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WorksheetsQuizLógica proposicional à distância
Total questions: 36
Worksheet time: 19mins
Identifica as conetivas verofuncionais:
Se o Tiago é portuense então estuda filosofia.
P → Q
P ↔ Q
∼P
O Josué Pinharanda Gomes não é portuense.
P → Q
P ∧ Q
∼P
O Baltazar é portuense se e só se estuda filosofia.
P → Q
P ↔ Q
P ∨⋅ Q
Ou o Sampaio Bruno é portuense ou o Sampaio Bruno estuda filosofia.
P⊻Q
∼P∧Q
P ∨ Q
O Leonardo Coimbra é portuense e estuda filosofia.
P⊻Q
P ∨ Q
P ∧ Q
Seleciona a afirmação correta.
Uma tautologia é uma:
fórmula proposicional que é sempre verdadeira.
fórmula proposicional que pode ser verdadeira ou falsa.
fórmula proposicional condicional.
O inspetor de circunstâncias tem como objetivo:
Detetar se o argumento é falacioso formal e informalmente.
Verificar a validade do argumento.
confirmar que as tautologias nos garantem argumentos inválidos.
Eliminar num argumento os erros linguísticos.
Com base na interpretação indicada, indica a forma lógica das proposições expressas de seguida.
P: há divindades. Q: A morte é o fim.
Se a morte é o fim, não há divindades.
Q→¬P
P∨Q→¬P
P∨¬Q
Se não há divindades, a morte é o fim.
¬P→Q
¬P∧Q
¬P→R
Ou há divindades ou a morte é o fim.
P∧Q
Q∨P
P⊻Q
Indica a forma lógica das proposições:
“Raimundo vai convidar Florbela Espanca, a não ser que tenha de trabalhar”.
(¬P→Q)
¬(¬P→Q)
(¬P∧Q)
“Raimundo admira Platão se, e apenas se, não admira
Aristóteles nem Hume”.
(p↔(¬q ∧ r))
(p ↔ (¬q ∧ ¬r))
(p↔¬(q∧ ¬r))
Qual é a formalização correta dos argumentos seguintes?
"Se nós temos conhecimento moral, então os princípios morais básicos são demonstráveis ou autoevidentes. Os princípios morais básicos são demonstráveis e autoevidentes. Logo, temos conhecimento moral."
(p → (q ∨ r)),(q ∧ r)∴ p
(p → ¬q), q ∴ ¬p
(p → (q ∨ ¬r)),(q ∧ r)∴ p
"Se Cícero é um orador persuasivo, então utiliza um discurso sedutor e cativa o auditório. Cícero é um orador persuasivo. Logo, Cícero cativa o auditório."
(p → (q ∧ r)), p∴ r
(p → ¬q), q∴ ¬p
((p→q),q∴p
Indica o operador principal das proposições das formas seguintes:
1) ¬(P∧Q)
2) P↔(¬Q∧P)
3) P∧¬(Q∧P)
4) ¬(P∧¬(Q∧P)
1) negação. 2) condicional. 3) negação. 4) negação.
1) negação. 2) bicondicional. 3) negação. 4) negação.
1) negação. 2) bicondicional. 3) conjunção. 4) negação.
Indica a forma de inferência válida/inválida dos argumentos seguintes:
A Clara está em casa, porque ou está na biblioteca ou em casa. Mas não está na biblioteca.
Silogismo hipotético
Falácia da afirmação do consequente.
Silogismo disjuntivo
É falso que a Clara esteja em casa ou na biblioteca; por isso, não está em casa, nem na biblioteca.
Lei de De Morgan
Silogismo disjuntivo
Silogismo hipotético
Se a Joana está no cinema, não está no zoom; porém, ela está no zoom; logo, não está no cinema.
Modus Tollens
Modus Ponens
Contraposição
A Beatriz não está a divertir-se. Isto porque se está no Toys S Rus, está a divertir-se. Ora, ela não está no Toys S Rus.
Negação do antecedente.
Afirmação do consequente.
