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WorksheetsO Utilitarismo de Stuart Mill
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
O utilitarismo exige:
Que o agente seja imparcial entre a sua própria felicidade e a dos outros.
Que o agente seja parcial e a felicidade dos outros conta mais do que a sua própria.
Que o agente seja parcial e a sua felicidade conta mais do que a dos outros.
Durante a Segunda Guerra Mundial os pescadores holandeses mentiam aos nazis para proteger os judeus, que levavam escondidos, possibilitando que estes acedessem a um país neutral e assim pudessem salvar a vida. De acordo com o utilitarismo, esta ação é:
Errada, pois mentir é sempre errado.
Errada, pois Deus diz que é errado mentir.
Correta, pois mentir pode ser uma ação moral desde que maximize a felicidade ou bem-estar geral.
Um carro elétrico move-se descontrolado numa linha. No seu caminho estão cinco pessoas a trabalhar e essas pessoas vão certamente morrer. Só que tu, no limite, podes desviar o carro elétrico para uma outra linha onde se encontra apenas uma pessoa. Se fores um utilitarista, o que deves fazer?
Não desviar de linha o carro elétrico, pois matar ou colaborar com a morte de alguém é sempre errado.
Desviar de linha o carro elétrico, pois promove globalmente mais felicidade do que infelicidade.
Não desviar de linha o carro elétrico e deixar morrer cinco pessoas.
Mill rejeita uma estimativa quantitativa do prazer porque:
A felicidade é incompatível com os prazeres inferiores, como os da comida, da bebida e do sexo.
Os seres humanos apesar de terem experiência de prazeres inferiores tal como os outros animais são capazes de outros prazeres que estão fora do alcance de outros seres sencientes.
Os prazeres inferiores são exclusivos dos animais não-humanos.
Para um utilitarista, na avaliação das ações interessa sobretudo determinar:
As consequências da ação, e não os motivos do agente.
O motivo do agente, e não as consequência da ação.
Nem os motivos do agente nem as consequências da ação.
Para o utilitarismo, a felicidade é o bem fundamental e identifica-se com o prazer. Acerca do prazer, Mill afirma:
Preferimos os prazeres mais intensos.
A quantidade de prazer é o único fator que conta na nossa felicidade e na felicidade geral.
Preferimos a experiência de um prazer superior a qualquer quantidade de prazeres inferiores.
Na perspectiva utilitarista uma acção que procura criar felicidade mas produz mais infelicidade do que as ações alternativas é uma ação:
Moralmente permissível.
Moralmente incorreta.
Moralmente correta.
Segundo o utilitarismo,
Roubar é sempre errado.
Roubar a arma de um maníaco homicida é um ato moralmente correto.
Roubar é correto desde que seja benéfico para quem rouba.
"As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade":
De todos exceto o próprio agente.
Apenas do próprio agente.
De todos os envolvidos.
O utilitarismo é:
Uma teoria ética teleológica e consequencialista.
Uma teoria ética teleológica e das virtudes.
Uma teoria ética deontológica.
Imagina que és um bombeiro. Uma casa está a arder e as pessoas não conseguem sair de lá. Numa parte da casa está um teu amigo e na outra parte oposta da casa estão quatro estranhos. Tu só tens tempo de ir a uma das partes da casa. O que deves fazer se fores um utilitarista?
Não salvar ninguém.
Salvar o teu amigo.
Salvar os quatro estranhos.
Qual é o bem último para o utilitarismo de Stuart Mill?
A felicidade.
A vontade boa.
A virtude.
Segundo o utilitarismo, mentir é sempre errado. Esta afirmação é:
Falsa, porque a mentira é má em algumas circunstâncias e boa em outras, dependendo das suas consequências.
Verdadeira, porque há deveres absolutos.
Falsa, porque o utilitarimo não dá a mínima importância às regras e princípios morais.
O utilitarismo de Mill enfrenta, entre outras, a seguinte objeção:
Maximiza a quantidade do prazer sem ter em conta a qualidade dos prazeres que são maximizados.
Há ações que não têm consequências.
Obriga-nos a dedicar a nossa vida a promover a maxização do bem, e ficamos sem oportunidades para os nossos projetos pessoais.
Maximizar o bem para o utilitarismo é:
Promover a maior felicidade ou bem-estar geral.
Promover a maior felicidade ou bem-estar das pessoas de quem o agente gosta.
Promover a maior felicidade ou bem-estar do próprio agente.
De acordo com o principio de utilidade, cada um deve:
Promover a sua própria felicidade.
Promover a felicidade geral.
Tratar os outros como fins e nunca simplesmente como meios.
É completamente coerente com a doutrina utilitarista defender a moralidade da escravatura. Esta afirmação é:
Falsa, porque a defesa da escravatura viola o princípio de utilidade: a crença de que o bem é a felicidade para o maior número possível de pessoas.
Falsa, porque segundo o utilitarismo a escravatura viola direitos humanos fundamentais.
Verdadeira, porque o sofrimento de uma minoria tem como contraponto o bem-estar da maioria.
Para um utilitarista a moralidade consiste em:
Agradar a Deus cumprindo os seus mandamentos.
Criar no mundo o melhor estado de coisas possível através dos nossos atos.
Cumprir regras abstratas.
A ética utilitarista é uma teoria:
Que considera que o prazer é um meio para atingir a perfeição moral.
Hedonista porque entende que o fim último das atividades humanas é a felicidade entendida como prazer ou ausência de dor e sofrimento.
Que valoriza as qualidades que constituem o carácter de uma pessoa.
Segundo o utilitarismo, o que faz uma ação ser correta?
Produzir a maior felicidade para o maior número é o que faz uma ação ser correta.
Cumprir o imperativo categório é o que faz uma ação ser correta.
Promover apenas o que é mais vantajoso para mim é o que faz uma ação ser correta.
