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Crónica de D. João, Fernão Lopes - capítulo 115

Total questions: 20

Worksheet time: 20mins

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1.

Quais foram as consequências da passagem dos castelhanos por Santarém?

a)

Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Santarém. Violaram as mulheres e estabeleceram o caos.

b)

Os castelhanos mataram todos os jovens e adultos. Forçaram a população feminina a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.

c)

Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Santarém. Forçaram a população a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.

d)

Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Tomar. Forçaram a população a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.

2.

Quais foram as primeiras ordens do “Meestre” quando soube do cerco?

a)

Decretou recolher obrigatório.

b)

Mandou esconder o máximo de mantimentos possível, especialmente pão e carne.

c)

Mandou recolher o máximo de mantimentos possível, especialmente peixe e fruta.

d)

Mandou recolher o máximo de mantimentos possível, especialmente pão e carne.

3.

Quem foi o protagonista da defesa da cidade?

a)

Foi o povo em geral, que se mostrou sempre pronto a defender Lisboa com grande “fouteza”.

b)

Foi o povo em geral, que ficou encarregue da defesa dos muros e mostrou sempre grande cobardia.

c)

Foi o Mestre de Avis, a quem tudo se deve.

d)

Foi D. João de Castela, que, com as suas ordens equivocadas, permitiu que a cidade resistisse.

4.

Quantas portas é que há na cidade?

a)

38.

b)

41.

c)

73.

d)

Sei lá.

5.

Qual o recurso expressivo presente na frase “colherom-se dentro aa cidade muitos lavradores com as molheres e filhos … e doutras pessoas da comarca d’arredor”.

a)

Dupla adjetivação.

b)

Adjetivação expressiva.

c)

Enumeração.

d)

Metáfora.

6.

Quantas portas existiam no cerco da cidade e quantas eram abertas de dia e guardadas pelos homens?

a)

Eram 38 e 12 ficavam abertas.

b)

Eram 12 e 36 ficavam abertas.

c)

Eram 58 e 12 ficavam abertas.

d)

Só havia portões.

7.

A certa altura do texto, o narrador diz: “Oo que fremosa cousa era de veer!” A que se refere ele e que sentimento está expresso na sua afirmação?

a)

O narrador exprime a sua admiração pelo que vê: a resistência eficaz de uma cidade perante um inimigo tão poderoso.

b)

O narrador exprime a sua admiração pela beleza das jovens lisboetas que enganavam os invasores castelhanos com falsas juras de amor.

c)

O narrador exprime a sua perplexidade acerca da complexidade das táticas militares do duque de Santarém.

d)

O narrador exulta com a possibilidade de ver Lisboa pela última vez.

8.

Neste capítulo, quem se destaca como protagonista individual?

a)

O povo de Lisboa.

b)

D. Juan de Castela.

c)

O Mestre de Avis.

d)

Fernão Lopes.

9.

Quem cercou Lisboa?

a)

O Mestre de Avis.

b)

D. Isabel de Aragão.

c)

O rei de Castela.

d)

Fernão Lopes.

10.

Que meios foram usados para a defesa da cidade?

a)

Armas de arremesso, lanças, catapultas, bestas e vigilantes nas torres.

b)

Armas de arremesso, lanças, túneis e pontes levadiças.

c)

Lanças, catapultas, bestas e armadilhas nas igrejas.

d)

Uma rede de espiões, um distribuidor de veneno e cavalos amestrados.

11.

A que acontecimento histórico se refere este excerto da crónica de D. João I?

a)

Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Juan de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1384-1385.

b)

Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Pedro de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1386.

c)

Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, pelo Mestre de Avis, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1385.

d)

Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Juan de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1385.

12.

De que forma o “Meestre” distribuiu a defesa dos muros durante o acontecimento descrito?

a)

Deu armas aos nobres e cidadãos de Lisboa e enviou-os para o Tejo em batéis.

b)

Retirou as armas aos nobres e deu-as aos cidadãos de Lisboa, que organizou em quadrilhas.

c)

Deu armas aos nobres e cidadãos de Lisboa e dividiu-os em esquadrilhas.

d)

Colocou um frade disfarçado de corneteiro em cada uma das 114 torres da cidade.

13.

Quantas torres existiam ao redor da cidade?

a)

Muitíssimas.

b)

66

c)

38

d)

77.

14.

Quem autorizou o profeta Neemias a refazer os muros de Jerusalém?

a)

O rei Serges.

b)

Salomão.

c)

Mestre de Avis.

d)

Gonçalo Pais.

15.

A população estava toda de acordo em lutar contra Castela?

a)

Não, alguns portugueses passaram para o lado de Castela e outros suicidaram-se.

b)

Não, alguns portugueses passaram para o lado de Espanha e outros renderam-se.

c)

Não, alguns portugueses passaram para o lado de Castela, outros renderam-se e outros ainda fugiram.

d)

Sim, todos estavam unidos em torno de Gonçalo Pais.

16.

O que se conta neste capítulo?

a)

O combate feroz entre as hostes castelhanas e as milícias do Mestre de Avis.

b)

A preparação da cidade de Lisboa para resistir ao cerco dos castelhanos.

c)

A forma como o Mestre de Avis planeou o seu regresso a Castela.

d)

O episódio da traição do conde de Andeiro e sua cúmplice, Brites de Almeida.

17.

Porque razão certos portões eram abertos durante a noite?

a)

Porque alguns espiões regressavam secretamente.

b)

Para os foliões que regressavam das tabernas poderem voltar a casa.

c)

Para deixar entrar alguns castelhanos que trocavam de lado.

d)

Para descarregar os batéis que traziam mantimentos.

18.

A coragem do povo de Lisboa é designada, neste capítulo, por

a)

"besta"

b)

"afouteza"

c)

"batees"

d)

"altivez"

19.

Para referir o esforço dos reconstrutores dos muros de Jerusalém, Fernão Lopes usa a imagem:

a)

Numa mão a pena; noutra, a espada.

b)

Numa mão a pedra; noutra, a espada.

c)

Numa mão a pedra; noutra, a besta.

d)

Numa mão a pena; noutra, a besta.

20.

Para ligar a torre de Álvaro Pais à porta de Santa Catarina foi necessário construir

a)

uma ponte.

b)

uma ponte levadiça.

c)

uma barbacã.

d)

uma estrada.