WorksheetsCrónica de D. João, Fernão Lopes - capítulo 115
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Quais foram as consequências da passagem dos castelhanos por Santarém?
Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Santarém. Violaram as mulheres e estabeleceram o caos.
Os castelhanos mataram todos os jovens e adultos. Forçaram a população feminina a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.
Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Santarém. Forçaram a população a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.
Os castelhanos mataram a maior parte do gado, que abastecia Tomar. Forçaram a população a abandonar a cidade e estabeleceram o caos.
Quais foram as primeiras ordens do “Meestre” quando soube do cerco?
Decretou recolher obrigatório.
Mandou esconder o máximo de mantimentos possível, especialmente pão e carne.
Mandou recolher o máximo de mantimentos possível, especialmente peixe e fruta.
Mandou recolher o máximo de mantimentos possível, especialmente pão e carne.
Quem foi o protagonista da defesa da cidade?
Foi o povo em geral, que se mostrou sempre pronto a defender Lisboa com grande “fouteza”.
Foi o povo em geral, que ficou encarregue da defesa dos muros e mostrou sempre grande cobardia.
Foi o Mestre de Avis, a quem tudo se deve.
Foi D. João de Castela, que, com as suas ordens equivocadas, permitiu que a cidade resistisse.
Quantas portas é que há na cidade?
38.
41.
73.
Sei lá.
Qual o recurso expressivo presente na frase “colherom-se dentro aa cidade muitos lavradores com as molheres e filhos … e doutras pessoas da comarca d’arredor”.
Dupla adjetivação.
Adjetivação expressiva.
Enumeração.
Metáfora.
Quantas portas existiam no cerco da cidade e quantas eram abertas de dia e guardadas pelos homens?
Eram 38 e 12 ficavam abertas.
Eram 12 e 36 ficavam abertas.
Eram 58 e 12 ficavam abertas.
Só havia portões.
A certa altura do texto, o narrador diz: “Oo que fremosa cousa era de veer!” A que se refere ele e que sentimento está expresso na sua afirmação?
O narrador exprime a sua admiração pelo que vê: a resistência eficaz de uma cidade perante um inimigo tão poderoso.
O narrador exprime a sua admiração pela beleza das jovens lisboetas que enganavam os invasores castelhanos com falsas juras de amor.
O narrador exprime a sua perplexidade acerca da complexidade das táticas militares do duque de Santarém.
O narrador exulta com a possibilidade de ver Lisboa pela última vez.
Neste capítulo, quem se destaca como protagonista individual?
O povo de Lisboa.
D. Juan de Castela.
O Mestre de Avis.
Fernão Lopes.
Quem cercou Lisboa?
O Mestre de Avis.
D. Isabel de Aragão.
O rei de Castela.
Fernão Lopes.
Que meios foram usados para a defesa da cidade?
Armas de arremesso, lanças, catapultas, bestas e vigilantes nas torres.
Armas de arremesso, lanças, túneis e pontes levadiças.
Lanças, catapultas, bestas e armadilhas nas igrejas.
Uma rede de espiões, um distribuidor de veneno e cavalos amestrados.
A que acontecimento histórico se refere este excerto da crónica de D. João I?
Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Juan de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1384-1385.
Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Pedro de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1386.
Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, pelo Mestre de Avis, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1385.
Refere-se ao cerco de Lisboa em 1384, por D. Juan de Castela, pretendente ao trono durante a crise dinástica de 1383-1385.
De que forma o “Meestre” distribuiu a defesa dos muros durante o acontecimento descrito?
Deu armas aos nobres e cidadãos de Lisboa e enviou-os para o Tejo em batéis.
Retirou as armas aos nobres e deu-as aos cidadãos de Lisboa, que organizou em quadrilhas.
Deu armas aos nobres e cidadãos de Lisboa e dividiu-os em esquadrilhas.
Colocou um frade disfarçado de corneteiro em cada uma das 114 torres da cidade.
Quantas torres existiam ao redor da cidade?
Muitíssimas.
66
38
77.
Quem autorizou o profeta Neemias a refazer os muros de Jerusalém?
O rei Serges.
Salomão.
Mestre de Avis.
Gonçalo Pais.
A população estava toda de acordo em lutar contra Castela?
Não, alguns portugueses passaram para o lado de Castela e outros suicidaram-se.
Não, alguns portugueses passaram para o lado de Espanha e outros renderam-se.
Não, alguns portugueses passaram para o lado de Castela, outros renderam-se e outros ainda fugiram.
Sim, todos estavam unidos em torno de Gonçalo Pais.
O que se conta neste capítulo?
O combate feroz entre as hostes castelhanas e as milícias do Mestre de Avis.
A preparação da cidade de Lisboa para resistir ao cerco dos castelhanos.
A forma como o Mestre de Avis planeou o seu regresso a Castela.
O episódio da traição do conde de Andeiro e sua cúmplice, Brites de Almeida.
Porque razão certos portões eram abertos durante a noite?
Porque alguns espiões regressavam secretamente.
Para os foliões que regressavam das tabernas poderem voltar a casa.
Para deixar entrar alguns castelhanos que trocavam de lado.
Para descarregar os batéis que traziam mantimentos.
A coragem do povo de Lisboa é designada, neste capítulo, por
"besta"
"afouteza"
"batees"
"altivez"
Para referir o esforço dos reconstrutores dos muros de Jerusalém, Fernão Lopes usa a imagem:
Numa mão a pena; noutra, a espada.
Numa mão a pedra; noutra, a espada.
Numa mão a pedra; noutra, a besta.
Numa mão a pena; noutra, a besta.
Para ligar a torre de Álvaro Pais à porta de Santa Catarina foi necessário construir
uma ponte.
uma ponte levadiça.
uma barbacã.
uma estrada.
