ª fórmula do Imperativo Categórico...

a)

serve para definir que deveres podem ser universalizados.

b)

serve para verificar que situações não devemos cumprir o dever.

41.

A 2ª fórmula do Imperativo Categórico defende que:

a)

existem deveres absolutos porque existem direitos absolutos em relação ao ser humano.

b)

existem deveres relativos porque o ser humano tem direitos relativos.