NEW
Font size
WorksheetsAVALIAÇÃO PARCIAL DE PORTUGUÊS - 6 ANO A E B
Total questions: 15
Worksheet time: 4hrs 45mins
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Percebe-se claramente que a causa principal da inquietação dos animais era:
a chuva que caía
a falta de chuva
as discussões sobre animais
a conclusão a que chegaram
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
O sapo achou que o esclarecimento feito pela galinha era:
correto
aceitável
absurdo
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
A fábula de Millôr Fernandes é uma afirmativa de que:
as pessoas julgam os fatos pela aparência
cada pessoa vê as coisas conforme o seu estado e seu ponto de vista
todos tem uma visão intuitiva dos fenômenos naturais
o mundo é repleto de cientistas
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
O relato nos leva a concluir que:
a galinha tinha razão
a razão estava com o sapo
A lebre julgava-se dona da verdade.
as opiniões estavam objetivamente erradas.
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Cada um dos animais teve sua afirmação satisfeita quando:
a discussão terminou
chegaram a um acordo
começou a chover
foram apartados por outro animal
A CAUSA DA CHUVA
(MILLOR FERNANDES, Fábulas Fabulosas)
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
- Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Toda fábula encerra um ensinamento. Podemos sintetizar o ensino desta fábula através da frase:
A mentira tem pernas curtas.
As aparência enganam.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Não julgueis e não sereis julgados.
Leia o texto a seguir e classifique-o de acordo com o gênero:
O lobo e o leão
Um Lobo, que acabara de roubar uma ovelha, depois de refletir por um instante, chegou à conclusão que o melhor seria levá-la para longe do curral, para que enfim fosse capaz de servir-se daquela merecida refeição, sem o indesejado risco de ser interrompido por alguém.
No entanto, contrariando a sua vontade, seus planos bruscamente mudaram de rumo, quando, no caminho, ele cruzou com um poderoso Leão, que sem muita conversa, de um só bote, lhe tomou a ovelha.
O Lobo, contrariado, mas sempre mantendo uma distância segura do seu oponente, disse em tom injuriado, com uma certa dose de ironia: "Você não tem o direito de tomar para si aquilo que por direito me pertence!"
O Leão, sentindo-se um tanto ultrajado pela audácia do seu concorrente, olhou em volta, mas como o Lobo estava longe demais e não valia a pena o inconveniente de persegui-lo apenas para lhe dar uma merecida lição, disse com desprezo: "Como pertence a você? Você por acaso a comprou ou, por acaso, terá o pastor lhe dado como presente? Por favor, me diga, como você a conseguiu?"
Gênero lírico – crônica.
Gênero épico – anedota.
Gênero narrativo – conto.
Gênero lírico – poema.
Gênero narrativo – fábula.
São características do gênero narrativo:
No gênero narrativo, há sempre um eu que se expressa, elemento que é responsável pelo subjetivismo atribuído a esse tipo de composição.
O gênero narrativo é marcado pela afetividade e pela emotividade do clima lírico, sempre relacionado com o íntimo e a introspecção.
O gênero narrativo apresenta um enredo, no qual existe uma situação inicial, a modificação da situação inicial, um conflito, o clímax e o epílogo. Os elementos que compõem o gênero narrativo são narrador, tempo, lugar, enredo ou situação e as personagens.
O gênero narrativo faz referência à narrativa feita em forma de versos, contando histórias e fatos grandiosos e heroicos sobre a história de um povo. O narrador fala do passado, o que justifica os verbos sempre empregados no tempo pretérito.
Leia o texto abaixo:
Gerente – Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?
Cliente – Estou interessado em financiamento para compra de veículo.
Gerente – Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O senhor é nosso cliente?
Cliente – Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.
Gerente –Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá
em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de
Uberlândia! Passa aqui pra gente conversar com calma. (BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna. São Paulo: Parábola, 2004 (adaptado))
Na representação escrita da conversa telefônica entre a gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira de falar da gerente foi alterada de repente devido:
à adequação de sua fala à conversa com um amigo, caracterizada pela informalidade
à iniciativa do cliente em se apresentar como funcionário do banco.
ao fato de ambos terem nascido em Uberlândia (Minas Gerais).
