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Unidade V – Arbitragem e Procedimento Arbitral

Total questions: 25

Worksheet time: 25mins

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1.

Arbitragem é?

a)

A arbitragem é um meio privado e alternativo à solução judicial de conflitos, desde que eles sejam decorrentes de direitos patrimoniais e disponíveis.

b)

É regida pela Lei nº 9.307/96 e ganhou grande ênfase no Código de Processo Civil em vigor desde março de 2016, junto com a conciliação e a mediação.

c)

A arbitragem é um meio público de solução judicial de conflitos, desde que eles sejam decorrentes de direitos patrimoniais e disponíveis.

d)

É regida pelo Código de Processo Civil em vigor desde março de 2016, junto com a conciliação e a mediação.

2.

Sobre a Perícia Contábil Arbitral é incorreto afirmar que:

a)

Existem alguns procedimentos introdutórios para a execução do trabalho pericial arbitral, como é o caso da definição do objeto da perícia.

b)

Os elementos da consulta e a finalidade da perícia, não são importantes para execução do arbitramento, porque não auxiliam quando das análises de qual a melhor metodologia a ser utilizada.

c)

O método escolhido não é fundamental para o sucesso da ação e mediação no alcance de resultados pacificadores, pois no final de uma perícia tudo vai depender da vontade do perito contador.

3.

Quanto a arbitragem, pode afirmar que:

a)

A arbitragem é uma forma mais ágil da resolução de conflitos, uma alternativa ao litígio e um meio para o resolver.

b)

As partes devem estabelecer em contrato a cláusula arbitral, deixando claro que utilizarão esse meio para solucionar eventuais controvérsias, evitando o Poder Judiciário.

c)

Os casos demandam um grande volume de trabalho técnico, necessitando de profissionais mais preparados com conhecimento e ética.

d)

A habilidade para desempenhar o papel de arbitro ou de perito na arbitragem não é essencial para garantir e atender as demandas de seus clientes e não é necessária uma equipe técnica específica para esse tipo de ação.

e)

A arbitragem nunca é uma alternativa mais ágil para resolução de pendências, porque para usá-la são necessários artífices e negociatas que as torna ineficaz.

4.

A Lei no 9.307, de 23 de setembro de 1996, atualizada de acordo com as alterações da Lei no 13.129, de 26 de maio de 2015, trata de:

a)

Definir que as pessoas capazes de contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis

b)

Que a administração pública direta e indireta poderá utilizar-se da arbitragem para dirimir conflitos relativos a direitos patrimoniais disponíveis. (Incluído pela Lei no 13.129, de 2015).

c)

A arbitragem será sempre de direito e jamais de equidade ou a critério das partes

d)

As partes não poderão escolher, livremente, as regras de direito que serão aplicadas na arbitragem, porque estas já são ditadas pela lei.

e)

Que a autoridade ou o órgão competente da administração pública direta para a celebração de convenção de arbitragem é a mesma para a realização de acordos ou transações.

5.

Quanto a decisão sobre a aplicação do direito na arbitragem, é incorreto:

a)

As partes não podem convencionar que a arbitragem se realize com base nos princípios gerais de direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais de comércio.

b)

As partes podem convencionar que a arbitragem se realize com base nos princípios gerais de direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais de comércio, mas nos casos que envolvam a administração pública será sempre de direito e respeitará o princípio da publicidade.

c)

A arbitragem que envolva a administração pública nem sempre de direito e nunca respeitará o princípio da publicidade, porque envolver o poder da administração pública.

6.

Quanto a cláusula compromissória, pode afirmar:

a)

A cláusula compromissória deve ser estipulada por escrito, podendo estar inserta no próprio contrato ou em documento apartado que a ele se refira.

b)

Nos contratos de adesão, a cláusula compromissória não terá eficácia se o aderente tomar a iniciativa de instituir a arbitragem ou concordar, expressamente, com a sua instituição.

c)

Cláusula compromissória é a convenção através da qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relativamente a tal contrato.

7.

