WorksheetsTeste de verificação de leitura d'Os Lusíadas
Total questions: 22
Worksheet time: 14mins
Relativamente à estrutura interna, a ordem n'Os Lusíadas é
Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração.
Narração, Proposição, Invocação, Dedicatória.
Proposição, Invocação, Narração, Dedicatória.
A expressão “in medias res” significa que:
a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se no começo da ação, isto é, com a partida das naus na praia de Belém.
a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se quando a ação já vai a meio, isto é, no momento do encontro com o Gigante Adamastor, que corresponde à dobragem do Cabo da Boa Esperança.
a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se quando a ação já vai a meio, isto é, quando a armada de Vasco da Gama já navegava no Oceano Índico, na zona do Canal de Moçambique.
O protagonista da epopeia é
D. Sebastião.
o povo português.
Vasco da Gama.
Os diferentes planos a considerar em Os Lusíadas são
o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal); o plano dos deuses (plano narrativo paralelo); o plano da História de Portugal (plano narrativo encaixado); o plano das intervenções do poeta.
o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal) e o plano dos deuses (plano narrativo paralelo).
o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal); o plano dos deuses (plano narrativo paralelo) e o plano das intervenções do poeta.
Na "Proposição", o Poeta
pede inspiração a entidades divinas.
anuncia o seu propósito.
narra a história que decidiu apresentar.
Na Invocação, o poeta
dedica o poema ao rei de Portugal D. Sebastião.
pede inspiração às musas da epopeia clássica.
pede inspiração às Tágides (ninfas do rio Tejo).
Na Dedicatória, o poeta consagra o poema a:
D. Manuel I.
Vasco da Gama.
D. Sebastião.
Na Narração, o poeta conta
apenas a história da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia e a atuação dos deus do Olimpo.
histórias de deuses da Antiguidade Clássica, que são o tema central do poema.
a história da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia, a atuação dos deus do Olimpo e episódios da História de Portugal.
O objetivo do "Consílio dos deuses" era
decidir se ajudavam ou não os portugueses a chegar à Índia.
decidir se os portugueses deveriam partir de Lisboa rumo à Índia.
decidir o futuro dos portugueses no Norte de África.
A divindade que presidiu ao consílio dos deuses foi
Mercúrio.
Neptuno.
Júpiter.
No “Consílio dos Deuses”,
apenas Vénus está a favor dos portugueses.
Baco propõe-se ajudar os Lusos, mas Marte opõe-se.
Vénus e Marte são personagens adjuvantes.
O episódio “Inês de Castro” passa-se
em Portugal, no reinado de D. Afonso IV.
após a batalha do Salado, no reinado de D. Pedro.
após a batalha do Salado, em Espanha.
No episódio “Despedida em Belém”, o comportamento dos marinheiros
enaltece o herói do poema porque, apesar da dor sentida, os portugueses não hesitam e embarcam para cumprir a sua missão.
enaltece o herói do poema porque os Portugueses são tão corajosos que nem dor sentem.
é bastante nobre, despedem-se dos entes queridos e partem para cumprir a missão que lhes está destinada.
A caracterização do Gigante Adamastor contribui
para provocar o medo.
para exemplificar as figuras que habitavam no fundo dos mares naquele local.
para acentuar a desproporção existente entre os Portugueses e o mar.
O Adamastor profetiza
o fracasso total da viagem dos portugueses.
mortes e naufrágios para todos aqueles que se atreverem a ultrapassar os limites.
um futuro brilhante para os Portugueses.
O Adamastor simboliza
apenas um aspeto geográfico – o Cabo das Tormentas
um monte intransponível.
o mar misterioso, o medo, o desconhecido, os obstáculos a enfrentar e a vencer.
O episódio “Tempestade e chegada à Índia” representa
mais um obstáculo que os Portugueses tiveram de enfrentar antes de chegarem à Índia.
o último grande obstáculo que os Portugueses tiveram de enfrentar antes de chegarem à Índia.
um relato de um elemento da natureza em fúria.
No episódio “A ilha dos Amores ”, são evidentes
as presenças de Vénus e Júpiter.
os planos da Viagem, da Mitologia e do Poeta.
duas partes distintas: decisão de Vénus e trabalhos de Cupido.
O episódio intitulado “Lionardo”
representa o desânimo sentido por Camões pelos seus contemporâneos.
corresponde à união dos nautas com as ninfas, nomeadamente de Leonardo com Efire.
corresponde à união dos nautas com as ninfas, nomeadamente de Leonardo com Tétis.
No episódio “Chegada a Portugal e epílogo”,
é visível o tom de satisfação do poeta que continua a elogiar os seus contemporâneos.
é evidente o desalento do poeta, depois de ter exaltado os feitos lusitanos ao longo do Poema.
articulam-se apenas os planos da Viagem e do Poeta.
Nas estâncias finais do poema, Camões
dirige-se a D. Manuel, tecendo duras críticas aos Lusos visto não valorizarem as artes.
dirige-se a D. Sebastião, elogiando os seus contemporâneos porque valorizam as artes.
dirige-se a D. Sebastião, tecendo duras críticas aos Lusos visto não valorizarem as artes.
Nas estâncias finais do poema, Camões
vaticina grandes vitórias ao rei D. Sebastião na Índia e oferece-se para cantar os seus feitos numa nova epopeia.
vaticina grandes vitórias ao rei D. Manuel na Índia e oferece-se como soldado e como poeta para cantar os seus feitos numa nova epopeia.
vaticina grandes vitórias ao rei D. Sebastião e oferece-se como soldado e como poeta para cantar os seus feitos futuros.
