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WorksheetsNietzsche
Total questions: 10
Worksheet time: 20mins
Nietzsche identificou os deuses gregos Apolo e Dionísio, respectivamente, como
Complexidade e ingenuidade: extremos de um mesmo segmento moral, no qual se inserem as paixões humanas.
Movimento e niilismo: polos de tensão na existência humana.
Alteridade e virtude: expressões dinâmicas de intervenção e subversão de toda moral humana.
Razão e desordem: dimensões complementares da realidade.
Acerca do pensamento nietzschiano sobre a moral, é incorreto afirmar:
A moral racionalista foi erguida com finalidade repressora, e não para garantir o exercício da liberdade.
A moral racionalista transformou tudo o que é natural nos seres humanos em vício, falta e culpa, castigando qualquer transgressão.
Bem e mal são invenções da moral racionalista.
Devemos submeter a vontade ao domínio da razão, que nos indica a virtude e o dever.
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I. A moral racionalista foi erguida com finalidade de garantir o exercício da liberdade.
II. A moral dos fracos é produto do ressentimento, que odeia e teme a vida, envenenando-a com a culpa e o pecado, voltando contra si mesma o ódio à vida.
III. A moral racionalista transformou tudo o que é natural e espontâneo nos seres humanos em vício, falta, culpa, e impôs a eles, com os nomes de virtude e dever, tudo o que oprime a natureza humana.
Pertencem ao pensamento de Nietzsche:
Apenas I e II
Apenas II e III
Apenas I e III
I, II e III
O sofrimento para Friedrich Nietzsche é:
É algo desnecessário para a vida do ser humano, uma vez que, para ele, quanto mais a pessoa passa por adversidades, mais ela se desespera.
É algo negativo à existência humana, pois aniquila as forças vitais, sendo necessário ao ser humano procurar uma religião para aprender a lidar com os problemas.
Quando se sofre, segundo Nietzsche, todo o ser humano se fortalece e aprende a lidar melhor com os sofrimentos futuros.
Não existe vida sem sofrimento, e felicidade sem esse sentimento também não. Ao ser humano cabe compreender que ele faz parte da sua existência e aprender a tirar algo positivo dele.
A frase de Nietzsche “o que não me mata, me fortalece” pode ser entendida como:
Aquilo que não é capaz de aniquilar a existência do homem não é de todo o mal, por mais que pensemos assim. O sofrimento, o prejuízo, a dor, enfim os sentimentos considerados negativos pela sociedade podem ajudar o ser humano a se conhecer e a se fortalecer diante da vida.
Significa crer que Deus não permitirá que algo de tão ruim abale a vida do fiel. Deus está no comando e ele sabe o quanto o ser humano pode suportar.
Significa dizer que não existe vida sem sofrimentos e que cabe ao ser humano ignorá-los ou se anestesiar diante deles, procurando na imagem divina uma válvula de escape para aliviar a sua dor.
É possível sempre tirar algo de positivo em meio aos problemas, por mais difíceis que sejam, e qualquer pessoa é capaz de fazê-lo.
Para lidar com o tratamento dos valores no pensamento de Nietzsche, o conceito da “morte de Deus” é essencial. Assinale a alternativa que reflete esse conceito
A morte de Deus desvaloriza o mundo.
A morte de Deus gera necessariamente o super-homem.
A morte de Deus implica a perda das sanções sobrenaturais dos valores.
A morte de Deus impossibilita a superação dos valores hoje aceitos.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um importante e polêmico pensador contemporâneo, particularmente por sua famosa frase “Deus está morto”. Em que sentido podemos interpretar a proclamação dessa morte?
A morte de Deus serve de alerta ao homem de que nada é infinito e eterno, e que o homem e sua existência são momentos fugazes que devem ser vividos intensamente.
A morte de Deus não se refere apenas ao Deus cristão, mas remete à falta de fundamento no conhecimento, na ética, na política e na religião, cabendo ao homem inventar novos valores.
O Deus que morre é o Deus cristão, mas ainda vive o deus-natureza, no qual o homem encontrará uma justificativa e um consolo para sua existência sem sentido.
Não fomos nós que matamos Deus, ele nos abandonou na medida em que não aceitamos o fato de que essa vida só poderá ser justificada no além, uma vez que o devir não tem finalidade
No século XIX, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche vislumbrou o advento do “super-homem” em reação ao que para ele era a crise cultural da época. Na década de 1930, foi criado nos Estados Unidos o Super-Homem, um dos mais conhecidos personagens das histórias em quadrinhos. A diferença entre os dois “super-homens” está no fato de Nietzsche defender que o super-homem
Agiria de modo coerente com os valores pacifistas, repudiando o uso da força física e da violência na consecução de seus objetivos
Expressaria os princípios morais do protestantismo, em contraposição ao materialismo presente no herói dos quadrinhos
Abdicar-se-ia das regras morais vigentes, desprezando as noções de “bem”, “mal”, “certo” e “errado”, típicas do cristianismo.
Representaria os valores políticos e morais alemães, e não o individualismo pequeno burguês norte-americano.
Para organizar a "transvaloração dos valores", Nietzsche faz a seguinte proposta:
Superação da moral comum.
Busca pela perfeição divina.
Afirmação da moral social e negação da moral individual.
Organização dos atos morais a partir de imperativos categóricos.
As alternativas a seguir apresentam e descrevem conceitos encontrados na filosofia de Nietzsche, exceto:
A vontade de potência: motivo básico da ação do homem, a vontade de viver e dominar.
O super-homem: indivíduo que é capaz de superar-se e possui um mesmo valor em todos.
O eterno retorno: recorrência permanente dos mesmos eventos.
A moral dos escravos: ressentimento dos que não podem realmente agir e são compensados com uma vingança imaginária