Para a contabilidade, a arbitragem não é um campo importante, pois, o contador para adotar em seus contratos, para orientar seus clientes ou para ampliar seu campo de atuação profissional, a Arbitragem não oferece vantagens, então não há necessidade, do profissional da área contábil, orientar seus clientes a utilizá-la.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

8.

A existência e a manutenção de uma sociedade dependem da convivência harmoniosa entre os seus atores sociais, por isso o Estado precisa prover meios eficazes para a solução de conflitos que eventualmente possam acontecer, e assim, restabelecer ou manter a dita Paz Social e o arbitramento é uma ferramenta de justiça social.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

9.

A regra geral no Estado brasileiro é os conflitos sejam solucionados pelo Poder Judiciário, em atendimento ao Princípio da Inafastabilidade da Tutela Jurisdicional (art. 5º, XXXV), portanto, está prerrogativa é um monopólio do Estado.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

10.

A partir da promulgação da Lei nº 9.307/96, que estabelece a Arbitragem como um meio alternativo para a solução de conflitos onde é um particular que resolve a controvérsia entre as partes e para apoiar esta decisão existe a lei promulgação da Lei nº 9.307/96.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

11.

A arbitragem só é permitida para a solução de conflitos relativos a direitos patrimoniais disponíveis (que possam ser avaliados monetariamente e cujas partes podem dispor) e em que as partes tenham celebrado Convenção de Arbitragem, isto é, tenham concordado expressamente em adotá-la, ao invés do Poder Judiciário.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

12.

A Convenção de Arbitragem poderá ser celebrada por uma Cláusula Arbitral, onde as partes acertam que um futuro conflito, caso ocorra, será solucionado por meio da Arbitragem; ou por um Compromisso Arbitral, quando diante de um conflito já existente, as partes optam por resolvê-lo pela Arbitragem.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

13.

Após se comprometerem com a Arbitragem as partes só poderão recorrer ao Poder Judiciário caso seja necessária uma medida cautelar ou de urgência para garantir o direito, ou no caso da resistência da parte vencida de cumprir espontaneamente a sentença Arbitral.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

14.

A Arbitragem jamais pode ser Institucional ou Avulsa (ad hoc).

a)

Verdadeiro

b)

Falso

15.

A Arbitragem Institucional acontece quando uma instituição especializada (câmara arbitral) faz o papel do Poder Judiciário.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

16.

A arbitragem Avulsa (ad hoc) não existe uma instituição específica e as partes decidem sobre seus árbitros.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

17.

A Câmara Arbitral é uma instituição com um conjunto de normas e regras para conduzir o procedimento arbitral.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

18.

Na Arbitragem ad hoc não é necessário que o Convenção de Arbitragem defina as normas e regras, livremente pactuadas entre as partes, pois não podem nunca adotar lei estrangeira para conduzir o procedimento ou dirimir o conflito.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

19.

O procedimento arbitral é, em geral, muito mais célere do que um processo judicial.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

20.

A lei determina que caso as partes ou a Câmara Arbitral não definam prazo específico, a sentença arbitral deve ser prolatada em no máximo seis meses, enquanto na Justiça Estadual, apenas na primeira instância, um processo leva em média cinquenta e dois meses ter sua sentença, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

a)

Verdadeiro

b)

Falso

21.

Os procedimentos arbitrais são tão solenes e ou burocráticos como os processos judiciais, sua estrutura não é dinâmica e nem informal e as partes não têm uma participação mais efetiva para a solução dos conflitos, jamais existindo uma composição (acordo) para a solução negociada dos conflitos.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

22.

No procedimento arbitral não é possível que os árbitros sejam escolhidos pelas partes ou pela Câmara de acordo com as suas competências e com o litígio em questão.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

23.

O custo de uma arbitragem tende a ser bem maior, em muito, do que de um processo judicial por vários motivos, entre eles está a complexidade dos custos e dos processos.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

24.

O contador não possui responsabilidade solidária no procedimento arbitral e não é protegido pela cláusula de confidencialidade, pois as demandas sempre ficarão expostas.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

25.

Saber guardar da confiança das partes, estudar sempre e se tornar um especialista na área contábil, não são características importantes para o exercício da arbitragem, pois o que vale mesmo é o grau de amizade com as partes.

a)

Verdadeiro

b)

Falso