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A Crónica

Total questions: 10

Worksheet time: 5mins

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1.

A palavra "crónica" tem origem no termo

a)

árabe - "Khroniká", que significa história.

b)

latina - "Khroniká", que significa tempo.

c)

grega - "Khroniká", que significa tempo.

d)

grega - "Khroniká", que significa espaço.

2.

Uma crónica

a)

é um texto de imprensa escrita escrita ( jornais e revistas).

b)

é a história da vida de um rei.

c)

é um texto da imprensa (escrita ou falada) ou ainda a história da vida de um rei.

d)

é uma narrativa fictícia.

3.

O objetivo da crónica é

a)

informar e esclarecer o recetor.

b)

persuadir o recetor.

c)

entreter o recetor.

d)

comentar, criticar e suscitar a reflexão do recetor.

4.

A crónica de imprensa tem como ponto de partida um acontecimento ou assunto

a)

do quotidiano ou da vida pessoal do cronista.

b)

da vida pessoal do cronista.

c)

histórico.

d)

fictício.

5.

A crónica apresenta os acontecimentos de uma forma

a)

rigorosa e objetiva.

b)

pessoal e subjetiva.

c)

cronológica.

d)

persuasiva.

6.

A crónica apresenta uma visão pessoal do cronista num tom

a)

normalmente sério e reflexivo.

b)

reflexivo, crítico e, por vezes, irónico e humorístico.

c)

neutro e imparcial.

d)

sério e irónico.

7.

Na crónica "História sem palavras" de Maria Judite de Carvalho, o tom de linguagem é

a)

humorístico e reflexivo.

b)

narrativo, reflexivo e um pouco irónico.

c)

humorístico.

d)

divertido.

8.

Na crónica de Maria Judite de Carvalho, a expressão "lá dentro, silêncio do mar encapelado" remete para

a)

o barulho do mar que se ouve na carruagem.

b)

o ruído da carruagem em andamento.

c)

o silêncio dos passageiros que contrasta com o barulho da carruagem em movimento.

d)

o ruído provocado pelas conversas entre os passageiros.

9.

Na crónica de Maria Judite de Carvalho, a expressão "olho mágico da carruagem subterrânea" representa uma

a)

hipérbole.

b)

metáfora.

c)

comparação.

d)

sinestesia.

10.

Na crónica de Maria Judite de Carvalho, a falta de comunicação entre as pessoas que se faz sentir na cidade

a)

é tida como normal para a cronista.

b)

é indiferente à cronista.

c)

não é apreciada pela cronista.

d)

perturba a cronista que procura modificar essa situação.