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WorksheetsPort. 10ºano: poesia trovad., Crónica de D. JoãoI e Farsa .
Total questions: 40
Worksheet time: 24mins
Géneros de texto que constam do domínio da Leitura.
Um texto em que se narra uma viagem, em curso ou já realizada, descrevendo os locais por onde o viajante passa e as suas vivências, designa-se por
Diário;
Exposição sobre um tema;
Memórias;
Relato de viagem.
Um texto que explora um determinado tema/assunto da ciência e/ou da técnica e que tem por finalidade dar a conhecer uma inovação na área em questão a um público não especializado.
Apreciação crítica;
Diário;
Artigo de divulgação científica;
Exposição sobre um tema.
Este género textual tem como finalidade apresentar de forma clara, concisa, objetiva e fundamentada um determinado tema, fornecendo para tal informações, explicações, exemplos, documentos. Este texto tem essencialmente um carácter demonstrativo...
Artigo de opinião;
Exposição sobre um tema;
Artigo de divulgação científica;
Memórias.
Trata-se de um texto que alia aspetos informativos a outros de amplo carácter argumentativo e subjetivo, tendo como finalidade a valoração ( positiva) ou negativa) da realidade sobre a qual o crítico opina. Enquadra-se no discurso jornalístico, inserindo-se no domínio cultural, nas artes plásticas, no cinema, no teatro, livros, música, televisão...
Diário;
Exposição sobre um tema;
Artigo de divulgação científica;
Apreciação crítica.
Texto argumentativo, é fortemente persuasivo e alicerçado em pontos de vista de um emissor que mobiliza informação objetiva. Tem a sua origem na retórica ( arte de bem argumentar) e na oratória ( arte da eloquência), orientado para convencer o povo.
Apreciação crítica;
Artigo de opinião;
Discurso político;
Exposição sobre um tempo.
Ao nível do domínio da escrita, a reformulação textual que se baseia na contração de informação (seleção do essencial e supressão do acessório) e na generalização ( assente na substituição de determinadas expressões por outras, mais genéricas e abrangentes). Estamos a falar
do texto de opinião;
apreciação crítica;
síntese;
exposição sobre um tema.
Educação Literária
Que nome se dá ao conjunto de composições poéticas medievais, enquadradas em diferentes géneros, destinadas a serem cantadas, e que foram produzidas em Portugal, na Galiza e também nos reinos de Castela, Leão e Aragão, entre meados do século XII a meados do século XIV.
Poesia Telúrica;
Poesia Provençal;
Poesia Trovadoresca;
Poesia Cortesã.
Educação Literária:
A poesia trovadoresca expressa-se em que língua?
Occitano
Franco-Provençal;
Catalão;
Galaico-português.
Como se denomina ao compositor de poesia, quase fidalgo ( podia até ser rei)?
trovador;
jogral;
segrel;
menestrel.
Educação Literária: Representação de afetos e emoções.
As cantigas que apresentam, na voz da donzela (o sujeito poético é feminino), os sentimentos por ela vividos relativamente ao seu amigo que pode estar longe, ausente e por isso manifesta saudade, tristeza...
Estas são as
cantigas de amigo;
cantigas de amor;
cantigas de escárnio;
cantigas de maldizer
Educação Literária:
Nas cantigas onde a voz é masculina e o sentimento amoroso é vivido por um homem que se coloca ao serviço de uma mulher, regra geral, casada. A dama mostra-se distante, fria, indiferente....estas são as
cantigas de amigo;
cantigas de amor;
cantigas de escárnio;
cantigas de maldizer.
Educação Literária:
Na verdade, os trovadores e os jograis sentiram também a necessidade de apontar o dedo a algumas figuras da sociedade, a algumas situações ou comportamentos. Quando o faziam diretamente, nomeando os visados e usando uma linguagem clara, satírica, por vezes até, grosseira e violenta estávamos perante
cantigas de amigo;
cantigas de amor;
cantigas de escárnio;
cantigas de maldizer.
