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Filosofia (2º ano) - Capítulos 01 e 02 da Unidade 05.

Total questions: 5

Worksheet time: 15mins

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1.

[…] Segundo Rancière, o problema da política contemporâneo está em buscá-la naquilo que não é, em essência o político: com isso, perde-se a política. Para ele a pergunta fundamental da filosofia política seria: o que há de específico para pensar sob o nome política?

GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. Vol. Único – 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2014 (adaptado)


Na perspectiva de Jacques Rancière, o que há de específico na política é o …

a)

Entendimento.

b)

Desentendimento.

c)

Encantamento.

d)

Desencantamento.

2.

Sobre a problemática: entre a polícia e a política, leia atentamente.


[…] Para Rancière, porém, mesmo essas relações de poder pertencem ao âmbito da polícia. Por política ele entende algo muito mais raro, menos comum, que é exatamente aquilo que perturba a ordem da polícia (compreendida como administração do social) pela introdução da diferença, daquilo que é heterogêneo. […] Rancière propõe é ampliar, alargar o sentido de polícia.

GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. Vol. Único – 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2014 (adaptado)


Nesse contexto, consideramos como alternativa correta.

a)

Segundo Rancière, aquilo que chamamos de política, deveríamos chamar de polícia.

b)

A democracia, conforme o pensamento de Rancière, seria o consenso entre as massas.

c)

A desigualdade, conforme o pensamento de Rancière, seria o consenso entre política e estado democrático de direito.

d)

Segundo Rancière, aquilo que chamamos de democracia, deveríamos chamar de polícia.

3.

(Enem, 2015 - adaptada) O filósofo Augusto Comte (1798-1857) preenche sua doutrina com uma imagem do progresso social na qual se conjugam ciência e política: a ação política deve assumir o aspecto de uma ação científica e a política deve ser estudada de maneira científica (a física social). Desde que a Revolução Francesa favoreceu a integração do povo na vida social, o positivismo obstina-se no programa de uma comunidade pacífica. E o Estado, instituição do “reino absoluto da lei”, é a garantia da ordem que impede o retorno potencial das revoluções e engendra o progresso.

RUBY, C. Introdução à filosofia política. São Paulo: Unesp, 1998 (adaptado).


A característica do Estado positivo que lhe permite garantir não só a ordem, como também o desejado progresso das nações, é ser:

a)

Espaço onde as carências e os desejos da população se realizam por meio de agentes repressores, tendo um papel importante para impor pelo menos um curto período de ordem.

b)

Elemento desagregador, desorganizando e reprimindo, desnecessário, as ações dos membros da comunidade.

c)

Uma sociedade que funciona de maneira harmônica, tendo a sociologia como ciência responsável para entender os mecanismos dessa sociedade, utilizando os mesmos métodos das ciências da natureza.

d)

Elemento desagregador, desorganizando e reprimindo, desnecessário, as ações dos membros da comunidade.

4.

[…] Na modernidade, considera-se que tudo o que é passível de ser representado no espírito é passível de ser conhecido e que, por meio do uso da reta razão e do método correto, o conhecimento humano por der ampliado indefinidamente. Certos objetos são mais difíceis de serem representados, mas acredita-se que, com o aprimoramento dos métodos de conhecimento, esses objetos poderão torna-se comuns ao homem. […]. Essas mudanças de visão de mundo conduziu a várias formas de pensamento diferentes, mas interligados pelos fundamentos da modernidade. Entre essas formas, encontra-se o cientificismo.

GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. Vol. Único – 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2014 (adaptado)


Sobre o cientificismo, podemos considerar que?

a)

Se coloca dentro do direito natural, tendo como princípio político e científico as tendências da tecnociência. Como forma de supervalorização das ciências.

b)

Tem como princípio científico a equidade, pois, o cientificismo busca uma equiparação de seus conhecimentos com outros campos da epistemologia humana.

c)

Tem como tendência a valorização excessivamente da ciência, considerando que apenas os conhecimentos científicos são válidos e aplicando as noções científicas a todos os campos da vida humana.

5.

(Ueg/GO, 2019 - adaptada) Sobre a temática: A emergência das ciências humanas, leia atentamente o texto.


[...] Com a revolução científica do séc. XVII, assistimos ao triunfo da aplicação do método experimental matemático pelas ciências naturais e o começo da realização do ideal da ciência moderna de um pleno controle da natureza e da sociedade. As ciências humanas, quando surgem no século XIX, procuram garantir sua racionalidade e legitimidade científica tomando como referência as bem-sucedidas ciências naturais.


Nesse sentido verifica-se que?

a)

As ciências humanas, ao estabelecerem uma diferença entre fenômenos naturais e fenômenos humanos, privilegiam a interpretação dos fatos em detrimento de sua quantificação.

b)

As ciências humanas surgem estabelecendo uma diferença entre fatos humanos e fatos físicos que são irredutíveis ao método experimental-matemático.

c)

As ciências humanas surgem tentando assimilar e adaptar o método experimental matemático das ciências naturais, enfatizando os aspectos observáveis acerca do comportamento humano