Modus ponens
Qual é o dicionário apropriado para cada um dos seguintes argumentos:
Se chover levo o guarda-chuva. Se levar o guarda-chuva vou mais pesado. Logo, é melhor não levar o guarda-chuva.
P - chove, Q: levo guarda-chuva e vou mais pesado
P - chove; Q: não levo guarda-chuva; R: ir mais pesado
P - chove; Q: levo guarda-chuva; R: ir mais pesado
Se disser a verdade fico bem com a minha consciência. Se disser a verdade perco um amigo. Logo, se quero ficar bem com a minha consciência então vou dizer a verdade.
P - dizer a verdade; Q - ficar bem com a consciência; R- perder um amigo
P - dizer a verdade; Q - ficar bem com a consciência; R- dizer a verdade e perder um amigo
P - dizer a verdade; Q - ficar bem com a consciência; R- mentir e perder um amigo
Indica a falácia formal cometida:
Os que trabalham por conta de outrem pagam imposto. Ora como o Luciano não trabalha por conta de outrem, deduzo que não paga impostos.
Falácia da afirmação do consequente
Falácia da negação do antecedente.
nenhum das anteriores
P→(Q∨R), Q∨R, ⊢P
Falácia da afirmação do consequente
Falácia da negação do antecedente
Modus ponens
Qual é a conclusão?
Se estás concentrado, então consegues aprender lógica.
Mas não estás concentrado.
Logo, …
Logo, não consegues aprender lógica
Logo, consegues aprender lógica
Logo, eu não tenho culpa por não aprender lógica
Faz a correspondência entre os diferentes argumentos e os seus respetivos tipos (dedutivo, indutivo por generalização, por previsão, por analogia).
Todas as árvores são constituídas por material combustível.
Um pinheiro é uma árvore.
Como tal, um pinheiro é constituído por material combustível.
(a)
Todas as árvores que vimos hoje eram carvalhos. É bem provável que a próxima árvore que virmos seja um carvalho.
(a)
Ter uma floresta cheia de mato e material combustível é como ter uma fuga de gás em casa à espera que lhe cheguem uma faísca.
(a)
Todas as árvores observadas até hoje realizam fotossíntese. Como tal, podemos concluir que todas as árvores realizam fotossíntese.
(a)
A formalização de «Se Freud é cientista, então não recusa as hipóteses especulativas mas usa o método científico» poderia ser:
P ∴ (Q∧R)
P ∴. (¬Q∧R)
P→(¬Q∧R)
P→¬ (Q∧R)
A partir de «Se a acrobacia é uma arte, então exprime sentimentos» e de «A acrobacia não exprime sentimentos», por modus tollens, infere-se que
se algo exprime sentimentos, então é arte.
a acrobacia nunca poderá exprimir sentimentos.
a acrobacia é uma arte, mas não exprime sentimentos.
é falso que a acrobacia seja uma arte.
Identifica a conclusão do argumento seguinte e a regra de inferência utilizada para chegar à conclusão.
"Caronte não é um satélite natural de Plutão, pois é falso que Caronte orbite em torno de Plutão, e orbitaria em torno de Plutão se fosse um satélite natural de Plutão."
(a)
"Se o Manuel perder o último comboio do dia, então dorme em casa de amigos. Logo, o Manuel dorme em casa de amigos."
Utilizando uma das regras de inferência estudadas e, em conformidade com essa regra, introduzindo uma segunda premissa, o argumento anterior torna-se válido. Escreve a premissa que torna o argumento válido e a regra de inferência usada
(a)
Identifica as diferentes falácias informais:
“ Este ano as flores do meu jardim estão bonitas, logo todas as flores de todos os jardins vão estar bonitas. “
(a)
O rui diz que a pera é uma fruta. O João diz que o rui é um ignorante. Logo, a pera não é uma fruta.
(a)
O partido A é mau para o país, portanto só se pode votar no partido B.
(a)
Os empregados são como pregos. Devemos martelar a cabeça dos pregos para que cumpram a sua função, logo o mesmo se passa com os empregados.
(a)