Educação Literária:
Na verdade, os trovadores e os jograis sentiram também a necessidade de apontar o dedo a algumas figuras da sociedade, a algumas situações ou comportamentos. Quando o faziam de forma indireta, não especificando concretamente quem era ou qual era o alvo e recorrendo a uma linguagem mais camuflada, irónica, estas são as
cantigas de amigo;
cantigas de amor;
cantigas de escárnio;
cantigas de maldizer.
Educação Literária:
Ai, dona fea, foste-vos queixar
que vos nunca louv[o] em meu cantar;
mais ora quero fazer um cantar
em que vos loarei toda via;
e vedes como vos quero loar:
dona fea, velha e sandia!…
Esta cantiga classifico-a como
cantiga de amigo;
cantiga de amor;
cantiga de escárnio;
cantiga de maldizer.
Educação Literária:
Martín Gil, un homen vil
se quer de vós querelar:
que o mandastes atar
cruamente a un esteo,
dando-lh'açoutes ben mil;
e aquesto, Martín Gil,
parece a todos mui feo.
cantiga de amor;
cantiga de maldizer;
cantiga de amigo;
cantiga de escárnio.
Educação Literária:
Ai eu, coitada, como vivo en gran cuidado
por meu amigo, que hei alongado!
Muito me tarda
o meu amigo na Guarda!
cantiga de amor;
cantiga de escárnio;
cantigo de amigo;
cantiga de maldizer.
Educação Literária: D.Dinis.
Amor, em que grave dia vos vi,
pois [a] que tam muit'há que eu serv'i,
jamais nunca se quis doer de mi!
E pois me tod'este mal per vós vem,
mia senhor haja bem, pois est assi,
e vós hajades mal e nunca bem.
cantiga de amigo;
cantiga de maldizer;
cantiga de amor;
cantiga de escárnio.
Educação Literária: Prosa Medieval.
As primeiras manifestações de historiografia medieval, como por exemplo os livros de linhagens e as crónicas ganham grande relevância, sobretudo no reinado de
D. Dinis;
D.Afonso IV;
D.Pedro I;
D. Fernando.
Educação Literária:
A partir de 1424 foi nomeado pelo rei D. Duarte, para desempenhar o cargo de cronista do reino, com a missão de colocar em crónica " as estórias dos reis que antigamente em Portugal foram" bem como os " grandes feitos e altos do mui virtuoso" rei D. João I, seu pai.Esse cronista chamava-se
Rui de Pina;
Vasco Fernandes Lucena;
Gomes Eanes de Zurara;
Fernão Lopes.
Educação Literária:
Qual foi considerada a crónica medieval mais importante?
crónica de el-rei D.Pedro I;
Crónica de D.Fernando;
Crónica de D. João I
Crónica de El-Rey D. Afonso Henriques
Educação Literária:
A crónica de D. João I procura
legitimar o novo rei, D.João I.
evidenciar a coragem dos portugueses;
Destacar a superioridade estratégica dos portugueses;
Registar a forma épica como derrotámos os castelhanos.
Educação Literária:
O grande herói na Crónica de D. João I é
coletivo - o povo;
o Mestre de Avis;
o rico burguês lisboeta, Álvaro Pais;
o Condestáve, D. Nuno Ávares Pereira.
Educação Literária:
Na Crónica de D. João I quem faz do Mestre de Avis, o herói do Povo, espalhando pelas ruas de Lisboa que estavam a matar o Mestre no Paço....
foi Lopo Lias;
foi o conde João Fernandes Andeiro;
foi João da Regras
foi Álvaro Pais.
Educação Literária:
O programa do ensino secundário prevê o estudo de que capítulos da Crónica de D. João I?
