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Teste de verificação de leitura d'Os Lusíadas

Total questions: 22

Worksheet time: 14mins

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1.

Relativamente à estrutura interna, a ordem n'Os Lusíadas é

a)

Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração.

b)

Narração, Proposição, Invocação, Dedicatória.

c)

Proposição, Invocação, Narração, Dedicatória.

2.

A expressão “in medias res” significa que:

a)

a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se no começo da ação, isto é, com a partida das naus na praia de Belém.

b)

a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se quando a ação já vai a meio, isto é, no momento do encontro com o Gigante Adamastor, que corresponde à dobragem do Cabo da Boa Esperança.

c)

a narração da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia inicia-se quando a ação já vai a meio, isto é, quando a armada de Vasco da Gama já navegava no Oceano Índico, na zona do Canal de Moçambique.

3.

O protagonista da epopeia é

a)

D. Sebastião.

b)

o povo português.

c)

Vasco da Gama.

4.

Os diferentes planos a considerar em Os Lusíadas são

a)

o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal); o plano dos deuses (plano narrativo paralelo); o plano da História de Portugal (plano narrativo encaixado); o plano das intervenções do poeta.

b)

o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal) e o plano dos deuses (plano narrativo paralelo).

c)

o plano da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia (plano narrativo principal); o plano dos deuses (plano narrativo paralelo) e o plano das intervenções do poeta.

5.

Na "Proposição", o Poeta

a)

pede inspiração a entidades divinas.

b)

anuncia o seu propósito.

c)

narra a história que decidiu apresentar.

6.

Na Invocação, o poeta

a)

dedica o poema ao rei de Portugal D. Sebastião.

b)

pede inspiração às musas da epopeia clássica.

c)

pede inspiração às Tágides (ninfas do rio Tejo).

7.

Na Dedicatória, o poeta consagra o poema a:

a)

D. Manuel I.

b)

Vasco da Gama.

c)

D. Sebastião.

8.

Na Narração, o poeta conta

a)

apenas a história da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia e a atuação dos deus do Olimpo.

b)

histórias de deuses da Antiguidade Clássica, que são o tema central do poema.

c)

a história da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia, a atuação dos deus do Olimpo e episódios da História de Portugal.

9.

O objetivo do "Consílio dos deuses" era

a)

decidir se ajudavam ou não os portugueses a chegar à Índia.

b)

decidir se os portugueses deveriam partir de Lisboa rumo à Índia.

c)

decidir o futuro dos portugueses no Norte de África.

10.

A divindade que presidiu ao consílio dos deuses foi

a)

Mercúrio.

b)

Neptuno.

c)

Júpiter.

11.

No “Consílio dos Deuses”,

a)

apenas Vénus está a favor dos portugueses.

b)

Baco propõe-se ajudar os Lusos, mas Marte opõe-se.

c)

Vénus e Marte são personagens adjuvantes.

12.

O episódio “Inês de Castro” passa-se

a)

em Portugal, no reinado de D. Afonso IV.

b)

após a batalha do Salado, no reinado de D. Pedro.

c)

após a batalha do Salado, em Espanha.

13.

No episódio “Despedida em Belém”, o comportamento dos marinheiros

a)

enaltece o herói do poema porque, apesar da dor sentida, os portugueses não hesitam e embarcam para cumprir a sua missão.

b)

enaltece o herói do poema porque os Portugueses são tão corajosos que nem dor sentem.

c)

é bastante nobre, despedem-se dos entes queridos e partem para cumprir a missão que lhes está destinada.

14.

A caracterização do Gigante Adamastor contribui

a)

para provocar o medo.

b)

para exemplificar as figuras que habitavam no fundo dos mares naquele local.

c)

para acentuar a desproporção existente entre os Portugueses e o mar.

15.

O Adamastor profetiza

a)

o fracasso total da viagem dos portugueses.

b)

mortes e naufrágios para todos aqueles que se atreverem a ultrapassar os limites.

c)

um futuro brilhante para os Portugueses.

16.

O Adamastor simboliza

a)

apenas um aspeto geográfico – o Cabo das Tormentas

b)

um monte intransponível.

c)

o mar misterioso, o medo, o desconhecido, os obstáculos a enfrentar e a vencer.

17.

O episódio “Tempestade e chegada à Índia” representa

a)

mais um obstáculo que os Portugueses tiveram de enfrentar antes de chegarem à Índia.

b)

o último grande obstáculo que os Portugueses tiveram de enfrentar antes de chegarem à Índia.

c)

um relato de um elemento da natureza em fúria.

18.

No episódio “A ilha dos Amores ”, são evidentes

a)

as presenças de Vénus e Júpiter.

b)

os planos da Viagem, da Mitologia e do Poeta.

c)

duas partes distintas: decisão de Vénus e trabalhos de Cupido.

19.

O episódio intitulado “Lionardo”

a)

representa o desânimo sentido por Camões pelos seus contemporâneos.

b)

corresponde à união dos nautas com as ninfas, nomeadamente de Leonardo com Efire.

c)

corresponde à união dos nautas com as ninfas, nomeadamente de Leonardo com Tétis.

20.

No episódio “Chegada a Portugal e epílogo”,

a)

é visível o tom de satisfação do poeta que continua a elogiar os seus contemporâneos.

b)

é evidente o desalento do poeta, depois de ter exaltado os feitos lusitanos ao longo do Poema.

c)

articulam-se apenas os planos da Viagem e do Poeta.

21.

Nas estâncias finais do poema, Camões

a)

dirige-se a D. Manuel, tecendo duras críticas aos Lusos visto não valorizarem as artes.

b)

dirige-se a D. Sebastião, elogiando os seus contemporâneos porque valorizam as artes.

c)

dirige-se a D. Sebastião, tecendo duras críticas aos Lusos visto não valorizarem as artes.

22.

Nas estâncias finais do poema, Camões

a)

vaticina grandes vitórias ao rei D. Sebastião na Índia e oferece-se para cantar os seus feitos numa nova epopeia.

b)

vaticina grandes vitórias ao rei D. Manuel na Índia e oferece-se como soldado e como poeta para cantar os seus feitos numa nova epopeia.

c)

vaticina grandes vitórias ao rei D. Sebastião e oferece-se como soldado e como poeta para cantar os seus feitos futuros.