à intimidade forçada pelo cliente ao fornecer seu nome completo
ao seu interesse profissional em financiar o veículo de Júlio.
Observe a charge abaixo e MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA. A linguagem da tirinha revela:
Pelo tipo de linguagem usada pelo Chico Bento, eles não conseguem se comunicar.
Evidenciamos um uso culto da linguagem, visto que eles personagens são estudante e professora.
Expressões como “pruquê”, “num”, "arguma” devem ser banidos da língua em qualquer situação.
A fala de Chico Bento faz o uso coloquial da linguagem, motivado por diversos fatores (regional, escolaridade, idade, financeiro e etc).
Não há nenhum tipo de problema com a linguagem usada por Chico Bento, podendo ser utilizada também em trabalhos escolares, requerimentos...
Leia o texto abaixo e assinale a única alternativa correta:
“Iscute o que to dizeno, Seu dotor, seu coroné:
De fome tão padeceno Meus fio e minha muiér.
Sem briga, questão nem guerra,
Meça desta grande terra Umas tarefas pra eu!
Tenha pena do agregado
Não me dexe deserdado
Daquilo que Deus me deu”.
Patativa do Assaré
Esse falante, pelos elementos explícitos e implícitos no poema, é identificável como:
Escolarizado proveniente de uma metrópole.
Sertanejo de uma área rural.
Idoso que habita uma comunidade urbana.
Escolarizado que habita uma comunidade no interior do país.
Estrangeiro que imigrou para uma comunidade do sul do país.
Com relação ao texto retirado de um SMS, assinale a alternativa correta:
Vc viu como ele xegô em kza hj? Tôdu lascadu. blz!
Não pode ser considerado um texto, visto que não cumpre sua função comunicativa.
Por ter palavras abreviadas em excesso está totalmente contrariando as regras da gramática, logo não é um texto.
Esse tipo de escrita é valorizado em qualquer meio de comunicação formal.
Mesmo por se tratar de linguagem abreviada, cumpre sua função comunicativa, mas só deve ser utilizada situações informais como internet, celular etc.
Assinale a opção que identifica a variação linguística presente nos textos abaixo.
Assaltante Nordestino
–Ei, bichin…Isso é um assalto… Arriba os braços e num se bula nem faça muganga… Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão, meu PadimCiço, mas é que eu to com uma fome da moléstia…
Assaltante Baiano – Ô meu rei… (longa pausa) Isso é um assalto… (longa pausa). Levanta os braços, mas não se avexe não… (longa pausa). Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado… Vai passando a grana, bem devagarinho… (longa pausa). Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado… Não esquenta, meu irmãozinho (longa pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada…
Assaltante Paulista – Orra, meu… Isso é um assalto, meu… Alevanta os braços, meu… Passa a grana logo, meu… Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Corinthians, meu… Pó, se manda, meu…
fator padrão
fator pessoal
fator escolar
fator regional
fator humorístico
Assinale a alternativa que contém uma informação FALSA em relação ao fenômeno da variação linguística.
A variação linguística consiste num uso diferente da língua, num outro modo de expressão aceitável em determinados contextos.
A variedade linguística usada num texto deve estar adequada à situação de comunicação vivenciada, ao assunto abordado, aos participantes da interação.
As variedades que se diferenciam da variedade considerada padrão devem ser vistas como imperfeitas, incorretas e inadequadas.
As línguas são heterogêneas e variáveis e, por isso, os falantes apresentam variações na sua forma de expressão, provenientes de diferentes fatores.
Considerando-se a variedade linguística reproduzida no texto ACIMA, é correto afirmar:
O termo “estribado”, por exemplo, reflete formalidade, portanto pode ser usado em requerimentos, cartas oficiais, redações escolares.
Todas as variantes nordestinas mostradas no quadro cumprem sua função comunicativa quando utilizadas nos contextos adequados.
Todas as variantes nordestinas mostradas no quadro são consideradas erradas do ponto de vista gramatical.
Esse quadro exemplifica o quanto a língua de uma nação é homogênea.
As variantes nordestinas desfavorecem as formas da língua previstas pelas gramáticas e manuais divulgados pela escola.