10, 113 e 138 da 1ª parte;
9, 135 e 145 da 1ª parte;
11, 115 e 148 da 1ª parte;
18, 126 e 153 da 1ª parte.
Educação Literária:
O Autor da Farsa de Inês Pereira e o Auto da Feira é
Anrique da Mota;
Almeida Garret;
Gil Vicente
António Ferreira.
A primeira obra conhecida de Gil Vicente é
o Auto dos Reis Magos;
O Auto da Índia;
O Monólogo do Vaqueiro
Auto da Sibila Cassandra
A última peça de Gil Vicente foi representada em Évora em 1536 e intitulava-se
Floresta de Enganos;
Quem tem Farelos?
Velho da Horta;
Comédia do Viúvo.
No 10º ano de escolaridade as peças vicentinas de estudo obrigatório são:
Auto da Barca do Inferno ou Auto da Índia;
Comédia de Rubena ou Quem tem Farelos?;
Farsa de Inês Pereira ou Auto da Feira;
Auto da Barca da Glória ou Auto de Mofina Mendes.
A seguinte farsa de folgar foi representada ao muito alto e mui poderoso rei D. João, o terceiro do nome em Portugal, no seu Convento de Tomar, era do Senhor de MDXXIII. O seu argumento é que porquanto duvidavam certos homens de bom saber se o Autor fazia de si mesmo estas obras, ou se furtava de outros autores, lhe deram este tema sobre que fizesse: segundo um exemplo comum que dizem: mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube. E sobre este motivo se fez esta farsa.Esta é a didascália inicial da obra...
Farsa do Juíz da Beira;
Farsa da Ciganas;
Farsa de Inês Pereira;
Farsa dos Almocreves.
Na Farsa de Inês Pereira a protagonista quer casar com urgência, como se chama a alcoviteira que tenta arranjar-lhe marido?...
Mofina Mendes
Brísida Vaz;
Branca Gil;
Lianor Vaz.
Nesta obra, outras duas personagens desempenham a mesma função da alcoviteira, são os judeus
Latão e Vidal;
Navon e Gabay
Levi e Ravid;
Lazir e Zamir.
O primeiro pretendente de Inês é um vilão/ homem do povo, muito rústico e cujas ações e linguagem fazem rir...
Este chamava-se...
Toni das Coubes;
Pêro Marques;
Tibúrcio Gregório;
Brás da Mata.
Inês como deseja casar para ascender socialmente, rejeita casar com o vilão e acaba por casar com
Fernando Rubena;
Diogo Dias;
Brás da Mata;
Amâncio Vaz.
O Escudeiro Brás da Mata morre na Guerra no Norte de África, Inês acaba por casar com o rústico Pêro Marques.
Identifica o recurso expressivo presente na segunte fala:
Inês falando para Pêro Marques - "Bem sabedes vós, marido, quanto vos amo"..
metonímia;
metáfora;
Ironia;
Comparação.
"porque moça assim sisuda/é uma perla pera amar" ( Mãe de Inês)
Ironia;
Eufemismo;
Hipérbole;
Metáfora.
" Renego deste lavrar"; "que não m´hei de contentar/ de casar com parvoíce" (Inês)
Metonímia;
Oxímoro;
Hipálage;
Perífrase.
A Farsa de Inês Pereira foi elaborada para atingir dois objetivos:
Divertir e aconselhar;
Entreter e relaxar;
Divertir e moralizar;
Alertar e entreter.
A Alcoviteira, o Vilão, os Judeus, o Escudeiro e o Ermitão são considerados
personagens protagonistas;
figurantes;
personagens-tipo;
personagens sem grande relevo.
Em termos de texto dramático, como se designam as partes que assinalam uma pausa, acompanhada muitas vezes de mudança de cenário?
cenas;
atos;
didascálias
peças.
Em termos de texto dramático, como se designam as partes que marcam a entrada e a saída de personagens em palco?
Atos;
Peças;
Secções;
Cenas.
