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WorksheetsFicha Formativa - Filosofia
Total questions: 20
Worksheet time: 23mins
Imagine que quer ouvir música e que, em seguida, põe os auscultadores e ouve música. De acordo com o determinismo radical, o facto de querer ouvir música
é um indício de livre-arbítrio apenas se não foi sujeito a coação.
resulta de uma causa mental independente da natural.
não tem qualquer conexão com uma suposta vontade livre.
não tem uma causa, sendo um mero produto do acaso.
A perspetiva que se caracteriza por defender que “Ainda que tudo esteja determinado, temos livre-arbítrio” é
o libertismo.
o determinismo radical.
o determinismo moderado.
o incompatibilismo.
O incompatibilismo é uma teoria sobre o livre-arbítrio que diz que:
O determinismo é verdadeiro.
Não existe liberdade.
Liberdade e determinismo excluem-se mutuamente, ou seja, não podem ser ambos verdadeiros.
A liberdade é uma ilusão que resulta do nosso desconhecimento das causas que nos levam a agir.
De acordo com o determinismo moderado,
o universo está sujeito a leis naturais, mas não os seres humanos.
o universo está sujeito a leis naturais, mas os seres humanos podem alterá-las.
as nossas ações podem ser livres se não forem causadas.
algumas ações podem ser simultaneamente livres e causadas.
«Se o livre-arbítrio não existir, a responsabilidade moral também não existe. É, contudo, evidente que a responsabilidade moral existe: se não existisse tal coisa como a responsabilidade moral, nada seria culpa de ninguém e é evidente que existem estados de coisas em relação às quais podemos apontar o dedo e dizer, com justiça, a certas pessoas: Isto é culpa tua.»
Van Inwagen
Qual das teorias estudadas em relação ao problema do livre-arbítrio está a ser criticada neste texto?
o libertismo.
o determinismo radical.
o determinismo moderado.
o compatibilismo.
Analise as afirmações seguintes sobre o conflito entre determinismo e livre-arbítrio. Selecione, de seguida, a alternativa correta.
1. Resolve-se o conflito rejeitando o determinismo.
2. Resolve-se o conflito afirmando que ambos são compatíveis.
3. Resolve-se o conflito distinguindo dois tipos de causalidade: a causalidade natural e a causalidade do agente.
4. Não há conflito porque o livre-arbítrio é uma ilusão.
1. Libertismo.; 2. e 4. Determinismo moderado; 3. Determinismo radical.
1.e 2. Determinismo moderado; 3. e 4. Libertismo.
1. e 3. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 4. Determinismo radical.
1.e 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo; 4. Determinismo moderado.
Sabemos que somos livres porque nos apercebemos imediatamente de que o somos de cada vez que efetuamos uma escolha consciente. Esta visão corresponde à perspetiva:
libertista.
compatibilista.
determinista radical.
determinista moderada.
O determinismo conduz à conclusão de que:
Somos livres e responsáveis pelas nossas ações.
Nem tudo está determinado.
Não somos responsáveis pelas nossas ações.
Nada está determinado.
Qual das seguintes afirmações pode ser utilizada para criticar o determinismo radical?
Temos consciência dos nossos desejos, mas ignoramos as causas que os determinam.
Nada do que acontece depende da nossa vontade.
Temos a ilusão de que algumas das nossas ações são livres.
A mecânica quântica apresenta indícios de que existem acontecimentos indeterminados.
Analise o argumento que se segue e selecione a resposta correta.
Se o determinismo é verdadeiro, então não temos livre-arbítrio.
O determinismo é verdadeiro.
Logo, não temos livre-arbítrio.
Apenas os deterministas radicais e os deterministas moderados aceitam o argumento.
Apenas os deterministas radicais aceitam o argumento.
Apenas os deterministas moderados aceitam o argumento.
Apenas os libertistas aceitam o argumento.
Em relação ao problema do livre-arbítrio, o compatibilismo defende que
todas as ações são livres.
nem todas as ações são determinadas.
todas as ações são determinadas e algumas são livres.
todas as ações são livres e algumas são determinadas.
Identifique o par de termos que permite completar adequadamente a afirmação seguinte. Os juízos de facto são essencialmente _______, distinguindo-se dos juízos de valor, que são
essencialmente_______.
verdadeiros … relativos
concretos … abstratos
descritivos … normativos
objetivos … subjetivos
Aceitar o relativismo cultural tem como consequência que:
O progresso moral da humanidade existe.
Só há verdades objetivas culturalmente condicionadas.
Não é possível comparar os padrões morais das diversas culturas.
Uma sociedade tolerante é melhor do que uma sociedade intolerante.
Os juízos de valor podem ser verdadeiros ou falsos, isto é, têm valor de verdade. Esta afirmação:
É falsa para objetivistas e subjetivistas.
É verdadeira para objetivistas, mas não para subjetivistas.
É verdadeira para subjetivistas, mas não para objetivistas.
É verdadeira para subjetivistas e objetivistas.
“Nenhuma cultura está errada nas suas práticas morais” Esta proposição,
É própria de um defensor dos direitos humanos.
Carateriza a universalidade dos valores morais.
Promove a tolerância entre culturas diversas
Dificulta o diálogo intercultural.
O relativismo cultural é a perspetiva filosófica que defende:
a universalidade de valores e culturas.
a impossibilidade de as culturas serem tolerantes umas com as outras.
a possibilidade de as culturas se compreenderem mutuamente à luz dos seus próprios valores.
a diversidade de valores e culturas.
Analise as seguintes afirmações sobre o problema da verdade e da universalidade dos juízos morais. Selecione de seguida, a alternativa correta.
1. Há juízos morais cuja verdade não depende das perspetivas pessoais ou culturais.
2. Há práticas morais que podem ser em si mesmas julgadas como erradas.
3. A verdade dos juízos morais depende da perspetiva adotada por cada um de nós.
1 e 2 subjetivismo; 3 objetivismo.
1 e 2 objetivismo; 3 subjetivismo.
1 relativismo cultural; 2 e 3 subjetivismo.
1 subjetivismo; 2 e 3 objetivismo.
«Os juízos morais expressam crenças, pois veiculam informação verdadeira ou falsa acerca das preferências pessoais de quem os formula.»
Qual das perspetivas acerca da natureza dos juízos morais pode ser caracterizada através desta afirmação?
Subjetivismo.
Objetivismo.
Relativismo.
Nenhuma das alternativas apresentadas.
Quem afirma que não existe uma realidade moral objetiva às qual os nossos juízos morais se possam referir rejeita:
quer o subjetivismo quer o relativismo.
quer o subjetivismo quer o objetivismo.
quer o relativismo quer o objetivismo.
apenas o objetivismo.
Uma crítica dirigida ao relativismo cultural é a seguinte:
Reduz a verdade ao que a maioria julga ser verdadeiro.
Não há valores morais independentes de pontos de vista pessoais.
Todas as práticas culturais são toleráveis.
A verdade em assuntos morais é uma questão de opinião pessoal.
